GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Folien

Ohne Titel

Julia Hirayama História Portugiesisch 22 Folien

Folien in diesem Satz (22)

  1. Um Mundo em Intensa Transformação

    • O século XIX foi um período de intensas inovações tecnológicas na Europa. Inventos na área dos transportes, das comunicações e da produção de energia possibilitaram encurtar as distâncias, agilizar a veiculação de notícias e criar novas indústrias.
    • O desenvolvimento científico no período foi marcado pela aliança entre, ciência, técnica e indústria, criando meios para se produzir mais, em menor tempo e com menos gasto de energia e de custos.
    • As inovações que ocorriam nos transportes, nas comunicações e na produção industrial possibilitaram o aumento da produtividade e a geração de capitais excedentes na Europa. O interesse em obter mercados para o investimento desses capitais foi decisivo para as potências capitalistas lançarem-se em um novo tipo de colonialismo, que teve como alvo a Ásia e, principalmente, a África.
  2. A Indústria e os Novos Inventos

    • A industrialização atingiu os campos e possibilitou a modernização dos transportes e das comunicações, além de produzir um forte impacto nas relações humanas, na paisagem e no cotidiano das cidades.
    • Processo Bessemer. Em 1856, o inventor inglês Henry Bessemer descobriu que a injeção de um jato de ar frio no minério de ferro em fusão permitia retirar as impurezas do minério e obter o aço. O produto substituiu o ferro na construção de trilhos ferroviários, edifícios e obras públicas de grande porte, como pontes e viadutos.
    • Motor de combustão interna. A partir da década de 1870, foram inventados e aperfeiçoados os primeiros motores de combustão interna, uma máquina que transforma energia térmica em energia mecânica por meio da queima de combustíveis.
    • Dínamo. O dínamo é um dispositivo que transforma energia mecânica em energia elétrica que surgiu em 1870. A eletricidade gerada passou a ser empregada nas fábricas, nos transportes e na iluminação pública.
  3. Folie 3

    • Os Transportes e as Comunicações
    • O uso do aço, da eletricidade e do motor de combustão interna permitiu a expansão das estradas de ferro e a criação de novos inventos, como o automóvel e o telefone. Em 1885, o engenheiro alemão Karl Benz produziu o primeiro veículo motorizado com fins comerciais. Anos depois, em 1908, a criação do modelo Ford T, nos Estados Unidos, popularizou o invento e revolucionou a indústria automobilística.
    • E em 1876 foi criado o telefone.
    • A Modernização na Alemanha
    • Depois do processo de unificação da Alemanha, a economia do país teve um desenvolvimento extraordinário. O governo nacional liberou recursos para a instalação de empresas e estabeleceu tarifas alfandegárias sobre as importações para proteger a indústria e a agricultura alemãs.
    • Eles deram importância para as escolas, ao ensino das ciências aplicadas à produção industrial. As indústrias podiam dispor de uma grande oferta de técnicos, empregados com salários baixos.
    • Ao iniciar o século XX, a economia alemã era a mais moderna e dinâmica de toda a Europa.
  4. Folie 4

    • A Industrialização nos Estados Unidos
    • Nos Estados Unidos, o grande salto na industrialização ocorreu após a Guerra Civil, também chamada Guerra da Secessão. O norte industrializado venceu o sul agrário e escravista e impôs seu projeto modernizador.
    • Leis protecionistas que amparavam a produção industrial e agrícola do país, a grande oferta de mão de obra barata, estímulo à imigração, instalação de companhias e às comunicações.
    • A Expansão Industrial da Rússia e do Japão
    • No Império Russo, o desenvolvimento industrial foi, sobretudo, uma iniciativa do Estado, que contraiu empréstimos no exterior para construir estradas de ferro e instalar empresas (muitas vezes estrangeiras) dos setores têxtil, de extração de carvão e de minério de ferro.
    • A modernização política e econômica japonesa iniciou-se na década de 1860, com a Revolução Meiji. Sob o comando do imperador Meiji, uma série de reformas transformou o Japão numa grande potência. O governo assinou tratados comerciais com países do Ocidente e realizou uma reforma educacional.
    • Por volta de 1910, o Japão tinha mais de 10 mil quilômetros de estradas de ferro, grandes bancos, poderosas companhias de navegação e mineração, e sua produção têxtil era uma das maiores do mundo.
  5. Folie 5

    • As Condições de Trabalho Durante a Segunda Revolução Industrial
    • Mesmo com todos os avanços tecnológicos aplicados à produção industrial, que permitiram elevar a produtividade e os lucros, os operários continuavam trabalhando em condições precárias e sem nenhuma proteção legal.
    • Era comum a presença de crianças nas atividades fabris, trabalhando até a exaustão em jornadas que podiam chegar a dezesseis horas diárias. Alguns menores começavam a trabalhar aos seis anos de idade e recebiam cerca de um quarto do salário pago aos homens adultos. As crianças trabalhadoras eram castigadas por dormir durante o trabalho ou por não darem conta das tarefas exigidas pela produção.
    • Mutilações e Deformidades Físicas Causadas pelo Trabalho
    • As mutilações provocadas por máquinas de corte eram frequentes nas fábricas.
    • As deformidades físicas causadas pelo trabalho exaustivo também eram comuns. Muitos jovens, apresentavam encurtamento dos membros, desvios graves na coluna, problemas de visão e ensurdecimento.
  6. Folie 6

    • A Pobreza nas Grandes Cidades
    • Na Alemanha, Grã-Bretanha e outros países da Europa, o avanço da industrialização foi acompanhado, nos campos, pela dissolução do regime de terras comunais e pela mecanização das técnicas de cultivo.
    • Repelidos da zona rural, milhões de camponeses e assalariados se dirigiram para as cidades em busca de trabalho nas fábricas e nos serviços.
    • Surgiram as vilas operárias. Nessas vilas, as habitações eram pequenas e padronizadas, e cada uma delas geralmente abrigava várias famílias operárias. As condições de alimentação e higiene nesses locais eram muito ruins.
    • A Transformação dos Centros Urbanos
    • O avanço da industrialização, a modernização da agricultura e a expansão das áreas agrícolas possibilitaram um grande crescimento populacional.
    • Nas primeiras capitais europeias, o acelerado processo de urbanização levou ao surgimento das primeiras metrópoles.
    • A classe trabalhadora mais pobre, foi deslocada do centro para as periferias das capitais, que se transformaram em bolsões de pobreza.
    • O centro de Paris, entre os anos de 1860 e 1870, foi objeto de uma reforma radical de modernização e embelezamento urbano.
    • Para a equipe de engenheiros e arquitetos responsáveis pela reforma, o arranjo do meio urbano deveria ser racionalizado, tendo como objetivo facilitar a circulação na cidade.
    • Cidades como Londres, Viena, Berlim, Nova York e Chicago também tiveram sua região central remodelada no mesmo período.
  7. As Migrações Ultramarinas

    • O processo de industrialização e a intensa urbanização, nas condições em que ocorreram, produziram também vários efeitos negativos. A concentração populacional nas cidades, a redução da oferta de empregos gerada pela crescente inovação tecnológica e os baixos salários tiveram como resultado o crescimento da miséria e da criminalidade.
    • Perto de 45 milhões de pessoas abandonaram seus países para tentar uma vida melhor nos países de além-mar.
    • A maioria dos imigrantes eram homens jovens que se viam atraídos pela possibilidade de constituir propriedades. O passo seguinte seria retornar enriquecidos ao seu país de origem. A maior parte desses emigrados teve como destino o trabalho nas lavouras, nas minas, nas siderurgias, na construção de ferrovias.
    • A emigração europeia para os Estados Unidos, chegou a quase 35 milhões de pessoas. O governo norte-americano incentivou a imigração com o objetivo de colonizar as terras do oeste.
  8. Folie 8

    • A Era do Capitalismo Financeiro
    • Capitalismo Industrial. Até meados do século XIX, muitas empresas começavam a funcionar sem grandes recursos e se expandiam à medida que seus donos reinvestiam na própria empresa parte dos lucros obtidos com a comercialização dos produtos.
    • Capitalismo Financeiro. Com o avanço da Segunda Revolução Industrial, - empresas de exploração de petróleo, usinas elétricas e siderúrgicas - exigiam grandes investimentos, que não podiam ser obtidos apenas com recursos individuais. As instituições bancárias assumiram um papel central nesse período, financiando as produções industrial, agrícola e mineral.
    • Da Concorrência aos Oligopólios
    • Pequenas empresas foram eliminadas, enquanto as mais fortes criaram formas de associação visando combater a concorrência e aumentar os lucros.
    • As organizações empresariais promoveram uma imensa concentração de capital nas mãos de grupos econômicos, os chamados oligopólios, em prejuízo das pequenas empresas e da livre concorrência.
    • As transnacionais são grandes corporações empresariais com filiais em diversos países.
  9. Folie 9

    • Modelos de Organização Empresarial
    • Truste: Associação de empresas de um mesmo ramo que se fundem com o objetivo de controlar os preços, a produção e o mercado.
    • Cartel: Agrupamento de empresas independentes que estabelecem acordos ocasionais com o propósito de dividir o mercado e combater os concorrentes.
    • Holding: Empresa que controla uma série de outra empresas, do mesmo ramo ou de setores diferentes, mediante a posse majoritária das ações dessas empresas.
    • A Expansão Colonial Capitalista
    • Entre 1880 e 1914, foi inaugurada uma nova fase do capitalismo, chamado imperialismo ou neocolonialismo.
    • Primeiramente Grã-Bretanha e França, depois Alemanha, Bélgica e Itália, Estados Unidos e Japão.
  10. Os Fatores da Expansão Imperialista

    • A expansão imperialista foi motivada por fatores econômicos, políticos, sociais e culturais.
    • Fatores econômicos. A produção de mercadorias cresceu, enquanto o mercado consumidor, afetado pelo desemprego e pelos baixos salários, não era capaz de absorvê-las. O resultado foi uma grave crise econômica. A saída encontrada pelos países europeus para resolver a crise foi a conquista de novos mercados.
    • Fatores políticos e sociais. Os governos europeus utilizaram a conquista de colônias como propagando política. Serviu para despertar na população o orgulho patriótico.
    • Fatores culturais. No período, foi disseminada a ideia de que o homem branco deveria levar aos povos tidos como atrasados as conquistas da ciência e da indústria, ou seja, da civilização europeia. Pensamento racista e eurocêntrico.
  11. Congresso de Berlim e a Partilha da África

    • Até meados do século XIX, a presença dos europeus no continente africano se limitava a algumas feitorias e colônias posicionadas no litoral.
    • A definição das regras para a partilha da África aconteceu entre os anos de 1884 e 1885, em Berlim, onde se reuniram representantes de Grã-Bretanha, Alemanha, França, Portugal, Bélgica e outros países. A partir dessa data até o final do século XIX, cada uma dessas nações construiu o seu império colonial na África, conquistando territórios por meio de expedições militares, ou fazendo tratados de amizade ou de proteção com os dirigentes africanos.
  12. Características da Colonização da África

    • O domínio colonial dos países europeus era, na maior parte dos casos, extremamente violento. Os colonizadores estabeleceram um sistema legal de confisco das terras férteis dos africanos e utilizaram a mão de obra nativa na agricultura, no extrativismo e na construção de obras.
    • Assimilação e Diferenciação. A primeira, adotada pelos impérios português, francês e belga, baseava-se no ensino da língua da metrópole, da religião e da moral cristã. Procurando criar, entre os nativos, uma elite de colaboradores locais.
    • Política de diferenciação, aplicada pelos impérios britânico e alemão, os colonizadores recorriam a lideranças locais para cuidar da administração colonial, aproveitando as disputas internas e a estrutura de poder que já existiam.
  13. Folie 13

    • O Império Colonial Britânico na África
    • A entrada formal da Grã-Bretanha no continente africano ocorreu com a compra da parte egípcia do Canal de Suez.
    • O Canal de Suez, inaugurado em 1869, tinha importância pois ligava o Mar Vermelho ao Mar Mediterrâneo, facilitando a navegação e o comércio entre a África, a Ásia e a Europa.
    • A Grã-Bretanha se consolidou como o maior império colonial na África.
    • Os Franceses na África
    • Ficou acordado que o princípio definidor da partilha seria o de áreas de influência. Isso significava que, uma vez estabelecida no litoral, a nação estrangeira teria o direito de ocupar a zona do interior.
  14. Portugueses, Belgas e Alemães

    • Portugal, a partir de suas antigas colônias de Angola e Moçambique, reclamou a soberania sobre um território mais amplo e obteve as terras que formaram a Guiné Portuguesa.
    • Grande parte da Bacia do Rio Congo converteu-se numa espécie de propriedade particular do rei Leopoldo II, da Bélgica.
    • O Estado nacional alemão formou-se tardiamente. Mesmo assim a Alemanha obteve sua parte na divisão da África Ocidental, conquistando territórios que deram origem às colônias do Togo e de Camarões.
  15. Folie 15

    • A Resistência Africana à Dominação Imperialista
    • A expansão europeia na África a partir do Congresso de Berlim criou, no continente, duas realidades: o poder tecnológico e militar das potências industrializadas e a reação dos povos africanos.
    • Os africanos não viam os europeus como libertadores ou como a porta de entrada para a modernidade e a civilização.
    • Povos tradicionalmente rivais chegaram a se aproximar com o intuito de unir forças para derrotar o conquistador.
    • A Rebelião Ashanti
    • Uma das revoltas mais significativas ocorreu na então Costa do Ouro, atual Gana.
    • Longa tradição de nações guerreiras e em uma história de mulheres orgulhosas e respeitadas. Os tambores, eram usados para se comunicar por grandes distâncias.
    • Autoridades britânicas, depuseram um grande número de chefes tradicionais. Os britânicos nomearam outros líderes locais e instituíram o pagamento de uma indenização pelas revoltas anteriores.
    • A combinação dessas medidas levou o povo ashanti a enfrentar os ingleses em sangrentas batalhas.
  16. Império Britânico e a Nação Zulu

    • A região do Transvaal, na atual África do Sul, foi invadida e colonizada pelos bôeres, ou afrikaners, imigrantes de origem holandesa. Eles haviam penetrado o território zulu, ocupando fazendas e se apossando do gado, e, por essa razão, viviam em conflito com os zulus. Os britânicos anexaram essa região, apoiando os afrikaners.
  17. O Imperialismo Britânico na Índia

    • Em meados do século XVIII, muitos principados indianos estavam submetidos à administração da Companhia das Índias Orientais Britânicas. Essa empresa conseguiu introduzir, com êxito, os tecidos ingleses de algodão na Índia, afetando a produção artesanal indiana. Os tecidos industrializados ingleses podiam ser vendidos a preços mais baixos. Em consequência, muitas tecelagens indianas faliram e e antigos centros têxteis.
    • No século XIX quase toda a Índia já era controlada pela companhia, que instituiu uma série de medidas, restrição da autonomia das lideranças locais e a cobrança de altos impostos causaram o empobrecimento da maior parte da população local.
    • A companhia possuía seu próprio exército, formado quase que inteiramente por indianos, os chamados sipaios. Os britânicos passaram a utilizar gordura animal para impermeabilizar suas munições, prática inaceitável tanto para os indianos hindus quanto para indianos muçulmanos, e os soldados se amotinaram. Esse fato, aliado aos abusos cometidos pelas autoridades inglesas, às crises de abastecimento e à fome, levou à eclosão da Revolta dos Sipaios.
    • Para reprimir a rebelião, o Parlamento inglês dissolveu a companhia e a Coroa britânica assumiu o comando da Índia. Conquistaram a Birmânia e a Malásia.
  18. A Expansão Imperialista na China

    • A China era uma região de grande interesse para as potências imperialistas, uma vez que sua população representava um importante mercado consumidor. Porém, o governo chinês era muito centralizador, o que colocava inúmeros empecilhos à invasão estrangeira.
    • A Companhia das Índias Orientais Britânicas comercializava em território chinês, principalmente o ópio. Estima-se que, em 1836, mais de 12 milhões de chineses consumiam ópio regularmente, o que representava um grave problema para as autoridades.
    • O vício destruiu indivíduos e famílias, e muitos camponeses deixaram de cultivar alimentos para plantar papoulas. Além disso, a comercialização do produto causou um grave problema financeiro para a China. Os chineses pagavam a mercadoria com moedas de prata, o que levou à fuga do metal precioso do país.
    • O governo chinês tentou impedir a comercialização do ópio no país.
    • A Grã-Bretanha iniciou a Guerra do Ópio. Os ingleses bombardearam algumas cidades e destruíram navios chineses. A China rendeu-se e assinou, em agosto de 1842, o Tratado de Nanjing, que estabelecia a abertura de alguns portos chineses ao comércio com a Grã-Bretanha e transferia Hong Kong ao domínio britânico.
  19. A Resistência Chinesa

    • Nas décadas finais do século XIX, a população camponesa da China havia empobrecido e o aumento do banditismo preocupava as autoridades. Além disso, missionários alemães, com o apoio de comunidades cristianizadas, empreenderam violentas ações contra os não cristãos.
    • Para defender seus interesses políticos e econômicos, combater a ação dos bandidos e expulsar os estrangeiros do país, muitos chineses passaram a organizar sociedades secretas. Combinava duas tradições dos camponeses chineses: o boxe chinês e o xamanismo.
    • Os boxers, ocuparam parte da cidade de Pequim, incendiando diversas áreas e isolando as representações diplomáticas estrangeiras. Declarou guerra às potências imperialistas. Grã-Bretanha, França, Japão, Rússia, Alemanha, Estados Unidos organizaram uma ação conjunta para combater a rebelião, invadindo Pequim.
    • Apenas em 1901, um acordo de paz foi assinado. Derrotados, os boxers foram perseguidos e várias autoridades chinesas foram fuziladas. As nações imperialistas ocidentais exigiram uma indenização de 333 milhões de dólares da China, a serem pagos em quarenta anos, com juros altíssimos. A China foi forçada a fazer inúmeras concessões econômicas ao Ocidente.
  20. O Avanço da Industrialização nos EUA

    • O Avanço da Industrialização Ocorreu Após a Guerra Civil (1861-1865). O Norte Industrializado Venceu o Sul Agrário e Impôs seu Projeto Modernizador.
    • Leis Protecionistas que Amparavam a Produção Industrial e Agrícola do País, a Grande Oferta de Mão de Obra Barata, Estímulo a Emigração e Ocupação das Terras do Oeste.
  21. A Conquista do Oeste

    • Processo de Expansão Territorial dos EUA, Ocorreu Basicamente de Duas Formas: a Compra e a Conquista de Territórios.
    • 1803 - Louisiana foi Comprada da França
    • 1819 - a Flórida foi Comprada da Espanha
    • 1867 - o Alasca foi Comprado da Rússia
    • A Conquista do Oeste Provocou Violentos Conflitos Entre os Pioneiros e os Nativos.
    • As Nações Indígenas Foram em sua Maioria Destruídas.
    • Os EUA Pretendiam Explorar os Recursos Naturais dos Territórios Conquistados, Incentivou a Marcha para o Oeste por Meio da Construção de Ferrovias e da Criação de Reservas indígenas.
  22. Guerra da Secessão

    • Estados do Sul
    • Sistema de Plantation, a Aristocracia Rural Visava a Produção para o Mercado Externo, em Troca do Livre Cambismo na Compra de Produtos Importados.
    • Estados do Norte
    • A Economia se Baseava na Pequena Propriedade, Interessados no Desenvolvimento Industrial e Agrícola no Mercado Interno.
    • Pretendiam o Fim da Escravidão, a Expansão Territorial

Informationen

Beschreibung
História Folienset am Ohne Titel, erstellt von Julia Hirayama am 01/03/2017.
Erstellt von
Julia Hirayama · Mär 2017
Aktualisiert
18 Nov 2017
Aufrufe
0
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck