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2. PLATÃO E SÓCRATES

FELIPE MEDICINA Filosofia Portugués 57 fichas

2. PLATÃO E SÓCRATES

Fichas del conjunto (57)

  1. 1SÓCRATESCRIADOR DE UM MÉTODO DE ENSINO E FOI MESTRE DE PLATÃO
  2. 2PRÉ-SOCRÁTICOS x SÓCRATES x SOFISTAS*PRÉ-SOCRÁTICOS: QUESTÕES DA NATUREZA (ORIGEM DA REALIDADE)
    *SÓCRATES E SOFISTAS: QUESTÕES HUMANAS (RELAÇÕES SOCIAIS)
  3. 3SÓCRATES x SOFISTASATENAS: BERÇO DA DEMOCRACIA
    COMO O PODER EM ATENAS ERA CONQUISTADO POR MEIO DO VOTO, OS ATENIENSES ERAM LEVADOS A VOTAR NAQUELE QUE TIVESSE O MELHOR DISCURSO, FUNÇÃO QUE OS SOFISTAS (GRUPO D PENSADORES) DESENVOLVIAM UTILIZANDO A RETÓRICA (ARTE DO CONVENCIMENTO)
  4. 4SÓCRATES x SOFISTASOS SOFISTAS, ÀS VEZES, TINHAM CONHECIMENTO DE QUE MANIPULAVAM A VERDADE EM PROL DO CONVENCIMENTO
  5. 5SÓCRATES x SOFISTASSÓCRATES CRITICAVA A RETÓRICA DOS SOFISTAS PORQUE ENTENDIA QUE APESAR DE BELO, O DISCURSO PODERIA LEVAR A CIDADE A UMA GUERRA.
  6. 6SÓCRATES x SOFISTASPERCEBENDO QUE A RETÓRICA SOFISTA TINHA A FRAGILIDADE DE PRESSUPOR UMA VERDADE DESDE O INÍCIO PARA O OUVINTE (POR EXEMPLO, "É SABIDO QUE"... "COMO É UM PRINCÍPIO BASILAR"...) QUE CONCORDAVA MESMO NÃO TENDO CONHECIMENTO DO ASSUNTO, SÓCRATES QUEBRAVA O DISCURSO, EM 1º COM UMA HUMILDADE SINCERA QUESTIONANDO OS PONTOS CENTRAIS DA RETÓRICA (IRONIA: ARTE DE COLOCAR EM QUESTÃO UMA DETERMINADA AFIRMAÇÃO); E EM 2º COM A MAIÊUTICA.
  7. 7MAIÊUTICAÉ um método ou técnica que pressupõe que a verdade está latente em todo ser humano, podendo aflorar aos poucos na medida em que se responde a uma série de perguntas simples, quase ingênuas, porém perspicazes
  8. 8SÓCRATES: DIALÉTICASÓCRATES: DIALÉTICA
  9. 9SÓCRATES: DIALÉTICA PARA REFUTAR O DISCURSO SOFISTA1º EU NÃO SEI O QUE É
    2º O QUE É?
    3º ISSO TEM UMA CONSEQUÊNCIA
    4º CHEGA-SE À HARMONIA SOBRE O QUE É
  10. 10SOFISTASDEFENDIAM O RELATIVISMO E O FATO DE QUE SERIA IMPOSSÍVEL SE A VERDADE UNIVERSAL QUE SÓCRATES AFIRMAVA
  11. 11PROTÁGORASUM SOFISTA QUE ENTENDIA QUE O HOMEM ERA A MEDIDA DE TODAS AS COISAS.
  12. 12GÓRGIASUM SOFISTA QUE DEFENDIA A IMPOSSIBILIDADE DO CONHECIMENTO, DE QUE O CONHECIMENTO É MODIFICADO A CADA PESSOA QUE COLOCA SOBRE ELE O SEU PONTO DE VISTA.
  13. 13PLATÃO: MUNDO DAS IDEIAS (INTELIGÍVEL) x MUNDO SENSÍVELBEBENDO DAS FONTES DE PARMÊNIDES (IMUTABILIDADE) E HERÁCLITO (MUTABILIDADE CONSTANTE), SÓCRATES E PLATÃO PROPÕE QUE EXISTEM 2 REALIDADES: A DOS SENTIDOS (TATO, OLFATO, PALADAR...), QUE NOS ACOMPANHA E QUE MUDA CONSTANTEMENTE (MUNDO SENSÍVEL); E A DA COMPREENSÃO RACIONAL DA REALIDADE (MUNDO DAS IDEIAS) QUE É CONSTANTE E UNIVERSAL.
  14. 14PLATÃO: MUNDO DAS IDEIAS (INTELIGÍVEL) x MUNDO SENSÍVELO MUNDO DAS IDEIAS É IMPORTANTE PARA A CONSTRUÇÃO DAS CIÊNCIAS, POIS ESSA SE BASEIA NA ORDEM, CASO TUDO FOSSE UMA MUDANÇA CONSTANTE, TAL QUAL O MUNDO SENSÍVEL, SERIA IMPOSSÍVEL PENSAR A REALIDADE
  15. 15PLATÃO: MUNDO DAS IDEIAS (INTELIGÍVEL) x MUNDO SENSÍVELO CAMINHO PARA SE ATINGIR A IDEIA DE ALGO PASSA DESDE A SENSIBILIDADE ATÉ A IDEALIZAÇÃO ABSTRATA PERFEITA
  16. 16PLATÃO: GRADAÇÃO DO CONHECIMENTOPLATÃO: GRADAÇÃO DO CONHECIMENTO
  17. 17PLATÃO: GRADAÇÃO DO CONHECIMENTOAS IDEIAS SÃO INATAS, MAS PARA QUE AS ALCANCE É NECESSÁRIO LIMPAR TODA A SENSIBILIDADE QUE EM ALGUMA MEDIDA CORROBORA PARA A CONFUSÃO
  18. 18PLATÃO E A ARTE: CONCEITO DE BELOUMA DAS IDEIAS PURAS E IMUTÁVEIS, MATEMATICAMENTE PERFEITA.
  19. 19PLATÃO E A ARTE: MIMETISMOTODA ARTE É UMA CÓPIA FALSEADA, PORQUE ESTÁ A 3 GRAUS DE AFASTAMENTO DA REALIDADE VERDADEIRA.
  20. 20PENSAMENTO SOCRÁTICOA busca da verdade e o amor a filosofia serão as principais
    marcas do pensamento socrático. Ele representa um marco no
    desenvolvimento do pensamento filosófico racional, ao buscar a
    essência por trás das coisas, a verdade e seu rigor de pensamento.
  21. 21PENSAMENTO SOCRÁTICOProcurava libertar a mente das pessoas revelando a verdade
    que estava guardada dentro de cada um. Usava como elementos de
    retórica a maiêutica e a ironia.
  22. 22MAIÊUTICAconsistia em realizar várias perguntas sobre as
    convicções do interlocutor (aquele com que se fala) enquanto as
    ironizava. Procurava assim demonstrar o absurdo de alguns
    pensamentos ou condutas.
  23. 23PLATÃOem sua obra “A
    República”. Repensou todo o sistema
    político vigente pois questionava que um
    sistema de governo em que o mais sábio
    dos homens foi morto sob acusações que considera incongruentes,
    destaca que a morte de Sócrates foi por razões políticas, e não culpa o
    mestre por ter optado pelo caminho mais trágico.
  24. 24PLATÃOPensou numa nova
    organização política, defendeu a república com forma ideal de governo,
    mas com uma divisão hierarquizada como a da sua época. Para ele a
    cidade deveria ser governada por filósofos, defendida pelos
    guerreiros (nobres por definição) e o trabalho realizado pelos
    escravos.
  25. 25PLATÃOHeráclito é o filósofo do
    devir e que para ele tudo muda constantemente, enquanto Parmênides
    defende que nada muda, procurava a essência das coisas. Qual seria a
    correta? Lembre-se que para Platão a verdade é única. Irá unir as
    duas ideias na sua concepção da existência de que há um mundo
    sensível e um mundo das ideias. Todos os elementos possuem uma
    dupla existência: uma sensível e uma imaterial.
  26. 26PLATÃO: MUNDO SENSÍVELO mundo sensível, ou
    mundo concreto, a phisis é imperfeito e uma cópia do que existe no mundo das ideias.
  27. 27PLATÃO: MITO DA CAVERNAOs homens não veem a verdade, que reside no mundo ideal. Vê
    somente sombras projetadas no fundo duma caverna, na qual está
    preso à grilhões (correntes). As sombras são projetadas por tochas que
    são erguidas por homens. O filósofo consegue se libertar das correntes
    e sair da caverna em direção à luz, mas o caminho é sofrido. Mas ao
    sair da caverna aproveita da mais sublime verdade revelada.
  28. 28ARISTÓTELESEm política
    Aristóteles defende a Monarquia com forma ideal de governo,
    sobretudo em razão da estabilidade, pois como o poder é hereditário,
    os homens não perderiam tempo o disputando.
  29. 29ARISTÓTELESEm termos filosóficos
    gerais defende que podemos chegar ao conhecimento da verdade
    através do profundo conhecimento do que há de concreto produzido
    pelo homem e de seu comportamento.
  30. 30ARISTÓTELESPara ele o universo é regido por leis, num
    todo ordenado, e que podemos conhece-las através da filosofia.
    Através dela devemos conhecer profundamente o ser e a sabedoria, a
    metafísica. Chama de substância a essência das coisas. Para ele
    essência e aparência são partes do mesmo todo, principalmente
    inseparável.
  31. 31ARISTÓTELESacha que o ser humano não pode
    ser sensível e ideal, mas que o ser é uno e uma condição é inseparável
    da outra. “Como então as ideias, que são substâncias das coisas,
    seriam separadas das coisas”.
  32. 32ARISTÓTELESFilosofar e o conhecimento só poderiam
    começar a partir do momento que se assume que não se sabe nada. É
    o espanto do reconhecimento da ignorância um caminho positivo na
    construção do saber. Com o crescimento intelectual do ser ele sai da
    Doxa (opinião) e vai para a epsteme (conhecimento, ciência. Aqui a
    palavra tem um sentido diferente da que adquire no século XVIII).
  33. 33ARISTÓTELESÉ o filósofo da física (o estudo da natureza e suas causas e
    efeitos) e a metafísica (o estudo do ser e do próprio conhecimento).
    Acredita que a virtude é o caminho do meio, o comedimento, pois os
    extremos não revelam nada e não são produtivos.
  34. 34Antístenes e Diógenes de Sínope: CÍNICOSAs convenções sociais e as pessoas mexem com
    a nossa cabeça e nos tiram da naturalidade. Os desejos e as
    expectativas, a maior parte das vezes inalcançável nos tira da
    ATARAXIA.Pregava o desapego dos bens materiais e convenções
    sociais, vivendo com o mínimo.
  35. 35Pirro: CÉTICOSComo toda ideia há uma oposta equivalente, não devemos
    nos envolver profundamente com nenhuma delas. Consequentemente
    devemos manter sempre a dúvida enquanto fundamento do
    questionamento.
  36. 36CETICISMO Busca pela verdade.
     Sempre há o conflito de teorias.
     As teorias opostas são sempre equivalentes
     Devemos suspender o juízo sobre as teorias, para alcançarmos
    a ATARAXIA.
  37. 37EPICURISMOEpicuro dizia que negar os prazeres do corpo, que
    são naturais, é uma violência contra o próprio ser, pois eles tornam a
    existência mais suportável.
  38. 38ESTOICOS : Zenão, Sêneca e Cícero.Para os estoicos todas as coisas são ligadas
    por uma essência divina, e tudo é designado por uma razão divina
    (apesar da semelhança é um pensamento filosófico e não religioso).
    Pregam que é necessário ter força para lutar pelo que se acredita e que
    é possível modificar, enquanto devemos aceitar aquilo que não
    podemos modificar. Dessa forma não devemos nos revoltar com o
    envelhecimento, doenças ou a morte, mas devemos ter coragem de
    lutar por aquilo que acreditamos. Para alcançar a ATARAXIA é
    necessário coragem para enfrentar o que podemos mudar e aceitar as
    leis da natureza.
  39. 39PLATÃOa razão é capaz de gerar conhecimento, mas a
    sensação não.
  40. 40PLATÃOA realidade inteligível (mundo das Ideias, das Formas), na
    qual se encontram as essências, o Ser de cada coisa existente.
    Uma realidade alcançável apenas pelos “olhos da alma”, pois é
    observado apenas pelo esforço da razão. Exatamente por ser
    inteligível, essa realidade tem como características: ser
    metafísica, isto é, imaterial ou incorpórea; ser una, isto é, reduz
    a multiplicidade das coisas sensíveis a uma unidade; ser eterna,
    por não se submeter ao ciclo de geração e degeneração das
    coisas do mundo sensível.
  41. 41DETERMINISMOa vida humana está fadada a ser
    governada por forças superiores, restando ao homem pouca
    liberdade para alterar seu destino, pois mesmo que ele tente
    mudar o rumo das coisas não conseguirá mudar seu futuro
  42. 42PLATÃO: REPÚBLICAa justiça é definida como um
    princípio segundo o qual a cidade opera com cada cidadão se
    ocupando de uma tarefa, aquela para a qual é mais bem dotado
    por natureza. A ciência política
    em Platão é, em última instância, uma ciência da natureza.
  43. 43PLATÃOo mito da caverna é
    uma alegoria a respeito das duas principais formas de
    conhecimento: na teoria das ideias, Platão distingue o mundo sensível, dos fenômenos, e o mundo inteligível, das ideias,
    portanto, existem dois mundos.
  44. 44EPICUROa doutrina de Epicuro é uma filosofia
    do prazer. Achar o caminho de maior felicidade e tranquilidade,
    evitando a dor, era a máxima epicurista. No entanto, não se
    trata da busca de qualquer prazer
  45. 45PLATÃOa busca pelo conhecimento
    verdadeiro permeia todo seu sistema filosófico. Neste sistema,
    Platão estabelece que existem dois mundos, o mundo sensível
    (representa a matéria e as sensações ao qual estamos
    inseridos) e o mundo inteligível (representa as ideias, a razão).
  46. 46PLATÃOos filósofos são os únicos capazes
    de conhecer a verdade e devem decidir o destino da cidade,
    neste contexto a democracia é um empecilho, pois não produz
    um consenso absoluto, verdadeiro.
  47. 47APOLOGIA DE SÓCRATESo principal acusador de Sócrates é Meleto que o acusa
    de “corromper a juventude” e “desrespeitar os deuses” dizendo
    que estes em nada contribuem para a melhora da sociedade.
  48. 48APOLOGIA DE SÓCRATESDestaca-se no relato o método socrático que se fundamenta na:
    ”Ironia” que representa a capacidade de fingir-se de ignorante
    perante seu adversário a fim de por meio de perguntas e
    respostas fazer com que este se reconheça ignorante acerca do
    assunto que julga saber; e a “Maiêutica”, que busca conduzir
    de forma gradativa o indivíduo a encontrar respostas mais
    coerentes que o levam a descobrir a verdade.
  49. 49APOLOGIA DE SÓCRATESOs principais
    inimigos de Sócrates era os sofistas. Estes representam para os
    filósofos os “falsos mestres do saber”, pois não se preocupam
    com a busca pela verdade, (por considerarem isto impossível)
    e assim se dedicam principalmente para a arte da oratória.
  50. 50PLATÃOdefendeu a teoria de que o conhecimento
    verdadeiro se encontra no mundo inteligível (Mundo das
    Ideias), representado pelas ideias perfeitas que não sofrem a
    corrupção, captadas pelo pensamento. Neste mundo, as ideias
    estão organizadas hierarquicamente das mais elevadas a de
    menor perfeição, sendo o bem, o belo e o justo as ideias mais
    elevadas.
  51. 51PLATÃOOposto ao Mundo das Ideias está o Mundo Sensível
    (Mundo da Matéria). Neste mundo residem os objetos que
    temos acesso, porém estes são cópias imperfeitas captadas
    pelos sentidos. Desta forma, qualquer representação das ideias
    ou da beleza são apenas imitações (mimesis) das coisas
    sensíveis e não das verdadeiras ideias.
  52. 52PLATÃO: ARTEa arte é uma
    imitação inferior da perfeição das ideias, sendo considerada
    como uma mera ilusão para os sentidos.
  53. 53ARISTÓTELES: ARTEa arte é uma imitação de coisas possíveis que não tem realidade, mas podem vir a ter. A mimesis é algo natural dos
    seres humanos, como forma de invenção da realidade.
    Portanto, a arte representa possibilidade de compreensão e
    conhecimento da realidade, servindo também como
    aprimoramento do ser humano na busca de sua realização
    moral, nas palavras do filósofo é uma “catarse” que por meio
    da educação dos sentidos conduz o ser humano ao equilíbrio.
  54. 54ARISTÓTELESsociedade idealizada: a classe dos comerciantes era
    responsável por prover a cidade daquilo que fosse necessário
    para a sobrevivência; a classe dos guerreiros era responsável
    por proteger a cidade e a classe dos administradores que tinha
    como função determinar os melhores rumos para a realização
    de todos os habitantes da cidade de acordo com suas aptidões
    naturais. Assim, Aristóteles comparava o escravo a um bem, um
    instrumento, não sendo diferenciado dos animais, não sendo
    nem ao menos enquadrados em seu sistema de classes. Uma
    vez que a escravidão estava garantida, segundo a concepção
    deste autor, o senhor, o dono do escravo, poderia dedicar-se a
    atividades próprias aos cidadãos, aos homens livres, ou seja,
    colaborar para o desenvolvimento pleno da cidade.
  55. 55ARISTÓTELES: ONTOLOGIAparte da filosofia que tem por objeto o estudo das propriedades mais gerais do ser, apartada da infinidade de determinações que, ao qualificá-lo particularmente, ocultam sua natureza plena e integral.
  56. 56ARISTÓTELES: ONTOLOGIAEm Categorias, Aristóteles concebe a substância apenas
    como indivíduos e define distinções lógicas importantes entre
    tipos de atributos que se referem a estas substâncias, já em
    Metafísica, o filósofo engendra uma análise fundante sobre a
    substância mesma e a posiciona diferentemente como um
    complexo de matéria e forma.
  57. 57ARISTÓTELES: ONTOLOGIADe maneira geral podemos tomar
    a substância como o ser dito de várias maneiras: 1) ela é o princípio da realidade e do conhecimento, 2) é a causa por
    excelência sendo em todos os sentidos causa formal, material,
    eficiente e final, 3) é o suporte de propriedades essenciais e 4)
    é a essência, ou seja, aquilo sem o qual a coisa deixa de ser o
    que é.

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Filosofia Fichas sobre 2. PLATÃO E SÓCRATES , creado por FELIPE MEDICINA el 05/10/2017.
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FELIPE MEDICINA
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