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Insulinoterapia no tratamento da DM-2
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Insulinoterapia no tratamento da DM-2
A frequência de uso da insulina aumenta progressivamente à medida que se prolonga o tempo de doença
Indicações de uso de insulina
- Iniciar logo ao diagnóstico, em casos que se apresentam com alto grau de descompensação metabólica
- Pode ser usada transitoriamente em situações especiais (período perioperatório, infecções)
- Esquema combinado de tratamento em pacientes que convivem com a DM2 por anos
- Esquema complexo e intensivo em casos de falência completa da célula beta
Preparações insulínicas disponíveis no Brasil
- Ação curta
- Humana regular
- Prandial
- Ação rápida
- Prandial
- Lispro, Aspartate, Glulisina
- Ação intermediária
- Basal
- Humana (NPH), Detemir, NPL (lispro-protamina), NPA (aspartate-protamina)
- Ação longa
- Glargina U100
- Basal
- Ação ultralonga
- Degludeca, Glargina U300
- Basal
- Ação bifásica
- Basal-plus e basal-bolus
- NPH/regular 70/30, NPL/lispro 75/25, NPL/lispro 50/50, NPA/aspartate 70/30
- Ação curta
O objetivo é reproduzir da forma mais fisiológica possível o perfil normal de secreção e ação da insulina
- O bom controle glicêmico previneo surgimento das complicações crônicas, que constituem as principais causas de mortalidade, morbidade e piora da qualidade de vida do paciente com diabetes
Esquemas de insulinização
- Insulina basal em tratamento combinado com outros agentes hipoglicemiantes (orais ou injetáveis)
- Introdução de dose de insulina basal para os pacientes que, mesmo tomando de 2-4 drogas orais não conseguem atingir as metas glicêmicas
- Dose inicial: 0,1 a 0,2 UI/kg/dia - costuma ser prescrita à noite
- Diminuição da glicotoxicidade
- Utilizar as insulinas de ação intermediária ou ação longa ou ação ultralonga
- Introdução de dose de insulina basal para os pacientes que, mesmo tomando de 2-4 drogas orais não conseguem atingir as metas glicêmicas
- Insulina basal-plus com ou sem hipoglicemiantes
- Retirar os secretagogos
- Tratamento anterior + insulina prandial
- Doses prandiais da insulina devem ser feita com as de ação curta ou rápida
- Os análogos de ação rápida têm ação mais previsível e podem ser administrados imediatamente antes ou após a refeição, reduzindo o risco de hipoglicemia
- Doses prandiais da insulina devem ser feita com as de ação curta ou rápida
- Insulina basal-bolus
- Insulinoterapia intensiva
- Reservada pacientes com profunda disfunção de célula beta, em que outros esquemas terapêuticos não foram capazes de atingir o controle glicêmico
- Ganho de peso e risco de hipoglicemia
- Insulina basal em tratamento combinado com outros agentes hipoglicemiantes (orais ou injetáveis)
Informationen
- Beschreibung
- Endocrinologia Mindmap am Insulinoterapia no tratamento da DM-2, erstellt von Beatriz Mota Ferreira Faria am 18/09/2020.
- Erstellt von
- Beatriz Mota Ferreira Faria · Sep 2020
- Aktualisiert
- 23 Sep 2020
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