Flashcards
EPI e EPRA

Cards in this deck (50)
- 1Riscos dos Bombeiroslesões mecânicas, químicas, elétricas, biológicas e psicológicas, nos graus mais leves, e até mesmo a morte do combatente em casos extremos
- 2Origem dos Corpos de BombeirosHistoricamente, a atividade de combate a incêndio é que dá origem
- 3Riscos clássicos dos incêndiosaltas temperaturas dos ambientes, a presença de fumaça, o
risco de colapso estrutural - 4Funções do EPI e EPRApossibilitam que os bombeiros adentrem o ambiente sinistrado e realizem ações de busca, salvamento e combate de maneira muito mais segura e eficiente
- 5Norma Regulamentadora (NR) n° 6: CONCEITO DE EPI“todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”.
- 6Considerando a finalidade desses equipamentosnecessário o estabelecimento de rigorosa normalização das características, propriedades e níveis de segurança de cada item do EPI
- 7o EPI deve obrigatoriamente ter a certificação dos órgãos competentesembora não haja regulamentação específica voltada aos EPIs para atuação dos Corpos de Bombeiros, é necessário o atestado CA (Certificado de Aprovação), determinado pela citada NR 6
- 8As normas internacionais mais comuns utilizadas como referênciaNFPA (National Fire
Protection Association) e a EN (Normas Europeias). - 9Os incêndios urbanos podem variar de acordo com alguns fatorescomo o desenho e estrutura da
edificação incendiada, tipo e quantidade de carga incêndio presente no local, dentre
outros. - 10Algumas características são comuns à maioria dos incêndios urbanosa) altas temperaturas, que podem superar os 1.000°C;
b) redução da concentração de oxigênio no ambiente;
c) presença de gases tóxicos, asfixiantes e partículas suspensas na fumaça;
d) riscos estruturais (colapso, fiações eletrificadas, arestas cortantes, etc). - 11EPI para salvamento e combate a incêndio urbano é projetado para conferir segurança ao usuário contraaltas temperaturas, choques mecânicos,
cortes, perfurações e também proteção respiratória contra os gases presentes no
ambiente - 12Aspectos dificultadores e limitantes do EPI:a) a redução significativa do tato, visão e audição;
b) dificuldade e restrição de movimentos;
c) aumento significativo do desgaste físico;
d) desidratação. - 13Lesões e efeitos do combate a incêndio sobre os bombeirosa) Lesão por inalação de fumaça
b) Queimaduras
c) Choques Elétricos
d) Estresse físico pelo calor - 14Sinais e sintomas de Lesão por inalação de fumaçaconfusão ou agitação, queimaduras no rosto ou tórax, sobrancelhas e pelos nasais chamuscados, fuligem no escarro e rouquidão.
- 15Danos que podem ser causados pela inalação de fumaçalesão térmica, asfixia e lesão pulmonar tardia.
- 16A lesão térmicapresença de feridas, bolhas, inchaço ou vermelhidão na face, indicando possíveis lesões nas vias aéreas superiores.
- 17A asfixiapode ocorrer pela redução progressiva da
concentração de oxigênio; ou pelo aumento da concentração de monóxido de carbono (CO) e cianeto de hidrogênio (HCN) - 18A lesão pulmonar tardiaOs produtos químicos presentes na atmosfera do incêndio reagem
com a mucosa das vias aéreas e dos pulmões, lesionando os tecidos que os
revestem. Há o aumento de secreção, risco de entupimento das vias aéreas e aumento da taxa de pneumonia com risco de morte - 19As queimaduras podem ser causadas porprodutos químicos, radiação, eletricidade, dentre outros.
- 20Choques ElétricosFios elétricos partidos
podem funcionar como fonte de nova ignição ou atingir bombeiros que
ocasionalmente entrem em contato com os mesmos. A rede elétrica da edificação deve ser desligada antes da entrada das guarnições em cena e nunca se deve tocar em fiações elétricas expostas no local sinistrado - 21Estresse físico pelo calorIndivíduos expostos a trabalhos em altas temperaturas tendem a sofrer
redução do seu vigor físico e mental. Promover o revezamento dos combatentes para que não haja prejuízo ao ritmo dos trabalhos, nem negligência à segurança - 22Os principais tipos de estresse físico oriundos do calor sãocãibras, a exaustão pelo calor e o golpe de calor.
- 23Exaustão pelo calorquando se
perde muito líquido e eletrólitos. Pode evoluir para um choque hipovolêmico moderado. alteração no ritmo cardíaco e contração involuntária de alguns músculos. - 24Golpe de calorquando o corpo
perde sua capacidade de regulação térmica em decorrência da exposição ao calor. principais sintomas são: pele vermelha, quente e seca; febre acima de 40 °C; vômitos; convulsões; alterações respiratórias e no pulso; pupilas dilatadas; baixa ou nenhuma transpiração; além de contrações musculares involuntárias. - 25Capacete de combate a incêndioA cabeça, por ser o ponto mais alto do corpo, é uma das regiões mais
expostas às altas temperaturas no incêndio. Considerando esses aspectos, o capacete deve fornecer proteção integral do crânio e da face contra choques mecânicos, chamas, calor irradiante e eletricidade; além de possuir viseiras e proteção para a nuca, - 26Balaclavafornecer isolamento térmico à região da cabeça e pescoço, com atenção especial às áreas cartilaginosas, como as orelhas, que são muito sensíveis ao calor e têm difícil regeneração em caso de lesões. à base de aramida, deve cobrir todo o couro cabeludo, orelhas, pescoço
- 27Roupa de aproximação (jaqueta e calça de combate a incêndio)a) 1ª Camada (barreira externa): resistência ao contato direto das chamas e proteção das demais
camadas contra cortes ou rasgos.
2ª Camada (barreira de umidade): evitar que a água externa entre nos espaços de ar entre as camadas da roupa de
aproximação.
3ª Camada (barreira térmica): junção de tecidos de fibras antichamas,
unidos de modo a criar espaços de ar que fornecem a proteção
térmica desejada - 28Luvas de combate a incêndioproteção das mãos e pulsos do bombeiro, protegendo-o de ferimentos cortantes, abrasivos, perfurantes e de queimaduras oriundas do contato direto ou indireto com o calor das chamas e do ambiente.
- 29Botas de combate a incêndioproteção para os
pés, tornozelos e pernas do bombeiro contra queimaduras, cortes, perfurações, choques elétricos ou contato com possíveis substâncias químicas que estejam presentes no ambiente de atuação. deve possuir palmilha e biqueira de aço, solado e salto
de borracha reforçada com desenho antiderrapante. - 30Equipamento de Proteção Respiratória (EPR): O EPR tem por objetivo primárioproteger a respiração do bombeiro
quando houver risco de contaminação do ar ou a concentração de oxigênio for
inadequada para permanência no local. é do tipo equipamento autônomo de respiração de circuito aberto - 31Tipos de equipamentos de proteção respiratória:por filtro, por linha de ar e os autônomos (de
circuito aberto e fechado) - 32Funcionamento do EPRo equipamento fornece ar do
cilindro ao bombeiro utilizando o sistema de pressão positiva, que gera pressão
maior no interior da máscara facial em comparação à pressão atmosférica, impedindo a entrada do ar externo no interior da máscara facial. - 33—01- Manômetro luminescente
02- Alarme de baixa pressão tipo apito
03- Tirantes de ombro
04- Suporte dorsal ou Backplate
05- Engate carona ou saída carona
06- Conexão tipo CGA
07- Conjunto redutor de pressão ou
Válvula de primeiro estágio
08- Conjunto redutor de pressão ou
Válvula de primeiro estágio
09- Manômetro do cilindro
10- Cilindro
11- Tirantes abdominais ou Tirantes de cintura
12- Regulador de respiração ou Válvula de demanda
13- Mangueiras ou Dutos do sistema
pneumático
14- Correia de retenção do cilindro
15- Registro do cilindro
- 34Tipos de cilindro1- De aço: 7 L, 200 bar e 12,5kg
2- De composite: até 300 bar, 5,5kg
3- De fibra de carbono: até 310 bar, 4kg - 35—01- Botão de trava da válvula de
demanda
02- Engate rápido com O-ring
03- Botão de bloqueio do fluxo de ar
04- Botão bypass de regulação de fluxo
- 36A máscara facial é compostavisor panorâmico, tirantes de cabeça,
borracha seladora, mascarilha e orifício de conexão da válvula de demanda. e tem como função proteger o bombeiro contra queimaduras no rosto e nas vias respiratórias, impedindo o contato com o ar atmosférico. - 37—01- Visor panorâmico
02- Tirantes de cabeça
03- Borracha seladora
04- Mascarilha
05- Orifício de conexão da válvula de demanda
06- Alça de transporte
- 38Autonomia do EPRTempo de Autonomia =
Pressão (Bar) x Volume (L) /
Consumo (L/min) - 39Inspeção visual rigorosa do equipamentoa) presença de avarias e/ou vazamentos nas conexões e mangueiras;
b) funcionamento da válvula de demanda (acoplagem, abertura e
fechamento);
c) avarias e regulagem dos tirantes;
d) se há alguma obstrução do alarme sonoro;
e) o funcionamento do manômetro;
f) avarias no registro, manômetro e corpo do cilindro;
g) danos na máscara facial. - 40Teste de vedação de alta e média pressão:tem por objetivo
verificar a estanqueidade do sistema e, consequentemente, a presença de
vazamentos que possam comprometer seu desempenho - 41Teste de vedação de alta e média pressão:a) monte todo o EPR;
b) acione o botão de bloqueio do fluxo de ar da válvula de demanda
para que haja o fechamento do fluxo de ar;
c) pressurize o sistema com a abertura do registro do cilindro;
d) verifique a pressão no manômetro;
e) feche a válvula do cilindro;
f) verifique novamente a pressão no manômetro para identificar
vazamentos.
O equipamento é considerado vedado se a pressão não cair mais do que
10 bar no período de 01 minuto. - 42Teste do alarme sonoro tipo apito:tem por objetivo verificar
se o alarme sonoro é acionado dentro de uma faixa de segurança (ideal 50 bar,
aceitável entre 45 e 55 bar) - 43Teste do alarme sonoro tipo apito:a) ainda com o sistema pressurizado pelo teste de média e alta pressão,
aproveite o ar presente no sistema pneumático e segure a válvula de
demanda tampando com a mão a saída de ar no engate rápido;
b) pressione o botão by pass para liberação suave e controlada do fluxo
de ar;
c) quando o manômetro indicar a pressão de 50 bar, o alarme sonoro
deve ser acionado. - 44Teste de conexão e vedação da máscara:tem por objetivo
verificar se existe alguma deficiência na vedação da máscara facial no rosto do
bombeiro, para que não haja perda de ar no sistema e redução da autonomia de
trabalho - 45Teste de conexão e vedação da máscara:a) acople a válvula de demanda na máscara facial até o “click” indicativo
do encaixe, depois exerça leve força na tentativa de desacoplar a
válvula de demanda. Verificado o correto travamento, retire a válvula
de demanda pressionando o botão de destravamento;
b) coloque a máscara facial no rosto ajustando-a para uso;
c) em seguida, conecte a válvula de demanda na máscara facial com o
sistema despressurizado (certifique-se que a acoplagem foi
executada corretamente);
d) inspire, sem tocar na máscara facial. Caso ela venha de encontro ao
rosto na inspiração, a selagem da máscara está satisfatória. Para
finalizar o processo, libere a válvula de demanda pressionando o
botão de destravamento da máscara. - 46EQUIPAGEM E DESEQUIPAGEM DO EPI Preparação do EPI e EPR1. Monte o EPR, afrouxando
os tirantes de ombro e
abdômen, e deixando o
sistema pressurizado com a
válvula de demanda travada,
mas sem estar acoplada
com a máscara facial.
2. Deixe as botas
posicionadas dentro das
pernas da calça.
3. Disponha as demais
peças à sua frente para fácil
visualização. - 47Equipagem4. Calce a bota e vista a
calça, ajustando o
suspensório. Feche o botão
e o velcro ou zíper da calça.
5. Vista a balaclava, ajustando
as abas no pescoço e ombros.
6. Vista a capa de incêndio, não
se esquecendo da colocação
do dedal, fechamento do zíper
e velcro.
*A jugular não deve ser
fechada nesse momento.
7. De joelhos, posicione o EPR
à sua frente com o suporte
dorsal virado para cima e a
base do cilindro voltada para
você
8. Pela alça rígida do suporte
dorsal, vista o EPR,
introduzindo os braços dentro
dos tirantes de ombro e o EPR
passando sobre a cabeça. - 48Equipagem9. Faça os ajustes necessários
nos tirantes de ombro e
abdominais.
10. Coloque a máscara facial,
ajustando os tirantes de
cabeça. O ajuste deve ser feito
na sequência de baixo para
cima, com cuidado,
direcionando-os para trás, pois
alguns tirantes de cabeça são
feitos de borracha e podem se
romper com o uso de força
excessiva.
11. Ajuste a balaclava na
cabeça, de modo que não haja
sobreposição do visor
panorâmico, nem seja deixada
nenhuma parte da face ou
couro cabeludo sem proteção.
Feche o velcro da jugular. - 49Equipagem12. Coloque o capacete,
deixando a proteção de nuca
fora da capa de aproximação,
depois prenda o encaixe do
capacete, devendo o mesmo
ficar sob o queixo.
13. Calce as luvas, de forma
que não fique exposta
nenhuma parte do pulso.
14. Faça a conexão da válvula
de demanda na máscara facial. - 50Inspeção1. Ao final da equipagem, a
dupla deverá verificar se há
tirantes ou pontas soltas; se a
balaclava está colocada de
maneira adequada; se o EPI
está bem posto e fechado, sem
nenhuma área do corpo
exposta; e se a válvula de
demanda está bem conectada.
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- Description
- Graduação TMI Flashcards on EPI e EPRA, created by Nicholas Campelo on 16/07/2022.
- Created by
- Nicholas Campelo
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