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MALÁRIA

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MALÁRIA
Plasmodium
- Plasmodium falciparum
- MAIS GRAVE, PODE MATAR
- Terçã maligna
- Picos febris a cada 48 horas
- Plasmodium vivax
- Terçã benigna
- Picos febris a cada 48 horas
- Terçã benigna
- Plasmodium malarie
- Quartã
- Picos febris a cada 72 horas.
- Quartã
- Plasmodium ovale
- Restrito ao Continente Africano.
- Plasmodium falciparum
Doença infecciosa, febril, evolução potencialmente grave, causada pelo gênero Plasmodium.
- O parasita apresenta resistência no tratamento à alguns antimaláricos, como a cloroquina.
Maior prevalência da doença no Brasil
- Por ser um país tropical, visto que seu vetor é um mosquito. Mosquito fêmea Anopheles darlingi, principal no Brasil. (95% dos casos)
- 78% P. vivax
- 22% P. falciparum
- A migração interna é o principal fator de expansão da doença no país
- Construção de rodovias, hidrelétricas, garimpo de mineração.
Seus picos febris são acompanhados de calafrios e sudorese excessiva
- Ao ponto de molhar roupas e lençóis.
99,8% dos casos ocorrem na Amazônia legal
- A região possui todas as condições ambientais que favorecem a proliferação do mosquito.
- Controle difícil da doença
- Condições ambientais
- Calor
- Umidade
- Extensas coleções hídricas
- Tipos de habitação
- Paredes incompletas. Facilita o contato com o vetor.
- Difícil acesso às localidades
Horários da malária
- Ao amanhecer e ao entardecer
Faixa etária mais atingida: 15 a 49 anos
- Corresponde à faixa etária que mais se expoe devido ao trabalho em florestas e garimpos.
VETOR
- Mosquito Hospedeiro definitivo
- Mosquito fêmea Anopheles
- Somente o mosquito fêmea suga o sangue para alimentar seus ovos. Conhecido como mosquito prego.
RESERVATÓRIO
- Hospedeiro intermediário
- Portador de gametócitos
- O mosquito suga esses gametóforos, e, assim, se contamina.
CICLO DA DOENÇA
- No mosquito fêmea Anopheles contaminado, há esporozoítas presentes em suas glândulas salivares
- Quando o mosquito pica o hospedeiro, inocula na corrente sanguínea os esporozoítas
- Esses esporozoítas se locomovem ao fígado
- Tropismo pelo fígado Ciclo pré-eritrocitário ou ciclo hepático
- E se transformam em Merozoítas hepáticos
- Ocorre a multiplicação dos merozoítas até romper as células hepáticas
- Quando as células se rompem, gametócitos (5%) e trofozoítas (95%) são liberados no sangue
- Essas estruturas invadem as hemácias e continuam se multiplicando
- Ciclo eritrocitário
- Quando uma hemácia se rompe, ela libera todo o seu conteúdo, inclusive substâncias tóxicas produzidas pelos trofozoítas
- Quando essas substâncias tóxicas são liberadas no sangue, ocorre o PICO FEBRIL
- Por isso que a coleta de sangue para o diagnóstico da doença deve ser feito durante o pico febril, pois é o período em que há mais parasitas na corrente sanguínea.
- Cada vez que os trofozoítas e gametócitos são expulsos de uma hemácia, eles entram em outras adjacentes que ainda não estavam contaminadas, a fim de repetir o processo.
- Quando essas substâncias tóxicas são liberadas no sangue, ocorre o PICO FEBRIL
- Essas estruturas invadem as hemácias e continuam se multiplicando
- Quando as células se rompem, gametócitos (5%) e trofozoítas (95%) são liberados no sangue
- Ocorre a multiplicação dos merozoítas até romper as células hepáticas
- Esses esporozoítas se locomovem ao fígado
- Quando o mosquito pica o hospedeiro, inocula na corrente sanguínea os esporozoítas
- O mosquito, quando suga o sangue contaminado, inocula gametócitos e trofozoítas.
- Ciclo esporogônico
- No entanto, somente os gametócitos sobrevivem dentro do vetor
- Os gametócitos evoluem através do ciclo sexuado ou esporogônico.
- No intestino médio, o gametócito feminino se transforma em MACROGAMETA, e o gametócito masculino se transforma em MICROGAMETA
- Ocorre então a fecundação sexuada e a formação do zigoto, chamado OOCINETO e depois OOCISTO
- Ocorre a RUPTURA do OOCISTO e a LIBERAÇÃO DE ESPOROZOÍTAS, que atingirão as glândulas salivares do mosquito e serão injetados no hospedeiro durante o respasto sanguíneo
- Ocorre então a fecundação sexuada e a formação do zigoto, chamado OOCINETO e depois OOCISTO
- No intestino médio, o gametócito feminino se transforma em MACROGAMETA, e o gametócito masculino se transforma em MICROGAMETA
- Os gametócitos evoluem através do ciclo sexuado ou esporogônico.
- HIPNOZOÍTAS
- Algumas pessoas, mesmo após o tratamento, permanecem com formas merozoítas na forma latente no fígado
- Durante o período de latência os sintomas desaparecem Caso eles reapareçam, após um período estimado de 30 a 60 dias, isso significa que as células hepáticas se romperam e liberaram gametócitos e trofozoítas na corrente sanguínea novamente.
- Algumas pessoas, mesmo após o tratamento, permanecem com formas merozoítas na forma latente no fígado
- No mosquito fêmea Anopheles contaminado, há esporozoítas presentes em suas glândulas salivares
HABITAT DO Plasmodium
- No homem
- Fase pré-eritrocitária
- Merozoítas
- Fígado
- Fase eritrocitária
- Trofozoítas e Gametócitos
- Hemácias
- Fase pré-eritrocitária
- No mosquito
- Estômago
- Macrogameta e microgrameta
- Glândulas salivares
- Esporozoítas
- Estômago
- No homem
SINTOMATOLOGIA
- Início
- Cefaléia
- Cansaço
- Dores musculares
- Paroxismo malárico
- Calafrio, calor e suor
- Duração de 15 min a 1 hora
- Hipoglicemia
- O parasita se nutre da glicose do hospedeiro
- Insuficiência renal
- Substâncias tóxicas liberadas durante a lise da hemácia podem se depositar no rim e causar falência renal.
- Anemia
- Ocorre a destruição dos eritrócitos parasitários, e esta é maior que reposição na medula óssea. Outrossim, ocorre a colaboração do baço .
- Início
MALÁRIA GRAVE
- Plasmodium falciparum
- Picos febris a cada 48 horas.
- Podem ocorrer sangramentos espontâneos
- Insuficiência renal
- Anemia
- Edema pulmonar
- Hemoglobinúria
- Sangue na urina
- Manifestações mentais
- Confusão mental, sonolência
- Plasmodium falciparum
DIAGNÓSTICO
- Testes imunológicos
- IgG e Igm Caso IgG fique positivo, nesse caso não caracteriza imunidade, mas sim, que já entrou em contato com a doença anteriormente.
- A coleta de sangue para o esfregaço deve ser feita durante os picos febris
- Há maior presença do Plasmodium no sangue.
- Testes imunológicos
PROFILAXIA
- Medidas de proteção
- Individual
- Utilizar repelente
- Evitar o contato com o mosquito
- Detecção e tratamento precoces
- Evita a contaminação de um novo vetor
- Coletiva
- Realizar o Fumacê
- É realizado somente em casos esporádicos e controlados, ou seja, em CASOS EPIDÊMICOS, em função do veneno utilizado.
- Utilizar telas em janelas e portas
- Realizar o Fumacê
- Individual
- Medidas de proteção
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Informationen
- Beschreibung
- Parasitologia Mindmap am MALÁRIA, erstellt von Naiara Luísa Hammes am 19/03/2018.
- Erstellt von
- Naiara Luísa Hammes
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