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João Vitor Samuel Castro Portugiesisch 48 Karten

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Karten in diesem Stapel (48)

  1. 1Qual o nome da alteração que pode ser observada na seta? Surge em qual contexto?Cisto de Naboth. Metaplasia Escamosa.Qual o nome da alteração que pode ser observada na seta? Surge em qual contexto?
  2. 2Qual o nome da alteração evidênciada na seta?Pérolas Córneas.Qual o nome da alteração evidênciada na seta?
  3. 3—Endometriose Colônica.Endometriose Colônica.
  4. 4Diagnóstico e micro.Adenomiose. Glândulas endometriais na intimidade do miométrio (profundidade >2,5mm)Diagnóstico e micro.
  5. 5Como podem ser classificadas as Hiperplasias Endometriais e qual a chance de malignização?Simples - Glândulas e estroma proliferam igualmente.
    Complexa - Proliferação de glândulas, que se tornam justapostas.
    Baixo Grau - Sem atipias (2% de malignização).
    Alto Grau - Com atipias (25% de malignização).
  6. 6Diagnóstico e micro.Hiperplasia Endometrial Complexa de Baixo Grau. Glândulas proliferadas, tortuosas, irregulares e justapostas sem atipias.Diagnóstico e micro.
  7. 7—Hiperplasia Endometrial Complexa de Alto Grau.Hiperplasia Endometrial Complexa de Alto Grau.
  8. 8Descreva os estágios de classificação do adenocarcinoma de endométrio.Grau I - Predomínio de Glândulas (bem diferenciado).
    Grau II - Glândulas em proporção semelhante à área sólida (moderadamente diferenciado).
    Grau III - Há predomínio de áreas sólidas (cels epiteliais proliferadas), (pouco diferenciado).
  9. 9Quais são os principais sítios de metástase do adenocarcinoma endometrial?Fígado e Pulmão.
  10. 10—Adenocarcinoma de Endométrio Grau I.Adenocarcinoma de Endométrio Grau I.
  11. 11—Adenocarcinoma de Endométrio Grau II.Adenocarcinoma de Endométrio Grau II.
  12. 12—Adenocarcinoma de endométrio grau III.Adenocarcinoma de endométrio grau III.
  13. 13Este é o tumor benigno mais comum do útero. Qual alteração degenerativa acomete mais as grávidas e seus sintomas?Degeneração Rubra/Vermelha/Carnosa - Dor, hipertermia e ruptura, causando abdome agudo.Este é o tumor benigno mais comum do útero. Qual alteração degenerativa acomete mais as grávidas e seus sintomas?
  14. 14DIAGNÓSTICO. Qual é a etiologia dessa alteração?Leiomioma intramural.
    Mutação monoclonal.
    DIAGNÓSTICO. Qual é a etiologia dessa alteração?
  15. 15DIAGNÓSTICO (seta). Quais fases da vida da mulher é mais prevalente? Por quê?Leiomioma subseroso. Gravidez pois é hormônio dependente.DIAGNÓSTICO (seta). Quais fases da vida da mulher é mais prevalente? Por quê?
  16. 16—Leiomioma subseroso.Leiomioma subseroso.
  17. 17Qual deles é mais sintomático?Submucoso. Produz sangramento facilmente.Qual deles é mais sintomático?
  18. 18DIAGNÓSTICO. Quais subtipos de HPV são mais prováveis nessa alteração?Carcinoma de Células Escamosas do Colo do Útero. 16 e 18.DIAGNÓSTICO. Quais subtipos de HPV são mais prováveis nessa alteração?
  19. 19DIAGNÓSTICO. Descreva as alterações citopáticas.Infecção por HPV. Binucleação e Coilocitose (núcleos atípicos e halos brancos perinucleares).DIAGNÓSTICO. Descreva as alterações citopáticas.
  20. 20DIAGNÓSTICO. Qual é o subtipo viral encontrado?Adenocarcinoma de colo uterino. HPV 18.DIAGNÓSTICO. Qual é o subtipo viral encontrado?
  21. 21—Alterações Fibrocísticas.Alterações Fibrocísticas.
  22. 22—Fibroadenoma de mama.Fibroadenoma de mama.
  23. 23DIAGNÓSTICO. Dê a micro.Fibroadenoma de mama. Neoplasia benigna circunscrita com proliferação de ductos epiteliais e estroma fibroso.DIAGNÓSTICO. Dê a micro.
  24. 24DIAGNÓSTICO. Qual a diferença com o fibroadenoma?Tumor Phyllodes.
    Possui crescimento mais rápido, maior e mais hipercelular.
    DIAGNÓSTICO. Qual a diferença com o fibroadenoma?
  25. 25—Carcinoma invasor ductal grau III - sem formação de túbulos, pleomorfismo nuclear, arranjo sólido.Carcinoma invasor ductal grau III - sem formação de túbulos, pleomorfismo nuclear, arranjo sólido.
  26. 26—Carcinoma intraductal "in situ" de alto grau.Carcinoma intraductal "in situ" de alto grau.
  27. 27—Carcinoma Ductal invasor.Carcinoma Ductal invasor.
  28. 28—Carcinoma Lobular Invasor.Carcinoma Lobular Invasor.
  29. 29Qual é a etiopatogenia do carcinoma inflamatório?Embolização maciça dos vasos linfáticos da derme por células neoplásicas.
  30. 30—Cistadenocarcinoma seroso.Cistadenocarcinoma seroso.
  31. 31DIAGNÓSTICO. Qual o marcador tumoral?Cistadenoma seroso benigno. CA 125.DIAGNÓSTICO. Qual o marcador tumoral?
  32. 32—Cistadenoma seroso "borderline"Cistadenoma seroso "borderline"
  33. 33—Cistadenoma mucinoso "borderline"Cistadenoma mucinoso "borderline"
  34. 34DIAGNÓSTICO. Qual é o marcador tumoral dessa neoplasia?Cistadenoma mucinoso. CA 19-9.DIAGNÓSTICO. Qual é o marcador tumoral dessa neoplasia?
  35. 35Qual é o aspecto da célula? Formam microfolículos chamados de?Células em "grão de café", corpúsculos de Call-Exner.Qual é o aspecto da célula? Formam microfolículos chamados de?
  36. 36DIAGNÓSTICO. Qual é o marcador tumoral dessa neoplasia?Tumor de células da granulosa. Alfa-inibina.DIAGNÓSTICO. Qual é o marcador tumoral dessa neoplasia?
  37. 37DIAGNÓSTICO. Qual o marcador tumoral dessa neoplasia? se monodermico é chamado de?Teratoma ovariano. alfa-fetoproteína. Struma ovarii.DIAGNÓSTICO. Qual o marcador tumoral dessa neoplasia? se monodermico é chamado de?
  38. 38—Abcesso tubo-ovariano/ salpingite aguda.Abcesso tubo-ovariano/ salpingite aguda.
  39. 39Quais sãos os estágios da DIP?I- Salpingite s/ peritonite;
    II- Salpingite c/ peritonite;
    III- Salpingite c/ oclusão ou abcesso tubo-ovariano;
    IV- Ruptura de abcesso tubo-ovariano;
  40. 40—Salpingite aguda.Salpingite aguda.
  41. 41DIAGNÓSTICO. Fatores de risco.Gravidez Ectópica. DIP c/ salpingite crônica, aderências peritubárias, cirurgia prévia, DIU.DIAGNÓSTICO. Fatores de risco.
  42. 42Qual é o achado obrigatório p/ diagnóstico da lesão.Vilosidades coriônicas revestidas por epitélio trofoblástico.Qual é o achado obrigatório p/ diagnóstico da lesão.
  43. 43DIAGNÓSTICO. etiopatogenia.Cisto folicular. Folículos não-rotos não-dominantes atrésicos que geralmente involuem de 2 a 3m e causam hemorragias uterinas acíclicas e disfuncionais.DIAGNÓSTICO. etiopatogenia.
  44. 44—Corpo lúteo, albicans, e cistos foliculares.Corpo lúteo, albicans, e cistos foliculares.
  45. 45DIAGNÓSTICO. Quais são os critérios de Rotherdam?SOP. Oligoamenorréia e ciclos anovulatórios, sinais clínico-ambulatoriais de androgenismo, ovários esclerocíticos ( 12+ folículos de 2-9mm ou ovário >10cm³)DIAGNÓSTICO. Quais são os critérios de Rotherdam?
  46. 46—Cisto lúteo.Cisto lúteo.
  47. 47Qual é a conduta para cada bi-rads?0 - Incapaz de avaliar lesão c/ mamografia, realizar RM, US.
    1- Ausência de lesões.
    2 - Lesões benignas.
    3 - Lesões provavelmente benignas (98%), realizar mamografias em intervalos menores.
    4- anormalidade suspeita 30% de chance de malignidade. Biópsia.
    5 - 95% de chance de malignidade. Biópsia.
    6 - Diagnóstico de Ca, mamografia para acompanhamento da lesão.
  48. 48—

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Beschreibung
PL GO 8P/2017 Unifenas BH
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