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Meduloblastoma

Mapa mental: Meduloblastoma
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Meduloblastoma
EPIDEMIOLOGIA
- Os tumores de sistema nervoso central são 15-20% de todos os canceres que acometem a faixa etária pediátrica
- Tumor de fossa posterior (tronco encefálico e cerebelo) maligno mais comum em crianças. Cerca de 20% de todos os canceres pediátricos do SNC.
- Geralmente acomete crianças abaixo dos 15 anos. O pico bimodal é aos 3 a 4 anos e aos 8 a 9 anos. Predominância do sexo masculino.
FATORES DE RISCO
- Etiologia do meduloblastoma é desconhecida na maioria dos pacientes, mas o meduloblastoma pode ocorrer com certas síndromes.
- Síndrome de Gorlin: Causada por mutações no gene patched-I (PTCH-I)
- Síndrome de Turcot: Causada por mutações no gene da polipose adenomatosa do cólon e da polipóse adenomatosa familiar.
- Radiação ionizante
- Etiologia do meduloblastoma é desconhecida na maioria dos pacientes, mas o meduloblastoma pode ocorrer com certas síndromes.
QUADRO CLÍNICO
- Os sinais e sintomas dependem da idade do paciente, localização do tumor, grau de proliferação, grau de desenvolvimento neurológico da criança e se o tumor causa obstrução do fluxo liquórico.
- Cefaleia, ataxia e sinais de comprometimento do tronco cefálico.
- Nas crianças abaixo de 2 anos, manifesta-se com macrocrania, irritabilidadae, vômitos, letargia, retardo do desenvolvimento neuropsicomotor, aumento do perímetro cefálico.
- Em crianças maiores, sinais de hipertensão intracraniana são evidentes observa-se cefaleia, especialmente matutina, vômitos por invasão do assoalho do IV ventrículo e papiledema.
- A disfunção cerebelar, predominantemente de linha média, caracteriza-se por perda de aquisição motora, incoordenação, ataxia axial, hipotonia, hipo ou arreflexia.
- Em crianças maiores, sinais de hipertensão intracraniana são evidentes observa-se cefaleia, especialmente matutina, vômitos por invasão do assoalho do IV ventrículo e papiledema.
- Os sinais e sintomas dependem da idade do paciente, localização do tumor, grau de proliferação, grau de desenvolvimento neurológico da criança e se o tumor causa obstrução do fluxo liquórico.
DIAGNÓSTICO
- TC, RNM (nele, o meduloblastoma aparece como tumor de contraste denso na fossa posterior, algumas vezes associado à hidrocefalia), espectroscopia e PET-CT.
CLASSIFICAÇÃO
- Segundo OMS existem vários subtipos histológicos
- Desmoplásico/nodular (DMB- ilhas pálidas, células altamente proliferativas, nódulos com reduzida celularidade)
- Extensiva nodular (uniformidade nuclear intranodular, nódulos com diferenciação neurocítica, células ganglionárias)
- Clássico (CMB- células agrupadas com o núcleo arredondado , pouco citoplasma, alta atividade mitótica),
- De grandes células (células de tamanho aumentado e alto índice mitótico)
- Anaplásico (AMB)
- Historicamente, os subtipos nodular e desmoplásico têm melhores taxas de sobrevivência, são mais diferenciados, tem crescimento mais lento e são mais sensíveis à quimioterapia e radioterapia. O meduloblastoma de grandes células com anaplasia generalizada apresentam pior prognóstico.
- Segundo OMS existem vários subtipos histológicos
TRATAMENTO
- O tratamento inicial consiste na ressecção cirúrgica ampla do tumor
- O tratamento deve ser complementado com quimioterapia e/ou radioterapia.
- quimio: esse tipo de terapia só é indicada para crianças menores de três anos de idade portadoras de tumores de alto grau de malignidade, com o objetivo de suprimir ou postergar a radioterapia, que seria responsável por sequelas muito graves para esta faixa etária.
- A radioterapia é outro tipo de tratamento para o meduloblastoma. Estudos realizados tem comprovado a sua eficácia
- Segundo Neves (2006) os pacientes que recebem o tratamento com radioterapia apresentam risco de óbito 2,9 vezes menor do que aqueles que não a realizam.
- O tratamento radioterápico é tão eficaz em virtude do meduloblastoma ser um tumor de caráter radiossensível, onde a terapia com radiação acaba por se tornar um padrão neste tipo de neoplasia cerebral, principalmente em focos metastáticos.
- Segundo Neves (2006) os pacientes que recebem o tratamento com radioterapia apresentam risco de óbito 2,9 vezes menor do que aqueles que não a realizam.
- Para criançasmaiores,semfatores de risco (sem metástases, sem tumor residual >1.5 cm) com as formas CMB ou DMB, a RT cranioespinal e pulsos na fossa posterior, seguida de QT pode ser considerada como tratamento padrão.
- O tratamento deve ser complementado com quimioterapia e/ou radioterapia.
- O tratamento inicial consiste na ressecção cirúrgica ampla do tumor
ESTADIAMENTO
- O estadiamento, com estudo do líquor e ressonância magnética (RM) de canal raquiano é uma prática importante, pois através dela pode-se saber se o tumor está ou não disseminado ao diagnóstico.
PROGNÓSTICO
- O prognóstico precoce do meduloblastoma aumenta cerca de 70% da sobrevida do paciente,
COMPLICAÇÕES PÓS-OPERTAÓRIAS
- Meningites sépticas ou assépticas. deiscência de suturas com perda de líquor e morbidade pela manipulação cerebelar.
- O mutismo é identificada em mais de 25% dos casos. caracterizada por mutismo, nistagmo, hipotonia generalizada, dismetria, disfagia e lanilidade emocionak.
- pode permanecer por semanas ou meses, aproximadamente 50 % dos pacientes tem sequela tardia.
- O mutismo é identificada em mais de 25% dos casos. caracterizada por mutismo, nistagmo, hipotonia generalizada, dismetria, disfagia e lanilidade emocionak.
- Meningites sépticas ou assépticas. deiscência de suturas com perda de líquor e morbidade pela manipulação cerebelar.
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre Meduloblastoma, creado por Sofia Alves el 29/06/2020.
- Creado por
- Sofia Alves
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