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Flashcards

NBR 6118/2014

Leonardo Vaz Engenharia Portuguese 46 cards

NBR 6118/2014

Cards in this deck (46)

  1. 1Desempenho em serviço (requisitos de qualidade da estrutura)Consiste na capacidade da estrutura manter-se em condições plenas de utilização durante sua vida útil, não podendo apresentar danos que comprometam em parte ou totalmente o uso para o qual foi projetada.
  2. 2Durabilidade (requisitos de qualidade da estrutura)Consiste na capacidade de a estrutura resistir às influências ambientais previstas e definidas em conjunto pelo autor do projeto estrutural e pelo contratante, no início dos trabalhos de elaboração do projeto.
  3. 3Requisitos de qualidade do projetoQualidade da solução adotada;
    Condições impostas ao projeto;
    Documentação da solução adotada.
  4. 4Diretrizes para durabilidade das estruturas de concretoExigências de durabilidade;
    Vida útil de projeto.
  5. 5Exigências de durabilidade (diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto)As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, sob as condições ambientais previstas na época do projeto e quando utilizadas conforme preconizado em projeto, conservem sua segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante o prazo correspondente à sua vida útil.
  6. 6Desempenho em serviço (requisito de qualidade da estrutura)Consiste na capacidade da estrutura manter-se em condições plenas de utilização durante sua vida útil, não podendo apresentar danos que comprometam em parte ou totalmente o uso para o qual foi projetada.
  7. 7Vida útil de projeto (diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto)Período de tempo durante o qual se mantêm as características das estruturas de concreto, sem intervenções significativas, desde que atendidos os requisitos de uso e manutenção, bem como de execução dos reparos necessários decorrentes de danos acidentais.
  8. 8Vida útil de projeto - aplicação do conceitoEste conceito é aplicado à estrutura como um todo ou às suas partes, que podem merecer consideração especial com valor de vida útil diferente do todo (ex.: aparelhos de juntas e movimentação).
  9. 9Vida útil de projeto - requisitos para durabilidadeA durabilidade das estruturas requer cooperação e atitudes coordenadas de todos os envolvidos nos processos de projeto, construção e utilização, devendo ser seguido o que estabelece a NBR 12655, sendo também obedecidas as disposições de 25.3 com relação às condições de uso, inspeção e manutenção.
  10. 10Mecanismos preponderantes de deterioração relativos ao concreto (mecanismos de envelhecimento e deterioração)Lixiviação;
    Expansão por sulfato;
    Reação álcali-agregado.
  11. 11Lixiviação (mecanismos de deterioração relativos ao concreto)Mecanismo responsável por dissolver e carrear os compostos hidratados da pasta de cimento por ação de águas puras, carbônicas agressivas, ácidas e outras.
  12. 12Resistência à tração indireta (propriedades dos materiais)A resistência à tração indireta f_ct,sp e a resistência à tração na flexão f_ct,f devem ser obtidas em ensaios realizados segundo a NBR 7222 e a NBR 12142, respectivamente.
  13. 13Resistência à tração direta (propriedades dos materiais)A resistência à tração direta f_ct pode ser considerada igual a 0,9f_ct,sp ou 0,7f_ct,f, ou, na falta de ensaios para obtenção de f_ct,sp, pode ser avaliado o seu valor médio ou característico por meio das seguintes equações (estabelecidas nesta norma).
  14. 14Resistência à tração direta - equações para obtenção do valor médio característico (propriedades dos materiais)f_ctk,inf = 0,7f_ct,m;
    f_ctk,sup = 1,3f_ct,m.
  15. 15Resistência à tração direta - equações para obtenção de f_ct,m de acordo com a classe do concreto (propriedades dos materiais)Para concretos de classes até C50:
    fct,m = 0,3f_ck^(2/3)
    Para concretos de classes C55 até C90:
    fct,m = 2,12*ln(1+0,11f_ck)
  16. 16Módulo de Elasticidade (obtenção)O módulo de elasticidade (E_ci) deve ser obtido segundo o método de ensaio estabelecido na ABNT NBR 8522, sendo considerado nesta Norma o módulo de deformação tangente inicial, obtido aos 28 dias de idade.
  17. 17Módulo de Elasticidade inicial - fórmulas (quando não forem realizados ensaios)Para f_ck de 20 a 50 MPa:
    E_ci = αE*5600*f_ck^(1/2)
    Para f_ck de 55 a 90 MPa:
    E_ci = 21,5*10^3*αE*[(f_ck/10)+1,25]^(1/3)
    (obs.: E_ci e f_ck são dados em MPa)
  18. 18Coeficientes αE para cálculo do E_ci (módulo de elasticidade inicial)αE = 1,2 para basalto e granito;
    αE = 1,0 para granito e gnaisse;
    αE = 0,9 para calcário;
    αE = 0,7 para arenito.
  19. 19Módulo de deformação secante (E_cs)E_cs pode ser obtido segundo método de ensaio estabelecido na NBR 8522, ou estimado pela expressão:
    E_cs = α_i*E_ci
    Sendo α_i = 0,8+0,2*(f_ck/80)<=1,0
  20. 20Tabela 8.1 - Valores estimados de módulo de elasticidade em função do f_ck (considerando o uso de granito como agregado graúdo) [pág. 25]Tabela 8.1 - Valores estimados de módulo de elasticidade em função do f_ck (considerando o uso de granito como agregado graúdo) [pág. 25]
  21. 21De que depende a deformação elástica do concreto?Da composição do traço do concreto, especialmente da natureza dos agregados.
  22. 22Módulo de deformação a ser adotado na avaliação do comportamento de um elemento estruturalPode ser adotado módulo de elasticidade único, à tração e à compressão, igual ao módulo de deformação secante: E_cs.
  23. 23Módulo de elasticidade no cálculo das perdas de protensãoPode ser utilizado em projeto o módulo de elasticidade inicial: E_ci.
  24. 24Módulo de elasticidade em uma idade menor que 28 diasPara concretos com f_ck de 20 a 45 MPa:
    E_ci(t) = [(f_ckj/f_ck)^0,5]*E_ci
    Para concretos com f_ck de 50 a 90 MPa:
    E_ci(t) = [(f_ckj/f_ck)^0,3]*E_ci
    E_ci(t): é a estimativa do módulo de elasticidade do concreto em uma idade entre 7 e 28 dias;
    f_ckj: é a resistência característica à compressão do concreto na idade em que se pretende estimar o módulo de elasticidade, em MPa.
  25. 25Coeficiente de Poisson (v) e módulo de elasticidade transversal (G_c)Para tensões de compressão menores que 0,5 f_c e de tração menores que f_ct:
    v = 0,2
    G_c = E_cs/2,4
  26. 26Diagrama tensão-deformação - compressãoPara tensões de compressão menores que 0,5 f_c, pode-se admitir uma relação linear entre tensões e deformações, adotando-se para módulo de elasticidade o valor do módulo de elasticidade secante.
  27. 27Diagrama tensão-deformação para análise no ELUDiagrama tensão-deformação para análise no ELU
  28. 28Valores para εc2 (deformação específica de encurtamento do concreto no início do patamar plástico) e εcu (deformação específica de encurtamento do concreto na ruptura)Para concretos de classes até C50:
    εc2 = 2,0‰
    εcu = 3,5‰
    Para concretos de classes C55 até C90:
    εc2 = 2,0‰+0,085‰*(f_ck-50)^0,53
    εcu = 2,6‰+35‰*[(90-f_ck)/100]^4
  29. 29Diagrama tensão-deformação para concreto não fissuradoDiagrama tensão-deformação para concreto não fissurado
  30. 30Aço de armadura passiva - categoriaNos projetos de estruturas de concreto armado deve ser utilizado aço classificado pela NBR 7480, com f_yk (valor característico da resistência de escoamento) nas categorias CA-25, CA-50 e CA-60. Os diâmetros e seções transversais nominais são estabelecidos nessa mesma norma.
  31. 31Tipo de superfície aderente (aço de armadura passiva)Fios e barras podem ser lisos, entalhados ou providos de saliências ou mossas. A configuração e a geometria das saliências ou mossas devem satisfazer também o que é especificado na NBR 6118/2014 (seções 9 e 23).
  32. 32Coeficientes de aderência η1 conforme tipo de superfície (aço de armadura passiva)A capacidade aderente entre o aço e o concreto está relacionada ao coeficiente η1Coeficientes de aderência η1 conforme tipo de superfície (aço de armadura passiva)
  33. 33Massa específica (para aço de armadura passiva ou ativa)Pode-se adotar 7850 kg/m³.
  34. 34Coeficiente de dilatação térmica (aço de armadura passiva)Para intervalos de temperatura entre -20 e 150 °C:
    10^-5/°C
  35. 35Módulo de elasticidade (aço de armadura passiva)Na falta de ensaios ou valores fornecidos pelo fabricante, pode ser admitido E = 210 GPa.
  36. 36Diagrama tensão-deformação simplificado para cálculo no ELS e ELU, para aços com ou sem patamar de escoamento (para intervalos de temperatura entre -20 e 150 °C, para tração e compressão).Diagrama tensão-deformação simplificado para cálculo no ELS e ELU, para aços com ou sem patamar de escoamento (para intervalos de tempera...
  37. 37Características de dutilidade (aço de armadura passiva)Os aços CA-25 e CA-50 podem ser considerados de alta dutilidade.
    Os aços CA-60 podem ser considerados de dutilidade normal
    (obs.: desde que atendam aos valores mínimos de f_st/f_y e εuk indicados na NBR 7480).
  38. 38Ruptura ou fissuração em ensaios de dobramento (aço de armadura passiva)Em ensaios de dobramento a 180°, realizados de acordo com a NBR 6153 e utilizando os diâmetros de pinos indicados na NBR 7480, não pode ocorrer ruptura ou fissuração.
  39. 39Soldabilidade - critérios (aço de armadura passiva)Para se um aço seja considerado soldável, sua composição deve obedecer aos limites estabelecidos na NBR 8965.
    A emenda de aço soldada deve ser ensaiada à tração segundo a NBR 8548. A força de ruptura mínima, medida na barra soldada, deve satisfazer o especificado na NBR 7480, e o alongamento sob carga deve ser tal que não comprometa a dutilidade da armadura.
  40. 40Alongamento total plástico medido na barra soldada (aço de armadura passiva)Deve atender a um mínimo de 2%.
  41. 41Aço de armadura ativa - classificaçãoOs valores de resistência característica à tração, diâmetro e área dos fios e das cordoalhas, bem como a classificação quanto à relaxação, a serem adotados em projeto, são os nominais indicados na NBR 7482 e na NBR 7483, respectivamente.
  42. 42Coeficiente de dilatação térmica (aço de armadura ativa)Para intervalos de temperatura entre -20 e 100 °C:
    10^-5/°C
  43. 43Módulo de elasticidade (aço de armadura ativa)Na falta de ensaios ou valores fornecidos pelo fabricante, pode ser admitido E = 200 GPa para fios e cordoalhas.
  44. 44Diagrama tensão-deformação simplificado para cálculo no ELS e ELU (para intervalos de temperatura entre -20 e 150 °C).Diagrama tensão-deformação simplificado para cálculo no ELS e ELU (para intervalos de temperatura entre -20 e 150 °C).
  45. 45Características de dutilidade (aço de armadura ativa)Os fios e cordoalhas cujo valor de εuk for maior que o mínimo indicado nas NBR's 7482 e 7483 podem ser considerados como tendo dutilidade normal.
  46. 46Número mínimo de dobramentos alternados dos fios de protensão (aço de armadura ativa)São obtidos em ensaios segundo a NBR 6004, e deve atender ao que é indicado na NBR 7482.

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Notas normativas ABNT NBR 6118/2014 - Projeto de estruturas de concreto - procedimento
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Leonardo Vaz
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