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Folien

Século XV e XVI

Isabela Rocha História Portugiesisch 24 Folien

Folien in diesem Satz (24)

  1. Crise do Feudalismo

    • População começa a crescer (por não ter mais tantas invasões) - há uma necessidade de aumentar o território para não morrer de fome - novas técnicas agrícolas começaram a surgir (utilização de moinhos, arado e rotação de cultural para manter a fertilidade) - no entanto, a população cresceu demais e fora de controle, gerando vários problemas (questão das heranças - briga entre irmãos - não tinha terra pra dividir - geralmente ela era dada ao mais velho).
    • Começaram a surgir algumas fortificações (dariam origem às cidades - urbanização) - quem morava lá eram chamados de burgueses - essa classe começou a crescer cada vez mais (aumenta o poder gradativamente) e por isso a riqueza começa a ser vista não só com você ter terra ou não, mas também se tem dinheiro ou não (moeda).
    • Hansas: associação entre comerciantes de diferentes cidades
    • Guildas: associação de profissionais para discutir sobre a produção - quase que um sindicato
    • Cidades que faziam parte de um feudo começam a ter que pagar imposto e por isso se iniciam vários conflitos e guerras de "independência".
  2. Crise do feudalismo

    • Cidade crescendo, gera novas necessidades (surgem novas profissões); começam a surgir formas de organização do trabalho, por exemplo: dentre os artesãos, o mais velho era o mestre de ofício, tal pessoa tinha aprendizes também que trabalhava pra ele e se tivesse muito trabalho tinha também o jornaleiro (trabalhador temporário e assalariado). - Guildas ou Corporações de Ofício: associações formadas por artesãos profissionais e independentes, em igualdade de condições, surgidas na Baixa Idade Média (séculos XII ao XV) destinadas a proteger os seus interesses e manter os privilégios conquistados.
    • Fome: por conta das chuvas, muitas das plantações foram destruídas e estes passaram por um período de fome muito forte.
    • Peste Negra: por conta do crescimento das cidades, falta de higiene e saneamento e também as novas rotas comerciais, a bactéria causadora da peste bulbônica começou a se alastrar (seu vetor era o rato). - além de abalar socialmente, matando várias pessoas, a peste também abalou a moral da igreja que negava fazer unções e fugia para não ficar doente.
    • Ambas acabam por provocar revoltas, dentre elas, temos as Jacquieries: revoltas camponesas - atacavam os nobres, invadiam as terras - repressão (morte de camponeses).
  3. Guerra dos 100 anos

    • Teve 116 anos, com o fim dela, acaba a idade média - no primeiro momento, a Inglaterra ataca a França por interesse econômico (norte da França era muito forte comercialmente) e político (rei da Inglaterra queria governar a França por ser neto do rei de lá, mas foi impedido por ser descendente por uma linhagem feminina); num segundo momento, foi uma parte meio parada, Inglaterra bastante forte, França vencendo alguns conflitos, eles fazem uma pausa por 20 anos (por conta de uma guerra de sucessão na Inglaterra também); na terceira parte, a França se fortalece, há uma reviravolta com ajuda de Joana d'Arc e com isso os franceses conseguem expulsar tais ingleses (com uma "vitória" francesa). - Trouxe crise econômica, nobres empobreceram e ganham um atraso na questão de expansão marítima.
  4. Formação das Monarquias Nacionais

    • Bom lembrar que na Idade Média o maior poder era do clero (igreja) e o seu poder abaixava tão devagar que ninguém percebia. Só foram perceber no século XIV na crise do feudalismo. Além disso havia uma descentralização política que trazia diversidade monetária, tributária, jurídica e militar.
    • Nesse mesmo período começam a crescer lentamente duas classes: a burguesia (comerciantes que enriqueciam, mas pagavam impostos, não participavam da política) e rei (nobre que se deu bem).​​​​​​​
    • Mas como esse nobre que se tornou rei conseguiu se dar bem? Tinha autoridade (mostrar força - comprar muitos soldados - mercenários); aumentou os impostos dos comerciantes (melhorar a administração - burocratas); padronizou da moeda (burguês paga um imposto só - capitalismo surgindo); fez leis (escrita - formalizada - escrita pelo rei), sem falar dos casamentos entre diferentes famílias de nobres para fortalecer os reinos.
    • Além disso, a nobreza se destruía por dentro, várias disputas internas geraram sua queda pois muitos empobreceram após a fome, peste e guerras.
  5. Renascimento

    • Fatores econômicos: as cidades italianas se desenvolveram economicamente após a abertura do Mar Mediterrâneo (Gênova e Veneza principalmente) o que permitiu o surgimento dos mecenatos (pessoas que investiam na arte e cultura - príncipes, igreja, burgueses - todos tinham um certo interesse).
    • Fatores sociais: com o surgimento de um pré-capitalismo nessa região, o intercâmbio de ideias e conhecimento foi facilitado, já que a relação entre as pessoas foi se estreitando - burguesia (nova classe).
    • Fatores políticos: com a descentralização do poder, muitos senhores conseguiram conservar sua independência e com a utilização do mecenato, foi rodeado por muitos artistas que legitimavam sua autoridade.
    • Fatores culturais: influência greco-romana a partir da difusão por meio dos bizantinos.
  6. Renascimento

    • Características: os renascentistas menosprezavam a idade média, diziam que era a idade das trevas (não teve nenhum avanço intelectual), prezavam uma sofisticação da formação e da arte; valorizavam o retorno da cultural clássica, diziam que tanto a fé quanto a razão eram importantes, defendiam o individualismo (homem tem talento, não é simplesmente um pecador, é um criador e "dono" do tempo); tinha também o antropocentrismo (homem no centro) e o humanismo (não valoriza o paganismo, mas também tenta humanizar o divino, valoriza a natureza como fonte de conhecimento.
    • Expansão: uma coisa que ajudou muito a expansão foi a criação da imprensa por Gutenberg (permitiu uma difusão mais rápida dos ideais, por baratear os livros e torná-los mais acessíveis além da quebra do monopólio da Igreja).
  7. Renascimento

    • Aqui neste período temos um avanço da ciência e da filosofia - uma quebra entre ciência e racionalismo (surgimento dos empiristas - defendem a experimentação).
    • Temos Copérnico (heliocentrismo), Galileu Galilei (traz os métodos matemáticos como uma forma de "interrogar' a natureza), Kepler (gravitação, estudo do universo).
    • Na filosofia temos Bacon, Descartes (trouxe seu método racionalista - duvida de tudo), Maquiavel (trouxe um pensamento político e menos preocupado com morais religiosas).
    • Igreja reage obviamente fortalecendo a inquisição e perseguição a estes pensadores, além da criação do INDEX e do financiamento no barroco.
  8. Expansão Marítima

    • Fator Econômico: renascimento comercial - novas rotas (Ocidente e Oriente) - livrar o monopólio árabe no Oriente - importância dos metais preciosos (Metalismo).
    • Fator Político: centralização (garantir o planejamento e expansão da empresa expansionista) - aliança entre monarquia e burguesia, já que o Estado era o único capaz de mobilizar recursos materiais e humanos, mas também garantir medidas protecionistas na atividade comercial.
    • Fator Social: ascensão da burguesia e urbanização (mudança nos hábitos e costumes da população).
    • Fator Cultural: humanismo (valorizou o conhecimento humano), desenvolvimento de ferramentas para a expansão (bússola, astrolábio, naus, caravelas - Escola de Sagres, criação de mapas).
    • Fator Religioso: expansão da fé cristã - interesse nos saques (no caso da América tinha também aquele ideal de salvação).
    • Consequências: deslocamento do eixo econômico, consolidação do Estado Absolutista, adoção do Mercantilismo, renascimento da escravidão, fortalecimento da burguesia, europeização do mundo, capitalismo comercial, revolução dos preços (aumento).
  9. Mercantilismo

    • Sistema de monopólios: toda riqueza ia para o Rei (tentava equilibrar o conflito entre nobres e burgueses - concedia exclusividade para eles e em troca ganhava apoio político).
    • Metalismo: quanto mais metais preciosos, mais poder o Estado tinha - fluxo comercial gerou aumento dos preços.
    • Balança comercial favorável: exportar mais que importar (vendendo os produtos baratos).
    • Pacto Colonial: colônia só pode comercializar com sua metrópole (protecionismo - criticado depois pelo liberalismo).
    • Escravismo
    • Intervencionismo
  10. Império Espanhol

    • Formado após a guerra de reconquista, foi, digamos que, bem sortudo - era o mais rico e cobiçado e por isso, teve várias invasões que fragmentaram seu território na América e sofreu também com o contrabando e pirataria.
    • A colonização da América Espanhola se deu, principalmente, por conta da expansão econômica (metais preciosos e alimento) e difusão do cristianismo - a descoberta da América por Colombo aconteceu porque como Portugal já havia iniciado seu ciclo do Oriente, a Espanha resolve então investir nessa expedição e acabou se dando bem (Portugal não vai gostar muito não - por isso, o Tratado de Tordesilhas em 1492).
    • Casa de contratação: controle do comércio na colônia e punição caso alguém burlasse as regras.
  11. Colonização espanhola

    • É importante lembrar que quando os espanhóis chegaram, já havia uma certa organização dos povos (incas e astecas) e a abundância de ouro era bem clara (por isso a ostentação dos espanhóis) - esses povos foram massacrados.
    • Os espanhóis eram chamados de ladrilhadores, pois a sua colonização se deu baseado na construção de cidades mineradoras (Conselho Real e Supremo das Índias).
    • Relações de trabalho: mita (trabalho compulsório) e a encomienda (controle total do colonizador à mão de obra nativa - em troca tinha que evangelizar o povo indígena) - colonizador (chapetone) tinha poder militar, justiça, exploração dos metais, cobrar tributos e em troca tinha que dar 20% dos metais para a metrópole e evangelizar o índio.
    • Repartimiento: Esse tipo de sistema era usualmente gerido através de um sorteio onde os índios selecionados deveriam trabalhar compulsoriamente durante certo tempo. Ao fim da jornada, os índios recebiam uma compensação financeira de baixo valor.
  12. Império Português

    • Pioneirismo na expansão: centralizou cedo, ascensão burguesa, Escola de Sagres, posição geográfica (foram articuladores - instalaram uma rede comercial com os 4 continentes).
    • Os portugueses tinham uma preferência maior pela Ásia (Índia) porque o comércio de especiarias era mais lucrativo, além disso, os portugueses não tinham certeza se pelo tratado de Tordesilhas foi-lhes garantido alguma terra e se essa terra tinha algo que lhes desse dinheiro.
    • Conforme Portugal desenvolvia o seu ciclo oriental e ocidental, ia criando fortalezas e feitorias (praças comerciais militarizadas para recolher as mercadorias e enviar para mandar para a metrópole) - essas feitorias e fortalezas representavam a fase de ocupação e não colonização e ao contrário dos espanhóis, os portugueses eram conhecidos por semeadores (colonização baseada no plantio).
  13. América portuguesa

    • Relações de trabalho: mão de obra escrava (nativa, mas principalmente africana porque dava muito lucro) - rei tinha monopólio sob a produção, algo semelhante ao da Espanha, mas um pouco menos controlado (não existiam muitos portos específicos para as diferentes mercadorias).
    • Comércio de escravos como já comentado era algo lucrativo - havia uma aliança entre os colonos e o poder local - e sim, na África existiam escravos, mas eram escravos de exército (havia uma certa mobilidade), na Antiguidade, por exemplo, os escravos eram adquiridos nas guerras - no entanto, com a colonização, o escravo começou a ser tratado como alguém que não era humano (sem mobilidade).
  14. Guerra das duas rosas

    • Entre 1455 e 1487 - guerra de sucessão - York (rosa branca) vs Lancasters (rosa vermelha) - tais símbolos ganharam importância pois indicavam lealdade, por conta de Shakespeare (escreveu peças sobre Henrique VI e em uma dessas peças, ele fez uma cena onde alguns nobres tinham que escolher de que lado estavam e essa escolha ia ser simbolizada pela escolha da rosa).
    • Ambas as casas eram descendentes da casa Plantageneta e por isso as duas acreditavam que tinham direito ao trono; Eduardo de York era o candidato da casa de York e se aliou a vários nobres que perderam territórios após a guerra dos 100 anos (estes queriam que Henrique VI saísse do poder porque era louco).
    • Henrique atacou a casa de York, mas foi derrotado; por essa razão a atual rainha influencia os Lancasters a expulsar os York, mas aí, Earl, pelo canal da Mancha invade a Inglaterra e aprisona Henrique VI.
    • Os Lancasters começam a fazer alianças também e acabam por matar Eduardo e um de seus filhos; Henrique VI é solto e ao mesmo tempo o filho mais velho de Eduardo se declara rei.
  15. Guerra das duas rosas

    • Durante 25 anos, ambas as casas buscaram por alianças e tem-se várias disputas, Henrique VI é preso umas duas vezes até morrer na torre de Londres. Em 1471 eles entram em paz né? NÃO! Os irmãos mais novos do rei também começaram a disputar o trono (um deles, George foi acusado traidor e morto).
    • Após a morte de Eduardo IV, seu filho Eduardo V, como só tinha 5 anos não pode assumir o trono e na verdade nunca assumiu. E Ricardo, tio dele assumiu. Mas mesmo assim ele não consegue assumir, pois um herdeiro Lancasters, exiliado, invadiu a Inglaterra pelo canal, com o exército francês a seu favor.
    • Henrique assume, casa com Isabel York unindo as duas casas e também as duas Rosas, formando a rosa de Tudor.
  16. Império inglês

    • A Inglaterra, por conta da guerra dos 100 anos e das duas rosas, acabou atrasando no expansionismo - foi um dos países que não concordou com o Tratado de Tordesilhas.
    • Primeiras tentativas de ocupação: James I - carta régia (Jamestown - colonizou) e Carlos I - doações (Maryland - refúgio para os protestantes). - Mais tarde teve a doação de Carlos II (Pensilvânia - refúgio dos Quakers)
    • Apesar de a região da América do Norte ser da Espanha, como ela já tinha achado ouro e prata nos territórios astecas e incas (e também por falta de dinheiro e ameaças indígenas) ela não quis "subir".
    • A Inglaterra na época passava por conflitos religiosos (Reforma Protestante) - impulso colonizador (criação de companhias - investimentos - desentendimentos farão eles "descerem" pelo território).
    • Disputa de territórios: guerra anglo-holandesa - holandeses já haviam colonizado a região de Nova York, mas quem acaba ganhando é a Inglaterra.
  17. Colônia inglesa

    • As colônias inglesas tinham uma reconhecida autonomia - já que sua forma de colonização foi de povoamento (como já mencionado era um refúgio para os protestantes) e a população que vivia na região presava muito a família, trabalho e nação.
    • Mas com as tantas guerras e crises, os impostos sobre a colônia aumentaram, o que desagradou os habitantes dela e futuramente causará a Independência.
    • Por essa autonomia, havia uma grande diversidade no território => Norte: construção naval, pesca, rum/Centro: mantimentos/Sul: lavoura (tabaco, arroz, algodão).
  18. Império Francês

    • Se atrasou por causa da guerra dos 100 anos e guerra religiosa - assim como a Inglaterra também foi contra o Tratado de Tordesilhas e por isso sua colonização vai ser marcado por disputas e invasões (Antilhas, América do Sul e América do Norte).
    • França Antártica: iniciativa privada feita por calvinistas e financiado pelo Rei Henrique II - objetivo era comercial (pau-brasil) e sua relação com os índios era diferente (respeitavam um pouco mais a cultura deles - existia um certo relativismo) - por isso, os Tamoios os ajudaram na luta contra os portugueses.
    • Forte São Luis: durou pouco tempo por conta de um conflito religioso entre eles - a invasão e o crescimento da região se deu ao longo do século XVI - nesse mesmo século eles invadiram a Guiana, Senegal, Canadá e algumas ilhas da América Central.
    • É importante ressaltar que no Canadá houve uma dupla colonização e esse dualismo perdura até hoje!
  19. Império Holandês

    • A Holanda se atrasou na expansão porque ainda era colônia da Espanha - foi se tornar independente apenas no final do século XVI propondo um novo colonialismo (não explorava tanto os mares) - se estabeleciam em regiões que já tinham feitorias e territórios já estabelecidos (como o Brasil por exemplo).
    • Também criavam companhias, como a Companhia das Índias Ocidentais - terceirizavam o monopólio de exploração (não era tão voltado para o pacto colonial).
  20. Reforma Religiosa

    • Crise Cristã: muitas procissões e penitências dolorosas para alcançar a salvação - sem falar que a Igreja tinha muitas terras e riquezas (principalmente o alto clero).
    • Outra motivação para tal crise foram as restrições ao comércio, as lutas sociais e expansão econômica gerou um sentimento de descontentamento dos fiéis e de alguns membros do próprio clero - esses membros buscavam combater aos antigos costumes, queriam uma nova igreja (mais pura, intimista, sincera, menos luxuosa).
    • Desvios católicos: quebra do celibato (nicolaísmo), comércio de objetos sagrados e relíquias, comércio de cargos (simonia) - ah, mas e o papa? Fechou os olhos, estava contente com a autoridade, sacramento e riqueza acumulada.
    • Gota d'água: papa Leão X permitiu a venda de indulgências (pagar para garantir o lugar no céu) e a usura (empréstimos com altos juros e um lucro excessivo por parte da igreja).
  21. Lutero

    • Alemão - desafiador da Igreja - porta voz de críticas antigas - queria uma reforma interna - 1517: fez protesto público (95 teses) - não queria ruptura, queria só uma reforma mesmo.
    • Igreja faz uma bula falando que era para Lutero pedir perdão (ele não fez isso) - ele rasgou a bula e fez mais críticas (criticou o papa e a hierarquia existente) e por isso foi excomungado (DIETA DE WORMS).
    • Começou a ser perseguido e foi acolhido pela Saxônia e conseguiu apoio e aliança dos nobres (viram uma oportunidade de adquirir terras e não pagar impostos para a Igreja) => PAZ DE AUGSBURGO (liberdade religiosa para o príncipe).
    • Algumas das teses presentes no documento do Lutero: salvação pela fé, todo cristão pode ser pastor e todos teriam que ter acesso à bíblia (traduziu) - para ele sacramento era só eucaristia e batismo e o casamento era para todos, menos membros do clero.
    • Claro que alguns eram mais radicais como os anabatistas, mas a grande maioria era pacífico.
  22. Calvino

    • França - desafiador da Igreja - formado em teologia e direito - inspirado no Lutero - foi perseguido e por isso se refugiou na Suíça - 1535: instituição cristã - foi contra a nomeação de bispos pelo Rei.
    • Defende a salvação pela fé, mas também a predestinação (ter uma vida de retidão - exercer atividades comerciais e financeiras - era visto com bons olhos), nega o purgatório e para ele o sacramento era só o batismo.
    • Era uma doutrina bastante adequada para uma classe exclusiva, ou seja, a burguesia mercantil (pobreza era considerada um desígnio divino - o bom era ascender - valorização do trabalho).
  23. Anglicanismo

    • Henrique VIII - era um chefe de Estado que inicialmente condenou a reforma de Lutero, mas por motivos pessoais acabou aderindo.
    • Henrique queria se divorciar, mas a igreja negou, por isso em 1532 ele proibiu o envio de renda para Roma e em 1533 foi excomungado.
    • Ato de Supremacia: igreja subordinada ao rei (Anglicana) - absolutismo - expropriou os bens da Igreja.
    • Essa igreja não tem muita diferença da católica, só a questão da tradução da bíblia e os sacramentos.
    • Houve durante esse período da reforma uma lei que permitia que os príncipes escolhessem a sua religião e consequentemente a religião de todos os súditos (isso vai gerar uma confusão) => Paz de Augsburgo
  24. Contrarreforma

    • Igreja Católica, vendo a perda de muitos fiéis, resolve fazer uma reforma interna - 1542: Paulo III restaura a inquisição, faz uma aliança com Portugal e Espanha e tem o marco da reforma que é o Concílio de Trento (revisão das doutrinas - poder do papa, 7 sacramentos, 7 pecados capitais, celibato clerical, culta à imagens e santos, bíblia em latim.
    • Além disso tem o INDEX (índice dos livros proibidos) e a Companhia de Jesus (fará missões catequizantes na colônias afim de expandir a fé).
    • Consequências: crise do Renascimento, reafirmação da Igreja com Instituição, consolidação da fé na América (central, sul e México).

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História Folienset am Século XV e XVI, erstellt von Isabela Rocha am 06/12/2018.
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Isabela Rocha
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