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Mapa mental

MALÁRIA

Naiara Luísa Hammes Parasitologia Portugués

MALÁRIA

Contenido del mapa

MALÁRIA

  1. Plasmodium

    • Plasmodium falciparum
      • MAIS GRAVE, PODE MATAR
      • Terçã maligna
        • Picos febris a cada 48 horas
    • Plasmodium vivax
      • Terçã benigna
        • Picos febris a cada 48 horas
    • Plasmodium malarie
      • Quartã
        • Picos febris a cada 72 horas.
    • Plasmodium ovale
      • Restrito ao Continente Africano.
  2. Doença infecciosa, febril, evolução potencialmente grave, causada pelo gênero Plasmodium.

    • O parasita apresenta resistência no tratamento à alguns antimaláricos, como a cloroquina.
  3. Maior prevalência da doença no Brasil

    • Por ser um país tropical, visto que seu vetor é um mosquito. Mosquito fêmea Anopheles darlingi, principal no Brasil. (95% dos casos)
    • 78% P. vivax
    • 22% P. falciparum
    • A migração interna é o principal fator de expansão da doença no país
      • Construção de rodovias, hidrelétricas, garimpo de mineração.
  4. Seus picos febris são acompanhados de calafrios e sudorese excessiva

    • Ao ponto de molhar roupas e lençóis.
  5. 99,8% dos casos ocorrem na Amazônia legal

    • A região possui todas as condições ambientais que favorecem a proliferação do mosquito.
    • Controle difícil da doença
      • Condições ambientais
      • Calor
      • Umidade
      • Extensas coleções hídricas
      • Tipos de habitação
        • Paredes incompletas. Facilita o contato com o vetor.
      • Difícil acesso às localidades
  6. Horários da malária

    • Ao amanhecer e ao entardecer
  7. Faixa etária mais atingida: 15 a 49 anos

    • Corresponde à faixa etária que mais se expoe devido ao trabalho em florestas e garimpos.
  8. VETOR

    • Mosquito Hospedeiro definitivo
    • Mosquito fêmea Anopheles
      • Somente o mosquito fêmea suga o sangue para alimentar seus ovos. Conhecido como mosquito prego.
  9. RESERVATÓRIO

    • Hospedeiro intermediário
    • Portador de gametócitos
      • O mosquito suga esses gametóforos, e, assim, se contamina.
  10. CICLO DA DOENÇA

    • No mosquito fêmea Anopheles contaminado, há esporozoítas presentes em suas glândulas salivares
      • Quando o mosquito pica o hospedeiro, inocula na corrente sanguínea os esporozoítas
        • Esses esporozoítas se locomovem ao fígado
          • Tropismo pelo fígado Ciclo pré-eritrocitário ou ciclo hepático
          • E se transformam em Merozoítas hepáticos
            • Ocorre a multiplicação dos merozoítas até romper as células hepáticas
              • Quando as células se rompem, gametócitos (5%) e trofozoítas (95%) são liberados no sangue
                • Essas estruturas invadem as hemácias e continuam se multiplicando
                  • Ciclo eritrocitário
                  • Quando uma hemácia se rompe, ela libera todo o seu conteúdo, inclusive substâncias tóxicas produzidas pelos trofozoítas
                    • Quando essas substâncias tóxicas são liberadas no sangue, ocorre o PICO FEBRIL
                      • Por isso que a coleta de sangue para o diagnóstico da doença deve ser feito durante o pico febril, pois é o período em que há mais parasitas na corrente sanguínea.
                      • Cada vez que os trofozoítas e gametócitos são expulsos de uma hemácia, eles entram em outras adjacentes que ainda não estavam contaminadas, a fim de repetir o processo.
    • O mosquito, quando suga o sangue contaminado, inocula gametócitos e trofozoítas.
      • Ciclo esporogônico
      • No entanto, somente os gametócitos sobrevivem dentro do vetor
        • Os gametócitos evoluem através do ciclo sexuado ou esporogônico.
          • No intestino médio, o gametócito feminino se transforma em MACROGAMETA, e o gametócito masculino se transforma em MICROGAMETA
            • Ocorre então a fecundação sexuada e a formação do zigoto, chamado OOCINETO e depois OOCISTO
              • Ocorre a RUPTURA do OOCISTO e a LIBERAÇÃO DE ESPOROZOÍTAS, que atingirão as glândulas salivares do mosquito e serão injetados no hospedeiro durante o respasto sanguíneo
    • HIPNOZOÍTAS
      • Algumas pessoas, mesmo após o tratamento, permanecem com formas merozoítas na forma latente no fígado
        • Durante o período de latência os sintomas desaparecem Caso eles reapareçam, após um período estimado de 30 a 60 dias, isso significa que as células hepáticas se romperam e liberaram gametócitos e trofozoítas na corrente sanguínea novamente. 
  11. HABITAT DO Plasmodium

    • No homem
      • Fase pré-eritrocitária
        • Merozoítas
        • Fígado
      • Fase eritrocitária
        • Trofozoítas e Gametócitos
        • Hemácias
    • No mosquito
      • Estômago
        • Macrogameta e microgrameta
      • Glândulas salivares
        • Esporozoítas
  12. SINTOMATOLOGIA

    • Início
      • Cefaléia
      • Cansaço
      • Dores musculares
    • Paroxismo malárico
      • Calafrio, calor e suor
      • Duração de 15 min a 1 hora
    • Hipoglicemia
      • O  parasita se nutre da glicose do hospedeiro
    • Insuficiência renal
      • Substâncias tóxicas liberadas durante a lise da hemácia podem se depositar no rim e causar falência renal.
    • Anemia
      • Ocorre a destruição dos eritrócitos parasitários, e esta é maior que reposição na medula óssea. Outrossim, ocorre a colaboração do baço .
  13. MALÁRIA GRAVE

    • Plasmodium falciparum
      • Picos febris a cada 48 horas. 
      • Podem ocorrer sangramentos espontâneos
      • Insuficiência renal
      • Anemia
      • Edema pulmonar
      • Hemoglobinúria
        • Sangue na urina
      • Manifestações mentais
        • Confusão mental, sonolência
  14. DIAGNÓSTICO

    • Testes imunológicos
      • IgG e Igm Caso IgG fique positivo, nesse caso não caracteriza imunidade, mas sim, que já entrou em contato com a doença anteriormente.
    • A coleta de sangue para o esfregaço deve ser feita durante os picos febris
      • Há maior presença do Plasmodium no sangue.
  15. PROFILAXIA

    • Medidas de proteção
      • Individual
        • Utilizar repelente
        • Evitar o contato com o mosquito
        • Detecção e tratamento precoces
          • Evita a contaminação de um novo vetor
      • Coletiva
        • Realizar o Fumacê
          • É realizado somente em casos esporádicos e controlados, ou seja, em CASOS EPIDÊMICOS, em função do veneno utilizado. 
        • Utilizar telas em janelas e portas

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  • MALÁRIA

Información

Descripción
Parasitologia Mapa Mental sobre MALÁRIA, creado por Naiara Luísa Hammes el 19/03/2018.
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