Flashcards
Manual do Socorrista Militar - CBMERJ - Parte III

Cards in this deck (61)
- 1Manejo de homorragias - seis técnicas de atuação- Técnica de compressão direta;
- curativos compressivos;
- Aplicação de curativos nas feridas;
- Bandagem elática;
- Torniquetes; e
- Agentes hemostáticos. - 2Princípios gerais da imobilização de fraturasa) remover relógio e joias;
b) alinhar fraturas (Interromper se piorar a dor ou houver resistência).
c) acolchoar lateralmente a imobilização.
d) imobilizar as articulações proximal e distal à fratura.
e) avaliar sempre perfusão antes e após - 3Queimaduraé a desnaturação proteica do tecido em decorrência de absorção de energia térmica, resfriamento, radiação ou agente químico.
- 4Desnaturação proteicaAlteração das ligações moleculares que causam distorção estrutural e, por consequência, perda da função biomolecular.
- 5Regra dos 9 (queimaduras)

- 6Tipos de queimadurastérmica, elétrica, radioativa, química.
- 7Variação da gravidade da queimadura- agente causador da lesão; - Extensão;
- Idade da vítima; - profundidade; - Condições clínicas; - lesões traumáticas;
- indicativos de inalação de fumaça ou vapor. - 8Cuidados com objeto empalado- nunca retirar o objeto do corpo da vítima no ambiente pré-hospitalar;
- tratar as feridas abertas;
- fixar bem o objeto;
- posicionar a vítima de maneira confortável para o transporte. - 9Exame do abdomeConsiste em inspeção visual buscando hematomas, penetrações, queimaduras, distensão entre outras alterações visíveis, dor a palpação ou rigidez abdominal, sinais esses que irão sugerir presença de sangue na cavidade.
- 10EPI em cenário de acidente veicular- roupa de aproximação;
- capacete de salvamento veicular com viseira basculante;
- luvas de procedimento; e
- luvas de proteção termomecânica. - 11Os tipos de encarceramentoa) encarceramento mecânico: vítima impedida de sair por si do veículo devido a dano na estrutura;
b) tipo físico I: lesão grave à vítima;
c) tipo físico II: vítima presa por parte do seu corpo que, no entanto, não está significativamente lesada. - 12Estabilização veicular primária (METAS)Socorrista Auxiliar - SA
- conter hemorragia maciça;
- abrir a via aérea; e
- estabilizar manualmente a coluna cervical.
(conclusão em 3 minutos) - 13Estabilização veicular secundária (METAS)socorrista Líder - SL
- concluir a abordagem primária da vítima;
- proteção e preparo para extricação;
- oferta do oxigênio em 3-4 minutos. - 14Reunião tripartiteApós estabilização secundária o Cmt de Operações realiza uma reunião com todos os membros da equipe, a fim de definir qual será a estratégia de criação de espaços internos e externos.
- 15Plano “A”- máximo de espaço interno e externo;
- vítima saindo o mais próximo do “ângulo zero”;
- indicado para vítima estável e não-crítica. - 16Plano “B”- indicado para vítima em situação instável;
- não necessariamente sendo retirada próximo do “ângulo zero” ;
- espaço mínimo e necessário para que a vítima saia num tempo curto. - 17Fases do salvamento veicular- 360° (avaliação das ameaças);
- E3 (Estabelecimento da segurança, Estabilização veicular primária e secundária);
- Tripartite (reunião tripartite/ briefing);
- Espaço (criação de espaço);
- Extricação. - 18Competências do socorrista auxiliar - SA- Primeiro a acessar a vítima;
- alinhamento e estabilização da coluna;
- desobstruir vias aéreas;
- monitorar continuamente. - 19Competências do socorrista líder - SL- completar o controle da via aérea;
- ofertar oxigênio suplementar;
- conter hemorragias; - 20Mnemônico R.A.M.Metodologia de Avaliação Remota
(sigla inglesa) - 21Mnemônico TORAT – mecanismo de Trauma
O – numero Orientação posição
R – Responsividade (AVDI)
A - ABC - 22Mnemônico C.R.A.S.H.- disfunções Críticas (“ABCs”);
- dispositivos de Restrição;
- Avaliar cabine e vítimas;
- estabilizar lesões Suspeitas;
h (help): plano de extricação. - 23Mnemônico M.A.R.C.H.M – hemorragias externas Maciças;
A – controle da via Aérea;
R – inspeção do padrão ventilatório (amplitude e Ritmo);
C – sinais de Choque;
H – reavaliar nível de consciência. - 24Resumo mnemônico das ações do socorristaRAM-TORA-CRASH-MARCH
- 25Classificação da hipotermia- Hipotermia leve (32 a 35°C);
- Hipotermia moderada (30 a 32°C); e
- Hipotermia grave (<30°C). - 26HipertermiaTemperatura corporal central (retal, vesical, esofagiana) superior a 38° C
- 27Prevenção contra desidratação (Prevenção ocupacional)- hidratação sistemática;
- condicionamento físico;
- aclimatação; e
- dimensionamento de traje/equipamentos adequados. - 28Estação de reabilitação em incidentes REHAB (Parâmetros de indicação para estabelecimento)- eventos com duração superior a 2h;
- trabalho intenso; e
- índice de estresse térmico igual ou maior a 32°C. - 29H.E.A.T.High heat conditions ( BU G ≥ 24˚C);
Exertional level of work or training
Acclimatization
Time - 30Parâmetros de rodízio de pessoal - REHAB- a cada 02 trocas de cilindro de 30 min;
- a cada 01 troca de cilindro de 45 ou 60 min;
- a cada 45 minutos de combate com qualquer equipamento pesado;
- ao término de cada descontaminação do BM em incidentes com PP. - 31“ REHABs pareadas”Uma estação básica dois ou mais andares abaixo do foco de combate e outra na zona fria.
- 32Medidas terapêuticas a ser empregadas na REHABa) resfriamento passivo (desequipando-se e abrindo trajes de proteção).
b) hidratação oral: até 1 litro/hora;
c) incidentes > 3 horas, providenciar carboidratos e eletrólitos.
d) estádia não inferior a 10 minutos, durante o qual, reidratar ≥ 250 ml. - 33Algoritmo de conduta na REHAB

- 34Classificação dos incidentes- incidente com múltiplas vítimas (+ de um paciente);
- desastre ou incidente de grande porte (número de vítimas excede a capacidade imediata de resposta local).
- incidentes em massa (necessário apoio externo) - 35Mnemônico DESASTREDetecção (avaliação da cena)
Estabelecimento (comando e controle)
Segurança da cena
Avaliação de ameaças
Solicitação de apoio
Triagem, tratamento e transporte
Exame pós-evento (debriefing) - 36Comando e controle- COMANDO diz respeito ao fluxo vertical de informação operacional (entre líder e comandados);
- CONTROLE significa o fluxo horizontal de informação (entre pares). - 37Mnemônico START (T1, T2, T3 e T4)Simple
Triage
And
Rapid
Treatment
Usado incidente com múltipla vítimas (IMV) na triagem primária. - 38Mnemônico START (classificação por cores)T1 - Vítima vermelha (imediata)
T2 - Vítima amarela (urgente)
T3 - Vítima verde (prioridade mínima)
T4 - Vítima preta (Expectante pois é óbito) - 39Mnemônico RTSRevised
Trauma
Score
Usado incidente com múltipla vítimas (IMV) na triagem secundária.
Utiliza a escala de Glasgow, níveis de pressão sistólica e frequência respiratória. - 40Mnemônico RTS (classificação por cores)T1 (RTS<11) - Vítima vermelha (imediata)
T2 (RTS 11) - Vítima amarela (urgente)
T3 (RTS 12, deambulam) - Vítima verde (prioridade mínima)
T4 (irresponsivo, apneia)- Vítima preta (Expectante ) - 41Suporte Básico de Vida (SBV)Conjunto de procedimentos cujo objetivo é viabilizar as condições mínimas de circulação e respiração da vítima, mesmo de forma artificial, para órgãos vitais como o cérebro e coração, até que seja estabelecido o Suporte Avançado de Vida (SAV).
- 42Cadeia de Sobrevivência

- 43Abordagem inicial em mal súbitoCena (segurnaça)
AVI (Alerta - Verbal - Inconsciente)
CAB - (Compressões torácicas, Abertura de vias aéreas e Rispiração - boa ventilação) - 44Reanimação Cardiopulmonar - RCP (ventilação x compressão)Vítima com pulso e não respira: 10 a 12 respirações/min
Vítima sem pulos (logo não respira também): Ciclos de 30 compressões e 02 respirações. Frequência de compressão entre 100 e 120 por minuto - 45Desfibrilação externa automática (DEA)Dispositivo que analisa o ritmo cardíaco da vítima e sinaliza se há necessidade de administração de choque no tórax da vítima, com objetivo de fazer a eletricidade passar pelo coração e corrigir a arritmia, reestabelecendo o ritmo cardíaco.
- 46Afogado“ toda vítima retirada do meio líquido, que não possa sair por meios próprios, envolvendo ou não o processo de alteração da função respiratória relacionada à aspiração, resultante da sua submersão/imersão”.
- 47Afogamento secundárioO afogamento decorrente de causa externa (trauma prévio, encarceramento dentro do meio líquido, etc)
- 48Quando parar a reanimaçãoNo momento em que haja recuperação da circulação espontânea (respiração e pulso carotídeo); em casos de exaustão dos socorristas ou; ordem médica.
- 49acidente vascular cerebral - AVC X acidente vascular encefálico - AVEAVC - somente o cérebro é acometido
AVE - o encéfalo (cérebro, cerebelo, ponte e bulbo) é acometido - 50AVC isquêmico x hemorrágico- isquêmico - obstrução de uma artéria que provoca falta de irrigação no cérebro.
- hemorrágico - ruptura de uma vaso ou artéria que provoca hemorragia. - 51Prevenção de AVC (primária x secundária)- primária descreve a prevenção de um primeiro AVC isquêmico.
- secundária abrange a prevenção de AVC entre sobreviventes de AVC isquêmico ou AIT (Ataque isquêmico transitório). - 52Principais fatores de risco - AVC- fatores de risco TRATÁVEIS: hipertensão, diabetes mellitus, tabagismo e hipercolesterolemia.
- fatores de risco NÃO MODIFICÁVEIS, como idade, sexo, etnia e predisposição genética. - 53Escala pré-hospitalar de CincinnatiAvalia 3 parâmetros: força muscular, fala e simetria facial, onde um dos 3 parâmetros alterados indica uma alta probabilidade de AVC.
- 54síndrome coronariana aguda (SCA)Constelação de sinais e sintomas clínicos que englobam isquemia miocárdica, lesão e infarto.
- 55CHEST PAINC (costocondrite, abuso de cocaína)
H (herpes zoster, hiperventilação)
E (esofagite / espasmo esofágico )
S (estenose da valva aórtica)
T (trauma)
P (embolia pulmonar, pneumotórax)
A (angina /aneurisma da aorta)
I (infarto)
N (distúrbios neuropsiquiátricos). - 56mnemônico PQRSTP (provoca/palia/fatores precipitantes)
Q (qualidade)
R (região/irradiação)
S (gravidade/sintomas associados)
T (tempo de duração) - 57Insuficiência Respiratória Aguda- início súbito de dificuldade respiratória.
- hipoxêmica (oxigênio insuficiente).
- hipercápnica (dióxido de carbono em excesso). - 58VentilaçãoMovimento do ar para dentro e para fora dos pulmões através da inspiração e expiração
- 59OxigenaçãoTroca de dióxido de carbono e oxigênio nos alvéolos.
- 60PerfusãoMovimento do sangue através dos capilares pulmonares.
- 61ventilação / perfusãoEngloba o equilíbrio entre a quantidade de ar que chega aos alvéolos (ventilação) e a quantidade de sangue que chega aos alvéolos (perfusão).
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