Mapa mental
Mecanismos de Toxicidade
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Mecanismos de Toxicidade
ETAPA 1
- DO SÍTIO DE EXPOSIÇÃO AO ALVO
- intensidade do efeito tóxico
- depende da concentração e da persistência do toxicante no sítio de ação
- intensidade do efeito tóxico
- Absorção versus eliminação pré-sistêmica
- Absorção
- A transferência do composto químico do sítio de exposição para a superfície corpórea interna ou externa, para dentro da circulação sistêmica.
- Fatores que influenciam
- concentração, área de superfície da exposição, características da camada epitelia
- solubilidade lipídica
- Eliminação pré-sistêmica
- Durante a transferência do sítio de exposição para a circulação sistêmica, os toxicantes podem ser eliminados
- reduz os efeitos tóxicos de compostos químicos que alcançam os sítios-alvo pela circulação sistêmica
- podem contribuir para
- lesão da mucosa digestiva
- Absorção
- Mecanismos que facilitam a distribuição para o alvo
- Porosidade do endotélio capilar
- Células endoteliais dos sinusoides hepáticos e dos capilares peritubulares renai
- Canais de íons especializados e transportadores de membranas
- Transporte especializado através da membrana plasmática
- Acumulação em organelas celulares
- Xenobióticos anfipáticos
- grupo de amina protonável
- caráter lipofílico
- acumulam-se
- lisossomas como também em mitocôndrias.
- acumulam-se
- caráter lipofílico
- grupo de amina protonável
- Xenobióticos anfipáticos
- Ligação reversível intracelular
- o cátions orgânico,inorgânicos e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos
- células contendo melanina por ligação à melanina
- o cátions orgânico,inorgânicos e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos
- Porosidade do endotélio capilar
- DO SÍTIO DE EXPOSIÇÃO AO ALVO
Mecanismos que dificultam a distribuição para o alvo
- Barreiras especializadas
- Ligação com proteínas plasmáticas
- Distribuição dos sítios de armazenamento
- Associação com proteínas ligantes intracelulares
- Liberação a partir de células
- Associação com proteínas ligantes intracelulares
- Distribuição dos sítios de armazenamento
- Ligação com proteínas plasmáticas
- Barreiras especializadas
Excreção versus reabsorção
- Excreção
- é a remoção de xenobióticos do sangue e seu retorno para o ambiente externo
- mecanismo físico
- A rota e a velocidade de excreção dependem das propriedades físico-químicas do toxicante
- principais órgãos de excreção
- rins e fígado
- removem de maneira eficiente compostos altamente hidrofílicos, como ácidos e bases.
- rins e fígado
- excreção pelas glândulas mamárias e pelo leite; (2) excreção biliar; e (3) excreção para o lúmen intestinal a partir do sangue
- Reabsorção
- reabsorção do fluido tubula
- A reabsorção pela difusão
- Toxicantes liberados para o sistema digestório pela excreção biliar, gástrica e intestinal e secreção por glândulas salivares e exócrinas pancreáticas
- podem ser reabsorvidos por difusão pela mucosa intestinal
- Toxicantes liberados para o sistema digestório pela excreção biliar, gástrica e intestinal e secreção por glândulas salivares e exócrinas pancreáticas
- A reabsorção pela difusão
- reabsorção de compostos excretados na bile
- SÓ É POSSIVEL SE se eles forem suficientemente lipofílicos
- reabsorção do fluido tubula
- Excreção
Toxificação versus detoxificação
- Intoxicação
- chamada de toxificação
- confere propriedades físico-químicas que alteram de forma adversa o microambiente de processos ou es- truturas biológicas
- características estruturais e reatividade por biotransformação
- interação mais eficiente com receptores específicos ou enzimas
- características estruturais e reatividade por biotransformação
- confere propriedades físico-químicas que alteram de forma adversa o microambiente de processos ou es- truturas biológicas
- aumento da reatividade
- pode ser devido
- (1) eletrófilos; (2) radicais livres; (3) nucleófilos; ou (4) reagentes redox-ativo.
- pode ser devido
- chamada de toxificação
- Detoxificação
- Biotransformações que eliminam o toxicante ou previnem a formação desses toxicantes
- Detoxificação de toxicantes sem grupos funcionais
- Detoxificação de nucleófilos
- Detoxificação de nucleófilos
- Detoxificação de eletrófilos
- Detoxificação de radicais livres
- Detoxificação de proteínas toxinas
- Quando a detoxificação falha
- Detoxificação de proteínas toxinas
- Detoxificação de radicais livres
- Detoxificação de eletrófilos
- Detoxificação de nucleófilos
- Detoxificação de nucleófilos
- Intoxicação
ETAPA 2
- REAÇÃO DO TOXICANTE COM A MOLÉCULAALVO
- A toxicidade costuma ser mediada pela reação de um toxicante com a molécula-alvo
- Atributos das moléculas-alvo
- Para identificar de forma conclusiva a molécula-alvo como a responsável pela toxicidade, deve ser demonstrado que
- toxicante (1) reage com o alvo e afeta negativamente sua função; (2) alcança uma concentração efetiva no sítio-alvo; e (3) altera o alvo de maneira mecanisticamente relacionada à toxicidade observada
- Para identificar de forma conclusiva a molécula-alvo como a responsável pela toxicidade, deve ser demonstrado que
- Atributos das moléculas-alvo
- Tipos de reações
- ligar-se às moléculas-alvo de forma não covalente ou covalente
- pode alterá-las por abstração de hidro- gênio, transferência de elétrons ou enzimaticamente.
- Ligação não covalente
- Ligação covalente
- Abstração de hidrogênio
- Transferência de elétrons
- Reações enzimáticas
- Transferência de elétrons
- Abstração de hidrogênio
- Ligação covalente
- ligar-se às moléculas-alvo de forma não covalente ou covalente
- A toxicidade costuma ser mediada pela reação de um toxicante com a molécula-alvo
- Efeitos dos toxicantes sobre as moléculas-alvo
- Disfunção das moléculas-alvo
- Disfunção das moléculas-alvo
- ativam moléculas-alvo proteicas, simulando ligantes endógenos
- Destruição das moléculas-alvo
- toxicantes alteram a estrutura endógena primária de moléculas por ligação cruzada e fragmentação
- Formação de neoantígenos
- Formação de neoantígenos
- igações covalentes de xenobióticos ou de seus metabólitos com proteínas podem desencadear uma resposta imune
- Formação de neoantígenos
- Disfunção das moléculas-alvo
- Disfunção das moléculas-alvo
- Toxicidade não iniciada pela reação com moléculas-alvo
- o (1) agentes químicos que alteram as concentrações de íon H+ na biofase aquosa; (2) solventes e detergentes que físico- -quimicamente alteram a fase lipídica da membrana celular e destroem gradiente de solutos transmembrana; e (3) xenobióticos que causam lesão
- REAÇÃO DO TOXICANTE COM A MOLÉCULAALVO
ETAPA 3
- DISFUNÇÃO CELULAR E TOXICIDADE RESULTANTE
- DISFUNÇÃO CELULAR E TOXICIDADE RESULTANTE
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre Mecanismos de Toxicidade, creado por Ana Flavia Pina Silva el 07/04/2021.
- Creado por
- Ana Flavia Pina Silva
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