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Flashcards

Trauma de adbome e pelve

Marina de Oliveira Castelo Branco Portuguese 31 cards

Cards in this deck (31)

  1. 1TRAUMA ABDOMINAL FECHADOPCT INSTÁVEL - FAZ LPD OU FAST* - SE ALGUM FOR POSITIVO: LAPAROTOMIA.
    PCT ESTÁVEL - TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
  2. 2LAVADO PERITONEAL DIAGNÓSTICO1. Hemácias > 100.000/mm³
    2. Leucócitos > 500/mm³
    3. Presença de bile, bactérias, alimentos ou sangue evidente
    4. Amilase >17,5 UI/L
  3. 3INDICAÇÕES DE LAPAROTOMIA IMEDIATA EM TRAUMA ABDOMINAL FECHADOInstabilidade hemodinâmica
    Evisceração (órgãos saindo pela ferida).
    Sangramento ativo pela sonda nasogástrica (hematêmese) ou pelo reto (hematoquezia).
    Pneumoperitônio (ar no abdome, indica perfuração).
    Ruptura diafragmática
  4. 4ESPAÇOS EXAMINADOS NO FAST1. SACO PERICÁRDICO
    2. ESPAÇO HEPATORRENAL
    3. ESPAÇO ESPLENORRENAL
    4. PELVE OU FUNDO DE SACO DE DOUGLAS
  5. 5E-FAST5 E 6 TORÁCICA: PNEUMOTÓRAX E HEMOTÓRAX
  6. 6INDICAÇÕES DE LAPAROTOMIA IMEDIATA EM TRAUMA ABDOMINAL FECHADOInstabilidade hemodinâmica
    Evisceração (órgãos saindo pela ferida).
    Sangramento ativo pela sonda nasogástrica (hematêmese) ou pelo reto (hematoquezia)
    Trajeto transperitoneal por arma de fogo
  7. 7Ferimento por arma branca na parede anterior1️⃣ Peritonite ou Instabilidade Hemodinâmica?
    Sim → Laparotomia exploradora.
    Não → Avaliar mais.
    2️⃣ Exploração Digital da Ferida Positiva?
    Sim → Laparotomia exploradora.
    Não → Prosseguir avaliação.
    3️⃣ Tomografia de Abdome com Hemoperitônio ou Trajeto Transperitoneal?
    Sim → Laparotomia exploradora.
    Não → Alta hospitalar após observação.
  8. 8Ferimento do flanco ou dorsoTomografia com duplo ou triplo contraste
  9. 9Cirurgia de controle de danos, para prevenir a tríade letalTRÍADE LETAL: Acidose Metabólica, Hipotermia, Coagulopatia.
    Como evitar?
    1️⃣ Controle da Hemorragia:
    Ressecar órgãos não vitais (ex.: baço).
    Empacotamento abdominal (compressas).
    Reparo ou ligadura de vasos.
    2️⃣ Controle da Contaminação:
    Reparar ou ressecar intestino rapidamente (preferir grampeadores).
    Evitar anastomoses no momento.
    3️⃣ Fechamento Temporário:
    Realizar peritoneostomia (deixar abdome aberto para reintervenções).
  10. 10Trauma esplênico Baço - Órgão mais acometido no trauma abdominal fechadoDor abdominal no QSE, fratura de arcos costais inferiores à esquerda
    Sinal de KEHR (dor referida no ombro esquerdo.
    -----------------------------------------------------------
  11. 11Trauma esplênico TRATAMENTO EM PACIENTE ESTÁVELGraus I-III: Lesões menores ou moderadas, geralmente manejadas de forma conservadora em pacientes estáveis. (OBSERVAÇÃO EM UTI com exames seriados).
    Graus IV-V: Lesões graves, com alto risco de hemorragia, frequentemente necessitando intervenção cirúrgica (esplenectomia).
  12. 12Trauma esplênico TRATAMENTO EM PACIENTE INSTÁVEL, IRRITAÇÃO PERITONEAL, OUTRAS LESÕES CIRÚRGICAS ABDOMINAIS, FALHA NO TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICOLAPAROTOMIA = ESPLENECTOMIA TOTAL
  13. 13TRAUMA HEPÁTICO FÍGADO: ÓRGÃO MAIS ACOMETIDO EM LESÃO PENETRANTE POR ARMA BRANCADOR ABDOMINAL NO QSD
    FRATURA DE ARCOS COSTAIS INFERIORES À DIREITA
    --------------------------------------------------------------
  14. 14TRAUMA HEPÁTICO TRATAMENTO EM PACIENTE ESTÁVELLESÕES DE BAIXO GRAU = OBSERVAÇÃO
    LESÃO COM EXTRAVASAMENTO ATIVO DE CONTRASTE = EMBOLIZAÇÃO HEPATICA
  15. 15Trauma hepático TRATAMENTO EM PACIENTE INSTÁVEL, IRRITAÇÃO PERITONEAL, OUTRAS LESÕES CIRÚRGICAS ABDOMINAIS, FALHA NO TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICOLAPAROTOMIA
    INSTÁVEL NO INTRA=OPERATÓRIO: DAMAGE CONTROL (CONTROLE DE DANOS) - EMPACOTAMENTO HEPÁTICO, DEIXA EM PERITONEOSTOMIA / MANOBRA DE PRINGLE (CLAMPEAMENTO PARA OBSTRUIR ENTRADA DE SANGUE NO FÍGADO)
    ESTÁVEL NO INTRA-OPERATÓRIO:
    TRATAMENTO DEFINITIVO DA LESÃO HEPÁTICA
  16. 16TRAUMA RETROPERITONEALZona I: É a parte central do abdômen, onde ficam órgãos importantes como a aorta, veia cava inferior, rins, pâncreas e parte do duodeno. Vai do topo do abdômen até a divisão da aorta.
    Zona II: Fica nas laterais do abdômen, onde estão os rins, as glândulas suprarrenais, os ureteres (tubos que levam a urina dos rins para a bexiga) e parte do cólon (intestino grosso). Vai do topo do abdômen até a bifurcação da aorta.
    Zona III: Fica na parte inferior do abdômen, onde estão os vasos sanguíneos das pernas, o cólon sigmoide e o reto.
  17. 17TRAUMA RETROPERITONEAL - TRATAMENTOZONAS I, II E III, SE FOR TRAUMA PENETRANTE: EXPLORAR
    SE FOR TRAUMA CONTUSO, NÃO EXPLORA ZONA III, SÓ SE TIVER HEMORRAGIA EXSANGUINANTE EVIDENTE, SEMPRE EXPLORA ZONA I E SÓ EXPLORA ZONA II SE CHOQUE/HEMATOMA PULSÁTIL OU EM EXPANSÃO/ SANGRAMENTO RENAL PERSISTENTE
  18. 18TRAUMA RENALÓRGÃO MAIS ACOMETIDO: RIM (80% EM TRAUMA CONTUSO)
    O GRAU DE HEMATÚRIA NÃO TEM RELAÇÃO COM A GRAVIDADE DA LESÃO RENAL
    -------------------------------------------------------Hematúria (sintoma mais frequente), dor e equimose no flanco e/ou dorso e fratura de arcos costais inferiores
  19. 19DIAGNÓSTICO LESÃO RENALO exame de escolha para o diagnóstico e estadiamento da lesão renal é a tomografia computadorizada com contraste endovenoso
    (fase arterial, venosa e excretora tardia, após 20 minutos da injeção do contraste, para avaliar estruturas urinárias coletoras).
  20. 20Lesão renal traumática.-> Grau I – Contusão: hematúria microscópica ou macroscópica, estudos urológicos normais. Hematoma: hematoma subcapsular, não expansível, sem laceração parenquimatosa.
    -> Grau II – Hematoma: hematoma perirrenal não expansivo confinado ao retroperitônio renal. Laceração: laceração <1 cm de profundidade do córtex renal sem extravasamento urinário
    -> Grau III – Laceração: laceração >1 cm de profundidade do córtex renal sem ruptura do sistema coletor ou extravasamento urinário
    -> Grau IV – Laceração: laceração parenquimatosa que se estende pelo córtex renal, medula e sistema coletor (extravasamento de urina positivo). Vascular: lesão da artéria ou veia renal principal com hemorragia contida.
    -> Grau V – Laceração: rim completamente despedaçado . Vascular: avulsão do hilo renal ou trombose que desvasculariza o rim.
  21. 21TRATAMENTO LESÃO RENALGRAU I, II E III: CONSERVADOR
    GRAU IV: CIRURGIA OU EMBOLIZAÇÃO POR ARTERIOGRAFIA
    GRAU V: NEFRECTOMIA
  22. 22TRAUMA DE BEXIGA (83% CONTUNDENTE); ASSOCIADA A FRATURA PÉLVICA CONCOMITANTEOs achados clínicos que sugerem a presença de uma lesão na bexiga incluem:
    ✓ Hematúria macroscópica;
    ✓ Dor suprapúbica
    ✓ Incapacidade ou dificuldade em urinar.
  23. 23DIAGNÓSTICO LESÃO DE BEXIGASUSPEITA DE LESÃO DE BEXIGA
    =
    CISTOGRAFIA RETRÓGRADA (DEFINE SE É EXTRA OU INTRAPERITONEAL)
    OU
    LAPARATOMIA
  24. 24TRATAMENTO TRAUMA DE BEXIGALESÃO EXTRAPERITONEAL: CATETER VESICAL DE DEMORA POR 2 A 3 SEMANAS
    LESÃO INTRAPERITONEAL: LAPAROTOMIA E RAFIA DA LESÃO + CATETER VESICAL
  25. 25TRAUMA DE URETRA CLÍNICATríade clássica:
    1. Uretrorragia (sangue no
    meato uretral)
    2. Incapacidade de urinar e
    globo vesical palpável (bexigoma).
    3. Hematoma em forma de asa de borboleta.
  26. 26LESÃO DE URETRA TRATAMENTO***NÃO SONDAR!!!***
    TRATAMENTO
    Conduta imediata: CISTOSTOMIA.
    (colocação de um cateter vesical suprapúbico).
    Na presença de fratura pélvica,fazer cistostomia aberta.
    A reconstrução definitiva da lesão uretral: após 3 a 6 meses
  27. 27Fratura de pelveFratura pélvica com instabilidade hemodinâmica -
    1. Comprimir a pelve: amarração com lençol
    2. Faz FAST ou LPD - Positivo? Laparotomia. Negativo? Angiografia pélvica com embolização e Empacotamento pré-peritoneal
  28. 28Ferimentos penetrantes do abdome por arma branca sem indicação de laparotomia: - A conduta no trauma abdominal por ferimento de arma branca é diferente a depender da localização da lesão.a) Abdome anterior?
    Explorar local do ferimento, realizada digitalmente. Esse procedimento é realizado sob anestesia local e visa observar se houve ou não penetração da cavidade abdominal. Caso não tenha penetrado a cavidade a conduta seria somente sutura do subcutâneo / pele. Dessa forma evita a morbidade de uma laparotomia desnecessária
    b) Dorso?
    TC com duplo (Oral e EV) ou triplo contraste (Oral, endovenoso e teral).
    Esse exame tem acurácia elevada (94%).
    c) Transição toracoabdominal?
    Videolaparoscopia ou toracoscopia para analisar lesão diafragmática.
    Voltando para questão. Considerando que o paciente teve um ferimento por arma branca no abdome (vamos considerar abdome anterior, visto que não fomos informados) e não tem nenhuma indicação de laparotomia imediata. A conduta inicial deve ser exploração digital do ferimento sob anestesia local (lidocaina 2%)
  29. 29TRAUMA DE DUODENO● Grau I – Hematoma envolvendo uma única porção do duodeno ou laceração de espessura parcial sem perfuração.
    ● Grau II – Hematoma envolvendo mais de uma porção ou ruptura <50 por cento da circunferência ou grande laceração sem lesão do ducto biliar distal ou perda de tecido.
    ● Grau III – Laceração com ruptura de 50 a 75 por cento da circunferência da segunda porção ou ruptura de 50 a 100 por cento da circunferência da primeira, terceira, quarta porção.
    ● Grau IV – Laceração com ruptura >75 por cento da circunferência da segunda porção ou envolvendo a ampola ou ducto biliar comum distal.
    ● Grau V – Laceração massiva com ruptura do complexo duodenopancreático ou desvascularização do duodeno.
  30. 30Manobra de Cattell-BraaschVeia cava inferior (VCI), em sua localização infra-hepática (o que inclui a porção infra-renal), o pedículo renal direito, os vasos ilíacos direitos, o duodeno e a cabeça do pâncreas.
  31. 31Manobra de MattoxToda a aorta desde o hiato diafragmático caudalmente até os vasos ilíacos.

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Flashcards on Trauma de adbome e pelve, created by Marina de Oliveira Castelo Branco on 14/06/2022.
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