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VIVIAN FERNANDES Portuguese

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  1. Ácidos graxos essenciais (AGE)

  2. Composição

  3. Os ácidos graxos formam uma classe de compostos que contêm uma longa cadeia hidro-carbonada e um grupamento carboxila terminal.

  4. Existem diversos tipos de ácidos graxos, mas se tratando de tratamento de feridas, o ácido linoléico e o ácido linolênico são os mais importantes, pois não podem ser sintetizados pelos mamíferos, por não possuírem a enzima delta 9-dessaturase.

  5. Indicação

  6. Tratar feridas abertas vitalizadas, não infectadas, em fases de granulação e epitelização (com ou sem exsudato).

  7. Proteção da pele peri-lesão

  8. Prevenção de úlcera por Pressão.

  9. Mecanismo de ação

  10. Protege a ferida preservando o tecido vitalizado e mantendo meio úmido proporcionando nutrição celular local. Acelera o processo de granulação tecidual. Evita a aderência ao leito da lesão e em lesões exsudativas atua como proteção de borda da lesão.

  11. Tipo de ferida

  12. Feridas agudas ou crônicas com perda de tecido superficial ou parcial

  13. Modo de usar

  14. Limpar a lesão com soro fisiológico 0,9% preferencialmente morno, utilizando o método de irrigação em jato;

  15. Aplicar o AGE topicamente sob a lesão;

  16. Ocluir com cobertura secundária de gaze, chumaço ou compressa, fixar com atadura, fita hipoalergênica ou esparadrapo.

  17. contraindicação

  18. Tecido desvitalizados, hipergranulação, lesões infectadas, feridas oncológicas.

  19. Periodicidade de troca

  20. O curativo deve ser trocado toda vez que estiver saturado com a secreção ou, no máximo, a cada 24 horas.

  21. Hidrocolóide

  22. Composto

  23. Internamente por no mínimo carboximetilcelulose. Camada externa composta por espuma ou filme de poliuretano, impermeável.

  24. Indicação

  25. Tratamento de feridas abertas não infectadas com leve a moderada exsudação.

  26. Mecanismo de ação

  27. As partículas de celulose se expandem ao absorver líquidos e criam um ambiente úmido, que permite às células do microambiente da úlcera fornecer um desbridamento autolítico. Esta condição estimula a angiogênese, tecido de granulação e protege as terminações nervosas. Ele mantém o ambiente úmido, enquanto protege as células de traumas, da contaminação bacteriana, e mantém também o isolamento térmico.

  28. Tipo de ferida

  29. Lesões vitalizadas ou com necrose com pouco/médio exsudato. Ex: escoriações, queimaduras de 1º e 2º grau e skin tears (lesões por fricção e pequenos traumas em pele).

  30. Prevenção ou tratamento de úlceras por pressão não infectadas.

  31. Modo de usar

  32. Limpar a lesão com soro fisiológico 0,9% preferencialmente morno, utilizando o método de irrigação em jato;

  33. Recortar o hidrocolóide com diâmetro que ultrapasse a borda da lesão pelo menos 2 a 3 centímetros;

  34. Aquecer o hidrocolóide entre as mãos, retirar o papel protetor e aplicar o hidrocolóide segurando-o pelas bordas da placa;

  35. Pressionar firmemente as bordas e massagear a placa, para perfeita aderência. Se necessário, reforçar as bordas com fita hipoalergênica

  36. Realizar escarificação em tecido necrótico, antes de aplicar.

  37. Contraindicação

  38. Lesões infectadas e queimaduras de 3º ou 4º grau.

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Flowchart on Untitled, created by VIVIAN FERNANDES on 19/11/2018.
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