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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
GRANDEZAS ELÉTRICAS
- Definição: Tudo aquilo que pode ser atribuído a uma certa quantidade e dessa forma tornar-se mensurável, ou seja, qualquer coisa que represente um valor ou uma quantidade definida em uma certa unidade de medição é uma grandeza
- Exemplos de grandezas: - Velocidade - Aceleração - Pressão - Intensidade de luz - Calor - Distância
- DIFERENÇA DE POTÊNCIAL UAB = VA – VB
- a) Se a válvula for aberta haverá um fluxo de água do lado A para o lado B, ate que os níveis estejam iguais.
- Va ≠ Vb = existe fluxo de água
- b) Quando os níveis do lado A e B estiverem iguais, não haverá mais fluxo de água de um lado para o outro
- Va = Vb = NÃO existe fluxo de água
- a) Se a válvula for aberta haverá um fluxo de água do lado A para o lado B, ate que os níveis estejam iguais.
- DIFERENÇA DE POTÊNCIAL UAB = VA – VB
- Exemplos de grandezas: - Velocidade - Aceleração - Pressão - Intensidade de luz - Calor - Distância
- Unidade e Símbolo da Tensão elétrica
- No S.I (Sistema Internacional) a Tensão elétrica (ou DDP ou diferença de Potencial), cujo símbolo é a letra U, é medido em Volts (V).
- A tenção pode ser
- Continua
- Alternada
- A tenção pode ser
- No S.I (Sistema Internacional) a Tensão elétrica (ou DDP ou diferença de Potencial), cujo símbolo é a letra U, é medido em Volts (V).
- CORRENTE ELÉTRICA
- Quando surge um fluxo ordenado de elétrons em um circuito, dizemos que ali flui uma corrente elétrica.
- SIMBOLOGIA: I = 10 A
- A - é a unidade em que o valor foi medido ( ampères )
- SIMBOLOGIA: I = 10 A
- RESISTÊNCIA ELÉTRICA
- Analogamente em eletricidade, à oposição a passagem de corrente elétrica oferecida por qualquer elemento, denominamos de Resistência Elétrica
- SIMBOLOGIA:
- POTÊNCIA ELÉTRICA
- Fisicamente podemos definir potência como sendo a energia consumida ou liberada em um intervalo de tempo
- Potência Elétrica, cujo símbolo é a letra P, é medida em Watt (W)
- ONDE:
- Potência Elétrica, cujo símbolo é a letra P, é medida em Watt (W)
- DEFINIDA POR: P = U x I
- ONDE: P = Potência dissipada em Watts U = Tensão em Volts I = Corrente em Àmperes.
- POTÊNCIA CONSUMIDA OU DISSIPADA
- A especificação da quantidade de energia que um aparelho consome é dada de uma forma indireta pela sua potência
- A potencia indicada nos aparelhos representa a quantidade de WATTs utilizada em 1 hora de utilização
- Fisicamente podemos definir potência como sendo a energia consumida ou liberada em um intervalo de tempo
- Analogamente em eletricidade, à oposição a passagem de corrente elétrica oferecida por qualquer elemento, denominamos de Resistência Elétrica
- Quando surge um fluxo ordenado de elétrons em um circuito, dizemos que ali flui uma corrente elétrica.
- Definição: Tudo aquilo que pode ser atribuído a uma certa quantidade e dessa forma tornar-se mensurável, ou seja, qualquer coisa que represente um valor ou uma quantidade definida em uma certa unidade de medição é uma grandeza
Associação de elementos de um circuito elétrico
- ELEMENTOS DO CIRCUITO ELÉTRICO
- CHAVE liga/desliga
- Gerador
- lâmpada
- É necessário interromper o fluxo de elétrons ; Portanto os elementos seccionadores estarão sempre em série com a carga;
- Em uma instalação elétrica, todos os equipamentos devem poder funcionar independentemente dos demais, portanto é necessário que cada elemento tenha acesso individual ao fase e neutro.
- Portanto eles devem estar conectados em paralelo
- Em uma instalação elétrica, todos os equipamentos devem poder funcionar independentemente dos demais, portanto é necessário que cada elemento tenha acesso individual ao fase e neutro.
- Elementos de Seccionamento
- =>
- Elementos de proteção
- <=
- Estes dispositivos interrompem a passagem da corrente quando acionados.
- O Padrão de entrada da energia Elétrica pode ser :
- Monofásico
- Trifásico
- A determinação de qual desses 3 tipos é em função da demanda de consumo;
- Bifásico
- Monofásico
- CELESC
- De acordo com a CELESC – Norma Técnica N-321 .0001 de 2015
- Para parametrização do sistema, os limites que a Celesc utiliza para definir o tipo de ligação ideal para o consumidor são:
- Monofásica = 01 fase, 02 fios Com tensões de 380/220V;
- Trifásica = 03 fases, 04 fios Com tensões de 380/220V ;
- Bifásica = 02 fases, 03 fios Com tensões de 380/220V;
- Potência de equipamentos indutivos
- Potencia em Watts = Potencia em VA x Fator de Potencia
- Elementos de uma instalação elétrica
- Aterramento
- BEP
- Disjuntores
- Fios e cabos
- Eletrodutos ou Eletrocalhas
- SPDA
- Disjuntores Residuais
- Tomadas
- DPS – Dispositivos de proteção contra surtos elétricos
- Pontos de luz - luminárias
- Outros equipamentos
- Caixas de passagem e de distribuição
- ELEMENTOS DO CIRCUITO ELÉTRICO
ELEMENTOS DE UMA INSTALAÇÃO ÉLÉTRICA
- Componentes e as ligações de circuitos residenciais de baixa tensão
- Fios e cabos = A fiação é, geralmente, em cobre, envoltos em PVC - ou outro material isolante - que suporte temperaturas de até 70ºC.
- A NBR 6880 estabelece para condutores de cobre seis classes de encordoamento conforme a tabela abaixo
- Tipos de Cabos e seu isolamento
- Cores que a norma recomenda
- Determina a temperatura máxima a que os condutores poderão estar submetidos em regime contínuo, em sobrecarga ou em conduções de curto-circuito.
- ISOLAÇÃO
- Fios e cabos = A fiação é, geralmente, em cobre, envoltos em PVC - ou outro material isolante - que suporte temperaturas de até 70ºC.
- CAIXAS DE PASSAGEM
- Também chamadas de caixas de derivação, são embutidas nas paredes ou lajes. Acomodam tomadas, interruptores ou pontos de luz. São interligadas pelos eletrodutos
- ELETRODUTOS
- Tubos para passagem e proteção dos condutores. Podem ser aparentes, fixados por abraçadeiras, ou embutidos em paredes e lajes. Não podem ocupar mais do que 60% de sua seção para não restringir a ventilação ou provocar esforços no isolamento dos condutores
- Circuitos dedicados
- Recomendado para equipamentos elétricos, com alta potência, como fornos e fogões elétricos, microndas, ar condicionado, etc
- A NBR5410 determina que o limite máximo de corrente para um circuito comum é de 10 A.
- Cada circuito deverá ser protegido, utilizando um um Disjuntor Residual (DR), o DPS e o Disjuntor termomagnetico.
- Quadro de distribuição
- Aloja dispositivos de proteção, chamados de circuitos terminais, cuja função é alimentar os pontos de consumo;
- Deve ficar em local de fácil acesso, preferencialmente junto à porta de entrada, para permitir acesso rápido caso seja necessário desligar a energia elétrica
- Aloja dispositivos de proteção, chamados de circuitos terminais, cuja função é alimentar os pontos de consumo;
- Padrão de entrada
- É o poste com isolador de roldana, bengala, caixa de medição e haste de terra que devem estar instalados atendendo às especificações da norma
- Disjuntor
- dispositivo eletromecânico, que funciona como um interruptor automático, destinado a proteger uma determinada instalação elétrica contra possíveis danos
- Função: proteger o sistema elétrico, desarmando quando a corrente exigida pelos aparelhos é superior à suportada pela fiação
- CLASSES DIJUNTORES
- Curva B
- Estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 3 e 5 vezes a corrente nominal, usado onde se espera um curto circuito de baixa intensidade
- Curva C
- Estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 5 e 10 vezes a corrente nominal, usado onde se espera um curto circuito de média intensidade
- Curva D
- Estipula que sua corrente de ruptura esta compreendido entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, usado onde se espera um curto circuito de alta intensidade
- Não existe contudo disjuntores de curva A, o motivo é para que o A da curva não seja confundido com o A de Àmpere
- Curva B
- Contatores
- Permitem a partir de um circuito de comando, efetuar o controle de cargas em um circuito de potência
- Vantagens:
- Comando à distância
- Elevado número de manobras
- Grande vida útil mecânica
- Maior número de contatos possíveis
- Vantagens:
- DPS (Dispositivo de proteção)
- dispositivo destinado a proteger os equipamentos elétricos contra picos de tensão geralmente causados por descargas atmosféricas na rede da concessionária de energia elétrica
- Permitem a partir de um circuito de comando, efetuar o controle de cargas em um circuito de potência
- QUADRO DE MEDIÇÃO
- Abriga o aparelho que mede o consumo e também o sistema de aterramento.
- Aterramento
- sistema utilizado para evitar desequilíbrios na tensão elétrica de uma instalação qualquer
- TERRA (PE)
- condutor baseado em haste metálica pelo qual não circula corrente em condições normais de funcionamento da instalação.
- NEUTRO (N)
- serve como retorno para a corrente que percorre a instalação, aonde nem sempre o potencial verificado equivale a zero
- Material para aterramento
- Haste de Aterramento
- Malha de Aterramento
- Estruturas Metálicas
- dispositivo eletromecânico, que funciona como um interruptor automático, destinado a proteger uma determinada instalação elétrica contra possíveis danos
- Componentes e as ligações de circuitos residenciais de baixa tensão
NBR5410
- Casos em que o uso de dispositivo DR é obrigatório
- circuitos que sirvam a pontos de utilização situados em locais contendo banheira ou chuveiro
- circuitos que alimentem tomadas de corrente situadas em áreas externas à edificação
- circuitos de tomadas de corrente situadas em áreas internas que possam vir a alimentar equipamentos no exterior
- circuitos que, em locais de habitação, sirvam a pontos de utilização situados em cozinhas, copas cozinhas, lavanderias, etc.
- circuitos que em edificações não-residenciais, sirvam a pontos de tomada situados em cozinhas, copas-cozinhas, etc
- Qualquer que seja o esquema de aterramento, devem ser objeto de proteção adicional por dispositivos a corrente diferencial-residual com corrente diferencial-residual nominal I∆n igual ou inferior a 30 mA:
- Dados utilizadas no dimensionamento de condutores
- Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC 60364-5-52, para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo. São eles:
- A1: condutores isolados em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante;
- A2: cabo multipolar em eletroduto de seção circular embutido em parede termicamente isolante;
- B1: condutores isolados em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira
- B2: cabo multipolar em eletroduto de seção circular sobre parede de madeira
- C: cabos unipolares ou cabo multipolar sobre parede de madeira;
- D: cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo;
- E: cabo multipolar ao ar livre;
- F: cabos unipolares justapostos (na horizontal, na vertical ou em trifólio) ao ar livre;
- G: cabos unipolares espaçados ao ar livre.
- Eletrodutos
- Condutor neutro
- não pode ser comum a mais de um circuito
- de um circuito monofásico deve ter a mesma seção do condutor de fase;
- dimensões internas dos eletrodutos e de suas conexões devem permitir que, após montagem da linha, os condutores possam ser instalados e retirados com facilidade
- Condutor neutro
- Eletrodutos
- Não devemos mesclar circuitos de Iluminação com tomadas ou vice-versa
- Os dispositivos de proteção devem ser dispostos e identificados de forma que seja fácil reconhecer
- Os métodos de referência são os métodos de instalação, indicados na IEC 60364-5-52, para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo. São eles:
- Dados utilizadas no dimensionamento de condutores
- Quantidade mínima de pontos de luz
- pelo menos um no teto
- Arandelas no banheiro devem estar distantes, pelo menos, 60 cm do limite do box
- Potência mínima
- A carga da iluminação é feita em função da área do cômodo da residência:
- Para área ≤ 6 m² => Mínimo de 100 VA
- Para área ≥ 6 m² => Mínimo de 100 VA para os primeiros 6 m², e acrescentar 60 VA para cada aumento de 4 m² metros inteiros.
- LEVANTAMENTO DA CARGA DE TOMADAS
- TOMADA TUG
- Áreas ≤ a 6 m2 = 1 tomada
- Áreas ≥ a 6 m2 = 1 tomada a cada 5 m de perímetro
- CASOS ESPECIAIS
- Cozinha = 1 tomada a cada 3,5 m de perímetro,
- Banheiros, lavabos, garagem = 1 tomada
- áreas úmidas as tomadas devem ser acima de 1,20m de altura
- Potência das TUGs
- Para banheiros, cozinhas, copas, áreas de serviço, lavanderias etc
- primeiras 3 tomadas deverão ser de 600VA, as demais de 100VA
- Para os demais Cômodos
- Tomadas de no mínimo 100 VA
- Para banheiros, cozinhas, copas, áreas de serviço, lavanderias etc
- TOMADA TUG
- A carga da iluminação é feita em função da área do cômodo da residência:
- Casos em que o uso de dispositivo DR é obrigatório
Simbologia
- NORMA NBR 5444-1989
- Divide a representação dos componentes nas seguintes categorias:
- A – Dutos e distribuição
- B – Quadros de distribuição
- C – Interruptores
- D – Luminárias, refletores e lâmpadas
- E – Tomadas
- F – Motores e Transformadores
- Dutos e distribuição
- Divide a representação dos componentes nas seguintes categorias:
- Projetos elétrico em baixa tensão devem ser representados através de esquemas e símbolos, estes são:
- Funcional
- Representa todo o sistema elétrico e permite interpretar, em detalhes, o funcionamento do circuito
- Multifilares
- Representação do sistema elétrico onde cada traço representa um condutor.
- Unifilares
- Neste diagrama os traços representam os eletrodutos, onde são indicados, através de símbolos padronizados
- Funcional
- Elementos da instalação elétrica
- Interruptores (simbologia utilizada em plantas)
- Seccionadores (disjuntores e fusíveis)
- Luminárias, refletores, e lâmpadas
- Tomadas
- Diagrama Unifilar
- Interruptor simples
- Interruptores Paralelos
- Geralmente são empregados em escadas, cômodos grandes ou com mais de uma saída e corredores assim o usuário pode acender a lâmpada no começo da escada e apaga-la ao final.
- Interruptores Intermediários
- São utilizados quando necessita-se de 3 ou mais pontos de acionamento de um ponto de Luz/força.
- Motores e Transformadores
- NORMA NBR 5444-1989
Levantamento da demanda
- Demanda de utilização
- é a soma das potências nominais de todos os aparelhos elétricos que funcionam simultaneamente
- Para o cálculo da demanda deve-se observar o seguinte:
- A) Ao prever as cargas, estuda-se a melhor forma de instalar os pontos de utilização de energia elétrica;
- B) A utilização da energia elétrica varia no decorrer do dia, porque o(s) usuário(s) não utiliza(m) ao mesmo tempo (simultaneamente) todos os pontos da instalação;
- C) A carga instalada não varia, mas a demanda varia ao longo do tempo
- D) Caso a especificação da entrada de energia fosse feita pela carga (potência) instalada, em vez da demanda, haveria um “superdimensionamento” de todos os elementos que compõem a entrada de energia
- Cálculo da demanda
- O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço de energia elétrica das edificações de uso coletivo, deve ser feito pela demanda provável.
- Provável demanda > PD = g1.P1 + g2.P2
- O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço de energia elétrica das edificações de uso coletivo, deve ser feito pela demanda provável.
- Demanda de utilização
Divisão da instalação de circuitos
- Motivo da divisão das cargas em circuitos elétricos:
- Facilita a operação e a manutenção da instalação; Diminui a queda de tensão; A corrente nominal é menor, proporcionando condutores e dispositivos de proteção de menor seção e capacidade nominal; Facilita a passagem dos condutores nos eletrodos e as ligações dos mesmos aos terminais dos aparelhos de utilização (interruptores, tomadas e aparelhos).
- Objetivos da divisão das cargas de uma instalação em circuitos:
- Limitar as consequências de uma falta, a qual provocará apenas o desligamento do circuito defeituoso; Facilitar as verificações, os ensaios e a manutenção; Evitar os perigos que possam resultar da falha de um circuito único, como no caso da iluminação.
- Tipos de quadros de distribuição quanto à tensão de alimentação:
- Quadro de distribuição monofásico; Quadro de distribuição bifásico; Quadro de distribuição trifásico.
- instalações Monofásicas
- Temos apenas 1 fase; É necessário um Disjuntor Geral, para proteção e secionamento total da energia fornecida a edificação; As cargas devem ser distribuídas em circuitos de no máximo 10 A, com exceção das TUEs;
- Instalações Bifásicas
- Temos 2 fases, portanto as cargas devem ser distribuídas; São válidas as demais observações do sistema monofásico;
- Critérios para a divisão dos circuitos terminais
- devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Devem ser previstos:
- Circuitos terminais distintos para iluminação e tomadas; circuitos independentes para equipamentos de corrente nominal superior a 10 A; Circuitos exclusivos para cada tomada de uso especifico (TUE); circuitos independentes para as TUG da cozinha, copa e área de serviço. Não devemos juntar cômodos de serviço com cômodos de descanso; Nas instalações alimentadas com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a obter se o maior equilíbrio possível; TUEs são circuitos unicos;
- devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Devem ser previstos:
- Motivo da divisão das cargas em circuitos elétricos:
CÁLCULO DA QUEDA DE TENSÃO ELÉTRICA em condutores a mais de 30m do QGF
- norma NBR 5410:2004
- A queda de tensão em circuitos elétricos não pode ultrapassar:
- A queda de tensão em circuitos elétricos não pode ultrapassar:
- Tabela dos fabricantes de cabos
- norma NBR 5410:2004
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- Mind Map on INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, created by Caroline Martins on 11/09/2017.
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