Mapa mental
Michel Montaigne
Contenido del mapa
Michel Montaigne
Culto aos valores do humanismo
- Amor à liberdade do pensamento e à dignidade natural (e não derivada de uma dignidade divina) dos seres humanos X Desprezo pelas conquistas científicas e tecnológicas da humanidade
Renascimento do ceticismo
- Suspender o juízo, resultando numa dúvida permanente sobre todas as coisas
- Impossibilidade de se ter um conhecimento verdadeiro e absoluto das coisas
- As coisas "parecem ser" e não necessariamente "são"
- O ceticismo funciona como ética de julgamento: o filósofo deve se abster de adotar juízos definitivos sobre qualquer tema, pois não se sabe absolutamente tudo, de forma seguro, sobre nada.
- Nenhuma referência a um “bem”, a uma “razão”, a uma “verdade” ou a uma “justiça”, pode ser considerada absoluta e universal. Esses termos são derivados dos costumes, e pode ser traçada a história de cada um deles em uma sociedade.
Salvação divina
- "Seria uma desproporção iníqua fazer uma recompensa eterna decorrer de uma vida tão curta"
Comportamento
- Montaigne nunca toma nenhum tipo de comportamento como verdadeiramente correto - nem o comportamento dos santos cristãos, nem o dos estudiosos renascentistas. Ao contrário: o comportamento é fruto dos costumes, associados à imaginação e ao acaso
Vida humana
- Acontecimentos ínfimos podem causar enormes desastres, o que demonstra nossa fragilidade. Piolhos e picadas de abelha podem desabar todo um exército; uma sílaba na Bíblia pode causar guerras sem fim
Religião
- A crença religiosa é também questão de hábito, um acaso geográfico: "somos cristãos a mesmo título que somos perigordinos ou alemães". Se devemos respeitar as outras religiões, é porque não dispomos de razões melhores para seguir as nossas do que os outro as deles.
A ciência não corresponde a nada existente, mas a uma crença na existência da ciência; para ele, essa crença faz com que as pessoas percam tempo justificando a racionalidade de suas crenças, em vez de questionar seus fundamentos. A crença na ciência faz com que as pessoas considerem verdadeiras crenças que meramente estão na moda.
Ensaios
- Exercitar seu julgamento da melhor maneira possível a partir de sua própria capacidade natural
- Preferível exercitar seu julgamento natural do que mostrar sua imensa erudição
- Rejeitava a filosofia teórica, abstrata e puramente lógica que prevaleceu no período da escolástica
- Preferível exercitar seu julgamento natural do que mostrar sua imensa erudição
- Juízo de valor do autor
- Montaigne fala de si mesmo, de seus humores, seus espantos e seus hábitos
- Buscava não uma "teoria", mas o desenvolvimento de um pensamento sem amarras, sem compromisso, absolutamente livre.
- Exercitar seu julgamento da melhor maneira possível a partir de sua própria capacidade natural
"Se o geocentrismo de Ptolomeu foi dado como certo durante vários séculos, para ser contestado agora, nada garante que daqui a mil anos o próprio Copérnico não venha a ser contestado também." Por isso, "nenhum costume ou mandamento moral é eterno. Tudo está sujeito à contingência."
- A ciência não corresponde a nada existente, mas a uma crença na existência da ciência; para ele, essa crença faz com que as pessoas percam tempo justificando a racionalidade de suas crenças, em vez de questionar seus fundamentos. A crença na ciência faz com que as pessoas considerem verdadeiras crenças que meramente estão na moda
Información
- Descripción
- 3º ano Filosofia Mapa Mental sobre Michel Montaigne, creado por Juliana Esteves el 14/06/2021.
- Creado por
- Juliana Esteves
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