Mapa mental
Leitura e Produção Textual

Mapa mental: Leitura e Produção Textual
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Leitura e Produção Textual
Linguagem, Língua e Fala
- Linguagem é qualquer sistema cujo uso nos permita estabelecer comunicação.
- gestos, cores, imagens, sons, cheiros, ou seja, existem diversos tipos de linguagem além dos idiomas.
- A linguagem verbal se caracteriza pelo uso de palavras.
- A linguagem não verbal é aquela que se utiliza de outros meios para comunicar ideias. Em vez de palavras são utilizadas figuras, imagens, gestos, cores, sons, cheiros etc.
- A linguagem mista que, como o próprio nome sugere, é uma junção dos outros dois tipos de linguagem.
- A língua é o idioma. Nosso idioma oficial no Brasil é a língua portuguesa. Cada país tem seu idioma oficial. Alguns têm mais de um.
- Variações Linguísticas: Diatópicas- variações diatópicas são as variações geográficas
- Diastráticas: Gírias palavras e expressões utilizadas por uma determinada comunidade. Jargões palavras específicas de sua profissão, que, muitas vezes, não são conhecidas por pessoas que não são profissionais dessa área.
- variações diafásicas têm a ver com o contexto em que a comunicação acontece.
- Nível Formal, Culto e Coloquial, Profissional e Técnico.
- Variações Linguísticas: Diatópicas- variações diatópicas são as variações geográficas
- A fala é a realização oral da língua.
- Linguagem é qualquer sistema cujo uso nos permita estabelecer comunicação.
Comunicação e seus elementos
- Para comunicação são necessários 6 elementos: EMISSOR, RECEPTOR, REFERENTE, CÓDIGO, MENSAGEM E CANAL.
- EMISSOR A pessoa que se comunica, que produz uma mensagem
- RECEPTOR é a pessoa que recebe a mensagem.
- REFERENTE é o assunto.
- CÓDIGO é a linguagem utilizada para a comunicação
- MENSAGEM tudo aquilo que é transmitido do emissor para o receptor é a mensagem. Seja oral, escrita, imagem ou gestos.
- CANAL é o meio pelo qual a mensagem é transmitida do emissor para o receptor
- MENSAGEM tudo aquilo que é transmitido do emissor para o receptor é a mensagem. Seja oral, escrita, imagem ou gestos.
- CÓDIGO é a linguagem utilizada para a comunicação
- REFERENTE é o assunto.
- RECEPTOR é a pessoa que recebe a mensagem.
- EMISSOR A pessoa que se comunica, que produz uma mensagem
- Para comunicação são necessários 6 elementos: EMISSOR, RECEPTOR, REFERENTE, CÓDIGO, MENSAGEM E CANAL.
Funções da Linguagem
- cada função da linguagem tem como foco um dos elementos da comunicação
- FUNÇÃO EMOTIVA é aquela em que queremos expressar nossos sentimentos e emoções, sejam eles bons ou ruins, nossos pensamentos, nossas ideias, nossas opiniões. O foco dela é, portanto, o EMISSOR.
- Além de convencimento e persuasão, a função conativa também é aquela em que utilizamos a linguagem para pedir um favor, para dar uma ordem, etc. Seu foco é no RECEPTOR, pois é nele que se concentra o intuito da minha comunicação.
- A FUNÇÃO REFERENCIAL tem como foco o REFERENTE, ou seja, o assunto da comunicação. É a função em que a linguagem é utilizada com o intuito de transmitir informação, de ensinar algo a alguém.
- FUNÇÃO FÁTICA, cujo foco é o CANAL a linguagem é utilizada para garantir que haja comunicação, que a comunicação esteja sendo eficiente, pois o canal é o elemento responsável por fazer que a mensagem do emissor chegue ao receptor.
- FUNÇÃO METALINGUÍSTICA, essa função tem como foco o CÓDIGO. Metalinguagem é a linguagem sendo utilizada para falar dela mesma.
- FUNÇÃO POÉTICA tem como foco a MENSAGEM Muitas vezes, o emissor, ao comunicar-se, tem uma preocupação maior com a mensagem em si, ou seja, com a forma daquilo que escreve, fala, desenha etc. Quando a preocupação é com a mensagem, temos a função poética da linguagem.
- cada função da linguagem tem como foco um dos elementos da comunicação
Textos, Tipos e Gêneros Textuais
- Texto é tudo aquilo que alguém diz ou escreve.
- Tipologia textual é a função de cada texto; Narração, Descrição, Dissertação e Injunção.
- O texto narrativo conta uma história e é composto pelos seguintes elementos: Personagem, Enredo, Tempo, Espaço e Foco Narrativo.
- Estrutura Narrativa: Introdução, desenvolvimento, clímax e desfecho.
- A função do texto descritivo é, como o próprio nome sugere, descrever, ou seja, falar detalhadamente sobre algo.
- No texto DISSERTATIVO EXPOSITIVO, temos a apresentação de um assunto ao leitor. Não existe, por parte do autor, intenção de defender um ponto de vista ou convencer seu leitor de algo.
- DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO busca convencer e persuadir o leitor. O autor defende seu ponto de vista, apresentando argumentos que o sustentem.
- As partes que compõem um texto dissertativo são: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO.
- DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO busca convencer e persuadir o leitor. O autor defende seu ponto de vista, apresentando argumentos que o sustentem.
- Um texto INJUNTIVO tem a função de instruir o leitor sobre a maneira como fazer algo. Como exemplos, podemos citar as receitas culinárias, as bulas de remédio, as receitas médicas, os manuais de instrução etc.
- O texto narrativo conta uma história e é composto pelos seguintes elementos: Personagem, Enredo, Tempo, Espaço e Foco Narrativo.
- Tipologia textual é a função de cada texto; Narração, Descrição, Dissertação e Injunção.
- Texto é tudo aquilo que alguém diz ou escreve.
Coesão
- processo pelo qual retomamos um elemento já mencionado anteriormente em nosso texto.
- Coesão referencial é feita por meio do uso de pronomes pessoais (eu, ele, ela, nós, etc.), pronomes possessivos (meu, teu, dele, dela, nosso, seu, etc.), pronomes demonstrativos (este, essa, aquela, etc.), advérbios de lugar, ou seja, palavras que indicam localidade (lá, aqui, ali) e artigos definidos (o, a, os, as).
- A COESÃO POR ELIPSE consiste na omissão de uma palavra que foi mencionada anteriormente e que não precisa ser repetida para que saibamos que se trata dela.
- A COESÃO LÉXICA é feita por meio do uso de sinônimos e hiperônimos: Sinônimos são palavras que têm o mesmo sentido e Hiperônimos, também chamados de sinônimos superordenados, são palavras que são como uma categoria que engloba vários itens.
- A COESÃO POR SUBSTITUIÇÃO “consiste em abreviar sentenças inteiras, utilizando predicados prontos como fazer isso [...]
- A COESÃO SEQUENCIAL é feita por meio do uso de conectivos (advérbios e conjunções) e, também, por meio das flexões de modo e tempo dos verbos
- A COESÃO POR SUBSTITUIÇÃO “consiste em abreviar sentenças inteiras, utilizando predicados prontos como fazer isso [...]
- A COESÃO LÉXICA é feita por meio do uso de sinônimos e hiperônimos: Sinônimos são palavras que têm o mesmo sentido e Hiperônimos, também chamados de sinônimos superordenados, são palavras que são como uma categoria que engloba vários itens.
- A COESÃO POR ELIPSE consiste na omissão de uma palavra que foi mencionada anteriormente e que não precisa ser repetida para que saibamos que se trata dela.
- Conjunções são palavras que ligam orações. De acordo com Abreu, “a função básica da conjunção é a de introduzir e relacionar orações. Dependendo das orações que introduzem, as conjunções se classificam em duas subclasses: conjunções coordenativas e conjunções subordinativas.”
Coerência
- É a característica daquilo que tem lógica e coesão, quando um conjunto de ideias apresenta nexo e uniformidade.
- Metarregras de coerência são a CONTINUIDADE (COESÃO), PROGRESSÃO, NÃO CONTRADIÇÃO E RELAÇÃO.
- A metarregra da NÃO CONTRADIÇÃO consiste em não dizer algo que contradiga o que foi dito anteriormente, aquilo que é dito no texto precisa fazer sentido.
- A metarregra da PROGRESSÃO é relacionada ao fato de que um texto precisa sempre trazer novas informações. Não podemos, ao produzir um texto, ficar o tempo todo repetindo a mesma coisa.
- A metarregra da continuidade está relacionada à coesão textual. É preciso que saibamos ligar as informações, estabelecendo o sentido correto entre as orações e parágrafos e, também, que evitemos repetir muitas vezes a mesma palavra.
- A metarregra da RELAÇÃO consiste em dizer sempre algo que tenha relação com o mundo real ou com um mundo possível.
- A metarregra da continuidade está relacionada à coesão textual. É preciso que saibamos ligar as informações, estabelecendo o sentido correto entre as orações e parágrafos e, também, que evitemos repetir muitas vezes a mesma palavra.
- A metarregra da PROGRESSÃO é relacionada ao fato de que um texto precisa sempre trazer novas informações. Não podemos, ao produzir um texto, ficar o tempo todo repetindo a mesma coisa.
- A metarregra da NÃO CONTRADIÇÃO consiste em não dizer algo que contradiga o que foi dito anteriormente, aquilo que é dito no texto precisa fazer sentido.
- Metarregras de coerência são a CONTINUIDADE (COESÃO), PROGRESSÃO, NÃO CONTRADIÇÃO E RELAÇÃO.
- É a característica daquilo que tem lógica e coesão, quando um conjunto de ideias apresenta nexo e uniformidade.
Concordância Nominal
- A concordância nominal consiste em concordar com os substantivos os pronomes adjetivos (ou seja, pronomes que modificam um substantivo), os adjetivos (palavras que dão qualidade a um substantivo) e os artigos (o, a, os, as, um, uma, uns, umas) que se referem a ele.
- A concordância deve ser feita: • Em gênero – masculino e feminino • Em número – singular e plural.
- Os particípios e predicativos concordam com o substantivo a que estão se referindo.
- PARTICÍPIO é uma forma nominal do verbo. De modo geral, o particípio é feito com as terminações ADO e IDO
- Os predicativos são palavras que se referem ao sujeito, dando a ele uma qualidade, uma característica, descrevendo seu estado.
- PARTICÍPIO é uma forma nominal do verbo. De modo geral, o particípio é feito com as terminações ADO e IDO
- as expressões invariáveis não sofrem variação com relação ao gênero (masculino ou feminino) nem com relação ao número (singular ou plural). Isso acontece porque, nessas expressões, a concordância é barrada pelas preposições.
- Adjetivos compostos são aqueles formados por mais de uma palavra.
- A regra para a concordância das cores diz que elas devem concordar com o substantivo a que se referem.
- Na expressão TAL QUAL, a palavra TAL deve concordar com o substantivo da esquerda e a palavra QUAL, com o da direita.
- Advérbios são palavras que modificam verbos, adjetivos ou outros advérbios
- Adjetivos compostos são aqueles formados por mais de uma palavra.
- Os particípios e predicativos concordam com o substantivo a que estão se referindo.
- A concordância deve ser feita: • Em gênero – masculino e feminino • Em número – singular e plural.
- A concordância nominal consiste em concordar com os substantivos os pronomes adjetivos (ou seja, pronomes que modificam um substantivo), os adjetivos (palavras que dão qualidade a um substantivo) e os artigos (o, a, os, as, um, uma, uns, umas) que se referem a ele.
Concordância Verbal
- Eu – primeira pessoa do singular. Tu – segunda pessoa do singular. ' Ele – terceira pessoa do singular. Nós – primeira pessoa do plural. Vós – segunda pessoa do plural. Eles – segunda pessoa do plural.
- O artigo e o núcleo do sujeito estão no plural, O sujeito de uma oração é aquele que encontramos quando fazemos para o verbo a pergunta.
- Pronomes de Tratamento. Os verbos devem concordar com os pronomes de tratamento na terceira pessoa do singular (a mesma forma utilizada para ELE ou ELA)
- Com relação às porcentagens, a concordância com porcentagens pode ser feita de duas maneiras: é possível concordar o verbo com o número percentual ou com a palavra a que ele se refere.
- Frações Quando temos números fracionários, o verbo deve concordar com a fração.
- Cada um, mais de um, mais de uma. O verbo deve concordar com essas expressões na terceira pessoa do singular
- Um dos que, cerca de, perto de, mais de, menos de. Para concordar corretamente com essas expressões, o verbo deve ficar na terceira pessoa do plural.
- Um que, o primeiro que, o último que... Com essas expressões, o verbo deve ficar na terceira pessoa do singular.
- Expressões que indicam adição
- Devemos fazer a concordância eito no plural quando o sujeito composto está antes do verbo.
- Verbos impessoais são aqueles não têm sujeito.
- Um e outro, nem um nem outro, nem...nem Com essas expressões, fica tudo muito fácil, pois podemos utilizar o verbo no singular ou no plural.
- O verbo deve concordar sempre com a palavra que vem após a conjunção OU e, se ela aparecer mais de uma vez na frase, o verbo concordará com a palavra que vem após a última vez em que ela aparece.
- Se os pronomes indefinidos (alguém, nenhum, ninguém, etc.) e os pronomes interrogativos (qual, quais, quantos, quem, etc.) estiverem no singular, o verbo deve concordar no singular, mesmo que após esses pronomes haja pronome pessoal no plural.
- O verbo deve concordar sempre com a palavra que vem após a conjunção OU e, se ela aparecer mais de uma vez na frase, o verbo concordará com a palavra que vem após a última vez em que ela aparece.
- Um e outro, nem um nem outro, nem...nem Com essas expressões, fica tudo muito fácil, pois podemos utilizar o verbo no singular ou no plural.
- Verbos impessoais são aqueles não têm sujeito.
- Devemos fazer a concordância eito no plural quando o sujeito composto está antes do verbo.
- Expressões que indicam adição
- Um que, o primeiro que, o último que... Com essas expressões, o verbo deve ficar na terceira pessoa do singular.
- Um dos que, cerca de, perto de, mais de, menos de. Para concordar corretamente com essas expressões, o verbo deve ficar na terceira pessoa do plural.
- Cada um, mais de um, mais de uma. O verbo deve concordar com essas expressões na terceira pessoa do singular
- Frações Quando temos números fracionários, o verbo deve concordar com a fração.
- Com relação às porcentagens, a concordância com porcentagens pode ser feita de duas maneiras: é possível concordar o verbo com o número percentual ou com a palavra a que ele se refere.
- Pronomes de Tratamento. Os verbos devem concordar com os pronomes de tratamento na terceira pessoa do singular (a mesma forma utilizada para ELE ou ELA)
- O artigo e o núcleo do sujeito estão no plural, O sujeito de uma oração é aquele que encontramos quando fazemos para o verbo a pergunta.
- Eu – primeira pessoa do singular. Tu – segunda pessoa do singular. ' Ele – terceira pessoa do singular. Nós – primeira pessoa do plural. Vós – segunda pessoa do plural. Eles – segunda pessoa do plural.
Regência Verbal
- Os verbos também têm sua regência. Eles exigem que haja ou que não haja uma preposição depois deles. Precisamos estar sempre muito atentos, pois existem verbos que possuem mais de uma regência, e cada uma delas traz ao verbo um significado diferente.
- O verbo ASPIRAR tem dupla regência. Esse verbo assume significados diferentes, dependendo se está ou não seguido de preposição. Quando o utilizamos sem preposição, ele é sinônimo de respirar, inspirar, inalar, etc.
- O verbo VISAR também assume diferentes significados devido à presença ou ausência da preposição A.
- Um verbo responsável por muitos erros de regência é o verbo ASSISTIR. Na linguagem coloquial, é muito comum construirmos frases.
- É muito comum encontrarmos o verbo IMPLICAR utilizado de maneira incorreta. Quando queremos utilizar esse verbo com o sentido de causar, acarretar, resultar, etc., devemos utilizá-lo SEM preposição, como podemos ver na charge apresentada.
- O verbo OBEDECER deve ser seguido pela preposição A. É o que diz a gramática normativa.
- Os verbos INFORMAR, AVISAR e NOTIFICAR possuem dupla regência. MAS ATENÇÃO! Esses verbos não sofrem mudança de significado de acordo com a regência. Existem duas formas de utilizá-los, ambas estão corretas e ambas têm o mesmo sentido.
- O verbo OBEDECER deve ser seguido pela preposição A. É o que diz a gramática normativa.
- É muito comum encontrarmos o verbo IMPLICAR utilizado de maneira incorreta. Quando queremos utilizar esse verbo com o sentido de causar, acarretar, resultar, etc., devemos utilizá-lo SEM preposição, como podemos ver na charge apresentada.
- Um verbo responsável por muitos erros de regência é o verbo ASSISTIR. Na linguagem coloquial, é muito comum construirmos frases.
- O verbo VISAR também assume diferentes significados devido à presença ou ausência da preposição A.
- O verbo ASPIRAR tem dupla regência. Esse verbo assume significados diferentes, dependendo se está ou não seguido de preposição. Quando o utilizamos sem preposição, ele é sinônimo de respirar, inspirar, inalar, etc.
- Os verbos também têm sua regência. Eles exigem que haja ou que não haja uma preposição depois deles. Precisamos estar sempre muito atentos, pois existem verbos que possuem mais de uma regência, e cada uma delas traz ao verbo um significado diferente.
Pontuação
- Os sinais de pontuação são recursos de linguagem empregados na língua escrita e desempenham a função de demarcadores de unidades e de sinalizadores de limites de estruturas sintáticas nos textos escritos. Assim, os sinais de pontuação cumprem o papel dos recursos prosódicos, utilizados na fala para darmos ritmo, entoação e pausas e indicarmos os limites sintáticos e unidades de sentido.
- Casos em que o uso da vírgula é proibido: Não podemos utilizar vírgula para separar sujeito e verbo. A regra é bem clara. Mas, para sabermos utilizá-la, é necessário que saibamos identificar o sujeito da oração. Para achar o SUJEITO de uma oração, devemos perguntar ao verbo: QUEM?
- Alguns verbos exigem complementos. Os complementos do verbo são chamados OBJETOS e, assim como o SUJEITO, o OBJETO não pode ser separado do verbo por vírgula.
- O OBJETO é o complemento do verbo. Para alguns verbos fazerem sentido, é necessário que haja um OBJETO
- Alguns casos em que o uso da vírgula é obrigatório : Os vocativos devem sempre vir isolados por vírgulas. Mas o que é um VOCATIVO? De maneira bem simples, vocativo é a palavra que nós utilizamos para chamar alguém quando estamos falando com essa pessoa.
- As orações adjetivas, de maneira bem simples, são grupos de palavras, nos quais pelo menos uma delas é verbo, que são utilizados para dar características, para qualificar algo que foi mencionado na frase.
- Existem, no entanto, dois tipos de orações adjetivas: as RESTRITIVAS e as EXPLICATIVAS. As restritivas, como o próprio nome diz, restringem, ou seja, qualificam apenas uma parte daquilo a que se referem. As explicativas, por sua vez, qualificam um todo.
- expressões explicativas ou de retificação devem ser escritas entre vírgulas. Segundo o autor “expressões como além disso, inclusive, isto é, a saber, aliás, outrossim, com efeito, etc.
- Aposto explicativo é um grupo de palavras (sem verbo) que é utilizado para explicar, para definir algum termo mencionado na frase.
- As orações adjetivas, de maneira bem simples, são grupos de palavras, nos quais pelo menos uma delas é verbo, que são utilizados para dar características, para qualificar algo que foi mencionado na frase.
- Alguns verbos exigem complementos. Os complementos do verbo são chamados OBJETOS e, assim como o SUJEITO, o OBJETO não pode ser separado do verbo por vírgula.
- Casos em que o uso da vírgula é proibido: Não podemos utilizar vírgula para separar sujeito e verbo. A regra é bem clara. Mas, para sabermos utilizá-la, é necessário que saibamos identificar o sujeito da oração. Para achar o SUJEITO de uma oração, devemos perguntar ao verbo: QUEM?
- Os sinais de pontuação são recursos de linguagem empregados na língua escrita e desempenham a função de demarcadores de unidades e de sinalizadores de limites de estruturas sintáticas nos textos escritos. Assim, os sinais de pontuação cumprem o papel dos recursos prosódicos, utilizados na fala para darmos ritmo, entoação e pausas e indicarmos os limites sintáticos e unidades de sentido.
Desvendando os Mistérios da Crase
- CRASE, ao contrário do que muitos pensam, não é o nome que damos para este acento => `. Esse é o acento grave, que, ao contrário do acento agudo (´), que abre a pronúncia de uma vogal, serve para fechar a pronúncia de vogais em algumas línguas, como o francês.
- A (PREPOSIÇÃO) + A (ATRTIGO FEMININO). As preposições são invariáveis, ou seja, elas nunca mudam, nunca sofrem alterações. O artigo definido, por sua vez, tem flexão de gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural). Temos, portanto: O, A, OS, AS.
- Casos em que não ocorre crase Antes de palavra masculina: Se o artigo é feminino, ele não aparecerá antes de palavras masculinas. Quando há junção de preposição + artigo antes de palavras masculinas, o que temos é a palavra AO (A – preposição + O – artigo).
- Antes de verbos: Assim como não há artigo feminino antes de palavras masculina, também não há artigo feminino antes de verbos. Portanto, em construções como A PARTIR e A SEGUIR, por exemplo, não ocorre crase.
- Antes de artigos indefinidos (um, uma, uns e umas) e antes de pronomes de tratamento, como Vossa Excelência, por exemplo, não ocorre crase, pois, antes dessas palavras, não há artigo feminino.
- Antes de pronomes pessoais (eu, tu, ele, ela, nós, et.), pronomes indefinidos (algum, nenhum, todos, todas, nada, etc.) e pronomes demonstrativos (este, esta, esse, essa, etc.) não há artigo feminino. Portanto, não ocorre crase antes dessas palavras.
- Casos especiais de crase: Ocorre crase antes da palavra DISTÂNCIA quando mencionamos o tamanho, a medida da distância.
- Não corre crase antes da palavra casa, quando estivermos nos referindo à nossa própria casa ou à casa da pessoa de quem estamos falando
- A palavra terra também tem suas particularidades quanto ao uso da crase. Se estivermos nos referindo a terra (oposto de bordo), não ocorre crase.
- Os pronomes demonstrativos AQUELE, AQUELA, AQUELES, AQUELAS e AQUILO são exceções. Como vimos anteriormente nesta aula, não ocorre crase antes dos pronomes demonstrativos. Mas, no caso desses pronomes, deve ocorrer, sim. O que acontece aqui é que a preposição A se junta à primeira letra dessas palavras, fazendo com que a crase deva ser marcada. É o único caso de crase em que não se trata de A preposição + A artigo, pois temos A preposição + a primeira letra da palavra (aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo).
- Antes de horários deve ocorrer crase sempre!
- Não corre crase antes da palavra casa, quando estivermos nos referindo à nossa própria casa ou à casa da pessoa de quem estamos falando
- Casos especiais de crase: Ocorre crase antes da palavra DISTÂNCIA quando mencionamos o tamanho, a medida da distância.
- Antes de pronomes pessoais (eu, tu, ele, ela, nós, et.), pronomes indefinidos (algum, nenhum, todos, todas, nada, etc.) e pronomes demonstrativos (este, esta, esse, essa, etc.) não há artigo feminino. Portanto, não ocorre crase antes dessas palavras.
- Antes de artigos indefinidos (um, uma, uns e umas) e antes de pronomes de tratamento, como Vossa Excelência, por exemplo, não ocorre crase, pois, antes dessas palavras, não há artigo feminino.
- Antes de verbos: Assim como não há artigo feminino antes de palavras masculina, também não há artigo feminino antes de verbos. Portanto, em construções como A PARTIR e A SEGUIR, por exemplo, não ocorre crase.
- Casos em que não ocorre crase Antes de palavra masculina: Se o artigo é feminino, ele não aparecerá antes de palavras masculinas. Quando há junção de preposição + artigo antes de palavras masculinas, o que temos é a palavra AO (A – preposição + O – artigo).
- A (PREPOSIÇÃO) + A (ATRTIGO FEMININO). As preposições são invariáveis, ou seja, elas nunca mudam, nunca sofrem alterações. O artigo definido, por sua vez, tem flexão de gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural). Temos, portanto: O, A, OS, AS.
- CRASE, ao contrário do que muitos pensam, não é o nome que damos para este acento => `. Esse é o acento grave, que, ao contrário do acento agudo (´), que abre a pronúncia de uma vogal, serve para fechar a pronúncia de vogais em algumas línguas, como o francês.
PARA EU ou PARA MIM? Entendendo os Pronomes Pessoais
- Os pronomes pessoais são utilizados para representarmos as pessoas do discurso. Então, antes de falar dos pronomes, vamos entender quem são as pessoas do discurso. Em uma situação de comunicação, temos: • A pessoa que fala – primeira pessoa do discurso; • A pessoa com quem se fala – segunda pessoa do discurso; • A pessoa de quem se fala – terceira pessoa do discurso.
- Os pronomes pessoais do caso reto são os pronomes que exercem função de sujeito em uma oração. Vocês se lembram do que devemos fazer para identificar o sujeito? Basta perguntarmos ao verbo: QUEM? E a resposta será o sujeito da oração.
- Os pronomes do CASO OBLÍQUO exercem a função de complemento do verbo.
- Os pronomes do caso oblíquo se dividem em ÁTONOS e TÔNICOS. Os átonos são aqueles que utilizamos quando não há preposição, e os tônicos devem ser utilizados após preposição.
- PARA EU ou PARA MIM Como já vimos nesta aula, o pronome EU tem função de sujeito, e o pronome MIM, de complemento. Portanto, antes de fazermos a escolha entre esses dois pronomes, precisamos saber qual função esse pronome irá exercer em nossa oração. O professor pediu para EU levar meu cachorrinho para a aula amanhã. • Quem vai levar? Eu! Portanto, o pronome EU exerce função de sujeito do verbo levar.
- Para mim, levar o cachorro é difícil, porque vou à escola de ônibus. Nesse caso, levar o cachorro é difícil para mim. Quem é difícil? Levar o cachorro (esse é o sujeito). O pronome a ser utilizado é, portanto, o pronome MIM, pois não exerce função de sujeito.
- Ela cuida de MIM = o pronome MIM é objeto indireto do verbo cuidar e está precedido de preposição. • ME ama, ME ensina, ME educa = “ama eu”, “ensina eu”, “educa eu”. Nesses três casos, ME é objeto direto dos verbos amar, ensinar e educar. TE amo = “amo tu” – TE é objeto direto do verbo amar
- Para mim, levar o cachorro é difícil, porque vou à escola de ônibus. Nesse caso, levar o cachorro é difícil para mim. Quem é difícil? Levar o cachorro (esse é o sujeito). O pronome a ser utilizado é, portanto, o pronome MIM, pois não exerce função de sujeito.
- PARA EU ou PARA MIM Como já vimos nesta aula, o pronome EU tem função de sujeito, e o pronome MIM, de complemento. Portanto, antes de fazermos a escolha entre esses dois pronomes, precisamos saber qual função esse pronome irá exercer em nossa oração. O professor pediu para EU levar meu cachorrinho para a aula amanhã. • Quem vai levar? Eu! Portanto, o pronome EU exerce função de sujeito do verbo levar.
- Os pronomes do caso oblíquo se dividem em ÁTONOS e TÔNICOS. Os átonos são aqueles que utilizamos quando não há preposição, e os tônicos devem ser utilizados após preposição.
- Os pronomes do CASO OBLÍQUO exercem a função de complemento do verbo.
- Os pronomes pessoais do caso reto são os pronomes que exercem função de sujeito em uma oração. Vocês se lembram do que devemos fazer para identificar o sujeito? Basta perguntarmos ao verbo: QUEM? E a resposta será o sujeito da oração.
- Os pronomes O, A, OS AS, podem sofrer variações quando utilizados após um verbo. As suas variantes são: • O, A = LO, LA, NO, NA. • OS, AS = LOS, LAS, NOS, NAS.
- Os pronomes pessoais são utilizados para representarmos as pessoas do discurso. Então, antes de falar dos pronomes, vamos entender quem são as pessoas do discurso. Em uma situação de comunicação, temos: • A pessoa que fala – primeira pessoa do discurso; • A pessoa com quem se fala – segunda pessoa do discurso; • A pessoa de quem se fala – terceira pessoa do discurso.
Construindo Imagens com as palavras-COMPARAÇÃO, METÁFORA E METONÍMIA
- A COMPARAÇÃO METAFÓRICA acontece quando comparamos elementos de universos distintos, a fim de transferirmos algumas características de uma coisa para a outra
- A METÁFORA é um tipo de comparação. No entanto, no caso dessa figura, a comparação se faz velada, implícita. Não são utilizadas palavras que demonstrem que uma comparação está sendo feita. Trata-se de uma comparação direta.
- METONÍMIA é uma figura que integra uma parte a um todo. De acordo com Abib, “A metonímia consiste em integrar parte de algo que vemos em um todo que existe em nossa memória de longo prazo.”
- A METÁFORA é um tipo de comparação. No entanto, no caso dessa figura, a comparação se faz velada, implícita. Não são utilizadas palavras que demonstrem que uma comparação está sendo feita. Trata-se de uma comparação direta.
- A COMPARAÇÃO METAFÓRICA acontece quando comparamos elementos de universos distintos, a fim de transferirmos algumas características de uma coisa para a outra
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS: DICAS E ESTRATÉGIAS
- A interpretação de texto é a capacidade de uma pessoa compreender o que está escrito em uma mensagem textual, podendo pensar e refletir a partir daquilo que absorveu após a leitura.
- Alguns pontos gramaticais são importantíssimos na hora de interpretarmos um texto, pois eles podem, muitas vezes, nos confundir. É o caso, por exemplo, da pontuação.
- Quando formos fazer uma prova, ler as questões antes de ler os enunciados. Precisamos, também, prestar bastante atenção nos pronomes.
- As conjunções coordenativas e subordinativas são importantíssimas na hora de interpretarmos textos, pois elas ligam orações e trazem consigo um sentido (adição, explicação, condição, causa, etc.).
- Outra coisa muito importante quando se trata de interpretação de textos é entendermos que precisamos realmente compreender o que o autor quis dizer, qual a opinião dele sobre aquele assunto, quando a opinião é apresentada.
- As conjunções coordenativas e subordinativas são importantíssimas na hora de interpretarmos textos, pois elas ligam orações e trazem consigo um sentido (adição, explicação, condição, causa, etc.).
- A palavra EXCETO está relacionada à palavra EXCEÇÃO. Sendo assim, se estamos diante de enunciado como este: Todas as alternativas estão corretas, EXCETO: Nesse caso, devemos marcar a exceção, ou seja, a única alternativa que não está correta.
- A palavra RESPECTIVAMENTE indica ordem.
- Quando nos perguntam o que podemos inferir ou depreender a partir da leitura de um texto, estão nos pedindo para dizer o que é possível concluir, a que conclusão podemos chegar com a leitura daquele texto.
- Sentido CONOTATIVO é o sentido figurado, enquanto o sentido DENOTATIVO é o sentido literal.
- A intertextualidade é trazer para um texto pistas físicas de outro, é incorporar um texto ao outro. Importante ressaltar que isso pode acontecer com textos verbais e não verbais.. Existem vários tipos de intertextualidade (paródia, citação, tradução, alusão, etc.).
- Sentido CONOTATIVO é o sentido figurado, enquanto o sentido DENOTATIVO é o sentido literal.
- Quando nos perguntam o que podemos inferir ou depreender a partir da leitura de um texto, estão nos pedindo para dizer o que é possível concluir, a que conclusão podemos chegar com a leitura daquele texto.
- A palavra RESPECTIVAMENTE indica ordem.
- A interpretação de texto é a capacidade de uma pessoa compreender o que está escrito em uma mensagem textual, podendo pensar e refletir a partir daquilo que absorveu após a leitura.
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- Pedagogia Mapa Mental sobre Leitura e Produção Textual, creado por natally gochi el 01/06/2022.
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