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Mapa mental

Transformação linear parte 2

Lara Medeiros Portugués

Contenido del mapa

Transformação linear parte 2

  1. Existência e unicidade da transformação linear

    • Sejam U e V espaços vetoriais reais. Sejam u1, u2,...,un, uma base de U, v1,v2,...,vn uma base de V. Então existe uma única transformação linear T: U-> V, tal que
      • T(u1) = v1, T (u2) - V2,..., T (un) = Vn
  2. Imagem da transformação linear

    • Seja T: U -> V uma transformação linear. A imagem de T, denotada por Im (T) é o conjunto dos vetores v E V tais que existe um vetor u E V que satisfaz T (u) = v, isto é:
      • Im (T) = { v E V/ T (u) = v, u E V}
    • Observações
      • Im (T) C V
      • Im (T) é um subespaço vetorial do espaço vetorial V
      • Se Im (T) = U, então T é dita sobrejetora
    • Teoremas
      • Se T: U -> V é uma transformação linear e S é um subespaço vetorial de V, então T ^-1 (S) é um subespaço vetorial de U
      • Se T: U-> V é uma transformação linear e o conjunto { u1,u2,...,un} gera U, então o conjunto {T (u1, T (u2),..., T(un)} gera Im (T)
  3. Núcleo

    • Seja T: U-> V uma transformação linear. O núcleo de T, denotada por Ker (T) ou N (T), é o conjunto dos vetores u E U tais que satisfaz T (u) = 0, isto é, o conjunto de todos os vetores que são levados no vetor nulo de V
      • Ker (T) = { u E U/ T (u) = 0 E V}
      • Observações:
        • Ker (T) C U
        • Ker (T) é um subespaços vetorial do espaço vetorial U
        • Uma transformação linear é dita injetora se dados u,v E U, com T (u) = T (v), então u=v. Temos que se Ker (T) = 0, então T é injetora
        • Se a transformação linear T for injetora e sobrejetora então T é dita bijetora
      • Teorema (Núcleo e imagem)
        • Seja T: U -> V uma transformação linear, com U e V sendo espaços vetoriais de dimensão finita, então:
          • Dim U = Dim Kert (T) + Dim Im (T)
  4. Teorema Matriz de uma transformação linear

    • Seja A E Mmxn
      • i: A matriz A define uma transformação linear T: R^n -> R^m por T (x) = Ax
      • ii: Seja T: U-> V uma transformação linear, onde U e V são espaços vetoriais de dimensão finita. Então, T pode ser representada por uma matriz A em relação a bases fixas, B e B', de U e V
    • Observações
      • 1- A matriz A é denominada matriz de T em relação as bases B e B'
      • 2- A coluna j da matriz A possui as coordenadas aij, 1 <= i <= m de T (uj), onde uj é o j-ésimo elemento da base U
      • 3- É fácil verificar que a matriz A depende das bases B e B' de U e V, respectivamente. Assim, fixadas as bases, a matriz A é única
    • Demais observações
      • 1- Dada uma transformação linear T, a cada conjunto de bases B e B", corresponde uma matriz A
      • 2- Mesmo que as bases dadas não sejam as bases canônicas, podemos determinar a transformação linear T: U->V, se tivermos a matriz A e duas bases B e B' de U e V
      • 3- Quando as bases envolvidas forem as bases canônicas, T1 e T2 forem transformações lineares do R^n -> R^m e A1 e A2 forem suas matrizes canônicas
        • a) (T1 +T2) = A1 + A2
        • b) α T1 = α A1 e α T2 = α A2 / α E R
        • c) Se T3: R^m-> R ^p é uma transformação linear e A3 é sua matriz canônica
          • Ti ° T3 = Ai A3, i = 12

Información

Descripción
Mapa Mental sobre Transformação linear parte 2, creado por Lara Medeiros el 15/12/2020.
Creado por
Lara Medeiros
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