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Karteikarten

TRAUMA ABDOMINAL E PÉLVICO - VANESSA FARIAS

Vanessa farias de souza Cirurgia Residência Médica Portugiesisch 72 Karten

TRAUMA ABDOMINAL E PÉLVICO - VANESSA FARIAS

Karten in diesem Stapel (72)

  1. 1Trauma Abdominal Fechadoacidente de transito, agressão física, queda de altura
  2. 2Trauma Penetrante. Arma Branca
    . Arma de Fogo
  3. 3Órgão mais acometidos em trauma abdominal fechado. Baço (40-55%)
    . Fígado (35 - 45%)
    . Intestino Delgado (15 - 10%)
  4. 4Órgão mais acometidos em Trauma Abdominal penetrante Arma de Fogo. Intestino delgado (50%)
    . Cólon (40%)
    . Fígado (30%)
    . Estruturas vasculares abdominais (25%)
  5. 5Órgãos mais acometidos em Trauma abdominal penetrante em Arma Branca. Fígado (40%)
    . Intestino Delgado (30%)
    . Diafragma (20%)
    . Cólon ( 15%)
  6. 6Qual o órgão mais acometido em trauma abdominal fechado?. Baço
  7. 7Conduta em paciente com trauma abdominal fechado, concsciente , que apresenta dor abdominal e sinais de irritação peritoneal?Conduta cirurgica, independente da estabilidade hemodinâmica
  8. 8Em pacientes com rebaixamento do nível de conciencia, ou por qualquer outra razão que prejudique o exame físico . WQual a conduta?A escolha de que exame realizar vai depender da estabilidade do paciente
  9. 9Conduta em pacientes estáveis hemodinamicamente?TOmografica de abdome com contraste endovenovo
  10. 10Conduta em pacoientes Instáveis Hemodinamicamente ?Temos duas opções, ambas realizadas na sala de emergência ou sala de Trauma:
    . FAST (focused asssessment sono graphy for trauma)
    . LPD (lavado peritoneal diagnóstico)
  11. 11Atenção!A realizaçõa da Tomografia computadorizada para ser realizdas é mandatória a ESTABILIDADE HEMODINÂMICA do paciente
  12. 12Conduta em paciente estável com trauma abdominal contusoTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
  13. 13Qual o objetivo da utlização do FAST e E-FAST?FAST - Detectar a presença de líquido livre na cavidade abdominal e pericárdica, que aparece como uma coleção hipocoica ou anecoica.
    E-FAST - são acrescentadas janelas que avaliam a cavidade toracica à procura de pneumotórax e/ou hemotórax.
  14. 14Espaços examinados no FASTNesta sequencia:
    . Saco pericárdio: hemopericárdio e tamponamento cardíaco
    . Espaço hepatorrenal ou espaço de Morrison
    .Espaço esplenorrenal
    . Pelve ou fundo de saco de Douglas
    5 e 6* torácica: pneumotórax e hemotórax: *acrescentados no E-FAST
  15. 15Qual a conduta indicada para um FAST positivo em um paciente instável hemodinamicamente?É indicação absoluta de Laparotomia exploradora
    *Contraindicação: cirurgia imediata, por exemplo, a presença de peritonite
  16. 16(LPD) - Lavado Peritoneal DiagnósticoIndicado na presença de instabilidade hemodinamica é o LPD. É um procedimento relativamente rápido, de fácil execução, sensível, MAS É invasivo
  17. 17Em LPD consiste a abertura da cavidade e introdução de um catéter de diálise em que direção?direção á pelve, por uma pequena incisão infraumbilical
  18. 18LPD em pacientes com fraturas pélvicas e com gravidez avançada, devemos optar por um acesso supraumbilical, por qual razão?Pra evitar invadir um hematoma pélvico pré-peritoneal ou ocasionar lesão iatrogêcia no útero, respectivamente.
  19. 19Quais os critérios de laparotomia em LPD Positivo?. Aspiração de pelo menos 10ml de sangue ou de conteúdo gastrointestinal
    . Hemácias > 100.000/mm³;
    . Leucócitos > 500/mm³;
    . Amilase > 17,5 UI/L (ou 175 UI/dL)* - No ATLS, o valor dfa amilase não é considerado critério para positividade do LPD
    . Conteúdo gastrointestinal, pesquisa positiva para bile, fibras alimentares ou bactérias.
  20. 20Resumindo: Trauma Abdominal fechadoResumindo: Trauma Abdominal fechado
  21. 21Quais as indicações absolutas de Laparotomia imediata no trauma abdominal fechado?. Trauma Abd c/ dor e irritação abd
    . Pcte instável c/ Fast ou LPD positivos
    . Pneumoperitônio e retropneum.
    . Evidência de ruptura diafragmática
    . Sangramento gastrointestinal persistente e significativ, observado na drenagem nasogástrica ou vômito (hematêmese) ou sangramento retal.
    . TC de abdome revelando lesão lesão do trato gastrointestinal, lesão vesical intraperitoneal, lesão de pedículo renal e lesão parenquimatosa grave
  22. 22Imagem que indicam Laparotomia e aImagem que indicam Laparotomia e a
  23. 23Por que a incisão de escolha para a laparotomia é mediana?Porque é de fácil e rápida execução, com menor sangramento, e oferece amplo acesso à cavidade peritoneal.
    Obs.: em trauma é indicada laparotomoa exploradora, e não laparoscopia
  24. 24Atendimento inicial no trauma, principalmente no pcte c/ indicação cirurgica, é primordial a reposição volêmica? Explique:Sim, é primordial com cristalóide ( 1.000mL de solução cristaloide aquecida) e, se necessário, o uso do ácido tranexâmico e transfusão sanguínea precoce (choque classes III e IV)
  25. 25Quais são as indicações de Laparotomia Imediata no Trauma Abdominal Penetrante?. Ferimento por arma de fogo na região abdominal (trajeto transperitoneal)
    . Instabilidade Hemodinâmica
    . Evisceração
    . Irritação peritoneal
    . Sangramento Gastrointestinal
  26. 26No Ferimento por Arma Branca há indicação absoluta de Laparostomia?Não!
  27. 27Conduta Trauma Penetrante por arma branca na parede anterior. Sem indicação de Laparotomia
    . Fazer exploração digital da ferida (Com anestesia local)
  28. 28Ferida Penetrante no abdome por arma brancaFerida Penetrante no abdome por arma branca
  29. 29Qual a conduta do Truama Penetrante em Flanco/Dorso?. Sem indicação de Laparotomia
    . TC com duplo ou triplo contraste
  30. 30Quais as indicações à LaparosCOPIA no trauma?. Trauma penetrante toracoabdominal: diagnóstico e tratamento de lesões diafragmáticas;
    . Ferimentos penetrantes tangenciais em flanco (principalmente obesos): avaliar violação da cavidade abdominal;
    . Trauma abdominal contuso com suspeita de lesão de císcera oca
  31. 31Qual o objetivo da Cirurgia de controle de dano (CCD)?Qual o objetivo da Cirurgia de controle de dano (CCD)?
  32. 32Por que a CCD é realizada de maneira rápida e eficiente, limitando o tempo cirurgico?Para evitar a tríade Letal (Acidose metabolica, hipotermia, e coagulopatia)
  33. 33Por que apos o controle da hemorragia e da contaminação, o abdome é deixado aberto em peritoneostomia?Para evitar a sindrome compartimental abdominal. O pcte deverá ser encaminhado para a UTI para estabilização. Após 24 a 48h, é feito o reparo definitivo de lesões abordadas durante a cirurgia
  34. 34Apresentação clinica de lesão esplênico. Pcte instável hemodinamicamente, com dor abdominal no quadrante superior esquerdo, fratura de arcos costais inferiores à esquerda e dor no ombro esquerdo (sinal de Kehr: causada pela irritação do nervo frênico pelo sangue adjacente ao hemidiafragma esquerdo).
  35. 35Classificação do Trauma EsplênicoClassificação do Trauma Esplênico
  36. 36Tratamento: Lesões esplenicas em pacientes estáaveislesões esplênicas graus I, II e III, desde que não apresentem indicação de laparotomia imediata, têm como conduta de escolha o tratamento conservador. Este consiste em observação em ambiente hospitalar, em UTI, c/ repouso, coleta de hb e ht seriados a cada 9h nas primeiras 24h e jejum por, pelo menos, 24h.
    Arteriografia com embolização da artéria esplênica: indicada em pctes estáveis, com lesões grau III ou IV, na presença de extravasamento ativo de contraste (blush arterial). A embolização é controversa nas lesões grau IV e em pacientes com mais de 55 anos.
  37. 37Conduta Trauma EsplenicoConduta Trauma Esplenico
  38. 38Pós Esplenectomia ATENÇÃO!Após a esplenectomia, é recomendada a imunização contra organismos
    encapsulados, incluindo Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis e
    Haemophilus influenzae tipo B, pelo menos em 14 dias após a cirurgia, para o máximo
    benefício imunológico.
  39. 39Segundo a ultima atualização do ATLS, a reposição volemica na criança traumatizada é feita de que forma?Solução isotônica cristaloide: 20 mL/kg em bólus. Se não houver resposta, seguir com o "protocolo de
    transfusão maciça pediátrico", que consiste em transfundir 10-20 mL/kg de concentrado de hemácias e
    10-20 mL/kg de plasma fresco congelado e plaquetas.
  40. 40Qual o órgão mais acometido nos ferimentos por arma branca?O fígado e é o segundo orgão mais acometido em traumas abdominais contusos.
  41. 41Classificação do Trauma HepáticoClassificação do Trauma Hepático
  42. 42Imagens de Lesão hepática por traumaImagens de Lesão hepática por trauma
  43. 43Lesão Hepática TratamentoA maioria das lesões hepáticas é de baixo grau e cicatriza espontaneamente com tratamento não operatório, que consiste em observação em UTI e possível arteriografia com embolização.
    ATENÇÃO: diante de uma lesão hepática, a indicação de tratamento cirurgico ou conservador depende, principalmente, das condições hemodinamicas do paciente
  44. 44Tratamento Lesões hepáticasTratamento Lesões hepáticas
  45. 45a maneira correta de realizar o empacotamento hepático:a maneira correta de realizar o empacotamento hepático:
  46. 46Qual estratégia cirúrgica importante é feita se o paciente mantiver sangramento hepático profuso?Manobra de Pringle
  47. 47Descreva a Manobra de PringleDescreva a Manobra de Pringle
  48. 48Quais são as opções cirurgicas para procedimento de desvio?. Bypass venovenoso: veia cava inferior é clampeada, e o sa ngue abaixo do sítio clampeado é desviado para a veia cava superior por meio de um circuito exracorpóreo.
    . Shunt atriocaval: shunt cirurgico feito com a inserção de um tubo entre o átrio direito e a veia cava inferior
  49. 49Resumo da conduta do trauma hepático hemorrágicoResumo da conduta do trauma hepático hemorrágico
  50. 50Qual a complicação pós trauma hepático em que há sangramento na árvore biliar?Hemobilia
  51. 51Qual é a tríade da Hemobilia?Tríade de Sandbloom: dor abdominal; HDA e Icterícia
  52. 52Qual exame para diagnóstico e qual o tratamento?Diagnóstico: Angio TC
    Tto: Arteriografia com embolização da artéria hepática
  53. 53Trauma gastrointestinalEnvolve: estomago, Intestino delgado, colon e reto.
    *OBS.: O diagnóstico de lesão de víscera oca pode ser difícil, pois não costuma cursar c/ sangramento significativo.
  54. 54Zona I do Trauma RetroperitonealÉ o retroperitoneo central, linha média supra e inframesocólica. Contém a aorta, a veia cava inferior, as origens dos vasos renais e viscerais principais, uma porção do duodeno e do pancreas
  55. 55Zona II ddo Trauma retroperitonealÉ o retroperitoneo lateral, contém as glandulas supra-renais, os rins, os vasos renais, os uretéres eo colon ascendente (direita) e descendente a esquerda. Goteiras parietocólicas
  56. 56Zona III do trauma retroperitonealInferior a bifurcação aórtica e inclui as artérias e veias ilíacas internas e externas direita e esquerda, o ureter distal, o cólon sigmóide distal e o reto
  57. 57Conduta nas Zonas I, II e III em trauma retroperitonealConduta nas Zonas I, II e III em trauma retroperitoneal
  58. 58Trauma UrológicoRenal, Ureter, Bexiga, Uretra, Genitais externos (testículos/pênis)
  59. 59Trauma Renal. O rim é o órgão mais acometido do trato geniturinário superior
    . Trauma Contuso - 80% dos casos
    . Mecanismo do Trauma: desaceleração rápida, golpe direto, nas costas ou flancos, ferimento penetrante no flanco e/ou dorso e fraturas de arcoscostais inferiores e posteriores.
    *OBS.: O grau de hematúria não tem relação c/ a gravidade da lesão renal
  60. 60Diagnóstico padrão ouro do Trauma RenalkTomografia computadorizada com contraste endovenoso (fase arterial, venosa e excretora tardia)
  61. 61Graus de Lesão Renal visualizadas em TCGraus de Lesão Renal visualizadas em TC
  62. 62Trauma de Bexiga. O mais comum é o contuso
    . A maioria associada a fratura pélvica concomitante (83 - 95%): Ramos púbicos/anel obturador
  63. 63Quadro clínico do trauma de bexiga. Hematúria macroscópica
    . Dor suprapúbica
    . Incapacidade ou dificuldade em urinar
    * Peritonite pode estar presente nos casos de lesão intraperitoneal
  64. 64Paciete pode ter peritonite em trauam de bexiga?. Sim, pode!
    . Lesão intraperitoneal: Líquido livre na barriga e hematúria
    . Lesão extraperitoneal
  65. 65Diagnóstico quanto a lesão de bexiga intra ou extraperitonealCistografia Retrograda
  66. 66TC com liquido livre sem lesão de Víscera maciça + hematúriaPensar em lesão intraperitoneal
  67. 67Tratamento - Trauma de bexiga. Intraperitoneal: Laparotomia e rafia primária da lesão; Cateter vesical por 2 a 3 semanas.
    .Extraperitonela: Cateter vesical de demora por 2 a 3 semanas
  68. 68Trauma da Uretra. Maioria é trauma contuso
    . Uretra anterior: fossa navicular, uretra peniana e uretra bulbar, onde a bulbar é a mais acometida
    . O tipo mais comum de trauma na bulbar é a queda do cavaleiro
    . Uretra posterior: Uretra membranosa e uretra prostática. As lesões geralmente ocorrem na uretra membranosa e estão associadas à fratura pélvica.
  69. 69Quadro clinico e Diagnóstico - Trauma de Uretra. Tríade clássica: Uretrorragia (sangue no meato uretral), incapacidade de urinar e globo vesical palpável (bexigoma)
    . Hematoma perineal ou "em forma de borboleta"
    . Próstata flutuante ao toque retal (deslocamento cranial) - na lesão de uretra posterior
    * Trauma direto ou queda a cavaleiro: uretra anterior (bulbar é mais comum)
    . Fratura pélvica: uretra posterior
    . Diagnóstico: uretrocistografia retógrada
  70. 70Tratamento - Trauma de Uretra. Imediato: cistostomia (Por punção ou aberta)
    . Definitivo: após 3 a 6 meses (pela Urologia)
  71. 71Fraturas PélvicasInstabilidade hemodinamica no cenário de fratura pélvica: devido a hemorragia do plexo venoso pré-sacral e das superfícies abertas do osso - 85%
    . A estabilidade da pelve é avaliada pelo exame físico e radiológico
    . FAST
  72. 72Tratamento - Fraturas pélvicasTratamento - Fraturas pélvicas

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Beschreibung
Condutas Iniciais, diagnósticos de lesões e tratamento
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