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Test

Gastroenterologia (Clínica)

manoel junior 21 preguntas 5,0 (1 valoración)

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Preguntas del test (21)

  1. 1Revalida - 2011

    Homem, com 45 anos de idade, com dor epigástrica diária, ocorrendo no período pós-prandial e à noite, e perda ponderal de 4 kg, começou uso de inibidor de bomba de próton (IBP) com alguma melhora. Informa que não usa álcool ou antinflamatórios não hormonais. Ainda na vigência da medicação realizou endoscopia digestiva alta que revelou gastrite nodosa de antro e corpo, e úlcera duodenal em fase de cicatrização. Biópsias de mucosa gástrica foram realizadas durante o procedimento, e submetidas ao teste rápido de urease em fase líquida, cujo resultado foi negativo. Quanto ao tratamento para Helicobacter pylori nesse paciente, conclui-se que
    1. Anão há necessidade de tratamento, pois o agente etiológico não é o Helicobacter pylori.
    2. Bnão há necessidade de tratamento, pois a cicatrização da úlcera ocorre após a erradicação da bactéria.
    3. Co tratamento está indicado e o uso de IBP interfere no teste de urease.
    4. Dhá necessidade de tratamento profilático contra reinfecção, mesmo havendo cura.
    5. Ehá necessidade de tratamento especial para Helicobacter pylori resistente aos antibióticos.
  2. 2Revalida - 2013

    Homem com 35 anos de idade, obeso, com hérnia de hiato, é acompanhado clinicamente há cerca de dez anos. Sua última endoscopia de controle mostrou esofagite com esôfago de Barret em uma extensão de cerca de 5 cm. Foram colhidas biópsias cujo resultado foi metaplasia de Barret. A conduta inicial para o seguimento deste paciente é:
    1. Aindicação imediata de cirurgia antirrefluxo.
    2. Bindicação imediata de esofagectomia parcial.
    3. Corientações higienodietéticas e o uso de antiácidos orais.
    4. Duso de inibidores de bomba de prótons - 60 a 80 mg/dia - por três meses.
    5. Eerradicação de H. pylori com amoxicilina - 2,0 g/dia e claritromicina - 1,0 g/dia.
  3. 3Revalida - 2012

    Um paciente de 51 anos de idade, do sexo masculino, procura ambulatório de atenção secundária com queixa de pirose intermitente, frequentemente deflagrada por ingestão de alimentos gordurosos e álcool, por prática de exercícios físicos e por deitar-se após alimentação. Relata ainda eventuais episódios de regurgitação. Nega vômitos, náuseas, disfagia ou odinofagia. Não faz uso de medicamentos em sua rotina diária. Além de sobrepeso, nada foi encontrado de anormal no exame físico. A abordagem mais custo-efetiva e benéfica para esse paciente é
    1. Aproceder estudo manométrico de esôfago.
    2. Bsolicitar endoscopia digestiva alta com biópsia.
    3. Cprescrever inibidores de bomba de prótons por via oral.
    4. Dadministrar antiácidos por via oral nos intervalos das refeições.
    5. Erealizar teste não invasivo para detecção de Helicobacter Pylori.
  4. 4Revalida - 2014

    Um homem com 36 anos de idade é admitido na Emergência apresentando vômitos com sangue vivo em grande quantidade e informando ter apresentado três episódios semelhantes nas últimas duas horas. Ao exame encontra-se em mau estado geral, com palidez cutâneo-mucosa, taquicárdico, pressão arterial = 80 × 50 mmHg, fígado não palpável, baço palpável a 3 cm do rebordo costal esquerdo. Tem antecedentes de etilismo, ingerindo um litro de bebida destilada por dia, nos últimos oito anos. A causa da hemorragia digestiva e o manejo inicial correto desse paciente são
    1. Agastrite erosiva, devendo-se primeiramente realizar a endoscopia digestiva para caracterizar e interromper os pontos de sangramento.
    2. Besofagite, sendo fundamental a reposição volêmica imediata com sangue total e plasma fresco, com vistas a manter a hemoglobina acima de 11 g/dL.
    3. Chipertensão portal, recomendando-se a reposição volêmica, inicialmente com cristaloides, e endoscopia digestiva alta entre 2 e 24 horas do atendimento.
    4. Dsíndrome de Mallory-Weiss, devendo-se fazer a reposição volêmica imediata com coloide, sendo a endoscopia digestiva alta contraindicada nessa fase.
  5. 5Revalida - 2014

    Um paciente com 55 anos de idade vem à Unidade Básica de Saúde com queixa de alteração do hábito intestinal. Notou afilamento das fezes há cerca de quatro meses. Refere que vem emagrecendo há cerca de seis meses. É tabagista (carga tabágica de 30 maços/ano) e hipertenso leve. Nega etilismo, diabetes ou outras doenças associadas. Relata cirurgia para retirada da vesícula biliar há cerca de 20 anos. Ao exame físico apresenta-se corado, hidratado, eupneico, acianótico e anictérico. Auscultas cardíaca e pulmonar sem alterações. Abdome sem alterações, exceto pela cicatriz subcostal de cirurgia prévia. Exame proctológico sem alterações. Qual a conduta correta a ser seguida?

    1. AReceitar acréscimo de fibras na dieta e líquidos (2.500 mL/dia) e retorno após um mês para verificar se o quadro está normalizado.
    2. BReceitar acréscimo de fibras na dieta e líquidos (2.500 mL/dia) e solicitar um ultrassom, uma vez que o exame proctológico foi negativo.
    3. CO tratamento não é dietético; solicitar diretamente uma colonoscopia, pois o paciente apresenta suspeita diagnóstica que justifica a realização do exame.
    4. DO tratamento não é dietético; solicitar uma tomografia por ser exame menos invasivo que a colonoscopia e pelo afilamento das fezes, que pode ser indicativo de estenose.
  6. 6Revalida - 2012

    Um homem de 40 anos de idade apresentou úlcera duodenal com biópsia positiva para Helicobacter Pylori. Fez tratamento durante 7 dias com omeprazol, amoxicilina e claritromicina, em doses padrão. Endoscopia de controle repetida após oito semanas de tratamento revela persistência de H. Pylori na biópsia. Qual a conduta mais adequada para o tratamento desse paciente?
    1. AOmeprazol, amoxicilina e furazolidona por 10 dias.
    2. BOmeprazol, levofloxacina e amoxicilina por 10 dias.
    3. CPantoprazol, amoxicilina e claritromicina por 14 dias.
    4. DPantoprazol, sais de bismuto, furazolidona e claritromicina por 10 dias.
    5. EPantoprazol, sais de bismuto, levofloxacina e claritromicina por 10 dias.
  7. 7Revalida - 2012

    Um homem de 47 anos de idade é internado para investigação de icterícia e prurido que se iniciou há 3 semanas. Nega doenças anteriores, perda de peso ou qualquer outra queixa. É etilista crônico (3 a 5 doses de bebida alcoólica destilada/dia há 30 anos). Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral. Apresenta icterícia de escleras; o restante do exame físico é normal. A ultrassonografia do abdome revelou dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. A vesícula está dilatada e não foram identificados cálculos em seu interior. Considerando a relação custo-efetividade, qual o exame complementar que deve ser solicitado na sequência da ultrassonografia com vista ao diagnóstico do caso?
    1. ADosagem de CA19 - 9 sérico.
    2. BTomografia computadorizada contrastada do abdome.
    3. CRessonância magnética do abdome.
    4. DLaparoscopia diagnóstica do abdome.
    5. EColangiopancreatografia retrógrada endoscópica.
  8. 8Revalida - 2012

    Uma mulher de 72 anos de idade foi encaminhada para o ambulatório com queixa de astenia e perda ponderal de quatro quilos em dois meses. Não refere febre ou tosse. Informa alimentação regular e caloricamente adequada, porém pobre em frutas e legumes. Nega dores. Tem vida sedentária. Relata ritmo intestinal de, em média, 1 dejeção a cada 3 a 4 dias, necessitando eventualmente de uso de laxantes. Nega tabagismo ou etilismo. Nega hipertensão ou diabetes; não tem antecedentes cirúrgicos. Ao exame físico, apresenta índice de massa corpórea = 18 kg/m2 (valor de referência < 25 kg/m2 ); pressão arterial = 140 x 86 mmHg; mucosas hipocoradas; ausência de linfadenomegalias; tireoide de tamanho e consistência normais. Aparelho respiratório e cardiovascular sem alterações. Abdome flácido, sem visceromegalias, ruídos hidroaéreos presentes. Hemograma realizado no mês atual revela Hb = 10g/dL (valor de referência: 13,8 ± 2,5 g/dL), Ht = 30% (valor de referência: 42 ± 6%), volume corpuscular médio = 71fL (valor de referência: 80 a 96fL). Na investigação diagnóstica complementar do caso, o exame mais indicado, considerando a relação custo-benefício, é
    1. Acolonoscopia.
    2. Benema com bário.
    3. Cretossigmoidoscopia.
    4. Dpesquisa de sangue oculto nas fezes.
    5. Etomografia computadorizada de abdome.
  9. 9Revalida - 2013

    Mulher com 22 anos de idade vem à consulta ambulatorial com diarreia há seis meses. Apresenta cerca de seis evacuações ao dia, com fezes pastosas volumosas, de odor fétido, amareladas e espumosas, sem muco ou sangue. Nega tenesmo ou febre. Piora com a ingestão de leite. Tem cólicas eventuais e distensão abdominal gasosa. Teve perda ponderal de 5 kg desde o início do quadro. É solteira, sem atividade sexual. Nega uso de drogas ou álcool. Nega cirurgias prévias. Ao exame físico apresenta-se com índice de massa corpórea de 22 kg/m2 . Mucosas hipocrômicas. Evidente perda de massa muscular. Abdome discretamente distendido por gases, sem ascite, visceromegalias ou tumorações. Presença de lesões de pele, de aspecto herpetiforme, em tronco. No relatório, para justificar o encaminhamento da paciente para o especialista, deverá ser especificada a necessidade de que a paciente seja submetida a:
    1. Atomografia computadorizada de abdome total.
    2. Bretossigmoidoscopia com biópsia de mucosa retal.
    3. Ccolonoscopia com biópsia de mucosa de sigmóide.
    4. Destudo radiológico de trânsito do intestino delgado.
    5. Eendoscopia digestiva alta com biópsia de duodeno.
  10. 10Revalida - 2013

    Homem com 40 anos de idade, portador de cirrose alcoólica, encontra-se em avaliação para transplante hepático. Relata abstinência de álcool há dois anos. Há sete dias apresentou hematêmese e ascite moderada. Foi submetido a endoscopia digestiva com ligadura elástica de varizes de esôfago. No momento encontra-se bem, hemodinamicamente estável, sem sinais de sangramento. A conduta correta a seguir é
    1. Acancelar a alta, listar o paciente para transplante hepático e mantê-lo internado até realizar o transplante, antes que ocorra outro sangramento e óbito.
    2. Bcancelar a alta, até ele ter acompanhamento por assistente social para avaliar se ele não está ingerindo bebida alcoólica, prescrever antiemético, inibidor de bomba de prótons e diazepam.
    3. Csuspender a avaliação para transplante hepático por provável ingestão de bebida alcoólica. Solicitar avaliação de psiquiatra e assistente social, prescrever propranolol, inibidor de bomba de prótons e antibiótico profilático.
    4. Dinformar os familiares e o paciente que cirrose alcoólica não é uma indicação para transplante hepático, que o melhor tratamento para ele é o uso correto de propranolol, inibidor de bomba de prótons e o antibiótico profilático.
    5. Ealta hospitalar com orientação aos familiares e paciente, prescrever propranolol, inibidor de bomba de prótons, antibiótico profilático, diuréticos, agendar nova endoscopia em 6 meses e manter avaliação para transplante hepático.

Información

Descripción
REVALIDA (Clinica por temas) REVAPROVA - CLINICA MEDICA Test sobre Gastroenterologia (Clínica), creado por manoel junior el 22/03/2016.
Idioma
Português
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