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1_Brasil Império

Mapa mental: Brasil Império
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1_Brasil Império
- Os períodos Regencial e Segundo Reinado se caracterizaram pela busca da estabilidade política e pela ocorrência de conflitos.
- Caracterização do Segundo Reinado (1840-1889). Período de maior transformação econômica. Evolução política.
- O Segundo Reinado apresentou maior desenvolvimento econômico. (café)
A crise do Império
- Guerra dos farrapos (1835-1845)
- Causas
- Ausência de proteção do governo ao comércio do charque no Sul.
- Alto custo da pecuária e a baixa produtividade da mão-de-obra escrava.
- A ocupação de Porto Alegre em setembro de 1835.
- A distribuição de terras e cargos aos portugueses e a cobrança de impostos.
- O “Manifesto de Bento Gonçalves”.
- Consequências
- A “Paz do Poncho Verde” em 1845.
- Anistia Geral aos Revoltosos.
- Incorporação de soldados e oficiais revoltosos ao Exército Imperial.
- Devolução das terras confiscadas pelo governo Imperial.
- Reintegração do Rio Grande do Sul ao Império Brasileiro (1845).
- Fortalecimento do poder militar frente ao gabinete de governo do Império.
- Laboratório de ações militares que foram proveitosas nos conflitos externos.
- Causas
- Revoltas internas
- A Revolta do malês (1835) Escravos livres se rebelaram contra a marginalização e a opressão, tanto pela cor qto pela religião. A Revolta dos Farrapos (1835-1845) Maior rebelião do período regencial, abrange o RS e o S de Sta Catarina. defendiam maior autonomia para as províncias. Proclamaram a República Rio-Grandense e República Juliana. A participação de Caxias
- Cabanagem (1835) Cansada da miséria a população toma Belém. A participação dos mercenários derrotou os cabanos As mortes chegaram a 40 mil, boa parte da população local. Sabinada (1837-1838) Aproveitando o descontentamento da população contra o recrutamento para combater os farrapos, leberais e adeptos a marçonaria tomaram a provincia do Maranhão. Foram debelados pelas forças legais.
- Balaiada (1838-1841) A miséria causada pela crise do algodão, pelo aumento dos impostos e dos alimentos levou a população a se rebelar na Balaiada. Derrotados por Luís Alves, futuro Duque de Caxias. Praieira (1848-1850) A última do Império. Conflitos políticos regionais contribuem para iniciar a revolta praieira em Pernambuco, chegando a tomar Olinda e conseguiram apoio da população.
- Guerra dos farrapos (1835-1845)
A crise do colonialismo
- As Rebeliões Coloniais
- Causas
- 1) Os abusos do sistema fiscal metropolitano que aumentavam a medida que Portugal decaía; 2) A formação de grupos sociais que protestavam por serem prejudicados por esses exageros.
- As lutas contra a exploração
- Movimentos Nativistas
- Eram movimentos locais e nunca levavam a contestação do Pacto Colonial como um todo. Aconteceram entre a Segunda metade do século XVII e a primeira metade do século XVIII
- Movimentos de Libertação Nacional
- 1) Eram movimentos contra o Pacto Colonial em todos os seus aspectos. Notava-se claramente o ideal de libertação colonial. 2) Eram influenciadas pelo ideário filosófico iluminista de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. 3) Aconteceram a partir da Segunda metade do século XVIII e terminaram em 1822 com a Independência.
- Movimentos Nativistas
- Causas
- O Fim do Pacto Colonial
- D. João, motivado por interesses ingleses e da aristocracia rural brasileira, assinou a Carta Régia de 28 de janeiro de 1808, decretando a abertura dos portos brasileiros. As taxas alfandegárias no Brasil, Portugal passaria a pagar 16% e as demais nações 24% sobre o valor da mercadoria.
- A abertura dos portos significou o fim do Pacto Colonial com sua política econômica mercantilista e pode ser considerada como o primeiro grande passo para a independência política do Brasil.
- Decretos de D João
- D. João decretou em 1º de abril de 1808, o alvará de liberdade industrial, revogando o alvará de 1785, que proibia o estabelecimento de fábricas no Brasil.
- D. João também criou, em 1808, o Banco do Brasil, a Junta do Comércio e a Junta da Agricultura e Navegação.
- D. João criou no Brasil: 1) A Escola Médico-Cirúrgica da Bahia; 2) A Escola Ama- tômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro; 3) Academia Real Militar; 4) O Arquivo Militar; 5) A Biblioteca Real 6) A imprensa Régia e outros.
- Os Tratados de 1810
- Causa: a insatisfação do governo inglês com o fato de Portugal pagar apenas 16% de taxas alfandegárias no Brasil e a Inglaterra, como os demais países, pagar 24%.
- Comércio e Navegação
- 1) Permitia que ingleses nomeassem os juizes conservadores, que julgariam os vassalos britânicos no país; 2) Estabelecia liberdade religiosa aos ingleses; 3) Estabelecia a sobretaxa de 15% para a importância de mercadorias inglesas em qualquer parte dos domí- nios portugueses (Inglaterra: 15%; Portugal: 16% e os demais países 24%); - declarava livre o porto de Santa Catarina.
- Aliança e Amizade
- 1) D. João se comprometia a não estabelecer a Santa Inquisição no Brasil; 2) Determinava a gradual extinção do tráfico negreiro para o Brasil.
- Brasil como Reino Unido
- O reconhecimento oficial do fato do Brasil não ser mais Colônia, desde 1808, deu-se em fevereiro de 1815, com a elevação do País a categoria de Reino Unido a Portugal e Algarve. A elevação do Brasil a Reino Unido pode ser entendida como mais um passo rumo à independência.
- Política Interna de D João
- O período Joanino (1808 – 1821) foi marcado pela tentativa de D. João em manter o equilíbrio entre a aristocracia brasileira e os comerciantes portugueses, por meio de concessões à nossa aristocracia, como, por exemplo, privilégios fiscais e outorga de títulos
- A Política Externa D João
- A conquista da Guiana Francesa Em represália a Napoleão, D. João determinou a invasão e conquista da Guiana Francesa, em 1809, com o apoio militar britânico. Por determinação do Congresso de Viena (1814 – 1815), este território foi devolvido para a França em 1817.
- A Conqt do Uruguai (Cisplatina) A região foi anexada ao Brasil, em 1821, com o nome de Província Cisplatina. Pertenceu ao Brasil até 1828, quando se tornou independente e se passou a chamar Uruguai.
- A Revolução Liberal do Porto
- Foi um movimento, cuja eclosão se deu em 24 de agosto de 1820. os portugueses revolucionários pretendiam a constitucionalização de Portugal, a expulsão do inglês Beresford, o retorno de D. João e a recolonização do Brasil.
- A Regência Dom Pedro
- Em seu período de regência, D. Pedro se ocupou com as pressões das Cortes e insubordinações das tropas portuguesas no Brasil.
- Rompimento definitivo c/ Portugal
- O Dia do Fico era mais um passo para o rompimento definitivo com Portugal. Os ministros portugueses no Brasil não concordaram com o Fico e pediram demissão.
- Atos a seguir sintetizados 1) Nenhuma lei promulgada pelas cortes de Lisboa seria obedecida sem o cumpra-se do Príncipe Regente; 2) Aceitação, por D. Pedro, do título de Defensor Perpétuo do Brasil, 3) A instalação, no Rio de Janeiro, do Conselho de Procuradores Gerais das Províncias do Brasil (corpo consultivo).
- A independência precipitou-se com a chegada ao Brasil do ultimato português, anulando os decretos do Prín- cipe Regente. 2) Diante da atitude radical da metrópole, o rompimento tornou-se inevitável. 3) D Pedro proclamou a independência do Brasil em 07 Set 1822.
- Causas da Independência
- 1) Influência da Independência dos Estados Unidos (1776); 2) Influência das idéias filosóficas iluministas (liberdade, fraternidade e igualdade) projetadas pela Revolução Francesa e vindas para o Brasil; 3) Influência da Inconfidência Mineira que refletia a tomada de consciência e o nacionalismo do povo brasileiro e que foi um movimento precursor da Independência do Brasil;
- 4) A abertura dos Portos brasileiros, que significou o fim do Pacto Colonial com sua política econômica mercantilista. 5) A elevação do Brasil a Reino Unido a Portugal e Algarve; 6) O Dia do Fico, 09 de janeiro de 1822, data que D. Pedro opta por permanecer no Brasil não cedendo às pressões das Cortes Portuguesas; 7) A Independência das Colônias espanholas da América; 8) A ação das lojas maçônicas; 9) As exigências das Cortes Portuguesas que tentavam recolonizar o Brasil.
- contribuição D João p/ Eco
- Criação do Banco do Brasil, gerando uma primeira idéia sobre moeda nacional e o controle brasileiro sobre seus investimentos.
- Abertura dos portos às nações amigas, o que rompeu com o pacto colonial, favorecendo a economia local.
- Desenvolvimento da Indústria têxtil (manufaturas nacionais) Incentivo à agricultura (monocultura voltada para a exportação)
- Autorização para funcionamento de ourivesarias Início do desenvolvimento da siderurgia
- Regulamentação do comércio de importação e exportação Desenvolvimento da agricultura, com destaque para o café Melhoria das estruturas de transporte (estradas e navegação de cabotagem)
- As Rebeliões Coloniais
Nova ordem do Império
- Evolução dos Partidos Políticos
- Regência Provisória Os antigos oposicionistas vitoriosos com a abdicação de D. Pedro I, dividiam-se em dois grupos: o dos moderados e o dos exaltados; - os moderados detinham as posições de governo e procuraram apaziguar o país; - os exaltados não participavam do governo e batiam-se pela maior autonomia das províncias; - os amigos do Ex-Imperador isolaram-se e mantiveram-se retraídos.
- No período da Regência Trina Permanente, as forças políticas brasileiras se organizaram em três grupos: 1) O dos liberais moderados (conhecidos como chimangos) - que era a "situação", isto é, apoiava o governo. 2) O dos liberais exaltados (conhecidos como farroupilhas, jurujubas ou radicais) - Eram favoráveis à república 3) O dos restauradores (conhecidos como monarquistas ou caramurú) - pretendiam reconduzir D. Pedro I, ao poder.
- No período da Regência Una Sugiram os Partidos Conservador e Liberal Os Conservadores defendiam o governo centralizado e desejavam as realizações de progresso. Os Liberais advogavam a liberação das províncias . O fim do poder moderador, da escravidão e da vitaliciedade do senado.
- 1ª Constituição do Br
- Com a proclamação da independência, dom Pedro I convocou uma assembléia constituinte em 1823, mas as divergências com os deputados levaram-no a dissolvê-la. Então, ele outorgou a constituição de 1824. Instituiu o Poder Moderador, poder pessoal do imperador acima dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
- Confederação do Equador
- Confederação do Equador
- A elite pernambucana contestam a legitimidade da Constituição imposta pelo imperador e, com a adesão de Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará formam a Confederação do Equador (1824-1825).
- As tropas imperiais atacaram e os rebeldes foram derrotados. Frei caneca, um dos principais ideólogos da revolta, foi executado.
- Ato adicional 1834
- Além de criar a Regência Una, o Ato Adicional dissolveu o Conselho de Estado, criou Assembleias Legislativas provinciais - o que proporcionava mais autonomia para as Províncias -,estabeleceu o Município Neutro do Rio de Janeiro e manteve a vitaliciedade do Senado.
- Lei interpretativa
- Revogava alguns dos aspectos mais federalistas do Ato de 1834, como a administração policial, administrativa e jurídica das Províncias, bem como remodelava a Guarda Nacional de forma a torná-la mais submissa ao Estado.
- Evolução dos Partidos Políticos
Ordem agrário escravista
- Importância do trabalho escravo
- Tráfico negreiro constituía uma importante atividade econômica no século XIX.
- O grande uso da mão de obra escrava na cultura do café, esteio da economia imperial.
- O breve renascimento da cultura açucareira no nordeste, apoiada na mão de obra escrava.
- A presença de escravos de ganho e de aluguel atuando em atividades urbanas,refletindo a diversificação do uso da mão de obra escrava na economia brasileira.
- O uso de mão de obra escrava na incipiente atividade de extração da borracha,em fins do século XIX.
- O desenvolvimento da economia cacaueira, no sul da Bahia, apoiada no uso da mão de obra escrava.
- Importância do trabalho escravo
A Política administrativa
- Guarda Nacional
- Uma das inovações instituídas pela Regência Trina foi a criação da Guarda Nacional, já em 1831.Esta força remetia o Exército ao segundo plano e se constituía na principal força pública com a qual o poder central procuraria conter os motins que estouravam.
- Esta força remetia o Exército ao segundo plano e se constituía na principal força pública com a qual o poder central procuraria conter os motins que estouravam.
- Sistema eleitoral
- Segundo a constituição de 1824, o voto era obrigatório.
- Guarda Nacional
A política externa do Império
- A Guerra da Tríplice Aliança
- Consequências
- Instabilidade econômica provocada pelos pesados custos da campanha militar; Contribuição para a abolição da escravatura e para a implantação da República no Brasil; Fortalecimento das Instituições Militares.
- Duque de Caxias
- Assunção de Caxias como Comandante de todo o efetivo brasileiro em operações no Paraguai (forças de terra e mar) – novembro de 1866. 2) Caxias reorganizou hospitais e depósitos. 3) Caxias adquiriu cavalos e mulas, a fim de proporcionar maior mobilidade ao Exército.
- 4) Caxias intensificou as instruções de quadros e da tropa, principalmente, combate e serviço em campanha. 5) Caxias atentou para as Comunicações: construção de instalações elétricas e emprego de balões para a observação 6) Caxias preocupou-se com a disciplina e o moral da tropa: organização de teatros, de casas de diversões, de Igrejas e estruturação de uma Chefia de Polícia.
- 7) Caxias como Comandante soube empregar adequadamente as forças, distinguindo as manobras de caçadores e artilheiros e as de cavalaria, destacando-se como maior Chefe militar da Tríplice Aliança. 8) Construção da estrada do Chaco.
- Causas
- Causas da Guerra: Necessidade do Paraguai de acesso o mar para facilitar o comércio (expansionismo); Crença paraguaia de que, desde a época colonial, terras pertencentes ao Paraguai haviam sido espoliadas; Necessidade do Brasil em manter livre o trânsito no Rio Paraguai para alcançar, por via fluvial, a província de Mato grosso.
- Consequências
- Fatos históricos que caracterizavam
- Guerra da Cisplatina (1825) – o Brasil visava impedir a independência do Uruguai.
- Guerra contra Oribe e Rosas (1851-1852) – intervenção brasileira para derrubar Oribe e Rosas, que desejavam restabelecer o antigo Vice-Reino do Prata, sob mando argentino, incluindo-se aí terras brasileiras.
- Guerra contra Aguirre (1864-1865) – A política imperial brasileira, não conseguindo pacificar o Uruguai, teve de aliar-se ao uruguaio Flores, impedindo que o País ficasse sob o controle argentino.
- Guerra da Tríplice Aliança (1864-1840) – Solano López, presidente do Paraguai, desejava aumentar sua influência na Bacia do Prata e tentou intervir no conflito no Uruguai tardiamente, invadindo Argentina e Brasil, o que deflagrou a guerra. Brasil, Argentina e Uruguai formaram a Tríplice Aliança e expulsaram os paraguaios para seu próprio território, onde ocorreram a maior parte dos combates.
- A Guerra da Cisplatina
- Guerra da Cisplatina ( 1825-28 ) Em 19 de abril de 1825, a Província Cisplatina ( Uruguai ), rebelou-se contra o Brasil. A prolongada guerra e os problemas internos levaram Brasil e na Argentina a buscar um acordo de paz
- ambos os países reconheceram a soberania do Uruguai. a Inglaterra sofreu um revés definitivo no seu projeto de estabelecer uma base no Prata sob a forma de protetorado ou de domínio.
- Causas do insucesso: 1)A situação interna do Brasil não era boa. desconfianças quanto aos sentimentos do Imperador em relação aos brasileiros. 2) o povo brasileiro não dava muito apreço à conquista da Banda Oriental 3) A escassez de informações nas campanhas. 4) A tropa brasileira era constituída de milícias gaúchas e voluntários patriotas (despreparo) 5) No combate do Rosário ficou nítido que houve falta de coordenação e controle. (fratricídio)
- Questão Christie
- Oribe Rosas e Aguirre
- A República do Uruguai nasceu como país independente, apesar das pretensões argentinas de anexá-la ao seu território.
- Tais pretensões argentinas eram obstadas, no entanto, não só pelo Brasil como pela Inglaterra, que também desejava preservar a livre navegação no Prata.
- Aguirre
- A derrota de Oribe e Rosas não trouxe ao Uruguai a estabilidade política desejada. Ao contrário, a luta entre blancos e colorados continuou acirrada; freqüentemente os blancos, controlavam o poder.
- Apesar das reclamações constantes do governo brasileiro, Aguirre mantinha-se indiferente. Aliou-se, no entanto, a Solano López, presidente do Paraguai.
- A Guerra da Tríplice Aliança
Economia e trabalho
O Fim do Império
- Questão Religiosa
- Questão Religiosa (1872-1875): a proibição do Vaticano a membros da Igreja Católica fazerem parte da Maçonaria, bem como a submissão do corpo eclesiástico ao Imperador, ou seja, as bulas papais só valiam no Brasil com aprovação imperial
- Questão Militar
- Questão Militar (1884-1887): as polêmicas em torno de militares do Exército se manifestarem na imprensa a respeito do tratamento conferido pelo Império à Força e da recusa em caçar escravos.
- O desprestígio do Exército com o Império.
- Questão Sucessória
- A questão sucessória: o III Reinado com a Princesa Isabel e o Conde d'Eu.
- Questão abolicionista
- A ação dos grandes cafeicultores e a retirada de seu apoio à Monarquia após o fim da escravidão..
- O Movimento Republicano.
- Questão Religiosa
Brasil Império (1822-1889)
Os fatos históricos
- Político
- A Assembleia Constituinte de 1823. A Constituição outorgada de 1824. A Abdicação de D. Pedro I em 1831. A Regência Trina Provisória. A Criação da Guarda Nacional (1831). A Regência Trina Permanente. O Ato Adicional de 1834. A Regência Una de Feijó (1835). A Regência Una de Araújo Lima (1837). A Maioridade de D. Pedro II (1840). A criação do Partido Republicano (1870). A Questão Christie (1860). As Leis Abolicionistas. A Lei Áurea (1888). A Questão Abolicionista. A Questão Religiosa. A Questão Militar. A Proclamação da República (1889).
- Militar
- A Guerra de Independência. A Confederação do Equador em 1823. A Guerra da Cisplatina (1825-1828). A Cabanagem (1832-1837). A Guerra dos Farrapos (1835-1845). A Sabinada (1837-1838). A Balaiada (1839-1840). As Revoltas Liberais de 1842. A Revolta Praieira (1848). As Campanhas no Prata – Oribe eRosas (1851-1852) As Campanhas no Prata – Aguirre (1864-1865). A Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870).
- Político
Divisão
- 1º Reinado ( 1822-1831) Período Regencial (1831-1840) *Regência Trina Provisória *Regência Trinta Permanente *Regência Una de Feijó *Regência Una Araújo 2º Reinado (1840-1889)
- 1º R
- 2ºR
- Político
- Poder Moderador. Centralização do poder por parte de D Pedro II. Estabilidade Apaziguamento na política do Império. Estabilidade política após 1850, quando se acalmaram as agitações que dominaram o País ao longo das décadas de 1830 e 1840.
- Reformas Políticas Criação do Ministério da Conciliação (1853). Presença simultânea de políticos do partido Liberal e do partido Conservador. Conflitos Ameaça externa. Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870). Evolução do Exército Brasileiro.
- Abolição da escravatura Abolição da escravatura. Lei Eusébio de Queiroz (1850), Lei do Ventre Livre (1871), Lei dos Sexagenários (1885) e Lei Áurea (1888). Relações com os países vizinhos Livre navegação dos rios Paraguai e Paraná após a Guerra da Tríplice Aliança. República Movimento Republicano. Crescente insatisfação contra o Regime Imperial.
- Protecionismo Política de substituição de importações. Aumento dos impostos, promovendo a substituição das importações por produtos nacionais e para a implantação de indústrias no Brasil. Aplicação da Tarifa Alves Branco (alterou os valores pagos à alfândega de 15% para 30% sobre o valor do produto, chegando outras a 40, 50 e 60%, desde que pudessem ser produzidos no país). Sistema financeiro Controle financeiro. O Segundo Reinado caracterizou-se pela maior segurança econômica e financeira. Controle da emissão de papel-moeda. Busca do equilíbrio orçamentário, tanto do império como das províncias e municípios.
- Econômico
- Mão de obra Emprego de mão de obra especializada. A extinção do tráfico negreiro e a disputa por mão de obra para trabalhar no Vale do Paraíba levou ao estímulo à imigração para atuar em novas áreas produtoras de café como o oeste paulista.
- Comércio Decadência das lavouras tradicionais do Brasil (cana-deaçúcar e tabaco) e desenvolvimento paralelo da produção de café na região Centro -Sul. Diversificação agrícola. Na segunda metade do século XIX, pode-se observar a expansão do cultivo de outros produtos (borracha, algodão e cacau), ampliando o capital e o lucro. Adoção do Código Comercial de 1850. Esse código normatizou e deu segurança às atividades econômicas, permitindo maior racionalização de um setor dinâmico como a atividade mercantil.
- Indústria Primeiro surto industrial e crescimento dos serviços, segunda metade do século XIX. Segundo surto industrial, a partir de 1870, fruto da estabilidade social, política e monetária gerada pelo fim da Guerra do Paraguai. Fabricação de material de emprego militar. Infraestrutura Investimentos privados durante o Segundo Reinado. Visconde de Mauá. Construção de navios e rodovias.
- Empréstimos Captação de recursos financeiros externos. Empréstimos obtidos pelo Império junto aos bancos ingleses. Mercado Consumidor Aumento do mercado consumidor. A entrada de mão de obra assalariada acabou por gerar o aumento da circulação de recursos monetários no país.
- Militar
- Político
- PR
- Campos Político
- Poder Moderador Período Regencial (PR): Poder Moderador passou a ser dirigido pela Regência, diminuindo suas prerrogativas, pois ao contrário da instituição criada por Pedro I, não mais teria o poder de destituir a Câmara dos Deputados. Instabilidade Política PR: “Avanço liberal” de 1831 a 1837. “Regresso conservador” a partir de 1837. Instabilidade política.
- Reformas Políticas Ato Adicional de 1834. Adaptação de princípios federalistas à Monarquia. Criação das Assembleias Legislativas nas províncias; Estabelecimento do voto para a escolha do Regente, que passava então a ser uno, com mandato de 4 anos; Extinção do Conselho de Estado. Lei Interpretativa do Ato Adicional (12/05/1840). Conflitos Eclosão de revoltas (Cabanagem, Sabinada, Balaiada,Farroupilha, Revolta dos Malês). Perigo de alteração da ordem política e social. Criação da Guarda Nacional (1831). Desconfiança por parte do governo em relação ao Exército. Mudanças na estrutura do Exército.
- Abolição dos Escravos Promulgação da Lei 7 de Novembro (1831), em que o tráfico africano ficava proibido, considerando-se livres os indivíduos desembarcados no País Relação com os países vizinhos Atividades de corsários, apoiados pela Argentina, a fim de prejudicar o comércio marítimo nas costas brasileiras.
- República Disseminação dos ideais republicanos. Revolução Farroupilha.
- Campos Econõmico
- Comércio Comercialização de açúcar e algodão. Início da produção de café para exportação (Rio de Janeiro). Protecionismo Medidas protecionistas ao comércio, estipulando o aumento das tarifas alfandegárias.
- Indústria Falta de interesse da Regência em romper os obstáculos que impediam a importação de maquinário industrial. O Brasil gastava praticamente metade dos seus recursos com a importação de tecidos ingleses. Sistema Financeiro Fundação do Banco Comercial (1838).
- Infraestrutura Reduzidas mudanças nos transportes. Início do tráfego de barcas a vapor. A Lei Feijó (implantação do transporte ferroviário) não foi posta em execução. Empréstimo Comércio exterior deficitário, com mais importações do que exportações, obrigando a realização de empréstimos no exterior.
- Mercado Consumidor A mão de obra escrava como força de trabalho inibia o desenvolvimento do mercado consumidor. Mão de Obra Mão de obra escrava como força de trabalho nas plantações.
- Campos Político
Reflexos para Evolução do EB
- 1) Remodelagem da Escola Militar e reorganização do Exército (1939). 2)Projeção do Exército na América do Sul, após a Guerra da Tríplice Aliança. 3)Necessidade de grande mobilização para a guerra da Tríplice Aliança. 4)Preocupação com a manutenção de um elevado moral da tropa, com o incremento na área da saúde, uniforme e melhoria do soldo. 5)Incremento da indústria de guerra. 6)Aumento da influência do Exército no desenvolvimento do Brasil, após a Guerra da Tríplice Aliança.
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- Erstellt von kl.a.b · 7 Apr 2015
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