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iluminismo
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Os intelectuais desse período defendiam a ideia de que somente a razão, comparada às luzes, seria capaz de tirar a humanidade da ignorância e da opressão, comparadas às trevas. Por isso, esse movimento ficou conhecido como Iluminismo. Eles se dedicaram à investigação dos seres humanos, da sociedade e da natureza. Buscaram respostas a seus questionamentos nas mais diversas áreas de estudo, como na Filosofia, na Economia, no Direito, na História. p.167
- método científico
- É possível dizer que o Iluminismo fez parte de um processo de mudanças do pensamento científico, das ideias, da cultura e do cotidiano da sociedade europeia. Em um aprofundamento do movimento renascentista, os iluministas tinham a convicção de que somente com os princípios da razão haveria respeito à lei, à tolerância, à liberdade e à felicidade no mundo. p.168
- contestação do Absolutismo; ampliação do conhecimento; Enciclopédia (Diderot e D’Alembert);
- A Enciclopédia: luzes para todos Para. os iluministas não bastava alcançar o conhecimento; era necessário também divulgá-lo, pois somente por meio dele os seres humanos conquistariam a liberdade. No entender desses pensadores, uma pessoa ignorante não conseguiria tomar suas próprias decisões e seria sempre dominada. Já uma pessoa sábia teria melhores condições de avaliar sua situação e decidir sobre o próprio destino, sem ter de se submeter a outra. Então a partir dai começaram a CONTESTAR O ABSOLUTISMO. p.169
- Filósofos do Iluminismo; John Locke; Montesquieu; Rousseau; Voltaire.
- John Locke, os direitos naturais e a tolerância. Toda essa vivência marcou a obra de Locke, colo- cando-o como um crítico ferrenho dos governos ab- solutistas e defensor da necessidade de que o poder político fosse exercido a partir do consentimento dos governados. Para Locke, caberia ao governo assegurar aos governados seus direitos naturais: a vida, a liberdade e os bens materiais. Se o governante não o fizesse, seria então legítima a contestação e resistência por parte dos governados.
- Montesquieu e a teoria da divisão dos poderes. A partir desse estudo, elaborou a teoria da divisão dos poderes em três instâncias: executiva (que executa as leis, administra o país), legislativa (que elabora e aprova as leis) e judiciária (que fiscaliza o cumprimento das leis e julga eventuais con- flitos). Segundo ele, para evitar abusos (tão comuns nos governos absolutistas), essas três instâncias, ou poderes, não poderiam ser controladas por uma única pessoa. Além disso, Montesquieu propunha que uma deveria fiscalizar a outra, para haver equilíbrio entre os poderes.
- Rousseau: contrato social e direito de voto. Jean-Jacques Rousseau, escritor suíço de língua francesa, aprofundou e até mesmo discordou de algumas ideias de Locke. Defendeu que a relação governante-governado deveria funcionar com base em um “contrato social”, em que os governados atribuiriam poderes ao governante, desde que seus direitos e seu bem-estar fossem assegurados.
- Voltaire e a defesa da liberdade de expressão. Voltaire, escritor francês de origem nobre, publicou mais de cinquenta peças teatrais, sempre carregadas de crítica moral, sátira social, ataques aos costumes, às leis e às instituições. O tom satírico de suas obras não foi bem recebido pelo rei francês Luís XV, que não teve dúvida em mandar Voltaire, por duas vezes, para a Bastilha. Foi na Holanda e na Inglaterra que o autor encontrou referências de um modo de vida mais livre do que aquele estabelecido na França absolutista. Mergulhado nos estudos da ciência da natureza e na filosofia de Locke, Voltaire tornou-se um defensor da liberdade e do progresso. Compartilhou com outros iluministas a ideia de que a História era uma sucessão de acontecimentos que sempre conduziriam a humanidade para um estágio melhor, mais avançado.
- Rousseau: contrato social e direito de voto. Jean-Jacques Rousseau, escritor suíço de língua francesa, aprofundou e até mesmo discordou de algumas ideias de Locke. Defendeu que a relação governante-governado deveria funcionar com base em um “contrato social”, em que os governados atribuiriam poderes ao governante, desde que seus direitos e seu bem-estar fossem assegurados.
- Montesquieu e a teoria da divisão dos poderes. A partir desse estudo, elaborou a teoria da divisão dos poderes em três instâncias: executiva (que executa as leis, administra o país), legislativa (que elabora e aprova as leis) e judiciária (que fiscaliza o cumprimento das leis e julga eventuais con- flitos). Segundo ele, para evitar abusos (tão comuns nos governos absolutistas), essas três instâncias, ou poderes, não poderiam ser controladas por uma única pessoa. Além disso, Montesquieu propunha que uma deveria fiscalizar a outra, para haver equilíbrio entre os poderes.
- John Locke, os direitos naturais e a tolerância. Toda essa vivência marcou a obra de Locke, colo- cando-o como um crítico ferrenho dos governos ab- solutistas e defensor da necessidade de que o poder político fosse exercido a partir do consentimento dos governados. Para Locke, caberia ao governo assegurar aos governados seus direitos naturais: a vida, a liberdade e os bens materiais. Se o governante não o fizesse, seria então legítima a contestação e resistência por parte dos governados.
- Filósofos do Iluminismo; John Locke; Montesquieu; Rousseau; Voltaire.
- A Enciclopédia: luzes para todos Para. os iluministas não bastava alcançar o conhecimento; era necessário também divulgá-lo, pois somente por meio dele os seres humanos conquistariam a liberdade. No entender desses pensadores, uma pessoa ignorante não conseguiria tomar suas próprias decisões e seria sempre dominada. Já uma pessoa sábia teria melhores condições de avaliar sua situação e decidir sobre o próprio destino, sem ter de se submeter a outra. Então a partir dai começaram a CONTESTAR O ABSOLUTISMO. p.169
- contestação do Absolutismo; ampliação do conhecimento; Enciclopédia (Diderot e D’Alembert);
- É possível dizer que o Iluminismo fez parte de um processo de mudanças do pensamento científico, das ideias, da cultura e do cotidiano da sociedade europeia. Em um aprofundamento do movimento renascentista, os iluministas tinham a convicção de que somente com os princípios da razão haveria respeito à lei, à tolerância, à liberdade e à felicidade no mundo. p.168
- método científico
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- História Mindmap am iluminismo, erstellt von Arthur Moura Monteiro am 14/07/2020.
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- Arthur Moura Monteiro
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