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SONO

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SONO
CICLO DO SONO
- Aproximadamente 75% do tempo total do sono são passados no sono não REM, e 25%, no sono REM, com ciclos periódicos entre esses estágios durante toda a noite.
- O sono não REM está geralmente dividido em quatro estágios distintos.
- Estágio 1:
- - É um sono de transição, quando os ritmos alfa do EEG da vigília relaxada se tornam menos regulares e se desvanecem e os olhos fazem movimentos circulares lentos.
- Geralmente dura apenas poucos minutos. - É o estágio de sono mais leve, logo, podemos ser facilmente acordados durante essa fase.
- - É um sono de transição, quando os ritmos alfa do EEG da vigília relaxada se tornam menos regulares e se desvanecem e os olhos fazem movimentos circulares lentos.
- Estágio 2:
- - É um pouco mais profundo e pode durar de 5 a 15 minutos. Oscilação ocasional de 8 a 14 Hz do EEG, chamada de fuso do sono, que é gerada por um marca-passo talâmico
- Uma onda aguda de alta amplitude, chamada de complexo K é observada algumas vezes. - Os movimentos oculares quase cessam
- - É um pouco mais profundo e pode durar de 5 a 15 minutos. Oscilação ocasional de 8 a 14 Hz do EEG, chamada de fuso do sono, que é gerada por um marca-passo talâmico
- Estágio 3:
- O EEG inicia ritmos delta lentos, de grande amplitude. - Há poucos movimentos oculares e corporais
- Estágio 4:
- É o estágio de sono mais profundo, com ritmos do EEG de grande amplitude, de 2 Hz ou menos. - Durante o primeiro ciclo de sono, o estágio 4 pode persistir por 20 a 40 minutos
- O sono, então, começa a tornar-se mais leve novamente, ascende através do estágio 3 para o estágio 2 por 10 a 15 minutos e subitamente entra em um breve período de sono REM, com seus rápidos ritmos beta e gama do EEG e movimentos oculares agudos e frequentes
- À medida que a noite progride, ocorre uma redução geral na duração do sono não REM, particularmente dos estágios 3 e 4, e um aumento dos períodos REM.
- Metade do sono REM de uma noite ocorre durante o seu último terço, e os ciclos REM mais longos podem durar de 30 a 50 minutos.
- Ainda assim, parece haver um período refratário obrigatório, de aproximadamente 30 minutos, entre os períodos de REM, ou seja, a cada período REM é seguido por, pelo menos, 30 minutos de sono não REM antes que o próximo período de sono REM possa iniciar.
- Metade do sono REM de uma noite ocorre durante o seu último terço, e os ciclos REM mais longos podem durar de 30 a 50 minutos.
- À medida que a noite progride, ocorre uma redução geral na duração do sono não REM, particularmente dos estágios 3 e 4, e um aumento dos períodos REM.
- O sono, então, começa a tornar-se mais leve novamente, ascende através do estágio 3 para o estágio 2 por 10 a 15 minutos e subitamente entra em um breve período de sono REM, com seus rápidos ritmos beta e gama do EEG e movimentos oculares agudos e frequentes
- É o estágio de sono mais profundo, com ritmos do EEG de grande amplitude, de 2 Hz ou menos. - Durante o primeiro ciclo de sono, o estágio 4 pode persistir por 20 a 40 minutos
- Estágio 1:
- - Durante uma noite normal, passamos ao longo dos estágios do não REM, depois pelo REM e então de volta aos estágios não REM, repetindo o ciclo aproximadamente a cada 90 minutos.
- Esses ciclos são exemplos de ritmos ultradianos, os quais têm períodos mais rápidos do que os ritmos circadianos.
- Em média, adultos saudáveis tornam-se sonolentos e adormecem, entrando primeiro no estágio 1 do sono não REM.
- Esses ciclos são exemplos de ritmos ultradianos, os quais têm períodos mais rápidos do que os ritmos circadianos.
- O sono não REM está geralmente dividido em quatro estágios distintos.
- Aproximadamente 75% do tempo total do sono são passados no sono não REM, e 25%, no sono REM, com ciclos periódicos entre esses estágios durante toda a noite.
TIPOS DE SONO
- Durante um dia normal, você experimenta dois tipos muito diferentes e notáveis de comportamento: a vigília e o sono
- E o sono ainda tem algumas fases distintas
- SONO REM (DE MOVIMENTOS RÁPIDOS DOS OLHOS):
- Várias vezes durante uma noite, você entra em um estado chamado de sono de movimento rápido dos olhos, ou sono REM, quando seu EEG se parece mais com o estado acordado do que com o estado adormecido, seu corpo (exceto para os músculos dos olhos e os respiratórios) está imobilizado e você invoca ilusões detalhadas e vívidas, que chamamos de sonhos.
- Em contrapartida, Dement chamou o sono REM de um encéfalo ativo e alucinando em um corpo paralisado. O sono REM é o sono em que se sonha.
- Embora os períodos REM sejam responsáveis somente por uma pequena parte de nosso sono, é a parte acerca da qual muitos pesquisadores são entusiasmados (e esse é o estado que mais excita o encéfalo), provavelmente porque os sonhos são tão intrigantes e enigmáticos.
- Caso alguém seja acordado durante o sono REM, a pessoa será capaz de relatar episódios visualmente detalhados, animados, frequentemente com histórias bizarras, dos seus sonhos
- O EEG parece quase indistinguível daquele de um encéfalo ativo, em vigília, com oscilações rápidas e de baixa voltagem. Essa é a razão pela qual o sono REM é, às vezes, chamado de sono paradoxal
- O consumo de oxigênio pelo encéfalo é mais elevado no sono REM do que quando estamos acordados e concentrados em problemas matemáticos difíceis
- - A paralisia que ocorre durante o sono REM é causada por uma perda quase total do tônus muscular esquelético, ou atonia. - Com as pálpebras fechadas, os olhos ocasionalmente se movem com rapidez de um lado para o outro. Estas rajadas de movimentos oculares rápidos são os melhores indicadores de sonhos vívidos
- Os sistemas fisiológicos de controle são dominados pela atividade simpática durante o sono REM.
- Inexplicavelmente, o sistema de controle da temperatura corporal simplesmente se desliga, e a temperatura interna começa a ser direcionada para níveis mais baixos.
- As frequências cardíaca e respiratória aumentam, mas tornam-se irregulares.
- - Em pessoas saudáveis, o clitóris ou o pênis ficam preenchidos por sangue e eretos durante o sono REM (embora isso geralmente não tenha qualquer relação com o conteúdo sexual dos sonhos
- Os sistemas fisiológicos de controle são dominados pela atividade simpática durante o sono REM.
- Em contrapartida, Dement chamou o sono REM de um encéfalo ativo e alucinando em um corpo paralisado. O sono REM é o sono em que se sonha.
- Várias vezes durante uma noite, você entra em um estado chamado de sono de movimento rápido dos olhos, ou sono REM, quando seu EEG se parece mais com o estado acordado do que com o estado adormecido, seu corpo (exceto para os músculos dos olhos e os respiratórios) está imobilizado e você invoca ilusões detalhadas e vívidas, que chamamos de sonhos.
- SONO NÃO REM
- O sono não REM parece ser um período de repouso. A tensão muscular está reduzida em todo o corpo, e o movimento é mínimo. O corpo é capaz de movimentos durante o sono não REM, mas só o faz raramente, sob o comando encefálico, geralmente para ajustar a posição corporal.
- A temperatura e o consumo de energia do corpo estão reduzidos. Devido a um aumento na atividade da divisão parassimpática do SNV, as frequências cardíaca e respiratória e a função renal diminuem e os processos digestórios são acelerados.
- Durante o sono não REM, o encéfalo também parece repousar. A sua taxa de uso de energia e as frequências de disparo de seus neurônios, em geral, estão no nível mais baixo de todo o dia.
- O EEG é dominado por ritmos amplos e lentos, por isso também é chamado de sono de ondas lentas
- O sono não REM parece ser um período de repouso. A tensão muscular está reduzida em todo o corpo, e o movimento é mínimo. O corpo é capaz de movimentos durante o sono não REM, mas só o faz raramente, sob o comando encefálico, geralmente para ajustar a posição corporal.
- SONO REM (DE MOVIMENTOS RÁPIDOS DOS OLHOS):
- E o sono ainda tem algumas fases distintas
- Durante um dia normal, você experimenta dois tipos muito diferentes e notáveis de comportamento: a vigília e o sono
Pesquisas realizadas sugerem que a necessidade normal de sono pode variar amplamente entre os adultos, de aproximadamente 5 a 10 horas por noite.
- A duração média é de aproximadamente 7,5 horas, e a duração do sono. Não há uma teoria única sobre a função do sono que seja amplamente aceita, porém as ideias mais razoáveis podem ser colocadas em duas categorias:
- 1. Teorias de restauração: - É uma explicação de bom senso: dormimos para descansar e nos recuperarmos em preparação para estarmos novamente acordados.
- 2. Teorias de adaptação. - É menos óbvia: dormimosde modo a evitar problemas, seja para nos escondermos de predadores quando estamos mais vulneráveis, ou para evitar outras características potencialmente danosas do ambiente, ou para conservar energia
- A duração média é de aproximadamente 7,5 horas, e a duração do sono. Não há uma teoria única sobre a função do sono que seja amplamente aceita, porém as ideias mais razoáveis podem ser colocadas em duas categorias:
MECANISMOS NEURAIS DO SONO
- Sabemos que o sono é um processo ativo, que requer a participação de uma variedade de regiões encefálicas
- Amplas áreas do córtex são, na verdade, controladas por coleções muito pequenas de neurônios, situadas nas profundezas do encéfalo.
- Essas células atuam como comutadores ou sintonizadores do prosencéfalo, alterando a excitabilidade cortical e controlando a passagem do fluxo de informação sensorial para ele.
- Podemos, porém, resumir alguns princípios básicos.
- 1. Os neurônios mais críticos para o controle do sono e da vigília fazem parte dos sistemas modulatórios difusos de neurotransmissores.
- 2. Os neurônios modulatórios do tronco encefálico que usam noradrenalina e serotonina disparam durante a vigília e acentuam o estado acordado; alguns neurônios que usam acetilcolina acentuam eventos críticos do sono REM, e outros neurônios colinérgicos estão ativos no estado de vigília.
- 3. Os sistemas modulatórios difusos controlam os comportamentos rítmicos do tálamo, os quais, por sua vez, controlam muitos ritmos do EEG do córtex cerebral; os ritmos lentos do tálamo, relacionados ao sono, aparentemente bloqueiam o fluxo da informação sensorial até o córtex.
- 4. O sono também envolve atividade em ramos descendentes dos sistemas modulatórios difusos, como a inibição dos neurônios motores durante os sonhos
- - Os neurônios reticulares não recebem aferências sensoriais, mas aferências dos sistemas moduladores difusos aminérgicos e colinérgicos
- Os neurônios aminérgicos são provenientes do locus ceruleos e da rafe, que estendem axônios aos neurônios reticulares e ao próprio tálamo
- Os neurônios tálamo-corticais possuem canais iônicos (canal de Ca2+ dependente de voltagem) especiais em suas membranas, capazes de fazer com que eles possuam dois padrões de transmissão de impulso : o “modo de transmissão – vigília –” e o “modo de disparo em salvas – sono de ondas lentas –”.
- CONTROLE DA ATIVIDADE ELÉTRICA CORTICAL – SONO E VIGÍLIA
- Depende dos níveis de consciência e é regulada basicamente pela FRAA.
- FRAA é capaz de ativar o córtex cerebral a partir do SARA – sistema ativador reticular ascendente – através de conecções com os núcleos inespecíficos do tálamo.
- - Impulsos sensoriais chegam pelos nervos espinhais -> passam ativando o SARA (onde perdem sua especificidade e se tornam apenas ativadores corticais) -> vão para SNC.
- MODO DE TRANSMISSÃO – VIGÍLIA:
- - Característico da vigília. - Consiste na permanente ativação das vias talamocorticais excitatórias das fibras aferentes --> VIAS GLUTAMINÉRGICAS.
- - PAs chegam das células receptoras sensoriais, provocam potenciais póssinapticos excitatórios que vão para partes do SNC e conduzem potenciais até o córtex.
- - Garante a constante transmissão das informações sensoriais
- - Vigília: neurônios talamocorticais são mantidos despolarizados (canal desativado, não entra Ca2+) com potencial de membrana próximo ao limiar de disparo, ocorre a transmissão sináptica eficaz que leva a ativação massiva dos dendritos das células corticais
- - PAs chegam das células receptoras sensoriais, provocam potenciais póssinapticos excitatórios que vão para partes do SNC e conduzem potenciais até o córtex.
- - Característico da vigília. - Consiste na permanente ativação das vias talamocorticais excitatórias das fibras aferentes --> VIAS GLUTAMINÉRGICAS.
- MODO DE DISPARO EM SALVAS – SONO DE ONDAS LENTAS:
- Característico do sono de ondas lentas. - Neurônios GABAérgicos do hipotálamo anterior inervam os sistemas histaminérgicos de modo INIBITÓRIO.
- - Podem ser considerados dois tipos de mecanismos para o início do sono: ativos e passivos.
- • Mecanismo passivo: - Neurônios do hipotálamo anterior GABAérgicos inervam os sistemas histaminérgicos (neurônio GABAérgico é despolarizado, libera nt GABA, inibe o neurônio histaminérgico e a atividade cortical), os silenciam, logo, ocorre o desligamento da vigília
- • Mecanismo ativo: - Inibição de motoneuronios medulares, diminuição da atividade sináptica na medula. - Diminuição da atividade simpática do corno intermedio lateral da medula. - Sincronização do EEG: é um fenômeno ascendente e ocorre tanto pelas projeções GABAérgicas já mencionadas, quanto por neurônios colinérgicos cuja distribuição de estende do tronco encefálico ao prosencéfalo basal.
- • Passagem dos núcleos específicos do tálamo de modo de transmissão para disparos em salvas
- São neurônios glutamaérgicos que são modulados sincronizando o EEG, acontece pela ação dos aminérgicos do ronco encefálico sobre o núcleo reticular do tálamo, no final da vigília
- - Podem ser considerados dois tipos de mecanismos para o início do sono: ativos e passivos.
- - Sono de ondas lentas: neurônios talamocorticais ficam hiperpolarizados (canal ativado, a entrada deCa2+ produz um potencial despolarizante que faz fechar o canal, logo a membrana hiperpolariza novamente e o ciclo se repete) com o potencial de membrana longe do limiar de disparo, ocorre transmissão sináptica menos eficaz, o que leva aos neurônios talâmicos dispararem ocasionalmente
- - Neurônios talamocorticais tornam-se menos excitáveis, logo, só conseguem disparar PA de tempos em tempos. - Transmissão de informações é periódica
- Característico do sono de ondas lentas. - Neurônios GABAérgicos do hipotálamo anterior inervam os sistemas histaminérgicos de modo INIBITÓRIO.
- MODO DE TRANSMISSÃO – VIGÍLIA:
- - Impulsos sensoriais chegam pelos nervos espinhais -> passam ativando o SARA (onde perdem sua especificidade e se tornam apenas ativadores corticais) -> vão para SNC.
- FRAA é capaz de ativar o córtex cerebral a partir do SARA – sistema ativador reticular ascendente – através de conecções com os núcleos inespecíficos do tálamo.
- Depende dos níveis de consciência e é regulada basicamente pela FRAA.
- CONTROLE DA ATIVIDADE ELÉTRICA CORTICAL – SONO E VIGÍLIA
- Os neurônios tálamo-corticais possuem canais iônicos (canal de Ca2+ dependente de voltagem) especiais em suas membranas, capazes de fazer com que eles possuam dois padrões de transmissão de impulso : o “modo de transmissão – vigília –” e o “modo de disparo em salvas – sono de ondas lentas –”.
- Os neurônios aminérgicos são provenientes do locus ceruleos e da rafe, que estendem axônios aos neurônios reticulares e ao próprio tálamo
- Podemos, porém, resumir alguns princípios básicos.
- Essas células atuam como comutadores ou sintonizadores do prosencéfalo, alterando a excitabilidade cortical e controlando a passagem do fluxo de informação sensorial para ele.
- Amplas áreas do córtex são, na verdade, controladas por coleções muito pequenas de neurônios, situadas nas profundezas do encéfalo.
- Sabemos que o sono é um processo ativo, que requer a participação de uma variedade de regiões encefálicas
RITMOS CIRCADIANOS
- Quase todos os animais terrestres coordenam seu comportamento de acordo com ritmos circadianos, os ciclos diários de claridade e escuridão que resultam da rotação da terra. (O termo vem do latim, circa, “aproximadamente”, e dies, “dia.”) mas também podem ser infradianos (maior que um dia) ou ultradianos (menor que um dia).
- - Podemos considerar que os relógios biológicos são ajustáveis ao ambiente pela ação das células sensoriais e vias aferentes, tornando-se sincronizado com os ciclos naturais.
- LUZ
- - Estímulo temporizador (ou sincronizador). - Seus efeitos, por outro lado, são produzidos pelas vias eferentes.
- - Esses três componentes (aferentes, marcapassos e eferentes) caracterizam os chamados sistemas temporizadores, que induzem certas funções e comportamentos a operar em ritmos bem sincronizados com os ciclos naturais.
- - Núcleo supraquiasmático (NSQ): - Principal marcapasso do sistema temporizador circadiano dos mamíferos
- - Trata-se de um par de núcleos pequenos que recebem axônios provenientes de ambas as retinas, capazes de detectar mudanças de luminosidade do ambiente através de um pigmento fotossensível chamado melanopsina
- - Esses axônios são glutamatenérgicos e saem do trato óptico logo após o cruzamento quiasmático para formar um feixe muito curto, chamado retino-hipotalâmico. - As aferências que chegam ao NSQ (hipotálamo), são adequadas à função de temporizador circadiano, capaz de gerar um ritmo acoplado ao ciclo dia-noite:
- A luz é absorvida pela melanopsina – pigmento fotossensível da retina – das células ganglionares fotorreceptoras, cujos axônios (glutamatenérgicos) excitatórios ativam os neurônios do supraquiasmático (hipotálamo) que, portanto, aumentam sua frequência de disparo durante o dia e diminuem durante a noite
- - OBS: A luz, portanto, não é o único estímulo temporizador. - As circunstâncias sociais são eficientes temporizadores: é o caso dos turnos de trabalho, do lazer noturno e da própria luz elétrica. - Existem também outros relógios biológicos para controlar os ritmos não circadianos: o mais conhecido deles fica no epitálamo – pineal.
- - Trata-se de um par de núcleos pequenos que recebem axônios provenientes de ambas as retinas, capazes de detectar mudanças de luminosidade do ambiente através de um pigmento fotossensível chamado melanopsina
- - Núcleo supraquiasmático (NSQ): - Principal marcapasso do sistema temporizador circadiano dos mamíferos
- - Esses três componentes (aferentes, marcapassos e eferentes) caracterizam os chamados sistemas temporizadores, que induzem certas funções e comportamentos a operar em ritmos bem sincronizados com os ciclos naturais.
- - Estímulo temporizador (ou sincronizador). - Seus efeitos, por outro lado, são produzidos pelas vias eferentes.
- PIENAL
- A pineal é um marcapasso do sistema temporizador infradiano circanual, encarregada de monitorar as estações do ano e sincronizar com elas algumas funções que variam anualmente, como o comportamnto reprodutor.
- - Sob ativação simpática, que aumenta durante a noite, as células da pineal aumentam a secreção de melatonina
- A pineal é um marcapasso do sistema temporizador infradiano circanual, encarregada de monitorar as estações do ano e sincronizar com elas algumas funções que variam anualmente, como o comportamnto reprodutor.
- LUZ
- - Podemos considerar que os relógios biológicos são ajustáveis ao ambiente pela ação das células sensoriais e vias aferentes, tornando-se sincronizado com os ciclos naturais.
- Quase todos os animais terrestres coordenam seu comportamento de acordo com ritmos circadianos, os ciclos diários de claridade e escuridão que resultam da rotação da terra. (O termo vem do latim, circa, “aproximadamente”, e dies, “dia.”) mas também podem ser infradianos (maior que um dia) ou ultradianos (menor que um dia).
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Informationen
- Beschreibung
- Mindmap am SONO, erstellt von MURILO DESENZI VIEIRA am 25/04/2021.
- Erstellt von
- MURILO DESENZI VIEIRA · Apr 2021
- Aktualisiert
- 26 Apr 2021
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