Flashcards
Doenças Bacterianas do trato respiratório

Cards in this deck (82)
- 1Coloração de Gram das Bactérias do trato respiratórioMaioria Gram +

- 2Característica da microbiota do TRSExistem bactérias patogênicas,mas que são inibidas pelas não patogênicas
- 3Característica da microbiota do TRIpraticamente estéril
- 4Principal bactéria causadora de faringiteStreptococcus pyogenes
(estreptococcus beta hemolítico do grupo A) - 5Sintomas e sinais da faringiteinflamação na garganta, tonsilas inchadas (pús), dor

- 6Cápsula do Streptococcus pyogenesfator de Virulência (fraco imunógeno e dificulta fagocitose)
- 7PTN M do Streptococcus pyogenesimpede opsonização por C3b
- 8Fator H do Streptococcus pyogenesdegrada C3b
- 9Ação do ácido lipoteicóico para Streptococcus pyogenesAdesão inicial
- 10Função das PTNs F e M do Streptococcus pyogenesadesinas
- 11Função das Estreptolisinas O e S do Streptococcus pyogeneslise de

- 12Tratamento para faringite estreptocócicaPenicilina
- 13Doença Relacionada a Faringite por Streptococcus pyogenesFebre Reumática
- 14Coloração gram do Streptococcus pyogenesGRAM +

- 15Diagnóstico Microbiológico (Em Relação a Catalase) do Streptococcus pyogenesCatalase - (não formam bolhas)
- 16Diagnóstico Microbiológico (Em Relação hemólise) do Streptococcus pyogenesMeio agar sangue
- 17Teste ASOdetecção de anticorpos anti-estreptolisina O
- 18Se o Streptococcus pyogenes produz toxina eritrogênicaFebre escarlate ou escarlatina

- 19Apresentação clínica da escarlatinaVermelhidão pelo corpo
- 20Corynebacterium diphteriaeCausadora da difteria
- 21Sinal característico da difteria

- 22Principal fator de virulência da Corynebacterium diphiteriaeToxina Diftérica
- 23Ação da toxina diftéricaImpede a síntese de PTNs (Fração A) levando a morte da Célula
- 24Tratamento da difteriaPecinilina/eritromicina
+
antitoxina diftérica - 25Prevenção da difteriatetravalente DTP-Hib

- 26Bactéria causadora de CoquelucheBordetella pertussis
- 27Coloração de GRAM da Bordetella pertussisGRAM -

- 28Aonde se aderem as Bordetella pertussisCélulas epiteliais ciliadas do trato repiratório
- 29Fatores de adesão das Bordetella pertussispertactina e hemaglutinina filamentosa
- 30Como a Bordetella pertussis induz fagocitose sem ativação do metabolismo oxidativoligação dos fatores de adesão aos receptores CR3 dos macrófagos
- 31Ação da Toxina pertussisSubunidade 1 inativa PTN G inibitória (aumenta AMPc e prod. de muco)
- 32Ação da toxina adenilato ciclase/hemolisina (B.pertussis)ativa adenilato ciclase e inibe quimiotaxia dos leucócitos
- 33Ação da toxina dermonecrótica (B.pertussis)vasoconstrição/necrose tecidual (possivelmente)
- 34Ação citotoxina traqueal (B.pertussis)(monômero de peptídio) cilioestase
morte celular em altas concentrações - 35Sintomas da Fase Catarral da coquelucheCoriza, mal estar, tosse seca (semelhante a gripe)
- 36Sintomas da Fase Paroxística da coquelucheTosse seca contínua
acessos finalizados com inspiração forçada e prolongada - 37Sintomas da Fase de convalescença da coquelucheacessos de tosse dão lugar a tosse comum
- 38Sequelas da coquelucheem lactentes pode levar a dano cerebral
- 39faixa etária mais afetada pela CoquelucheCrianças
- 40Coleta do aspirado nasofaríngeo para análise de B. pertussismaterial deve ser coletado e transportado com cuidado (sensível a dissecção)
- 41Meio de cultura utilizado para B.pertusisRegan- lowe (Agar carvão sangue)

- 42Tratamento para coqueluchemacrolídeos (eritromicina, azitromicina ou claritromicina)
- 43Vacina contra coquelucheDTP para coqueluche com células inativadas
NOVAS são acelulares (DTPa) - 44Agente etiológico da Pneumonia pneumocócicaStreptococcus pneumoniae
- 45Componentes de virulência da S.pneumoniaepneumolisina (hemolisina)
PspA (PTN de superfície pneumocócica A)
CBpA (PTN A ligadora de colina)
neuraminidase - 46Ação da protease IgA (S. pneumoniae)Impede ligação á IgA e eliminação pelo muco
- 47Ação da pneumolisina (S.pneumoniae)cria poros em células ciliadas e fagocíticas
- 48Ação da fosforilcolina (S.pneumoniae)Evita fagocitose e opsonização
- 49Ação da Cápsula (S.pneumoniae)Evita fagocitose
- 50Manifestação Clínica (S.pneumoniae)Escarro hemoptoico, febre abrupta, tosse produtiva
- 51lobos mais comumente afetados por pneumonialobos inferiores
- 52Porque precisa de teste de sensibilidade (S.pneumoniae)aparecimento de cepas resistentes á penicilina
- 53Vacina contra pneumoniapolivalente (sorotipos mais prevalentes nos EUA e europa)
- 54Agente etiológico da tuberculoseMycobacterium tuberculosis
- 55Tuberculose bovinaA.e. mycobacterium bovis
infectava humanos antes do leite pasteurizado - 56Ação dos ácidos micólicos (M.tuberculosis)camada extra da parede celular que impermeabiliza a célula contra antibióticos e desinfetantes
- 57Antibióticos contra ácido micólicosisoniazida e etambutol
- 58Incubação (M.tuberculosis)3-6 meses
- 59lesão característica da tuberculosetubérculo pulmonar (conjunto de granulomas)

- 60Célula infectada primeiramente na tuberculosemacrófago pulmonar
- 61Resposta inflamatória considerada ruim para tuberculoseTh2
- 62Sintomas da tuberculoseTosse (com escarro sanguinolento), sudorese noturna, febre vespertina, astenia
- 63Quando ocorre tuberculose extrapulmonarQuando há rompimento de granulomas
- 64O que é forma miliar da tuberculoseDisseminada (formação de tubérculos pelos tecido infectados)
- 65Diagnóstico para tuberculose padrãoCultura

- 66Desvantagem da Cultura na Tuberculosemuito demorada leva até 1 mês
- 67Teste PPD para tuberculoseintradérmico
tuberculina
verifica exposição prévia - 68Coloração para BAARZiehl Neelsen
- 69Meio de cultura para tuberculose

- 70Teste Gene Xpertverifica se ocorreram mutações nos genes que codificam os alvos dos antibióticos
- 71Vacina BCGProtege crianças contra tuberculose
- 72Tempo de proteção da BCG10 anos
- 73Eficácia da BCGboa para crianças
ruim para adultos e adolescentes - 74Antibioticoterapia 2 primeiros meses (M.tuberculosis não resistentes)rifampicina, isoniazida, pirazinamida,etambutol (RHZE)
- 75Antibioticoterapia 4 meses finais (M.tuberculosis não resistentes)Rifampicina e isoniazida (RH)
- 76Tempo de tratamento (M.tuberculosis não resistentes)6 meses
- 77Antibioticoterapia 2 primeiros meses (M. tuberculosis MDR )Estreptomicina (5 injeções), etambutol, levofloxacina, pirazinamida, terizidona
(SELZT) - 78Antibioticoterapia 4 meses intermediários (M. tuberculosis MDR )Estreptomicina (3 injeções), etambutol,levofloxacina,pirazinamida, terizidona
(SELZT) - 79antibioticoterapia 12 meses finais (M. tuberculosis MDR )Etambutol, levofloxacina e terizidona
(ELT) - 80Tempo de tratamento de M.tuberculosis MDR1 ano e meio
- 81o que é M.tuberculosis Multidroga resistente (MDR)Resistente a Rifampicina e a isoniazida
- 82Alvo da rifampicinaRNA polimerase
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- Microbiologia Flashcards on Doenças Bacterianas do trato respiratório, created by MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO on 29/09/2018.
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- MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO · Sep 2018
- Updated
- Dec 11, 2018
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