Mapa mental
BIOESTATÍSTICA
Contenido del mapa
BIOESTATÍSTICA
CONCEITO
- É a aplicação de estadística ao campo biológico e médico, sendo essencial ao planejamento, coleta, avaliação e interpretação de todos os dados obtidos em pesquisa em tais campos.
- Dados e leis da demografia
- Natalidade
- Incidência de enfermidades
- Mortalidade humana
- É a aplicação de estadística ao campo biológico e médico, sendo essencial ao planejamento, coleta, avaliação e interpretação de todos os dados obtidos em pesquisa em tais campos.
ESTUDOS
- OBSERVACIONAL
- O pesquisador coleta a informação sobre os atributos ou faz medições necessárias, mas não influencia as unidades amostrais. EX: Determinação do estado nutricional de uma população.
- EXPERIMENTAL
- O pesquisador deliberadamente influencia os indivíduos e pesquisa o efeito da intervenção. EX: Efeitos de uma nova dieta sobre a rapidez em aumentar os níveis de cálcio.
- PROSPECTIVOS
- São utilizados quando se pretende conhecer o efeito de algum fator, sendo os dados gerados a partir do início do estudo. EX: Efeito de uma nova dieta em um estudo prospectivo, são recrutados voluntários que irão fazer a dieta.
- RETROSPECTIVOS
- São utilizados quando se conhece o efeito de algum fator, sendo os dados referentes a eventos passados e obtidos de recursos já existentes como prontuários. Nos retrospectivos, geralmente já se conhece o efeito e quer se identificar qual foi a causa, o fator gerador do efeito estudado. EX: Fatores que levam à obesidade mórbida (prontuários de sujeitos com obesidade mórbida e estudos do seu histórico médico).
- OBSERVACIONAL
LONGITUDINAIS
- Estudam mudanças ao longo do tempo, possivelmente com relação a uma intervenção ou característica. EX: Ensaios clínicos - estudam o efeito de um fator, comparando medições efetuadas em, pelo menos, duas oportunidades.
CORTE TRANSVERSAL
- São aqueles em que grupos de indivíduos são observados um única vez, com a intenção de estudar a situação naquele instante em que são feitas as observações.
- CASO-CONTROLE
- É uma forma de pesquisa que visa verificar indivíduos que foram selecionados porque têm uma características, chamados de casos, diferem significativamente de um grupo de indivíduos comparáveis, mas que não possuem a característica ou doença, os controles, em relação à exposição a um dado fator de risco. EX: Efeito de um composto químico administrado em comprimidos em um grupo de fumantes; para isto é necessário um grupo que receba o composto e outro que receba um placebo.
- COORTE
- Identifica um grupo de indivíduos de interesse e se faz um seguimento dos mesmos, até um certo momento, para estudar o seu desfecho.
AMOSTRAGEM
- Amostragem simples aleatória
- Amostragem estratificada
- Amostragem sistemática
- Amostragem por conglomerados
- VARIÁVEIS / DADOS
- CATEGÓRICOS OU QUALITATIVOS
- NOMINAL
- Profissão, Sexo, Religião, Tipo sanguíneo.
- Características não numéricas.
- ORDINAL
- Escolaridade, Estágio de uma doença, Classe social.
- NOMINAL
- NUMÉRICOS OU QUANTITATIVOS
- Características numéricas.
- DISCRETA
- Contagem de eventos - N° de filhos, N° batimentos cardíacos por minuto.
- CONTÍNUA
- Dados obtidos de alguma medição - Altura, Peso, PA, Temperatura corporal.
- CATEGÓRICOS OU QUALITATIVOS
ORGANIZAÇÃO DE DADOS
- DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS
- Utilizadas para descrever variáveis qualitativas.
- FREQUÊNCIA SIMPLES: É a contagem das ocorrência de uma das categorias.
- FREQUÊNCIA ABSOLUTA: É o número de vezes que uma determinada característica ou valor numérico é observado.
- FREQUÊNCIA RELATIVA: Proporção de elementos que pertencem a uma categoria em relação ao conjunto. São calculadas em termos de percentuais.
- MEDIDAS DE POSIÇÃO OU TENDÊNCIA CENTRAL
- MÉDIA ARITMÉTICA: Esta estatística é muito usada e fornece uma ideia geral dos valores de uma amostra.
- É a soma dos valores dos dados, dividida pelo tamanho da amostra.
- MEDIANA (ME): A mediana é a observação que ocupa a posição central, depois que os dados são ordenados em forma crescente ou decrescente.
- ME de n° par: 2 valores centrais dividido por 2.
- MODA: Indica o valor que aparece com maior frequência na amostra.
- MÉDIA ARITMÉTICA: Esta estatística é muito usada e fornece uma ideia geral dos valores de uma amostra.
- MEDIDAS DE DISPERSÃO OU VARIABILIDADE
- VARIÂNCIA: Diferença entre o valor observado e a média.
- DESVIO PADRÃO: Valor padronizado dos desvios observados em uma determinada amostra.
- Raiz da soma dos quadrados dos desvios (desvios são as somas das variâncias).
- DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS
PROBABILIDADES
- O estudo de probabilidades se faz necessário em situações em que se conhece os desfechos possíveis de alguma situação, porém não se conhece qual deles irá acontecer.
- Probabilidade de um evento é a divisão do número de resultados favoráveis pelo número de resultados possíveis.
- O estudo de probabilidades se faz necessário em situações em que se conhece os desfechos possíveis de alguma situação, porém não se conhece qual deles irá acontecer.
RISCOS E RISCO RELATIVO
- O risco é uma quantificação do grau de certeza de algum evento, geralmente um fator negativo ou nocivo para a saúde (pode ser visto como uma probabilidade).
- RISCO RELATIVO: É comparar o risco de algum evento em dois grupos independentes.
- A proporção de indivíduos com a característica de interesse em cada grupo, e a razão destas duas proporções é um medida comparativa dos riscos de um grupo contra o outro.
- RISCO RELATIVO: É comparar o risco de algum evento em dois grupos independentes.
- O risco é uma quantificação do grau de certeza de algum evento, geralmente um fator negativo ou nocivo para a saúde (pode ser visto como uma probabilidade).
EPIDEMIOLOGIA
- Diversas taxas e indicadores são casos especiais de aplicações de probabilidades, destacando-se a PREVALÊNCIA e a INCIDÊNCIA.
- PREVALÊNCIA: A prevalência de uma doença é a proporção, ou probabilidade, de uma doença numa determinada população. Útil para medir a frequência e a magnitude de problemas crônicos (é o que prevalece, continua).
- CASOS JÁ EXISTENTES + CASOS NOVOS
- (CASOS EXISTENTES / POPULAÇÃO EM RISCO) x FATOR DE MULTIPLICAÇÃO.
- EX: 0,000134 = 1,34 casos para cada 10000 habitantes.
- (CASOS EXISTENTES / POPULAÇÃO EM RISCO) x FATOR DE MULTIPLICAÇÃO.
- CASOS JÁ EXISTENTES + CASOS NOVOS
- INCIDÊNCIA: A incidência de uma doença é a proporção, ou probabilidade, de casos novos de uma doença em um determinado período. É aplicada em frequência de doenças de curta duração.
- CASOS NOVOS EM DETERMINADO PERÍODO.
- (CASOS NOVOS / POPULAÇÃO EM RISCO) x FATOR DE MULTIPLICAÇÃO.
- CASOS NOVOS EM DETERMINADO PERÍODO.
- PREVALÊNCIA: A prevalência de uma doença é a proporção, ou probabilidade, de uma doença numa determinada população. Útil para medir a frequência e a magnitude de problemas crônicos (é o que prevalece, continua).
- Diversas taxas e indicadores são casos especiais de aplicações de probabilidades, destacando-se a PREVALÊNCIA e a INCIDÊNCIA.
ANÁLISES EPIDEMIOLÓGICAS
- RAZÃO DE PREVALÊNCIA (RP) e RISCO RELATIVO (RR) : Diferenças proporcionais de prevalência e incidência entre expostos e não expostos.
- RAZÃO DE CHANCES OU ODDS RATIO (OR) : Chance de ocorrência da doença entre esses grupos.
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre BIOESTATÍSTICA, creado por Grazielle Delai el 03/09/2020.
- Creado por
- Grazielle Delai
- Visitas
- 0
- Valoración