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Fichas

Regência verbal e nominal

isteysy bernardo Português concursos Portugués 49 fichas

Fichas del conjunto (49)

  1. 1Verdadeiro ou Falso Errar, disse-o quem sabia, é próprio do homem... Porém, esta suprema máxima não pode ser utilizada como desculpa universal... Quem não sabe deve perguntar, ter essa humildade... Em “disse-o quem sabia” (ℓ.1) e em “Quem não sabe deve perguntar” (ℓ. 2), o verbo saber é intransitivo.VERDADEIRO
    regência: a transitividade do verbo pode variar no contexto. No trecho, temos apenas “sabia”, então, ele não foi usado com nenhum complemento, de modo
    que foi empregado como intransitivo.
  2. 2Verdadeiro ou Falso Em “... nos levam, como o Akatu gosta de apontar, a ‘comprar produtos ou serviços que não precisamos...’.”, a transitividade do verbo “gostar” torna necessário incluir a preposição “de” antes do pronome relativo.VERDADEIRO
    O complemento de “gostar” veio em forma de oração, introduzida pelo “que”, conjunção integrante. Então, o “de” exigido pela regência de “gostar” deve obrigatoriamente vir antes da oração: serviços DE que não gostamos...
  3. 3Verdadeiro ou Falso De resto, semelhantes cidadãos são idiotas. É de se supor que quem quer casar deseje que a sua futura mulher venha para o tálamo conjugal com a máxima liberdade... Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto, a forma verbal “deseje” (L.2) poderia ser substituída por "aspire a".VERDADEIRO
    Aspirar, com sentido de desejar, é transitivo indireto e pede preposição A. Então, a troca seria perfeita. A propósito, “aspirar” também pode ser usado como transitivo direto, com sentido de “sorver, sugar o ar”: O aspirador aspira a poeira.
  4. 4Verdadeiro ou Falso De acordo com pesquisas realizadas em vários países, inclusive no Brasil, especialistas em recursos humanos identificaram os atributos que um funcionário, ou candidato a emprego, deve ter para agradar os superiores e ter sucesso em sua carreira profissional. No que se refere à tipologia textual e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item. Mantém-se a correção gramatical do primeiro período do texto ao se substituir “agradar os superiores” por “agradar aos superiores”.VERDADEIRO
    Aqui a banca considerou que as duas regências estão corretas, o que é verdade, conforme vimos acima. De
    fato, o verbo agradar pode vir com a preposição “a” (=SATISFAZER, CONTENTAR) ou sem preposição (=FAZER
    CARÍCIA). A ausência da preposição não causa erro, apenas muda o sentido. Porém, pela leitura do texto, seria estranho pensar que temos a primeira acepção de agradar, no sentido de
    fazer carinho, como quem faz carinho num gato. Podemos então entender que mudou o sentido ao mudar a regência, do sentido de “agradar” para o sentido de “satisfazer”, mas não foi afetada a correção gramatical. A banca somente perguntou sobre a correção.
  5. 5Verdadeiro ou Falso Em “O consumo digital [...] implica em uma maior probabilidade...”, o verbo “implicar” não admite complemento preposicionado quando empregado no sentido de “acarretar”, o que torna equivocado o uso de “em” antes de “uma maior probabilidade”.VERDADEIRO
    No sentido de “acarretar”, implicar é transitivo DIRETO e não admite preposição EM.
  6. 6Verdadeiro ou Falso 'O médico assistiu ao paciente.' A frase está correto quanto à regência verbal.FALSO
    A frase “O médico assistiu AO paciente” foi considerada errada, pois o médico ajuda, cuida, auxilia, não fica só “olhando”, como mero expectador.
  7. 7Verdadeiro ou Falso 'Uma multidão assistiu o espetáculo na praça central.' A frase está correta quanto à regência verbal.FALSO
    a alternativa indica o sentido de VER: assistiu AO espetáculo.
  8. 8Verdadeiro ou Falso A humanidade não aceitará uma língua não natural para a comunicação natural. Isso é contra a tendência dos seus instintos.... 'Preferirá' falar, gaguejando, uma língua estranha, mas natural, do que falar, com relutante perfeição, uma língua artificialmente construída. A regência do verbo 'preferir' observada no quarto período do texto é típica da variedade culta do português europeu, sendo pouco frequente na variedade brasileira do português, principalmente em textos informais.FALSO
    Preferir é verbo transitivo direto e indireto e pede preposição “A” no objeto indireto:
    Preferir uma coisa A outra coisa.
    Portanto, colocações como “preferir mais uma coisa do que outra” são incorretas.
    A redação adequada seria:
    Preferirá falar, gaguejando, uma língua estranha, mas natural, A falar, com relutante perfeição, uma língua
    artificialmente construída.
  9. 9Verdadeiro ou Falso Os professores fazem cursos, acumulam certificados, sem que isso corresponda a mudança ou RESPONDA aos desafios que encaram na sala de aula. Sem prejuízo das informações veiculadas no texto, a forma verbal “responda” poderia ser substituída por ATENDA.VERDADEIRO
    No contexto, “responder” e “atender” são sinônimos, no sentido de oferecer uma reação, uma resposta a algo.
  10. 10Verdadeiro ou Falso O Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil de Sergipe atende a um público específico, que frequentemente se torna vítima de diversos tipos de violência. A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados se, no trecho “a um público específico” (ℓ. 2), a preposição “a” fosse suprimida.VERDADEIRO
  11. 11Verdadeiro ou Falso A frase 'O rapaz já assistiu à conferência.' está incorreta quanto à regência.FALSO
    O verbo “assistir”, no sentido de “presenciar”, pede preposição “a”, então há fusão: assistiu A+A conferência.
  12. 12Verdadeiro ou Falso A frase 'O assistente técnico assistirá a deputada em sua explanação no plenário.' está incorreta quanto à regência.FALSO
    Aqui, o verbo “assistir” tem sentido de ajudar, então é transitivo direto e não pede preposição. Por isso, não ocorre crase.
  13. 13Verdadeiro ou Falso A frase 'Não assisto à filmes em preto-e-branco.' está incorreta quanto à regência.VERDADEIRO
    O verbo “assistir”, com sentido de “presenciar”, “ser expectador”, pede preposição “a”; porém, a palavra seguinte está no plural sem artigo, além disso é masculina. Portanto, não há crase.
  14. 14Verdadeiro ou Falso Considerando-se as regências do verbo ESQUECER prescritas para o português, estaria correta a seguinte reescrita para a oração “Já esqueci a língua”: Já esqueci da língua.FALSO
    O verbo “esquecer” muda de regência dependendo de seu uso. Como verbo não pronominal, é transitivo
    direto, isto é, pede complemento sem preposição. Se for usado como pronominal, é um verbo transitivo
    indireto e exige o uso da preposição “de”.
  15. 15Verdadeiro ou Falso Mas lembrei-me de que, ao ir ali pela primeira vez, observara que, apesar de ficar em frente ao do Mário, havia uma diferença na numeração. A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados, caso se substituísse o trecho “lembrei-me de que” por “lembrei que”.VERDADEIRO
    O verbo lembrar é VTD. Se estiver sendo usado em sua forma pronominal (lembrar-se), passa a ser VTI. Saiu o pronome, sai a preposição também: ou escrevemos ambos, ou nenhum.
  16. 16Verdadeiro ou Falso Seria mantida a correção do texto caso o trecho ‘para que seus direitos sejam garantidos’ fosse reescrito da seguinte forma: visando à garantia de seus direitos.VERDADEIRO
    Visar é VTI e pede a preposição “a”, com sentido de ter como objetivo. Visando
    “a” + “a” garantia = visando à garantia.
  17. 17Verdadeiro ou Falso Lançado, desde a infância, no torvelinho da sociedade, aprendi cedo, por experiência, que não era feito para viver nela, onde nunca conseguiria chegar ao estado de que meu coração precisava. No trecho “estado de que meu coração precisava” (ℓ.2-3), a preposição “de” é regida pela formal verbal “precisava”, não pela palavra “estado”.VERDADEIRO
    A preposição “de” é exigida pela regência do verbo “gostar”, transitivo indireto: precisar DE algo. Esse complemento veio na forma do pronome “que”, então o “de” vem obrigatoriamente antes do “que” pronome relativo.
  18. 18Verdadeiro ou Falso Quando nos perguntamos o que é a consciência, não temos melhor resposta que a de Louis Armstrong quando uma repórter perguntou-lhe o que era o jazz: “Moça, se você precisa perguntar, nunca saberá” Seriam mantidos o sentido e a correção gramatical do texto caso fosse introduzida a preposição sobre imediatamente após “perguntou-lhe”.FALSO
    Para o verbo perguntar (VTDI), temos duas combinações: perguntar alguém sobre algo/perguntar algo a alguém. Então, o erro da questão é querer inserir dois complementos preposicionados para o verbo “perguntar”. Se já tínhamos o “lhe” na função de objeto indireto, não manteria a correção inserir outra preposição (sobre).
  19. 19Verdadeiro ou Falso A crônica não é um “gênero maior”. Não se imagina uma literatura feita de grandes cronistas, que lhe dessem o brilho universal dos grandes romancistas, dramaturgos e poetas. Nem se pensaria em atribuir o Prêmio Nobel a um cronista, por melhor que fosse. Portanto, parece mesmo que a crônica é um gênero menor. “Graças a Deus”, seria o caso de dizer, porque, sendo assim, ela fica mais perto de nós. E para muitos pode servir de caminho não apenas para a vida, que ela serve de perto, mas para a literatura. As formas verbais “imagina”, “atribuir” e “servir” foram utilizadas como verbos transitivos indiretos.FALSO
    O verbo “imaginar” está sendo usado como transitivo direto, veja que não há preposição: “Não se imagina uma literatura feita de grandes cronistas”. O item já está errado por esse primeiro verbo. Quem atribui, atribui alguma coisa a alguém. O verbo “atribuir” é transitivo direto e indireto, pois tem um
    complemento sem preposição (o que é atribuído) e um com preposição (a que/quem é atribuído): “atribuir o prêmio Nobel a um cronista”. O verbo “servir” aqui é transitivo indireto seguido de predicativo, regendo a preposição “de”. “Servir de” tem sentido de desempenhar a função de; veja como a gramática analisa esse verbo: “e para muitos (a crônica) pode servir de caminho (predicativo) não apenas para a vida (à vida—OI)...”.
  20. 20Verdadeiro ou Falso Em “... será que estamos usufruindo desse bem de forma consciente?”, o verbo “usufruir” não admite complemento preposicionado, o que torna obrigatória a substituição de “desse” por “esse”.FALSO
    Podemos “usufruir algo” ou “usufruir DE algo”, o verbo admite as duas regências.
  21. 21Verdadeiro ou Falso A supressão da preposição “de” empregada logo após “ferocidade”, no trecho “acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados”, manteria a correção gramatical do texto.FALSO
    A preposição “DE” é obrigatória pela regência do adjetivo “afastados”: afastados de algo > afastado de uma
    ferocidade. Como foi utilizado o pronome relativo, a preposição obrigatória aparece normalmente antesdesse pronome: a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados.
  22. 22Verdadeiro ou Falso Na estrutura “É a capacidade de admitir a maturação (...)”, não há acento grave diante dos dois as por não haver fusão dos artigos a preposições.VERDADEIRO
  23. 23Verdadeiro ou Falso ... norteada pela ação racional e fundada na dialogicidade e intersubjetividade do processo, que visa à emancipação como fim último. Na linha 2, o emprego do acento grave indicativo de crase decorre da regência da forma verbal “visa” e da presença do artigo feminino que define o nome “emancipação”.VERDADEIRO
  24. 24Verdadeiro ou Falso Julgue o item. No lugar do trecho “mencionar as marcas dos produtos, as empresas ou indústrias”, seria correto empregar a redação fazer menção as marcas dos produtos, empresas ou indústrias.FALSO
    “menção” é substantivo que pede complemento iniciado pela preposição A. Essa preposição vai se fundir ao
    artigo diante de “marcas”: menção às marcas.
  25. 25Verdadeiro ou Falso O Sistema se mantém com a arrecadação proveniente de anuidades, taxas, multas e emolumentos (taxa cobrada pela expedição de um documento), recolhidos por pessoas físicas (nutricionistas e técnicos) e jurídicas (empresas e instituições). Julgue o item a seguir. O emprego do sinal indicativo de crase não seria correto caso o trecho “com a arrecadação” (linha 1) fosse substituído pela construção 'graças a arrecadação'.FALSO
    Haveria crase na fusão de “graças A + A arrecadação”: graças à arrecadação.
  26. 26Verdadeiro ou Falso O acento que indica a ocorrência de crase foi empregado inadequadamente em *Pedale atento às condições da via para evitar derrapagens, movimentos bruscos e quedas.*FALSO
    atento A+As condições
  27. 27Verdadeiro ou Falso O acento que indica a ocorrência de crase foi empregado inadequadamente em *E vale à pena conferir se o motorista viu e entendeu o seu sinal.*VERDADEIRO
    Em “vale a pena”, não há crase, pois só temos artigo.
  28. 28Verdadeiro ou Falso Como indivíduos, cientistas e sacerdotes podem atribuir imensa importância à verdade, mas, como instituições coletivas, a ciência e a religião preferem respectivamente ordem e poder acima da verdade. O emprego do acento indicativo de crase em “à verdade” (linha 1) justifica‐se pela regência do verbo “atribuir” (linha 1) e pela anteposição de artigo definido ao termo “verdade”.VERDADEIRO
    A regência é “atribuir” algo A alguém. Então, há um complemento introduzido pela preposição A; esta vai se fundir ao artigo diante de “verdade”: atribuir A+A verdade: à verdade.
  29. 29Verdadeiro ou Falso Pode-se pensar então que, mesmo antes de entrar para a escola, o aprendiz, graças às práticas de letramento às quais está exposto cotidianamente, já construiu suas hipóteses no que diz respeito à segmentação da escrita. A substituição de “às quais” por À QUE prejudica a correção gramatical do texto.VERDADEIRO
  30. 30Verdadeiro ou Falso Tenho ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que minha própria mãe costurava, com bastante capricho. A retirada do sinal indicativo de crase em “às gargalhadas” (L.2) preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.FALSO
    “às gargalhadas” é uma locução adverbial com sentido de “gargalhando, rindo muito”. Se o acento grave sair, fica apenas “as gargalhadas”, então o “as” será apenas artigo e o valor adverbial se perderá, alterando o sentido.
  31. 31Verdadeiro ou Falso "À vista do menor sinal de poeira, a mulher percorria a casa com uma flanela na mão." O sinal indicativo de crase está corretamente empregado.VERDADEIRO
    Há crase porque temos uma locução de base feminina “à vista de”.
  32. 32Verdadeiro ou Falso Tenho ótimas recordações de lá e uma foto da qual gosto muito, da minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que minha própria mãe costurava, com bastante capricho. A retirada do sinal indicativo de crase em “às gargalhadas” (L.1-2) preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.FALSO
    “às gargalhadas” é uma locução adverbial com sentido de “gargalhando, rindo muito”. Se o acento grave sair, fica apenas “as gargalhadas”, então o “as” será apenas artigo e o valor adverbial se perderá, alterando
    o sentido.
  33. 33Verdadeiro ou Falso Sendo assim, precisamos aumentar ao máximo o balanço de situações apresentadas à máquina para não pesar um lado mais do que o outro”, detalha. O emprego do sinal indicativo de crase em ‘à máquina’ (L.2) é facultativo; portanto, sua eliminação não prejudicaria a correção gramatical do trecho.FALSO
    Não é facultativo, temos fusão de preposição exigida por “apresentadas” com artigo diante de “máquina”: situações apresentadas A + A máquina. Temos crase obrigatória.
  34. 34Verdadeiro ou Falso Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue o item seguinte. No trecho “respostas às demandas”, o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se pela regência do substantivo “respostas”, que exige complemento antecedido da preposição a, e pela presença de artigo feminino plural que determina “demandas”.VERDADEIRO
  35. 35Verdadeiro ou Falso ... Uma segunda ofensiva seria a anexação da chamada Banda Oriental do Rio da Prata, atual território do Uruguai, em represália à aliança da Espanha com a França napoleônica. Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsequente. Ocorre crase em “represália à aliança” porque “represália” exige complemento regido pela preposição a e “aliança” está antecedido do artigo a.VERDADEIRO
  36. 36Verdadeiro ou Falso Do montante de recursos arrecadados em todos os dez regionais, 20% são destinados ao CFN. Julgue o item a seguir. De acordo com as regras para o uso do sinal indicativo de crase, a expressão “ao CFN” poderia ser substituída pela construção à ele.FALSO
    Não há crase antes do pronome “ele”, porque é masculino e, além disso, pronome reto não aceita artigo.
  37. 37Verdadeiro ou Falso Julgue o item. A construção “É vedado ao nutricionista” (linha 1) poderia ser substituída pela redação É vedado à todo nutricionista.FALSO
    “todo” é masculino, não há como haver crase
  38. 38Complete Observe o emprego do acento grave indicador de crase nas seguintes frases: I. A Secretaria de Saúde ofereceu um curso gratuito ______ que moram nas áreas mais afetadas pelo aumento do número de escorpiões. II. A infestação chegou____cidade onde nasci. III. No documento também se fazia referência____ crianças picadas por cobras. aquele-a-aàqueles-à-a
    regência é: “oferecer” algo A alguém. Então, há crase pela fusão de ofereceu (curso) A + Aqueles que moram = àqueles que moram “Chegar” pede preposição A (não EM!); então, teremos: chegar A+A cidade: chegar à cidade... “referência” pede preposição “a”: referência A+As crianças: referência às crianças
  39. 39Verdadeiro ou Falso Para que a disseminação política fuja a determinações pragmáticas e economicistas, é necessário um espaço público de preservação. A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal grave indicativo de crase no “a” em “fuja a determinações”.VERDADEIRO
  40. 40Verdadeiro ou Falso "Vamos à Bahia neste mês ainda." o uso do sinal indicativo de crase está correto.VERDADEIRO
    Aqui há crase pela fusão da preposição “a”, pedida pelo verbo “ir”, com artigo definido: Vamos A+A Bahia.
  41. 41Verdadeiro ou Falso Dispor de tanta luz assim, porém, tem um custo ambiental muito alto, avisam os cientistas. Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o primeiro período do terceiro parágrafo poderia ser assim reescrito: Contudo, os cientistas avisam que ter tanta luz à nosso dispor custa muito caro ao meio ambiente.FALSO
    Não há crase antes de palavra masculina: à a nosso dispor...
  42. 42Verdadeiro ou Falso Seu diferencial era não só buscar pela assinatura digital ou nomes conhecidos, mas também por novos arquivos por intermédio da leitura dos pixels presentes na imagem calibrados a uma paleta de tons de pele. Começava a revolução em termos de investigação criminal de pornografia infantil. O emprego do sinal indicativo de crase em “a uma paleta” (L.3) manteria a correção gramatical do texto, uma vez que, no trecho, o vocábulo “a” antecede palavras no feminino.FALSO
    Não cabe crase antes de artigo feminino “uma”.
  43. 43Verdadeiro ou Falso O dever de cuidado conduz, ainda, a uma ampla interação entre as estruturas públicas de controle, ou seja, é um dever de cooperação, não como faculdade, mas como obrigação que, em regra, dispensa formas especiais, como previsões normativas específicas, convênios e acordos. No trecho “a uma ampla interação”, a inserção do sinal indicativo de crase no “a” manteria a correção gramatical do período, mas prejudicaria o seu sentido original.FALSO
    É proibido inserir crase diante de “uma”, pois, se já há um artigo indefinido, não pode haver um outro definido diante do mesmo substantivo. Não é possível ser indefinido e definido ao mesmo tempo.
  44. 44Verdadeiro ou Falso — A polícia parisiense — disse ele — é extremamente hábil à sua maneira. Seus agentes são perseverantes, engenhosos, astutos e perfeitamente versados nos conhecimentos que seus deveres parecem exigir de modo especial. A supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” (L.1) manteria a correção gramatical do texto.VERDADEIRO
    Antes de pronome possessivo adjetivo (aquele que acompanha um substantivo), a crase é facultativa, então
    haveria duas formas possíveis: À sua maneira ou A sua maneira.
  45. 45Verdadeiro ou Falso Em “à nossa cultura”, é facultativo o uso do acento grave, o que permite sua omissão sem que ocorra erro gramatical.VERDADEIRO
    “nossa” está se referindo a “cultura”, então esse pronome possessivo tem função adjetiva, pois está modificando um substantivo. Nesse caso, é mesmo facultativo o uso do artigo antes do pronome possessivo
  46. 46Verdadeiro ou Falso Em razão do arranjo sintático na expressão “na geração anterior à nossa”, torna-se obrigatório o emprego do sinal indicativo de crase, apesar de esta preceder um pronome possessivo.VERDADEIRO
    O pronome possessivo “nossa” não está ligado a nenhum substantivo. Na verdade, está no lugar de um, substituindo “geração”. Nesse caso específico, o artigo deixa de ser facultativo para ser obrigatório.
  47. 47Verdadeiro ou Falso Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o seguinte item. No trecho “Anteriormente à primeira Constituição pátria”, o emprego do acento indicativo de crase é facultativo.FALSO
    Anteriormente é um advérbio que pede a preposição “a”. Primeira é um numeral
    ordinal adjetivo (porque se liga ao substantivo Constituição e varia) e aceita o artigo feminino “a”. Basta colocá-lo na posição de sujeito: A primeira Constituição foi sintética. Essa preposição se une com esse artigo e faz a crase ser obrigatória
  48. 48Verdadeiro ou Falso A tributação, portanto, somente pode ser compreendida a partir da necessidade dos indivíduos de estabelecer convívio social organizado e de gerir a coisa pública mediante a concessão de poder a um soberano. Em decorrência disso, a condição necessária (mas não suficiente) para que o poder de tributar seja legítimo é que ele emane do Estado, pois qualquer imposição tributária privada seria comparável a usurpação ou roubo. A inserção do sinal indicativo de crase em “a usurpação” (L.14) não prejudicaria a correção gramatical do texto.FALSO
    Não há crase no texto porque temos substantivos usados de maneira geral, ampla e não especificada, sem
    artigo definido
  49. 49Verdadeiro ou Falso Se praticada por autoridade superior, a espionagem pode configurar, além de infração penal, crime de responsabilidade, que, a despeito do nome, não tem natureza de crime em sentido técnico, mas, sim, de infração política sujeita a cassação de mandato e suspensão de direitos políticos. O paralelismo sintático do último parágrafo do texto seria prejudicado se fosse inserido sinal indicativo de crase em “a cassação”.VERDADEIRO

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concursos Português Fichas sobre Regência verbal e nominal, creado por isteysy bernardo el 01/11/2020.
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