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Cianose
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Questions in this quiz (33)
1Definição
Cianose é a coloração [blank_start]azulada ou arroxeada[blank_end] da pele e mucosas, secundária a um aumento na taxa de [blank_start]hemoglobina reduzida[blank_end] ou de outros derivados da hemoglobina.- Aazulada ou arroxeada
- Bamarelada
- Chemoglobina reduzida
- Dbilirrubina
2Relembrando...
A hemoglobina (Hb) saturada de oxigênio chama-se oxi-hemoglobina e tem cor [blank_start]vermelho-vivo[blank_end], ao passar pelos capilares parte do O2 é liberado aos tecidos e a Hb é [blank_start]reduzida[blank_end] formando-se uma quantidade de [blank_start]desoxi-hemoglobina[blank_end] (ou hemoglobina [blank_start]reduzida[blank_end]) de cor [blank_start]azulada[blank_end] que, em condições normais, não pode ser percebida como alteração da coloração da pele.
(google)- Avermelho-vivo
- Bazulada
- Cdesoxi-hemoglobina
- Dmeta-hemoglobina
- Ereduzida
- Foxidada
- Greduzida
- Hoxidada
- Iazulada
- Jvermelho-vivo
3Fisiopatologia
Aumento da concentração de hemoglobina reduzida
A cianose aparece sempre que a concentração de hemoglobina reduzida no sangue supera o valor de [blank_start]5,0[blank_end] g/dL ao nível do leito capilar.- A5,0
- B1,5
- C3,0
4Fisiopatologia
É importante ressaltar que é a quantidade [blank_start]absoluta[blank_end], e não a [blank_start]relativa[blank_end], de hemoglobina reduzida que influencia a presença de cianose.
O que ocorre é que é necessário que se tenha mais de 5,0 g/dL de hemoglobina reduzida no sangue para ter cianose; se eu tenho um paciente anêmico, com 8,0 g/dL de hemoglobina circulante total, [blank_start]raramente[blank_end] ele vai apresentar cianose, porque seria necessário que 62,5% de suas hemoglobinas estivessem reduzidas para ter os 5,0 g/dL para manifestar cianose, isto é, esse paciente teria que ter tido uma queda de 62,5% de saturação de Hb para se apresentar cianótico.- Arelativa
- Babsoluta
- Cabsoluta
- Drelativa
- Eraramente
- Ffrequentemente
5Fisiopatologia
Num indivíduo normal, tendo por volta de 14,0 g/dL de hemoglobina circulante total, ele teria que ter uma queda de 35,7% na saturação de Hb para apresentar os 5,0 g/dL de hemoglobina reduzida e manifestar cianose. Agora, em pacientes policitêmicos (por exemplo com 21,0 g/dL de hemoglobina circulante total) é [blank_start]frequente[blank_end] a observação de cianose, mesmo em indivíduos com a oxigenação totalmente normal, pois a extração de oxigênio nas porcentagens habituais pode já ser suficiente para gerar níveis superiores a 5 g/dL de hemoglobina reduzida no leito capilar distal.- Afrequente
- Brara
6Para fixar...
Em pacientes com [blank_start]anemia importante[blank_end], como, por exemplo, 8,0 g/dL, é necessária queda de 62,5% na saturação de oxigênio para que a cianose seja detectada. Em pacientes com [blank_start]hemoglobina normal[blank_end] (14 g/dL), esta queda precisa ser de 35,7%, e em um paciente com [blank_start]policitemia[blank_end], com, por exemplo, 21 g/dL de hemoglobina, basta uma queda de 23,8% na saturação venosa de oxigênio, ou seja, uma saturação venosa de 76,2%, para que a cianose passe a ser percebida.
- Aanemia importante
- Bhemoglobina normal
- Cpolicitemia
7Fisiopatologia
Quando falamos que a cianose é decorrente do aumento na quantidade de hemoglobina reduzida, isto não significa necessariamente que a saturação [blank_start]arterial[blank_end] de oxigênio esteja diminuída. Aumentos na extração de oxigênio, como os que ocorrem em indivíduos com estase venosa, podem ser suficientes para produzir 5 g de hemoglobina reduzida a nível capilar, causando o aparecimento de cianose.- Aarterial
- Bvenosa
8Fisiologia -> aula do Burns
Outra condição em que se encontra cianose com pressão arterial de oxigênio dentro dos níveis normais é a meta-hemoglobinemia. Vamos relembrar a fisiologia:
Depois de deixar O2 nos tecidos, a Hb volta para os pulmões na forma de desoxi-hemoglobina (com Fe2+, ferro no estado [blank_start]ferroso[blank_end]) -> essa Hb recebe O2 formando o superóxido-ferri-hemoglobina (Fe3+ O2- **Fe3+ = ferro no estado [blank_start]férrico[blank_end]) -> nos tecidos, na maioria das vezes, o O2 é liberado e forma novamente desoxi-hemoglobina (com [blank_start]Fe2+[blank_end]).- Aférrico
- Bferroso
- Cferroso
- Dférrico
- EFe2+
- FFe3+
9Fisiologia
Acontece que, quando o O2 é deixado nos tecidos, em cerca de 3% das vezes, o que ocorre é que o superóxido-ferri-hemoglobina (Fe3+ O2-) libera O2- e forma a meta-hemoglobina (com [blank_start]Fe3+[blank_end]) ao invés de desoxi-hemoglobina (com [blank_start]Fe2+[blank_end]). O problema é que a meta-hemoglobina, na qual o ferro no estado [blank_start]férrico[blank_end] é incapaz de se ligar à hemoglobina, não conseguindo pegar novo O2 do pulmão.- AFe3+
- BFe2+
- CFe2+
- DFe3+
- Eférrico
- Fferroso
10Fisiopatologia da meta-hemoglobinemia
Normalmente, o organismo, por meio da NADH citocromo b5 [blank_start]redutase[blank_end] e NADPH-[blank_start]redutase[blank_end] , [blank_start]reduz[blank_end] a meta-hemoglobina a desoxi-hemoglobina, sendo que os níveis normais de meta-hemoglobina no sangue são inferiores a 1%. Para que ocorra cianose, é necessário que haja aumento de mais de 1,5 g/dL de meta-hemoglobina. Os sintomas só aparecem quando a taxa de meta-hemoglobinemia for de 3,5 a 6 g/dL. Do ponto de vista clínico, só ocorrerá meta-hemoglobinemia se houver:
- Mutação da cadeia globínica, com formação da hemoglobina M;
- Deficiência das vias de redução;
- Meta-hemoglobinemia tóxica, na qual vários tipos de drogas podem oxidar o ferro da hemoglobina.- Aredutase
- Boxidase
- Credutase
- Doxidase
- Ereduz
- Foxida
11Fisiopatologia
Meta-hemoglobinemia
O que ocorre na meta-hemoglobinemia é que faz com que o sangue adquira uma coloração com tendência ao marrom, comumente confundida com a da [blank_start]desoxi-hemoglobina[blank_end].- Adesoxi-hemoglobina
- Boxi-hemoglobina
12Classificação -> aula do Burns + livro
A classificação da cianose refere-se a causa da cianose, a manifestação clínica é sempre nas extremidades. A cianose pode ser classificada em:
- [blank_start]Central[blank_end]: queda do conteúdo arterial de oxigênio;
- [blank_start]Periférica[blank_end]: maior extração periférica de oxigênio;
- [blank_start]Mista[blank_end]: paciente apresenta tanto diminuição na quantidade total de O2 no sangue quanto aumento na extração de oxigênio pelos tecidos.- ACentral
- BPeriférica
- CMista
13Classificação e diagnóstico clínico -> aula do Burns
Cianose central
A queda do conteúdo arterial de oxigênio pode ocorrer por:
- [blank_start]Redução do O2 no ar inspirado[blank_end]: como em altas altitudes;
- [blank_start]Redução da ventilação pulmonar[blank_end]: como em uma obstrução de via aérea;
- [blank_start]Comprometimento das trocas gasosas[blank_end]: como em uma pneumonia ou num enfisema
- [blank_start]Shunt arterio-venoso[blank_end]: como em uma comunicação atrial, que “dilui” o sangue oxigenado.- AComprometimento das trocas gasosas
- BShunt arterio-venoso
- CRedução da ventilação pulmonar
- DRedução do O2 no ar inspirado
14Diagnóstico clínico
Cianose central
Quando solicitamos ao paciente que eleve um dos braços por 1 minuto e o abaixe em seguida, observamos inicialmente [blank_start]palidez[blank_end] cutânea, decorrente da drenagem de sangue do membro e, na sequência, observa-se o aparecimento imediato de [blank_start]cianose[blank_end], pois o sangue que chega à extremidade já está com seu conteúdo de O2 diminuído.- Apalidez
- Bcianose
- Crubor
15Diagnóstico clínico
Cianose central
A cianose central [blank_start]tende[blank_end] a piorar com o esforço, é [blank_start]frequentemente[blank_end] acompanhada de pele quente, [blank_start]melhora[blank_end] com a inalação de oxigênio (exceto nos portadores de cardiopatia por shunt direita-esquerda) e [blank_start]não reverte[blank_end] quando o membro é colocado em água quente.- Atende
- Bnão tende
- Cfrequentemente
- Draramente
- Emelhora
- Fnão melhora
- Gnão reverte
- Hreverte
16Classificação
Cianose periférica
A cianose periférica pode ocorrer por lentificação de fluxo sanguíneo arterial para uma determinada área, com consequente [blank_start]aumento[blank_end] na extração local de oxigênio.- Aaumento
- Bdiminuição
17Classificação
Cianose periférica
Pode ser [blank_start]generalizada[blank_end], como nos casos de hipotensão grave, ou [blank_start]localizada[blank_end], como quando o paciente apresenta obstrução arterial, ou mesmo pelo simples contato com o frio. Associa-se à [blank_start]vasoconstrição[blank_end] e aparece ou piora com temperaturas frias.- Alocalizada
- Bgeneralizada
- Cgeneralizada
- Dlocalizada
- Evasoconstrição
- Fvasodilatação
18Diagnóstico clínico
Cianose periférica
Quando se solicita ao paciente que eleve um membro com cianose periférica por 1 minuto, observa-se que, após [blank_start]palidez[blank_end], segue-se uma onda de [blank_start]coloração avermelhada[blank_end] secundária à chegada de sangue oxigenado, que depois é substituída pela [blank_start]coloração azulada[blank_end], à medida que a extração de O2 vai aumentando. [blank_start]Não há[blank_end] melhora significativa com a inalação de oxigênio, o calor local [blank_start]tende[blank_end] a melhorá-la e, quando localizada, o membro tende a ser [blank_start]frio[blank_end].- Acoloração avermelhada
- Bpalidez
- Ccoloração azulada
- Dpalidez
- Ecoloração azulada
- Fpalidez
- Gcoloração azulada
- Hcoloração avermelhada
- Icoloração avermelhada
- JNão há
- KHá
- Lfrio
- Mquente
- Ntende
- Onão tende
19Diagnóstico clínico
Cianose periférica
Outro mecanismo que pode gerar cianose periférica é a presença de congestão [blank_start]venosa[blank_end]. Isso ocorre, por exemplo, em pacientes com TVP, pois a obstrução ao fluxo [blank_start]venoso[blank_end] [blank_start]aumenta[blank_end] o tempo de permanência do sangue no leito capilar, [blank_start]aumentando[blank_end], assim, a extração de oxigênio e gerando [blank_start]maiores[blank_end] quantidades de hemoglobina reduzida. Pacientes com hipertensão venosa por insuficiência cardíaca direita podem apresentar cianose periférica por este mesmo mecanismo.- Avenosa
- Barterial
- Cvenoso
- Darterial
- Eaumenta
- Fdiminui
- Gaumentando
- Hdiminuindo
- Imaiores
- Jmenores
20Diagnóstico clínico
Cianose periférica
As causas de cianose periférica pura também apresentam seus dados específicos de história e exame físico, mas a simples [blank_start]ausência[blank_end] de achados pulmonares e cardíacos já direciona o diagnóstico a elas. A avaliação da circulação arterial, através da palpação dos pulsos periféricos, e a procura de sinais de trombose venosa profunda, como dor e empastamento em panturrilha, são [blank_start]obrigatórias[blank_end] durante a avaliação de paciente com suspeita de cianose periférica.- Aausência
- Bpresença
- Cobrigatórias
- Ddesnecessárias
21Classificação e diagnóstico clínico
Cianose mista
Neste caso, o paciente apresenta tanto [blank_start]diminuição[blank_end] na quantidade total de O2 no sangue quanto [blank_start]aumento[blank_end] na extração de oxigênio pelos tecidos. O exemplo clássico são os pacientes com insuficiência cardíaca grave, que apresentam [blank_start]diminuição[blank_end] da saturação de hemoglobina secundária ao prejuízo na troca pulmonar + [blank_start]hipotensão[blank_end] e à estase venosa sistêmica, com aumento da extração periférica.- Adiminuição
- Baumento
- Caumento
- Ddiminuição
- Ediminuição
- Faumento
- Ghipotensão
- Hhipertensão
22Classificação e diagnóstico clínico
Meta-hemoglobinemia
A gravidade dos sintomas se relaciona com os níveis de meta-hemoglobina no sangue. Concentrações na faixa de [blank_start]10 a 15[blank_end]% costumam causar apenas cianose, sem outros sintomas. Níveis de [blank_start]20 a 45[blank_end]% produzem sintomas como náuseas, tontura, letargia, cefaleia e taquicardia. À medida que a porcentagem de meta-hemoglobina aumenta, podem aparecer dispneia, arritmias, convulsões, coma e óbito. Concentrações acima de 70% são geralmente fatais.- A10 a 15
- B1 a 1,5
- C20 a 45
- D10 a 15
23Diagnóstico clínico
Dispneia aos esforços [blank_start]frequentemente[blank_end] está presente em pacientes com cianose central, já que a concentração de O2 arterial [blank_start]diminuída[blank_end] provavelmente será [blank_start]insuficiente[blank_end] para suprir a demanda, pelo menos durante o esforço físico.- Afrequentemente
- Braramente
- Cdiminuída
- Daumentada
- Einsuficiente
- Fsuficiente
24Diagnóstico clínico
A Figura ilustra o exame das mãos de uma paciente com cianose de origem [blank_start]central[blank_end]. O achado de baqueteamento de dedos sugere uma doença crônica, que foi confirmada pelo relato de tabagismo acentuado e queixas crônicas de dispneia progressiva aos esforços e tosse produtiva há vários anos. Ao exame físico notava-se diminuição difusa dos sons pulmonares e roncos difusos, compatíveis com [blank_start]hiperinsuflação[blank_end] pulmonar e presença de secreção em vias aéreas.
- Ahiperinsuflação
- Bhipoinsuflação
- Ccentral
- Dperiférica
25Diferenciação de cianose central e periférica -> aula do Burns
-> Na inalação de oxigênio, a cianose:
- Central: [blank_start]melhora[blank_end]
- Periférica: [blank_start]não melhora[blank_end]
-> As extremidades na cianose:
- Central: são [blank_start]quentes[blank_end]
- Periférica: são [blank_start]geralmente frias[blank_end]
-> Colocando a área cianótica em água quente, a cianose:
- Central: [blank_start]não desaparece[blank_end]
- Periférica: [blank_start]desaparece[blank_end]- Anão melhora
- Bmelhora
- Cmelhora
- Dnão melhora
- Egeralmente frias
- Fquentes
- Gquentes
- Hgeralmente frias
- Inão desaparece
- Jdesaparece
- Kdesaparece
- Lnão desaparece
26Diferenciação de cianose central e periférica -> aula do Burns
-> A localização da cianose é:
- Central: [blank_start]generalizada[blank_end]
- Periférica: [blank_start]generalizada ou localizada[blank_end]
-> Ao fazer a manobra de elevação de membro, quando baixamos de novo o membro a cianose:
- Central: apresenta [blank_start]retorno[blank_end] da cianose
- Periférica: apresenta [blank_start]desaparecimento (por um tempo)[blank_end] da cianose- Ageneralizada ou localizada
- Bgeneralizada
- Cgeneralizada
- Dgeneralizada ou localizada
- Eretorno
- Fdesaparecimento
- Gdesaparecimento
- Hretorno
27Diagnósticos diferenciais
[blank_start]Equimoses[blank_end]: extravasamento de sangue dos vasos sanguíneos da pele que se rompem formando uma área de cor roxa;
[blank_start]Pseudocianose[blank_end]: algumas medicações e metais pesados podem causar uma cor azulada ou acinzentada da pele;
[blank_start]Fenômeno de Raynaud[blank_end]: alteração da coloração desencadeada pelo frio ou por contato com água fria.- AEquimoses
- BPseudocianose
- CFenômeno de Raynaud
28Diagnóstico diferencial
Equimoses
Equimoses podem ser confundidas com cianose, mas o diagnóstico diferencial é facilmente realizado, pois, além de serem localizadas, ao se aplicar pressão sobre a pele, a pele se torna pálida na [blank_start]cianose[blank_end], e não se altera quando a cor azulada é devida a [blank_start]equimose[blank_end].- Aequimose
- Bcianose
29Diagnóstico diferencial
Pseudocianose
Algumas medicações e metais pesados podem causar uma cor azulada ou acinzentada da pele que pode ser confundida com cianose. Tecnicamente, esta cor é referida como pseudocianose e deve ser distinguida da verdadeira cianose. Clorpromazina, amiodarona e minociclina são as medicações mais frequentemente associadas à pseudocianose. De modo semelhante às equimoses, a pseudocianose é diferenciada da cianose verdadeira por [blank_start]não desaparecer[blank_end] à pressão da pele.- Anão desaparecer
- Bdesaparecer
30Diagnóstico diferencial
Fenômeno de Raynaud
O fenômeno de Raynaud é uma alteração da coloração desencadeada pelo frio ou por contato com água fria, caracterizado por [blank_start]palidez[blank_end], seguida de [blank_start]cianose[blank_end] e, posteriormente, por [blank_start]rubor[blank_end], nesta sequência, embora nem sempre as três fases sejam detectáveis. Geralmente acomete os dedos das mãos, mas pode acometer também os dedos dos pés, o nariz e as orelhas.- Apalidez
- Bcianose
- Crubor
31Diagnóstico diferencial
Fenômeno de Raynaud
A primeira fase do fenômeno de Raynaud é decorrente de vasoespasmo, com consequente [blank_start]diminuição[blank_end] do fluxo sanguíneo para a rede capilar das extremidades, causando, assim, palidez. Na segunda fase, desaparece o espasmo de [blank_start]arteríolas e capilares arteriais[blank_end] e surge o espasmo de [blank_start]capilares venosos e vênulas[blank_end], o que leva a estase sanguínea, [blank_start]maior[blank_end] extração de oxigênio e consequente [blank_start]aumento[blank_end] de hemoglobina reduzida, resultando na cianose. Na terceira fase, desaparece o vasoespasmo e ocorre [blank_start]vasodilatação[blank_end], com a rede capilar sendo preenchida por sangue arterializado, que leva ao rubor.- Adiminuição
- Baumento
- Ccapilares venosos e vênulas
- Darteríolas e capilares arteriais
- Earteríolas e capilares arteriais
- Fcapilares venosos e vênulas
- Gmaior
- Hmenor
- Iaumento
- Jdiminuição
- Kvasodilatação
- Lvasoconstrição
32Diagnóstico laboratorial
A análise da gasometria arterial é fundamental para a diferenciação da cianose:
- Na [blank_start]central[blank_end] ocorre diminuição da PaO2 e da saturação de oxigênio, o que não ocorre na [blank_start]periférica[blank_end].
- Na meta-hemoglobinemia, a PaO2 é [blank_start]normal[blank_end], e é necessário realizar a dosagem da meta-hemoglobina
- A radiografia simples do tórax também contribui significativamente no diagnóstico de causas de cianose [blank_start]central[blank_end], tanto por doença pulmonar (pneumonia, pneumotórax, atelectasia, derrame pleural etc.), quanto na detecção de cardiomegalia e congestão pulmonar, caracterizando um quadro radiológico de insuficiência cardíaca.- Aperiférica
- Bcentral
- Ccentral
- Dperiférica
- Enormal
- Fbaixa
- Gcentral
- Hperiférica
33Tratamento
Como forma de tratamento, de um modo geral, o suplemento de oxigênio, tanto na forma não invasiva como através de ventilação mecânica é frequentemente necessário no controle da cianose [blank_start]central[blank_end] e da dispneia, desde que não haja rápida reversibilidade do desencadeante do quadro. Deste modo, as abordagens que [blank_start]reduzem[blank_end] o trabalho respiratório melhoram as trocas gasosas e o débito cardíaco devem proporcionar a melhora clínica do paciente.
Cianoses [blank_start]periféricas[blank_end] puras podem ser aliviadas com aquecimento da extremidade.- Aperiféricas
- Bcentrais
- Ccentral
- Dperiférica
- Ereduzem
- Faumentam
Information
- Description
- Fontes: FMUSP - Clínica médica volume 1 e aula do Burns
- Author
- Ana Castro
- Language
- Português
- Views
- 4
- Tags
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