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Apuntes

historia

Giovanna Madeira Portugués 9 páginas

Contenido del apunte (9)

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Conferência de Bandung é o nome com o qual ficou conhecido historicamente o encontro ocorrido nesta cidade indonésia entre 18 e 24 de abril de 1955 e que reuniu os líderes de 29 estados asiáticos e africanos, responsáveis pelos destinos de 1 bilhão e 350 milhões de seres humanos. Patrocinaram esta conferência Indonésia, Índia, Birmânia, Sri Lanka e Paquistão, e tinha como objetivo promover uma cooperação econômica e cultural de perfil afro-asiático, buscando fazer frente ao que na época se percebia como atitude neocolonialista das duas grandes potências, Estados Unidos e União Soviética, bem como de outras nações influentes que também exerciam o que consideravam imperialismo, ou seja, promoção indiscriminada de seus próprios valores em detrimento dos valores cultivados pelos povos em desenvolvimento.

São membros importantes o Egito, a Índia e a África do Sul. China e Iugoslávia já tiveram papel de relevo no passado.

o não-alinhamento automático. Esse representava, diante dos moldes da Guerra Fria, que os 29 países que se reuniram nessa conferência não iriam alinhar-se automaticamente a nenhum dos blocos antagônicos da contenda ideológica da Guerra Fria. Eles declararam-se a favor do anticolonialismo, do combate contra o racismo e contra o imperialismo.

A “conquista do espaço” envolveu uma disputa entre Estados Unidos e União Soviética no contexto da Guerra Fria, como forma de demonstrar a superioridade tecnológica e como parte de um programa de desenvolvimento da indústria bélica.

b) Michel Jackson pode ser visto como fenômeno de globalização menos por sua música, tipicamente americana, mas principalmente pelo alcance internacional de seu sucesso. Esse sucesso foi possível em grande parte pela eliminação de barreiras e pelo desenvolvimento dos meios de comunicação (possível a diversos artistas e não apenas à Jackson).

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Os dois países asiáticos com os quais os Estados Unidos estavam diretamente envolvidos em conflito armado são a Coreia do Norte (1950) e o Vietnam (1964). Em 1950, poucos meses depois da vitória de Mao Tse Tung na China, os Estados Unidos (liderando uma força militar das Nações Unidas) enviou tropas à Coreia do Sul depois que a Coreia do Norte passou o paralelo que dividia os dois países. O conflito rapidamente se expandiu para guerra envolvendo além dos Estados Unidos, as Nações Unidas, a Coreia do Norte, a Coreia do Sul e a China. A Guerra da Coreia só terminou quando os Estados Unidos e a Coreia do Norte assinaram um acordo de paz em 1953. Depois de as tropas do Ho Chi Minh derrotarem a França no Vietnam em 1954, paulatinamente os Estados Unidos iniciaram sua intervenção naquele país, enviando cada vez maior número de tropas. O conflito inspirou um massivo movimento pela paz nos Estados Unidos, mas a guerra só terminou em abril de 1975 quando as tropas norte-vietnamitas tomaram Saigon (antiga capital do Vietnam do Sul). Em ambos os casos, a razão oferecida pelos Estados Unidos era a de deter o avanço do comunismo no mundo.

Os três países da África de língua portuguesa que iniciaram lutas de libertação nacional na década de 1960 foram Angola (1961), Guiné Bissau (1963) e Moçambique (1964). Todos lutaram contra a dominação colonial portuguesa e só terminaram em 1974, com a Revolução dos Cravos em Portugal.

A invasão da Baía dos Porcos (Cuba) foi uma operação militar organizada pelo serviço secreto norte-americano – CIA, em abril de 1961. Armando refugiados cubanos, o governo de John F. Kennedy tentou derrubar o governo de Fidel Castro, que rapidamente se identificava com os países socialistas e com os movimentos de libertação nacional na África e na América Latina. Mais uma vez a justificativa apresentada pelos Estados Unidos para a ação foi a de deter o avanço do comunismo.

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a) Durante a Segunda Guerra Mundial, com a derrota da França na primeira fase da Guerra, o Vietnã que era um domínio colonial francês foi ocupado pelo Japão. Quando a guerra terminou, a França tentou restabelecer o controle, mas não conseguiu. Os franceses foram derrotados pelo Viet Minh na Batalha de Dien Bien Phu, em 1954 na primeira guerra da Indochina, mesmo com ajuda dos EUA. Na Conferência de Genebra o Vietnã foi dividido em dois países separados, conhecidos como Vietnã do Norte e Vietnã do Sul.

b) Durante a Guerra Fria, o norte tinha o apoio da China e da União Soviética, enquanto o sul era "apoiado" pelos EUA. Em 1965, os Estados Unidos enviaram tropas para impedir o governo do Vietnã do Sul de entrar em colapso completo devido as ações do Vietcong (exército comunista no sul) apoiado pelo norte para derrubar o governo do corrupto Ngo Dinh Diem. Os Estados Unidos pretendiam evitar a invasão do Norte e a unificação do Vietnã sob o regime comunista.

Para a Alemanha, a destruição do Muro de Berlim definiu o início de seu processo de reunificação política, destruindo, tanto interna quanto externamente, o imaginário de um mundo bipolar, que era caracterizado pela oposição ideológica entre os sistemas capitalista, representado hegemonicamente pelos EUA, e o socialista, cujo exemplo mais bem delineado era o regime soviético. A queda do Muro de Berlim, um dos símbolos dessa bipolarização, construído após a Segunda Guerra, representou o fim da Guerra Fria e do domínio da União Soviética sobre as nações do leste europeu, além de um marco do descrédito da via socialista como contraponto à via capitalista.

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Considerando o texto, qual a preocupação fundamental de G. Barraclough em relação ao

estudo da Revolução Cubana?

O autor, G. Barraclough, questiona a visão de que a revolução cubana foi apenas umamanifestação do comunismo internacional , defendendo a idéia que é necessário entendermos o contexto internacional.Esse contexto, criado ao fim da 2° guerra mundial nos leva a bipolarização do mundo entre os EUA (capitalista) e a URSS (socialista) e consequentemente a guerra fria.

Em 1959 explode a revolução cubana que tem como líderes: Fidel Castro, Raúl Castro e Ernesto “Che” Guevara, que culmina com a deposição do ditador Fulgêncio Batista.

Em 1961, depois da nacionalização, sem indenização, de empresas em Cuba, e influenciado pela CIA, que havia treinado cubanos anti-castristas sediados em Miami, o presidente JFK, ordena a invasão da Ilha. O desembarque se deu na Baía dos Porcos (Playa Girón) e o exército cubano rapidamente derrotou os invasores. Depois do episódio Cuba se alinhou a URSS e declarou-se socialista.

A Guerra Fria tem início logo após aSegunda Guerra Mundial, pois osEstados Unidos e a União Soviética vão disputar a hegemonia política, econômica emilitar no mundo. A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado naeconomia planificada, partido único (Partido Comunista), igualdade social e falta de democracia. Já o Estado unido, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas políticos e econômicos.A definição para a expressão guerra fria é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos e URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países. Além disso também houve a corrida para as Armas Nucleares, que ainda não tinha sido utilizadas em nenhuma batalha.Os EUA tinha sido os primeiros a fabricar armas nucleares, foi quando a URSS também fabricou, porém os EUA fizeram uma nova, a bomba de hidrogênio mas poderosa.Uma ataque com bomba nuclear foi em Hiroshima e Nagasaki, que veio a acontecer varias mortes na hora e outras pessoas tiveram seqüelas por serem vitimas da radiação.

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a) Entre outros acontecimentos, o candidato pode citar: - A proclamação da Doutrina Truman e a elaboração do Plano Marshall, em 1947; - A divisão da Alemanha em dois países, em 1949; - A criação da OTAN, em 1949 - A Guerra da Coréia, entre 1950-1953; - A Guerra do Suez, em 1956; - A crise dos mísseis, em Cuba, em 1962.

b - A bipolaridade das relações internacionais, caracterizado pela divisa do mundo em dois blocos: áreas sob influência da URSS e áreas sob influências dos EUA; - A corrida armamentista, baseada especialmente na aplicação da tecnologia nuclear na indústria bélica; - A corrida espacial; - A polarização ideológica expressa, por um lado, em imagens e valores de depreciação da sociedade comunista ou da sociedade capitalista; e por outro lado, na repressão política aos inimigos internos.

a) Socialismo. b) A referência teórico-ideológico do socialismo era o marxismo-leninismo. c) Foi implantado em vários países do leste e centro da Europa.A implantação do socialismo nesses países ocorreu após o fim do conflito, e em grande parte, foram impostas pela presença militar soviética. d) Principais características: nacionalização,economia planificada e controlada pelo Estado,abolição do livre comércio entre outros.

a) De fato, sem esse recurso a ofensiva

soviética teria alcançado todos os seus

objetivos, militares e políticos.

b) Através dessa doutrina, os EUA tinham a

intenção de conquistar a hegemonia no cenário

político internacional enfrentado assim a

chamada “ameaça comunista” onde quer que se

fizesse notar

Ambos os blocos se estruturavam em função da manutenção de seus respectivos sistemas e ideários políticos, para o que desenvolveram aparatos militares e geoestratégicos.

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A) Os E.U.A era capitalista e a União Soviética socialista.

b) Guerra fria não se usou armas, guerra quente fez o uso de armas.

Entendendo-se “colonialismo” ou “colonização” como

a subordinação de um território ultramarino a um país

que exerce sobre ele total dominação e, na maioria dos

casos, intensa exploração econômica, pode-se dizer que

os primórdios da colonização da África pelos europeus

encontram-se nas Grandes Navegações empreendidas

pelos portugueses. Todavia, esse processo somente se

corporificou em sua plenitude no último quarto do

século XIX, quando as potências industriais da

Europa, buscando fontes de matérias-primas

estratégicas e mercados consumidores, conquistaram

a quase totalidade do continente africano e vários

territórios na Ásia. Embora esse fenômeno histórico

(conhecido como “neocolonialismo” ou “imperia -

lismo”) tivesse motivações sobretudo econômicas, sua

justificativa foi construída sobre dois pilares: um,

pseudocientífico, defensor da superioridade da raça e

das sociedades brancas (darwinismo social); outro, de

caráter moral e decorrente do primeiro, proclamava a

missão civilizatória dos brancos em relação aos povos

e raças considerados “inferiores”.

A imposição e consolidação do neocolonialismo sobre

as populações africanas exigia a exclusão dos nativos

em relação aos altos e médios postos da administração,

tanto burocráticos quanto militares. Nesse sentido, a

realidade da diferenciação na cor da pele (reforçada

pelas teorias já mencionadas) tornou-se um fator

recorrente na distinção entre colonizadores e coloniza -

dos. Esse entendimento gerou o racismo – comporta -

mento habitual, consciente ou não, implicando a

pretensa superioridade dos brancos sobre os negros.

Como desodobramentos óbvios de tais ideias e

atitudes, seguiram-se medidas de discriminação,

segregação, exclusão e particularmente de humilhação

da minoria europeia dominadora sobre a massa de

africanos dominados.

Acerca da descolonização da África, iniciada na

década de 1950, intensificada na de 1960 e

praticamente concluída no decênio seguinte, a

primeira análise que costuma ser feita é sobre a

“herança maldita” do neocolonialismo: fronteiras

estabelecidas artificialmen te, conflitos étnicos, falta de

quadros administrativos capacitados, ausência de

infraestrutura, deficiência educacional, miséria,

doenças e fome. Todavia, não se pode minimizar a

persistência do racismo, seja dos brancos

remanescentes em terras africanas para com a

população não branca (a exemplo do apartheid, vigente

ALBERT EINSTEIN — NOVEMBRO/2015

na África do Sul até 1990), seja dos próprios negros

contra os brancos e, eventualmente, também contra os

mestiços. Em um plano mais amplo, não podemos

deixar de considerar que existe um menosprezo – ao

menos no Ocidente como um todo – pelo continente

africano e suas mazelas (“O mundo deu as costas à

África”, no dizer de um economista asiático).

Felizmente, a esse panorama negativo contrapõem-se

iniciativas individuais e coletivas de ajuda humanitária

e de combate ao racismo e a seus efeitos, não só na

África mas no mundo em geral.

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descolonização afro-asiática não foi um processo homogêneo, ocorrendo de duas maneiras: apacífica e a violenta.

No caso da via pacífica, a independência da colônia era realizada progressivamente pela metrópole, com a concessão da autonomia político-administrativa, mantendo-se o controle econômico do novo país, criando, dessa forma, um novo tipo de dependência.

As independências que ocorreram pela via da violência resultaram da intransigência das metrópoles em conceder a autonomia às colônias. Surgiam as lutas de emancipação, geralmente vinculadas ao socialismo, que levaram a cabo as independências.

O movimento nacionalista iniciado pelos intelectuais hindus;

Os interesses das elites locais em relação ao domínio inglês no território indiano;

O enfraquecimento da Inglaterra como potência colonial após a Segunda Guerra Mundial, pois a conjuntura

internacional tornou-se desfavorável à manutenção do domínio colonial pelas potências europeias;

O movimento de desobediência civil que inclui o boicote aos produtos britânicos e a recusa ao pagamento de

impostos;

O papel de Gandhi na construção da própria ideia de Independência

b-O candidato poderá destacar que as concepções de trabalho dos indianos eram muito diferentes das dos

europeus. Também pode fazer menção ao fato de que a resistência ao trabalho tornar-se-ia uma resistência à

dominação dos ingleses, enquanto uma estratégia de desobediência não violenta.

O processo de descolonização afro-asiática foi

caracterizado por dois tipos de movimentos: um marcado

pelo seu caráter pacífico, que culminaria em negociações

para a obtenção da independência, como no caso da Índia;

e outro guiado por conflitos armados de longa duração,

como no caso de Argélia, Moçambique, Indochina e Congo.

Os fatores que impulsionaram o processo de

descolonização tinham âmbito global (enriquecimento das

metrópoles europeias após as guerras mundiais, a ascensão

dos nacionalismos asiático e africano, as disputas por

influência entre soviéticos e americanos no contexto da

Guerra Fria). Dessa forma, ocorreram movimentos por

independência de forma simultânea, além da própria

fluidez da informação que caracterizou a segunda metade

do século XX, contribuindo para que um movimento

também servisse de inspiração para o outro.

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Na Conferência de Bandung, realizada entre 18 e 24 de abril de 1955 na Indonésia, o objetivo principal era a promoção da cooperação econômica e cultural afro-asiática, como forma de oposição ao que era considerado colonialismo ou neocolonialismo. Foi a primeira conferência a falar e a afirmar que o imperialismo e o racismo são crimes. Nela foram lançados os princípios políticos do "não alinhamento" com as então superpotências (Estados Unidos e União Soviética), sendo empregada a expressão Terceiro Mundo para designar o grupo dos países não alinhados. Estabeleceu-se ainda, o respeito à soberania e integridade territorial de todas as nações; o reconhecimento da igualdade de todas as raças e nações, grandes e pequenas; a abstenção de todo ato ou ameaça de agressão, ou do emprego da força, contra a integridade territorial ou a independência política de outro país e a solução de todos os conflitos internacionais por meios pacíficos (negociações e conciliações, arbitragens por tribunais internacionais), de acordo com a Carta da ONU.

o apartheid negava direitos políticos e sociais a uma parcela majoritária da população negra da África do Sul sob a alegação de sua incapacidade política, sua falta de cultura, civilidade, inferioridade racial, etc. A população não-branca era excluída do governo nacional e não podiam votar exceto em eleições para instituições segregadas que não tinham qualquer poder. Aos negros eram proibidos diversos empregos sendo-lhes também vetado empregar brancos. Não-brancos não podiam manter negócios ou práticas profissionais em quaisquer áreas designadas somente para brancos. O aluno poderá mencionar também que Essa proposição é uma forma de dominação que uma minoria exerce o poder excluindo grande parcela da sociedade.

b-a África do Sul entre 1948 e 1994.

a) Em 1947 foi formalizada a Independência da Índia, depois de algumas décadas de lutas contra a Inglaterra. O processo de independência é tradicionalmente considerado pacífico, devido a predominância da política de “não-violência” e de “resistência pacífica” liderada por Gandhi. A independência promoveu a divisão da região em Índia (de maioria hindu) e Paquistão (de maioria muçulmana), e imediatamente iniciou-se a “questão da Caxemira”, região de população muçulmana sob governo hindu. Em 1971 a província de Bengala se separou do Paquistão com o apoio da Índia. Nas décadas seguintes os conflitos tenderam a se intensificar e os dois países iniciaram uma corrida armamentista e a fabricação de armas nucleares. Desde 2002 a região voltou a ser alvo de disputas entre as duas nações.

b) Em 1949 os comunistas tomaram o poder. A Revolução Chinesa vitoriosa foi liderada por Mão Tse Tung que implementou reformas estruturais no país, organizando um modelo socialista com diferenças em relação à União Soviética. O modelo maoísta perdurou até os anos 70, quando se estabeleceram relações diplomáticas e comerciais com países capitalistas, porém apenas no início dos anos 90, sob a liderança de Deng Xiaoping, que a abertura se aprofundou com o estabelecimento de uma “economia socialista de mercado”. Desde então a economia chinesa é a que mais cresce no mundo, absorvendo grande parte dos investimentos internacionais.

a) Ao Neocolonialismo (imperialismo) ocorrido no século XIX.

b) Fontes de matérias primas e mercados consumidores para atender às demandas geradas pela

Segunda Revolução Industrial. Buscava-se também áreas para investimentos de capitais e áreas de

geração de empregos para o excedente populacional europeu em situação de desemprego, a fim de

se evitar distúrbios sociais na Europa.

c) A descolonização da África ocorreu entre as décadas de 1950 e 1970, no contexto da Guerra Fria, o

que significa dizer sob a influência dos interesses estratégicos dos Estados Unidos e da União

Soviética.

O processo se deu pelas vias pacífica, caso das colônias inglesas e francesas onde negociações

diplomáticas asseguravam a influência econômica da antiga metrópole sobre as novas nações e pela

via violenta caracterizada pela luta armada, como foi o caso das colônias portuguesas.

De modo geral após a descolonização, seguiram-se violentos conflitos étnicos pelo controle político

das novas nações

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a) Enfraquecimento das grandes potências coloniais

(Grã-Bretanha e França) em decorrência da Segunda

Guerra Mundial; desmistificação da superioridade do

homem branco, devido às vitórias iniciais dos japoneses

naquele conflito; intensificação dos nacionalismos

afro-asiáticos; Guerra Fria.

b) Tanto os Estados Unidos como a URSS apoiaram o

processo de descolonização (sob o rótulo de “autodeterminação

dos povos”), como forma de ocupar

os espaços deixados pelas ex-metrópoles, no contexto

da disputa pela hegemonia mundial entre as

duas superpotências.

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Apunte sobre historia, creado por Giovanna Madeira el 20/09/2016.
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