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Um novo mundo é possível : 10 boas razões para educar para a paz

Cards in this deck (11)
- 1Um novo mundo é possívelLivro de Marcelo Rezende Guimarães, Editora Sinodal, 2004.
10 razões para educar para a paz
- 21. Paz e violência são construções culturais"Se a violência é construída pelos humanos, não estamos nem condenados a ela, nel ela se constitui uma fatalidade inexorável."

- 32. Paz e violência se aprendem!(...) é necessário haver uma produção cultural da paz, entendendo cultura da paz como conjunto de valores, atitudes, comportamentos e estilos (...).

- 43. Paz é a gente que fazÉ preciso capacitar as pessoas para que desenvolvam seu potencial de ação e mudança: trabalhar poder, influência e mudança nas pessoas tendo em vista um maior engajamento na causa da paz.

- 54. Criar referências não-violentasNo processo de educação para a paz, é fundamental atentar aos modelos e referências de vida não-violentos: datas, fatos, pessoas, símbolos etc. (Por exemplo: jogos, músicas, artes etc que apontam para novos arranjos da sociedade.)

- 65. Constituir comunidades pacifistasNelas aprendemos:
a resolver conflitos de forma não-violenta, a diminuir o potencial de agressão, a vivenciar a pluralidade, a tolerância, a diversidade, superando preconceitos e estereótipos.
- 76. Resolver conflitos de forma não-violentaA resolução não-violenta (...) proporciona o resgate de cada envolvido, para si e para o oponente, como alguém capaz de obter acordos e de estabelecer pontes, transformando-o de peça em um conflito em sujeito no conflito.

- 87. Aprender a lidar com a agressividadeÉ a agressividade, e não a violência, que está inscrita na natureza humana. Agressividade, em princípio, não se opõe à paz; pelo contrário, é necessária a ela como expressão da vontade de potência de operar a paz. O oposto da agressividade seriam a passividade, a resignação e o conformismo.

- 98. Formar consenso para a pazO pacto de paz precisa ser discutido, conversado, negociado entre as pessoas. A paz somente surgirá se a humanidade concordar em viver em paz. (...) Assim, a linguagem, torna-se, por excelência, o lugar onde operar a paz.

- 109. Criticar a produção da violênciaTrata-se de desfazer a ilusão e o messianismo da violência, contribuindo para criar e desenvolver aquilo que Muller chama de "desesperar da violência como meio de construir um mundo humano."

- 1110. Sonhar a pazTrata-se, sobretudo, do exercício da imaginação utópica (...). O sonho não é evasão da realidade, mas a profecia daquilo que não é, a descoberta das múltiplas possibilidades daquilo que é.

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- Seleção de trechos do livro de Marcelo Rezende Guimarães para incentivar a reflexão sobre a cultura de paz como uma alternativa à cultura da violência presente na escola, no trabalho e na família.
- Created by
- Mônica Kalil
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