Flashcards
RISCO CIRURGICO

Cards in this deck (49)
- 1ASA I Avalia o Risco Anestésico SAUDÁVEL!!!Paciente normal, sem distúrbio orgânico, psicológico ou psiquiátrico.

- 2ASIA II DOENÇA SISTÊMICA LEVE A MODERADAPaciente com doença sistêmica bem controlada de um sistema orgânico, sem afetar atividades diárias (obesidade, desnutrição, tabagismo e hipertensão são incorporados nesta classe).

- 3ASIA III Doença Sistêmica que limita a sua atividade, mas não o incapacitaPaciente com doenças sistêmicas múltiplas ou doença sistêmica maior, bem controlada. A doença limita a atividade diária. Não há risco de vida imediato.

- 4ASA IV Doença sistêmica incapacitante que é uma ameaça constante a vidaPaciente com doença sistêmica grave e incapacitante, com constante ameaça à vida. Normalmente doença mal controlada ou terminal.

- 5ASA V Moribundo, que não se espera sobreviver 24 horas com ou sem operação.Paciente moribundo, o qual não se espera sobrevida maior que 24h, com ou sem cirurgia. Esta pode ser a última tentativa de preservação de vida.
OBS: E - Adicionar para procedimentos de emergência
- 6ASA VI MORTE ENCEFÁLICA (outra fonte que não JB)Paciente com morte encefálica declarada, do qual os órgãos serão removidos para doação.

- 7Paciente feminina, 52 anos, fumante 2-3 cigarros por dia, com tumor sólido, com indicação de hepatectomia. Qual o ASA?ASA II, paciente previamente hígida e sem comorbidades, porém tabagista.
- 8Paciente 60 anos, hipertensa e diabética sob controle medicamentoso vai ser submetida a uma colecistectomia por videolaparoscopia. Qual a classificação segundo o ASA? Justifique.ASA II, visto que a paciente possui doença sistêmica controlada, sem limitação das atividades diárias.
- 9NÍVEIS DE INTERESSE RAPAPORT – Avaliação do Risco de Sangramento NÍVEL INÍVEL I: História negativa de sangramento e procedimento cirúrgico pequeno – Não há necessidade de triagem (biópsias; herniorrafias).
- 10NÍVEL IINÍVEL II: História negativa de sangramento e procedimento cirúrgico de grande porte (hemograma, plaquetas; TP e TTPa)
- 11NIVEL IIINÍVEL III: História sugestiva de coagulopatia. Procedimento que pode alterar hemostasia (Solicita hemograma, plaquetas; TP; TTPa; TS; Fibrinogênio)
(cirurgia cardíaca com derivação cardiopulmonar, prostatectomia, cirurgia de sistema nervoso central). - 12NÍVEL IVNÍVEL IV: História altamente sugestiva de coagulopatia.
Mesmos testes do NÍVEL III + Hematologista - 13Paciente masculino, 68 anos, hígido, tabagista, portador de neoplasia de reto, 12 cm da borda anal, com 80% de obstrução da luz retal. TC do abdome evidenciando múltiplas metástases hepáticas e pulmonares. Após preparo intestinal foi submetido a retosigmoidectomia abdominal com anastomose primária. De acordo com os NÍVEIS de INTERESSE de Rapaport, como você avaliaria a hemóstase do paciente acima?Rappaport II, paciente sem história de sangramento, mas procedimento é de grande porte. Solicitar hemograma, contagem de plaquetas, TP e TTP.
- 14Há indicação de aferição do “Risco Cardíaco” para o paciente acima? Em caso afirmativo, cite as variáveis utilizadas para esta finalidade. (ver tabela pag 3)

- 15Quais as questões fundamentais a serem definidas na avaliação do risco em um paciente cirúrgico?Relacionadas ao paciente:
idade (> 70 anos)
presença de comorbidades,
função cardiopulmonar comprometida,
sexo,
baixa capacidade funcional,
minimização dos sintomas.
Relacionadas à anestesia:
duração (>240min),
via de administração
(geral, bloqueio regional, axial).
Relacionadas com a cirurgia:
indicação (eletiva, urgência e emergência),
extensão da lesão,
magnitude de perdas (>1,5) - 16Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Hb/Ht,Hb/Ht:
- Achandos na historia e exame de anemia ou policitemia;
- Extremos de idade ou gestantes,
- Cirurgias amplas, com previsão de grandes perdas sanguíneas;
- Neoplasias, nefropatias, cardiopatias, anticoagulantes, AINES,
- Quimioterapia ou radioterapia recentes,
- Pacientes incapazes de informar. - 17Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: LeucogramaLEUCOGRAMA
- sintomas / sinais de infecção
- doenças mioloproliferativas ( suspeita / diagnóstico )
- leucopenia ( drogas, antibióticos, radioterapia )
- uso de esteróides em doses terapêuticas. - 18Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Glicemia- obesos com > 40 anos;
- idade > 60 anos;
- história familiar de diabetes;
- uso de drogas hiperglicemiantes, pacientes em NPT (Nutrição Parenteral Total);
- cirurgia vascular periférica ou bypass coronariano;
- ausência de informação clínica. - 19Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Função hepática- Passado de hepatite;
- doenças infiltrativas hepáticas;
- cirrose, hipertensão portal;
- doença biliar;
- icterícia;
- uso abusivo de álcool. - 20Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Ureia e Creatinina- insuficiência renal
- diabetes melito
- candidato a cirurgia de grande porte ou possibilidade de sangramento
- hipertensão arterial / cardiopatia
- idade > 50 anos
- uso de diuréticos ou drogas nefrotóxicas
- ausência de informação clínica - 21Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Sódio e Potássio- insuficiência renal
- diabetes melito
- hipertensão arterial
- uso de esteróides, diuréticos
- cardiopatias em uso de digital
- ausência de informação clínica - 22Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: EECG- homens e mulheres com > 40 anos
- diabetes melito
- hipertensão arterial
- doença vascular periférica
- cardiopatia / história de arritmia
- procedimento maior / emergência *
- uso de digital ou de fármacos cardio ativos
- ausência de informação clínica - 23Quanto à avaliação pré-operatória de risco, defina em que situações são solicitados os seguintes testes: Radiografia do Tórax- procedimentos intra-toráxicos
- sinais e sintomas de doença intra-toráxica ativa
- história de doença cardiaca ou pulmonar
- tabagismo > 20 maços / ano - idade > 60 anos - 24Caso clínico de uma idosa, cardiopata (ICC), diabética, cheia de comorbidades. Em uso das seguintes medicações: ASS, digoxina, hipoglicemiante oral, levo-tiroxina, anti-hipertensivo. Pede para dizer o que você faria no pré-operatório dessa paciente para reduzir a incidência de complicações.1. Colher história, fazer anamnese e exame físico avaliando as comorbidades,
2. Fisiopatologia solicitando exames (Hb e hematócrito a depender da idade, leucograma, glicemia, ECG, Raio X de tórax, Cr/ur e Na/K, plaquetas, TP, TPPA),
3. Fazer avaliação anestésica,
4. Avaliação nutricional,
5. Analisar risco cardíaco,
6. Definir seu diagnóstico preciso,
7. Traçar plano terapêutico (com plano A, plano B, plano C), dentro da logística disponível.
8. Quanto às medicações: suspender AAS 7 dias antes, deixar digoxina, hipoglicemiante (se longa, retirar 48h antes, se curta, retirar no dia), deixar levotiroxina, deixar anti-hipertensivo. - 25Paciente feminina, diabética, com coronariopatia isquêmica, passado tardio de revascularização miocárdica, em uso de hipoglicemiante oral, AAS, antihipertensivos, digoxina e L tiroxina, com indicação de colecistectomia por videolaparoscopia. Que medidas você utilizaria no pré-operatório para diminuir a incidência de complicações nesta paciente?1. Colher história, fazer anamnese e exame físico avaliando as comorbidades,
2. Fisiopatologia solicitando exames (Hb e hematócrito a depender da idade, leucograma, glicemia, ECG, Raio X de tórax, Cr/ur e Na/K, plaquetas, TP, TPPA),
3. Fazer avaliação anestésica,
4. Avaliação nutricional,
5. Analisar risco cardíaco,
6. Definir seu diagnóstico preciso,
7. Traçar plano terapêutico (com plano A, plano B, plano C), dentro da logística disponível.
8. Quanto às medicações: suspender AAS 7 dias antes, deixar digoxina, hipoglicemiante (se longa, retirar 48h antes, se curta, retirar no dia), deixar levotiroxina, deixar anti-hipertensivo. - 26Explique quais são os critérios de Goldman. (Ou cite 5 critérios)- História (idade >70 anos e IAM < 6 meses)
- Exame físico (terceira bulha ou turgência de jugular, estenose aórtica importante)
- ECG (ritmo não sinusal ou contrações atriais prematuras, > 5 contrações ventriculares prematuras)
- Estado geral (PO2 < 60, PCO2 > 50, K < 3, HCO3 < 20, Ur> 50, Cr >3, TGO anormal, sinais de doença hepática crônica ou paciente acamado por causas não cardíacas)
- Cirurgia (intraperitoneal, intratorácica ou cirurgia aórtica e cirurgia de emergência) - 27Quais são os 5 maiores preditores de risco cardíaco elevado em paciente cirúrgico?- Síndromes coronarianas instáveis; IAM recente (> 7 < 30 dias ); Angina instável ou grave (III/IV - ACC )
- ICC descompensada
- Arritmias graves
- Valvulopatias greves
- Revascularização miocárdica / angioplastia (< 6 semanas ) - 28Quais são os preditores de risco cardíaco iintermediario em paciente cirúrgico?- Angina leve (I / II – ACC)
- IAM prévio (anamnese)
- ICC compensada
- Diabetes melito (medicamentos)
- Insuficiência renal (Cr > 2,0mg%)
- Coronariopatia isquêmica
- Isquemia silenciosa ao Holter
- Revascularização miocárdica/angioplastia (> 6 semanas e < 3meses ou > 6 anos) - 29Quais são os preditores de risco cardíaco menores em paciente cirúrgico?- Idade > 65 anos
- ECG anormal
- Ritmo não sinusal (FA)
- História AVC; HAS não controlada
- Doença multivascular
- História familiar de coronariopatia
- IAM > 3 meses, assintomático, sem tratamento
- Revascularização Miocardica / Angioplastia ( > 3m e < 6 anos, assintomático sem tratamento ) - 30Paciente masculino, 72 anos, com passado de hepatectomia para tratamento de CHC. Dá entrada para realizar herniorrafia devido à hérnia incisional. Diga o ASA do paciente e justifique.ASA I. Pois o paciente não tem distúrbio orgânico, fisiológico, bioquímico ou psiquiátrico, não obeso e não fumante.
- 31Quais exames solicitaria para avaliar o risco cirúrgico do referido paciente?Hemograma e Hematócrito (o paciente é idoso), função hepática (passado de doença infiltrativa hepática), Creatinina e Ureia (o paciente é idoso), ECG (o paciente é idoso), glicemia (o paciente é idoso) e Raio X de tórax (o paciente é idoso).
- 32Defina “manobras de cuidado pré-cirúrgico” e cite 3 exemplosSão manobras que preparam da melhor maneira possível o paciente para o procedimento proposto (sobretudo para os pacientes de alto risco) visando a diminuição do risco cirúrgico e aumentando os beneficios, evitando a ocorrência de complicações. Exemplos: avaliação nutricional, antibioticoprofilaxia e exames pré-operatórios.
- 33Quais os fatores básicos que afetam o risco operatório?1 – RELACIONADO PACIENTE:
-idade > ou = 70 anos
-comorbidades
-função cardiopulmonar comprometida
-sexo
-baixa capacidade funcional
-minimização de sintomas
2 – RELACIONADOS À ANESTESIA:
-duração > 240 minutos
-via de administração (geral; bloqueio regional; axial)
3 – RELACIONADOS COM A CIRURGIA:
- indicação (eletiva; urgência; emergência)
- extensão da lesão
- magnitude de perdas sanguíneas (> 1,5L) - 34Como avaliar o risco cirúrgico hemorrágico? Cite os testes laboratoriais utilizados na avaliação, explicitando qual aspecto fisiológico cada teste avalia?Hemograma: anormalidade elementos do sangue periférico.
Contagem de plaquetas: quant. plaquetas;
Tempo/atividade de Protrombina (TP): função da via extrínseca e da comum da coagulação.
Tempo de Tromboplastina Parcial ativada (TTPa): avalia predominantemente a função da via intrínseca da coagulação e comum.
Tempo de sangramento: avalia a hemostasia primária (formação do tampão plaquetário).
Fibrinogênio (Fator I): mede a quantidade de fibrinogênio em uma amostra de plasma sanguíneo. - 35Paciente masculino, 25 anos, hígido, ferido com arma branca traumatizado em tórax e abdome. Diga o ASA do paciente?ASA IE. Paciente previamente hígido, submetido a procedimento de emergência.
- 36Paciente de cerca de 40 anos, sexo feminino, fumante, com diagnóstico incidental de tumoração em corpo e cauda do pâncreas, assintomática. Submetida a pancreatectomia parcial + lindadenectomia regional e do tronco celíaco, sem eventualidades. Qual o risco cirúrgico? Justifique.ASA II, visto que a paciente é tabagista e apresenta doença que não resulta em limitação funcional.
- 37Paciente de 66 anos, portadora de LES e HAS controlados, chega na emergência com queixa de vômitos há 24hs com quadro de obstrução intestinal. Vem fazendo uso regular de prednisona. Tem câncer de cólon e foi feita a preparação para uma colectomia parcial. Qual o risco cirúrgico? Justifique.ASA IIE. Paciente com doença sistêmica leve a moderada controlada (LES e HAS) e que não resulta em limitação funcional, submetida a uma cirurgia de emergência para desobstrução intestinal.
- 38Paciente sexo feminino, 45 anos, fumante 10 cigarros/dia desde os 20 anos, com CHC em segmento V-VII –VIII. Virologia negativa para hepatites. Deverá ser submetida a trisegmentectomia hepática. Utilizando o ASA, defina e justifique o grau de risco cirúrgico desta paciente. Que exames deveriam ser solicitados na sua avaliação pré-operatória?ASA II, pois a paciente é tabagista e seu CHC não causa doença descontrolada.
Exames: Hemograma, Ht (cirurgia ampla), TP, TTP, plaquetas(cirurgia ampla), leucograma (se quimio ou radio), função hepática (doenças infiltrativas hepáticas), ECG (cirurgia ampla), Cr/Ur (cirurgia ampla), Rx de tórax (tabagista). - 39Paciente 71 anos, diabético insulínico dependente, com retinopatia, admitido com icterícia obstrutiva secundária a neoplasia de papila biliar e cursando com trombose venosa parcial bi-femural-ilíaca. De acordo com os critérios ASA, em que categoria de risco cirúrgico este paciente se encontra? JustifiqueASA IV, pois o paciente apresenta doença sistema grave que ameaça a vida.
- 40Paciente masculino, 66 anos, com quadro de icterícia obstrutiva (BD 19,1mg%) por provável colangiocarcinoma; anúrico a 48hs, em diálise peritoneal; hipotenso; em uso de altas doses de aminas vasoativas, anasarca; sob ventilação mecânica. Leucograma de 27.000mm3; 13% de bastões. Há 15 dias, quando notou icterícia, a família relata que o mesmo vinha relativamente bem, referindo apenas dispepsia e anorexia. De acordo com o sistema ASA, em que classe de risco cirúrgico você enquadraria esse paciente? Justifique.ASA V. Paciente moribundo, em uso de altas doses de aminas vasoativas, apresentando grande probabilidade de morte nas próximas 24hs, com ou sem cirurgia
- 41Caso clínico de paciente previamente hígido, submetido colescitectomia. Perguntava como se deveria avaliar o risco hemorrágico desse pacienteO risco cirúrgico hemorrágico pode ser avaliado através da anamnese, do exame físico e dos testes laboratoriais, de acordo com o indicado pelos critérios de Rapaport que indica 4 níveis de risco hemorrágico o paciente em questão encontra-se no NÍVEL RAPAPORT I pois apresenta história negativa de sangramento e procedimento cirúrgico pequeno, não sendo necessário nenhum teste laboratorial.
- 42Ha indicação de aferição do risco cardíaco para o paciente acima? Se sim cite as variáveis utilizadas para esta finalidade.Dúvida: por que? A cirurgia é de pequeno porte, o cara é hígido, não entendi...
Sim, há necessidade. As variáveis são história clínica, exame físico, eletrocardiograma, estado geral e a operação - 43Caso do paciente previamente hígido, fumante, dores abdominais há cerca de um mês e perda ponderal de 8 kg, tem diagnóstico de adenocarcinoma gástrico. Qual o ASA?ASA II, devido ao tabagismo ou Asa III, se as dores abdominais e a perda ponderal limitarem as atividades diárias.
- 44Paciente com neoplasia de cólon, com congelamento pélvico, desidratação e desnutrição, submetida a colostomia descompressiva. Qual o ASA? JustifiqueASA II, pois a desidratação e a desnutrição podem ser considerados distúrbios fisiológicos leves a moderados, que não causam limitação funcional ao paciente ou ASA III, pois a desidratação e a desnutrição configuram determinantes sistêmicos que causam limitação funcional ao paciente, considerando a desidratação e desnutrição distúrbios sistêmicos importante, de difícil controle, com comprometimento da atividade normal e com impacto sobre a anestesia e cirurgia.
- 45Defina triagem de risco nutricional (TRN) para pacientes cirúrgicos e cite 4 variáveis usadas na sua etapa inicial.TRN define o estado nutricional do indivíduo para estimar o sucesso da cirurgia e tomar alguma medida antes da mesma.
Variáveis: IMC<20Kg/m2, perda ponderal em 3 meses, presença de gravidade (principalmente em UTI), diminuição de ingesta nos últimos 15 dias. Depois é que se preocupa em calcular o GEB (gasto energético basal). - 46Paciente feminina admitida, 76 anos, admitida na emergência com quadro de suboclusão intestinal por adenocarcinoma de cólon transverso, com metástase do segmento IV do fígado, distensão abdominal moderada. Hipertensa e controlada com anti-hipertensivos. Após preparo do cólon com solução hiperosmolar, foi submetida a colectomia parcial eletiva, sem colostomia, sem intercorrências. Que testes funcionais deveriam ser solicitados para a adequada avaliação préoperatória dessa paciente?ECG (cirurgia de grande porte e a paciente tem + 50 anos, é hipertensa), hemograma, plaquetas, TPP e TP (Rapaport II, porque a cirurgia é de grande porte), Ur/Cr (cirurgia de grande porte e idade > 50 anos), Rx de pulmão (idade > 60 anos), glicemia (idade > 60 anos).
- 47Previamente hígido. Hepatectomia em segmento II e III. Como fazer avaliação pré-operatória da hemóstase desse paciente?Deve-se realizar anamnese e exame físico a procura de sinais de sangramento e avaliar o risco da cirurgia; Devido a hepatectomia, o paciente pode desenvolver algum distúrbio da coagulação, além de ser submetido a uma cirurgia de grande porte, ele é classificado como Rapapport III. Dessa forma, deve-se solicitar triagem laboratorial para hemostasia: hemograma (com contagem de plaquetas), TP e TTPa, TS, fibrinogênio.
- 48Paciente com neoplasia maligna em ceco, com colonoscopia bem elucidativa. O que é que esse paciente precisa fazer?O plano terapêutico é uma colectomia direita. A partir daí devemos avaliá-lo quanto ao risco: como ele está do ponto de vista cardíaco, pulmonar, endócrino, renal, que idade ele tem e se tem outras doenças associadas. Sequência é: anamnese, exame físico, pensar na fisiopatologia da doença, para saber para onde ela se espalha e qual é a evolução dela, para que se tenha condições adequadas de diagnosticar não só a lesão primária, mas sim a lesão primária dentro do seu estágio evolutivo. Deve-se ainda avaliar se o tratamento que foi planejado para o paciente é o mais adequado em relação a outras formas de tratamento e em relação ao custo/benefício.
- 49Uma paciente de 33 anos, portadora de colelitiase, com indicação de cirurgia eletiva. Na avaliação de risco cirúrgico foi detectado um quadro de hipotireoidismo leve/moderado. Que medidas devem ser adotadas para diminuir a morbimortalidade pos-operatória desta paciente?Realizar anamnese e exame físico, exames do Rapaport II (hemograma, plaquetas, TP, TTPa), realizar medidas que diminuam as chances de desenvolver infecção no pós operatório como uso de antibioticoprofilaxia, realização de assepsia e antissepsia adequada, controlar da temperatura corporal; avaliar o estado nutricional. Ela também precisa de acompanhamento com o endócrino, então deve encaminha-la para este especialista para que este possa prepará-lo da melhor maneira possível para o procedimento proposto.
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- Flashcards on RISCO CIRURGICO, created by Carine Tito on 25/02/2016.
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- Carine Tito
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