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Sistema Reprodutor

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Sistema Reprodutor
ANNIE SILVA LIMA - BIOMEDICINA 2016
Encontramos na espécie humana diferenças anatômicas sexuais entre homem e mulher que são muito relevantes para a procriação da espécie. A célula reprodutora masculina recebe o nome de espermatozoide e a célula feminina é conhecida como óvulo. Tanto o espermatozoide como o óvulo caracterizam-se por apresentar somente a metade do número de cromossomos encontrados normalmente nas células que constituem o corpo humano. Os cromossomos são partículas incumbidas da transmissão dos caracteres hereditários e que entram na constituição dos núcleos celulares. Admitindo-se que as células humanas apresentam 46 cromossomos, tanto os espermatozoide como os óvulos apresentam somente 23 cromossomos cada um deles, o que nos leva a deduzir que as células reprodutoras são na realidade hemi-células, sendo necessário à conjugação de duas delas para que se constitua uma célula básica, denominada ovo. O ovo resulta da fusão do espermatozoide com o óvulo.
Órgão Genitais Femininos
- Ovários
- É um pequeno ovóide achatado,aplicado à parede lateral da pelve,anteriormente ao ureter.Mas está preso ao ligamento largo do útero pelo mesovário,que lhe conduz vasos e nervos.Fixa se ao útero por grosso ligamento ovárico que sai do pólo medial.Há também um ligamento suspensor do ovário,acompanhado pelos vasos ováricos, que sove do ovário até os vasos ilíacos comuns.Apesar dos seus ligamentos o ovário é bastante móvel,podendo acompanhar o útero gravídico para a cavidade abdominal.O ovário é saliente na cavidade pélvica,mas su peritônio "visceral" transforma-se em epitélio germinativo,contínuo com o mesotélio do mesovário.Ao corte, o ovário apresenta córtex(com folículos)e medula,central,de conectivo,vasos e nervos,contínua com o mesovário.Tem função de guardar o material genético da mulher para a fecundação.
- Folículos Ováricos:Antes do nascimento,já se formaram nos ovários todos os ovócitos da vida da pessoa.Calculam-se entre 40 mil e 400 mil,muito numerosos do que os librados para fecundação (menos de 500) durante a vida fértil da mulher.Os ovócitos,imaturos,envoltos por epitélio folicular pavimentoso simples,formam os folículos primordiais,situados no córtex,sob o epitélio germinativo.A grande maioria deles não passa desta fase.Sofrem degeneração(atresia),ao passo que uns quantos cada mês lunar alcançam graus variados de crescimento.De regra,só um folículo variados de crescimento.De regra só um folículo atinge maturação completa por mês lunar (28 dias),entre a puberdade e a menopausa,geralmente alternado de um ovário ao outro.Ao crescerem os folículos,seu epitélio prolifera em numerosas camadas de células poligonais,entre as quais se acumula líquido folicular com hormônio estrógeno.
- Um destes chega a folículo maduro,com ovócito muito crescido,atinge tamanho grande,levanta o epitélio germinativo,com formação cística saliente.
- Folículos Ováricos:Antes do nascimento,já se formaram nos ovários todos os ovócitos da vida da pessoa.Calculam-se entre 40 mil e 400 mil,muito numerosos do que os librados para fecundação (menos de 500) durante a vida fértil da mulher.Os ovócitos,imaturos,envoltos por epitélio folicular pavimentoso simples,formam os folículos primordiais,situados no córtex,sob o epitélio germinativo.A grande maioria deles não passa desta fase.Sofrem degeneração(atresia),ao passo que uns quantos cada mês lunar alcançam graus variados de crescimento.De regra,só um folículo variados de crescimento.De regra só um folículo atinge maturação completa por mês lunar (28 dias),entre a puberdade e a menopausa,geralmente alternado de um ovário ao outro.Ao crescerem os folículos,seu epitélio prolifera em numerosas camadas de células poligonais,entre as quais se acumula líquido folicular com hormônio estrógeno.
- É um pequeno ovóide achatado,aplicado à parede lateral da pelve,anteriormente ao ureter.Mas está preso ao ligamento largo do útero pelo mesovário,que lhe conduz vasos e nervos.Fixa se ao útero por grosso ligamento ovárico que sai do pólo medial.Há também um ligamento suspensor do ovário,acompanhado pelos vasos ováricos, que sove do ovário até os vasos ilíacos comuns.Apesar dos seus ligamentos o ovário é bastante móvel,podendo acompanhar o útero gravídico para a cavidade abdominal.O ovário é saliente na cavidade pélvica,mas su peritônio "visceral" transforma-se em epitélio germinativo,contínuo com o mesotélio do mesovário.Ao corte, o ovário apresenta córtex(com folículos)e medula,central,de conectivo,vasos e nervos,contínua com o mesovário.Tem função de guardar o material genético da mulher para a fecundação.
- Óvulos e ovulação:No folículo maduro,o ovócito primário divide-se uma primeira vez,com redução do número de cromossomos para a metade e havendo espermatozóides na região,divide-se uma segunda vez.Destas duas divisões,só uma das células cresce;as outras(corpos polares) degeneram.Célula muito grande,o ovótide,é envolto por espessa zona pelúcida e rodeado por massa de células foliculares,a um lado do antro folicular.Ao ocorrer a ovulação,pela ruptura do folúculo,o ovo,rodeado pela coroa radiada,flui com o líquido folicular para a luz da tuba uterina,ou cai na cavidade pélvica.Liberado o ovo,as paredes do folículo(este fica no ovário)colapsam e suas células modificadas o transformam em corpo lúteo,que passa a secretar outro hormônio,a progesterona;esta levada pela circulação,prepara a mucosa do útero para recepção do ovo fertilizado (zigoto).
- Tuba Uterina:O útero é um órgão cavitário,levantado do centro da cavidade pélvica,com extremidade inferior saliente na parte alta da vagina,onde apresenta o óstio de sua cavidade.Esta recebe,superiormente,as aberturas das tubas uterinas,cujos extremos opostos se abrem na cavidade peritoneal.Uma de cada lado,estende-se do ângulo lateral superior do útero rumo ao ovário.Mede uns 10 cm de comprimento e situa-se na margem livre do meso-salpinge,que é a parte alta do ligamento largo do útero.Apresenta várias porções,parte uterina,na espessura da parede uterina;istmio,curto e fino;ampola,mais dilatada e longa;infundíbulo,aberto em funil de borda franjada pela fímbrias.O infundíbulo empalma o ovário quando da ovulação.A luz da tuba é forrada por mucosa muito pregueada,com epitélio ciliado que provoca fluxo líquido rumo ao útero.A musculatura lisa,em zonas longitudinal(externa) e circular contribuem com movimentos peristálticos.
- A serosa,externa é peritônio do ligamento largo;confina com a mucosa,interna,na borda livre do infundíbulo e fímbrias
- Transporte do ovo:Ao ser expulso do ovário,o ovo é guiado pelas fímbrias para a luz do infundíbulo e daí,se fertilizando,banhado em secreção nutritiva da tuba,segue para o útero,por movimentos dos cílios e peristálticos.A fertilização geralmente ocorre na metade lateral da tuba.Os espermatozóides depositados na vagina penetram na cavidade uterina,nadam nas secreções e seguem pela tuba.Só um é necessário para a inseminação.Os que se avizinharam liberam enzima que dissolve a coroa radiada.A cabeça de um deles,com os cromossomos masculinos,penetra no ovo.Ao se unirem os pronúcleos masculino e feminino,o ovo não recebe outros espermatozóides.O ovo fertilizado,zigoto,segue então lentamente para o útero.Em casos infrequentes,o embrião implanta-se em outros locais que não o útero.São as prenhezes ectópicas,na tuba ou na parede de órgão abdominal.Por falta de condições para o crescimento da placenta do embrião,costuma haver hemorragia interna,emergência cirúrgica de gravidade.
- Referências
- https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-feminino/orgaos-externos/
- http://alunosonline.uol.com.br/biologia/sistema-genital-masculino.html
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Caracteres_sexuais_secund%C3%A1rios
- http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/hormonios-sexuais.htm
- http://fisiologiaunifor.blogspot.com.br/2007/05/sistema-reprodutor-feminino.html
- https://www.todabiologia.com/dicionario/esperma.htm
- https://www.todabiologia.com/dicionario/esperma.htm
- http://fisiologiaunifor.blogspot.com.br/2007/05/sistema-reprodutor-feminino.html
- http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/hormonios-sexuais.htm
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Caracteres_sexuais_secund%C3%A1rios
- http://alunosonline.uol.com.br/biologia/sistema-genital-masculino.html
- https://www.auladeanatomia.com/novosite/sistemas/sistema-genital/sistema-genital-feminino/orgaos-externos/
- Tuba Uterina:O útero é um órgão cavitário,levantado do centro da cavidade pélvica,com extremidade inferior saliente na parte alta da vagina,onde apresenta o óstio de sua cavidade.Esta recebe,superiormente,as aberturas das tubas uterinas,cujos extremos opostos se abrem na cavidade peritoneal.Uma de cada lado,estende-se do ângulo lateral superior do útero rumo ao ovário.Mede uns 10 cm de comprimento e situa-se na margem livre do meso-salpinge,que é a parte alta do ligamento largo do útero.Apresenta várias porções,parte uterina,na espessura da parede uterina;istmio,curto e fino;ampola,mais dilatada e longa;infundíbulo,aberto em funil de borda franjada pela fímbrias.O infundíbulo empalma o ovário quando da ovulação.A luz da tuba é forrada por mucosa muito pregueada,com epitélio ciliado que provoca fluxo líquido rumo ao útero.A musculatura lisa,em zonas longitudinal(externa) e circular contribuem com movimentos peristálticos.
- Útero:Em estado não-gravídico o útero maduro é um órgão muscular relativamente pequeno,de paredes grossas estreita cavidade uterina triangular.Tem a forma de pêra achatada,invertida,situado acima da vagina,mas inclinado anteriormente,em ângulo de 90° em relação ao eixo vaginal.Assim em anteversão,o útero eleva-se entre a bexiga,na frente,eo reto,atrás.A distensão de um ou de outro muda a posição do útero.A parte superior do útero é coberta por peritônio,que desce entre ele e aqueles vizinhos,formando as escavações medianas uterovesical e útero-retal da cavidade pélvica.
- Partes do útero:Acima dos óstios tubários,o útero é arredondado em sua parte mais expandida,o fundo.A parte principal,corpo,desce posteriormente até a outra mais estreita,o istmo.Por fim,a cérvix ou colo,cilíndrica,penetra na vagina pelo extremo superiordesta,em cuja cavidade se abre pelo óstio do útero(orifício cervical externo).Na nulípara,o óstio é arredondado,mas na mulher que teve filhos é uma fenda transversa irregular com lábios anteriore posterior
- Ligamentos Uterinos:O útero é móvel,mas relativamente contido por pregas peritoneais,ligamentos e pressão do órgão vizinhos.Suas fáscias ligam-se às da bexiga e reto; o apoio embaixo é dado por várias amarras que o suspendem sobre a bagina e diafragma pélvico.Ligamento largo é uma prega transversal de duas lâminas peritoneais,estendida da margem lateral do útero à parede lateral da pelve.Em sua parte alta e anterior,apresenta o ligamento redondo que sai logo adiante da tuba uterina.Daí dirige-se ao canal inguinal atravessa a parede abdominal e termona no lábio maior da vulva.Da cérvix saem fitas fibrosas para diante (ligamento pubo-vésico-uterino),para trás(ligamanto útero-sacral) e para os lados(ligamentos cervicais laterais).Estes ligamentos dão fixação para trás,retroversão;se sua flexão por posterior,entre corpo e cérvix,haverá também retroflexão.
- Estrutura do útero:A cavidade uterina é forrada por mucosa,o ENDOMÉTRIO, de epitélio colunar simples e numerosas glândulas tubulares simples em sua lâmina própria.O endométrio é sujeito a modificações cíclicas por influência de hormônios ovarianos.A túnica muscular lisa,MIOMÉTRIO,muito espessa,apresenta fascículos entrelaçados,sem demarcação em camadas.Durante a prenhez,as fibras musculares aumentam de tamanho.Externamente,há serosa no fundo e corpo do órgão;inferiormente a camada externa é conectivo e chama-se perimétrio.
- Mudanças Cíclicas do Endométrio:A mucosa uterina passa por mudanças de estrutura que se repetem cada 28 dias aproximadamente.Essaas modificações cíclicas constituem o ciclo menstrual,pois o endométrio preparado para receber o embrião desfaz-se em processo hemorrágico,menstruação,se o ovo não for fertilizado.O ciclo menstrual é consequente à ação de hormônios ovarianos vertidos no sangue pelo folículo e pelo corpo lúteo.O ENDOMÉTRIO(portanto,no útero)passa por quatro fases devidas ao processo que,no ovário,leva à ovulação.Um ciclo menstrual começa quando a fase folicular o endométrio regenera-se:as glândulas,por ploriferação dos fundos glandulares não destruídos na mensturação;o epitélio de revestimento,por proliferação de células dos óstios glandulares.Sob influência do estrógeno(vindo do folículo ovárico,pelo sangue) as glândulas crescem e alargam-se.
- A ovulação(ovário) ocorre no 14º dia do ciclo menstrual (útero),depois do que o endométrio passa à fase progestacional:as glândulas ampliam-se enormemente,espiralam-se,suas paredes parecem sanfonadas,a luz larga cheia de secreção;as artérias do endométrio ficam muito espiraladas.Isto é,os hormônios do corpo lúteo do ovário(estrógeno e progesterona) preparam o endométrio para receber e nutrir o embrião.Em não havendo fertilização,duas semanas após a ovulação o endométrio entra em isquemia,por contração das artérias espiraladas;instala-se então a fase menstrual,com desintegração dos 4/5 luminais do endométricos e sangue,passa do útero para a vagina e o exterior,durante alguns dias.O primeiro dia da menstruação marca o início de novo ciclo menstrual.Havendo fertilização,o endométrio prossegue em fase progestacional,sem menstruação.O embrião penetra na espessura do endométrio(nidação),que aí formará a parte materna da placenta.
- Vulva e Vagina
- Os genitais externo(vulva) encontram-se no trígono urogenital do períneo.São modificações da pele e subcutâneo que rodeiam as aberturas da uretra e da vagina;estas descem da pelve para o períneo.VULVA,o monte de púbis é uma elevação arredondada da pele e tela subcutânea sobrepostas à sínfise púbica.Este coxim é continuado para baixo e para trás,a cada lado do plano mediano,pelos lábios maiores,de composição semelhante ao monte do púbis.Estes lábios maiores são pregas longitudinais rombas,contínuas lateralmente com a pele medial das coxas;entre ambos os lábios homólogos do escroto masculino;quando aproximados,cobrem e protegem outras partes do pudendo.Após a puberdade são providos,como o monte do púbis,de pêlos grossos e curtos denominados púbios.Quando se afastam as coxas,abre-se a fenda pudendal e aparece,de cada lado,o lábio menor da vulva,medialmente ao lábio maior ipsilateral.Entre os lábios menores fica compreendido o vestíbulo da vagina,em que se abrem a uretra,anteriormente, e a
- vagina posteriormente.O extremo anterior dos lábios menores bifurca-se em frênulo e prepúcio do clítoris,pequena saliência anterior ao óstio externo da uretra.O clítoris é homólogo do pênis,mas não incorpora a uretra e corpo esponjoso.Compõe-se de dois pequenos corpos cavernosos,presos ao ramo do ísquio correspondente(como os do pênis).O corpo do clítoris termina em pequenina glande tumefeita,de tecido erétil juncional dos dois bulbos do vestíbulo.Como o pênis,o clítoris é muito sensível e apresenta ereção na excitação sexual.VAGINA,o óstio da vagina é uma fenda sagital que,após o parto,se alarga e arredonda um pouco.Antes das primeiras relações sexuais,o óstio é mais ou menos cerrado por delgada membrana,o hímen,cuja a abertura permite o fluxo menstrual.Com relações sexuais e partos,os vestígios himenais ou carúnculas reduzem-se a desaparecem.
- De cada lado do óstio encontra-se um bulbo do vestíbulo,coberto pelo respectivo músculo bulbosponjoso,profundamente ao qual está a glândula vestibular maior,cujo ducto se abre entreo hímem e a margem fixa do lábio menor.Sua secreção mucosa durante a excitação sexual lubrifica o extremo inferior da vagina.A vagina é um tubo fibromuscular que,do vestíbulo,se alonga paracima e para trás,pelo períneo,até a pelve.É receptora do pênis do coito,dá saída ao fluxo menstrual e,com cavidade uterina,forma o canal do parto.As paredes anterior e posterior da vagina estão apostas ordinariamente,mas são capazes de enormes dilatações,como durante o parto.A luz é forrada por mucosa de epitélio pavimentoso muito estratificado,levantada por colunas e rugas.
- .Situa-se a vagina entre bexiga-uretra,na frente, e reto atrás.A parte alta da vagina embainha a cérvix uterina,com ela formando um recessou fórnix da vagina,com partes anterior,laterais e posterior;esta é a mais profunda e relaciona-se com a escavação reto-uterina da cavidade peritoneal.
- De cada lado do óstio encontra-se um bulbo do vestíbulo,coberto pelo respectivo músculo bulbosponjoso,profundamente ao qual está a glândula vestibular maior,cujo ducto se abre entreo hímem e a margem fixa do lábio menor.Sua secreção mucosa durante a excitação sexual lubrifica o extremo inferior da vagina.A vagina é um tubo fibromuscular que,do vestíbulo,se alonga paracima e para trás,pelo períneo,até a pelve.É receptora do pênis do coito,dá saída ao fluxo menstrual e,com cavidade uterina,forma o canal do parto.As paredes anterior e posterior da vagina estão apostas ordinariamente,mas são capazes de enormes dilatações,como durante o parto.A luz é forrada por mucosa de epitélio pavimentoso muito estratificado,levantada por colunas e rugas.
- vagina posteriormente.O extremo anterior dos lábios menores bifurca-se em frênulo e prepúcio do clítoris,pequena saliência anterior ao óstio externo da uretra.O clítoris é homólogo do pênis,mas não incorpora a uretra e corpo esponjoso.Compõe-se de dois pequenos corpos cavernosos,presos ao ramo do ísquio correspondente(como os do pênis).O corpo do clítoris termina em pequenina glande tumefeita,de tecido erétil juncional dos dois bulbos do vestíbulo.Como o pênis,o clítoris é muito sensível e apresenta ereção na excitação sexual.VAGINA,o óstio da vagina é uma fenda sagital que,após o parto,se alarga e arredonda um pouco.Antes das primeiras relações sexuais,o óstio é mais ou menos cerrado por delgada membrana,o hímen,cuja a abertura permite o fluxo menstrual.Com relações sexuais e partos,os vestígios himenais ou carúnculas reduzem-se a desaparecem.
- Uretra Felminina
- É bem mais curta e simples do que a masculina.É retilínea para baixo e para diante, a partir do seu óstio interno na bexiga;atravessa os diafragmas pélvico e urogenital.Corre anteriormente à vagina e termina no vestíbulo,por seu óstio externo.
- Os genitais externo(vulva) encontram-se no trígono urogenital do períneo.São modificações da pele e subcutâneo que rodeiam as aberturas da uretra e da vagina;estas descem da pelve para o períneo.VULVA,o monte de púbis é uma elevação arredondada da pele e tela subcutânea sobrepostas à sínfise púbica.Este coxim é continuado para baixo e para trás,a cada lado do plano mediano,pelos lábios maiores,de composição semelhante ao monte do púbis.Estes lábios maiores são pregas longitudinais rombas,contínuas lateralmente com a pele medial das coxas;entre ambos os lábios homólogos do escroto masculino;quando aproximados,cobrem e protegem outras partes do pudendo.Após a puberdade são providos,como o monte do púbis,de pêlos grossos e curtos denominados púbios.Quando se afastam as coxas,abre-se a fenda pudendal e aparece,de cada lado,o lábio menor da vulva,medialmente ao lábio maior ipsilateral.Entre os lábios menores fica compreendido o vestíbulo da vagina,em que se abrem a uretra,anteriormente, e a
- Vulva e Vagina
- A ovulação(ovário) ocorre no 14º dia do ciclo menstrual (útero),depois do que o endométrio passa à fase progestacional:as glândulas ampliam-se enormemente,espiralam-se,suas paredes parecem sanfonadas,a luz larga cheia de secreção;as artérias do endométrio ficam muito espiraladas.Isto é,os hormônios do corpo lúteo do ovário(estrógeno e progesterona) preparam o endométrio para receber e nutrir o embrião.Em não havendo fertilização,duas semanas após a ovulação o endométrio entra em isquemia,por contração das artérias espiraladas;instala-se então a fase menstrual,com desintegração dos 4/5 luminais do endométricos e sangue,passa do útero para a vagina e o exterior,durante alguns dias.O primeiro dia da menstruação marca o início de novo ciclo menstrual.Havendo fertilização,o endométrio prossegue em fase progestacional,sem menstruação.O embrião penetra na espessura do endométrio(nidação),que aí formará a parte materna da placenta.
- Mudanças Cíclicas do Endométrio:A mucosa uterina passa por mudanças de estrutura que se repetem cada 28 dias aproximadamente.Essaas modificações cíclicas constituem o ciclo menstrual,pois o endométrio preparado para receber o embrião desfaz-se em processo hemorrágico,menstruação,se o ovo não for fertilizado.O ciclo menstrual é consequente à ação de hormônios ovarianos vertidos no sangue pelo folículo e pelo corpo lúteo.O ENDOMÉTRIO(portanto,no útero)passa por quatro fases devidas ao processo que,no ovário,leva à ovulação.Um ciclo menstrual começa quando a fase folicular o endométrio regenera-se:as glândulas,por ploriferação dos fundos glandulares não destruídos na mensturação;o epitélio de revestimento,por proliferação de células dos óstios glandulares.Sob influência do estrógeno(vindo do folículo ovárico,pelo sangue) as glândulas crescem e alargam-se.
- Estrutura do útero:A cavidade uterina é forrada por mucosa,o ENDOMÉTRIO, de epitélio colunar simples e numerosas glândulas tubulares simples em sua lâmina própria.O endométrio é sujeito a modificações cíclicas por influência de hormônios ovarianos.A túnica muscular lisa,MIOMÉTRIO,muito espessa,apresenta fascículos entrelaçados,sem demarcação em camadas.Durante a prenhez,as fibras musculares aumentam de tamanho.Externamente,há serosa no fundo e corpo do órgão;inferiormente a camada externa é conectivo e chama-se perimétrio.
- Ligamentos Uterinos:O útero é móvel,mas relativamente contido por pregas peritoneais,ligamentos e pressão do órgão vizinhos.Suas fáscias ligam-se às da bexiga e reto; o apoio embaixo é dado por várias amarras que o suspendem sobre a bagina e diafragma pélvico.Ligamento largo é uma prega transversal de duas lâminas peritoneais,estendida da margem lateral do útero à parede lateral da pelve.Em sua parte alta e anterior,apresenta o ligamento redondo que sai logo adiante da tuba uterina.Daí dirige-se ao canal inguinal atravessa a parede abdominal e termona no lábio maior da vulva.Da cérvix saem fitas fibrosas para diante (ligamento pubo-vésico-uterino),para trás(ligamanto útero-sacral) e para os lados(ligamentos cervicais laterais).Estes ligamentos dão fixação para trás,retroversão;se sua flexão por posterior,entre corpo e cérvix,haverá também retroflexão.
- Partes do útero:Acima dos óstios tubários,o útero é arredondado em sua parte mais expandida,o fundo.A parte principal,corpo,desce posteriormente até a outra mais estreita,o istmo.Por fim,a cérvix ou colo,cilíndrica,penetra na vagina pelo extremo superiordesta,em cuja cavidade se abre pelo óstio do útero(orifício cervical externo).Na nulípara,o óstio é arredondado,mas na mulher que teve filhos é uma fenda transversa irregular com lábios anteriore posterior
- Ovários
O Sistema Reprodutor (SR) dos dois sexos é o responsável pela manutenção da espécie.Os órgão genitais masculinos produzem células sexuais masculinas,armazenam estas células e,no coito, as ejaculam na vagina feminina de mistura com secreções glandulares.Os órgãos reprodutores femininos formam as células sexuais femininas,expõem-nas à fecundação pelas masculinas,abrigam,nutrem e expulsam o novo ser.
Órgão Genitais Masculinos
- O testículo, contendo células sexuais primordiais desde o início do desenvolvimento embrionário, forma-se na parte alta do abdome,retroperitonealmente.Entre o testículo e a eminência escrotal (do períneo superficial anterior) há um tecido mesenquimal dito gubernáculo do testículo.Antes do nascimento até o ânulo profundo do canal inguinal, sempre por trás do peritônio parietal posterior.Uma evaginação do peritônio parietal,o processo vaginal,passa pelo canal inguinal da parede abdominal anterior até a bolsa escrotal,formada esta pelos mesmos planos da parede abdominal.O testículo completa o seu descenso deslizando por trás do processo vaginal,isto é, ainda "retroperitonealmente".Levantando a parede posterior deste processo,adquire uma serosa visceral.
- Testículos
- O testículo é um corpo ovóide suspenso na bolsa escrotal pelo funículo espermático.Sob a serosa visceral,apresenta grossa túnica albugínea,cápsula conectiva densa,espessada posteriormente em mediastino.Deste irradiam-se septos ,internamente,que separam incompletamente os lóbulos do órgão.Cada lóbulo consiste de alguns túbulos seminíferos contorcidos,em que se formam os espermatozóides;a eles seguem-se curtos túbulos retos que se abrem na rede de testículo de canais interanastomosados no mediastino.Da rede saem dúctos eferentes para a cabeça do epidídimo.Este é um longo ducto,extremamente convoluto,que constitui um corpo em vírgula(sobre a margem posterior do testículo),em cuja cauda são armazenados os espermatozóides até o momento da ejaculação.Tem a função de armazenamento dos espermatozóides.
- De regra, a comunicação do processo vaginal com a cavidade peritoneal oblitera-se.Se não,pode fazer-se aí uma hèrnia inguinal congênita.Na descida,o testículo leva seus vasos e nervos que,juntamente com o ducto do testículo,constituem o funículo espermático.Esse sobe pela bolsa escrotal e canal inguinal,até o ânulo profundo.
- Bolsa escrotal
- A bolsa escrotal entre o períneo e região abdominal inferior.Sua função é conter os testículos fora da cavidade corporal,cuja temperatura é superior à ótima para uma camada muscular lisa,o dartos,que o corruga quando contraída.A bolsa é dividida,por septo,em compartimentos para cada testículo e sua serosa vaginal,derivada da cavidade abdominal.Essa túnica vaginal,é levantada por trás pelo testículo e pepidídimo, reveste-os como folheto visceral e reflete-se como folheto parietal,profundo da bolsa escrotal.A cavidade virtual da serosa é úmida, para movimento suave do testículo dentro de sua bolsa.
- Ducto Deferente e Funículo Espermático
- O ducto deferente é o canal excretor do testículo.Tem parede muscular lisa muito espessa.Sobe pelo funículo espermático e percorre o canal inguinal.No ânulo profundo separa-se dos vasos e nervos testiculares para descer pela parede lateral da pelve,sob o peritônio parietal,após cruzar os vasos ilíacos externos.Cruza depois por sobre o ureter e segue para baixo da base da bexiga.Tem formato de tubo.Tem função de levar o conteúdo espermático até a próstata.
- O funículo espermático compreende o ducto deferente,com seus vasos e nervos deferenciais,a artéria testicular,linfáticos e nervos do testículo,e um rico plexo pampiniforme de veias testiculares tortuosas.Os elementos do funículo são envoltos pelas seguintes túnicas:fáscia espermática externa,fáscia cremastérica e fáscia espermática interna,contínuas com as da bolsa escrotal e estratos correspondentes da parede abdominal.
- Glândulas e Ductos Associados
- Após cruzar medialmente por sobre o ureter, o ducto deferente dilata-se em ampola,póstero-superior à vesícula seminal, uma evaginação glandular do ducto deferente, que contribui com sua secreção para o sêmen.A ampola e a vesícula afinam-se sob a base da bexiga, reúnem-se e formam o DUCTO EJACULADOR que penetra na base da próstata.
- Próstata
- A próstata,situada sob a bexiga,rodeia a porção inicial da uretra,de cujas paredes se originou,suas múltiplas glândulas,que secretam a maior parte do líquido seminal,abrem-se na uretra prostática.Seu estroma é rico em musculatura lida que,na eminência da ejaculação,contrai e expulsa a secreção.Os ductos ejaculadores convergem e abrem-se na parede posterior da uretra prostática.A próstata tem dois lobos laterais e,superiormente,um mediano.Tumores benignos,principalmente do lobo mediano de pessoas idosas,salientam-se na base da bexiga e na uretra,interferindo com a emissão de urina.As glândulas BULBOURETRAIS, também chamadas de glândulas de Cowper, são do tamanho de uma ervilha. Essas glândulas produzem uma secreção que entra na uretra durante a excitação sexual, lubrificando o pênis e neutralizando a acidez da uretra para a passagem do espermatozoide.
- Pênis e Uretra Peniana
- O pênis, órgão genital externo masculino,desempenha duas funções.Os seus corpos cavernosos,cilíndricos,preenchem-se de sangue e o enrijecem para introdução na vagina feminina,durante o coito.Outra parte do pênis é a uretra peniana,envolta por seu corpo esponjoso.Quando flácida,a uretra conduz urina e,na ejaculação,emite o sêmen.
- A parte livre do pênis apresenta corpo e glande,esta expandida em coroa na junção com o corpo do órgão.O resto da glande afina-se em ápice arredondado,com fenda sagital:o óstio externo da uretra.A pele do pênis é fina e muito móvel no corpo,mas fixa e modificada na glande.Entre ambas as partes,uma prega móvel de pele,o prepúcio,pode cobrir a glande ou descobri-la.Três cilíndros de tecido erétil (envoltos por forte túnica,colágena,albugínea)formam a massa principal do pênis,dois deles no dorso do órgão, os corpos cavernosos,ventralmente a eles,o corpo esponjoso da uretra.No extremo proximal do órgão os corpos cavernosos divergem como raiz do pênis e fixam-se ao ramo ísquio de cada lado,cobertos pelos músculos isquiocavernosos.
- Testículos e produção de hormônios
- Testículos: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado de tubos, os ductos seminíferos Esses ductos são formados pelas células de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos espermatozóides. Em meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais ou de Leydig, produzem os hormônios sexuais masculinos, sobretudo a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos e dos caracteres sexuais secundários: -Estimulam os folículos pilosos para que façam crescer a barba masculina e o pêlo pubiano. -Estimulam o crescimento das glândulas sebáceas e a elaboração do sebo. -Produzem o aumento de massa muscular nas crianças durante a puberdade, pelo aumento do tamanho das fibras musculares. -Ampliam a laringe e tornam mais grave a voz. -Fazem com que o desenvolvimento da massa óssea seja maior, protegendo contra a osteoporose.
- Na puberdade, aproximadamente entre os 11 e os 14 anos, que começam a ocorrer as mudanças psicológicas e também fisiológicas no corpo dos meninos. Nessa fase da vida, dois hormônios produzidos pela adeno-hipófise agem sobre os testículos, estimulando a produção de testosterona. Esses hormônios são o hormônio folículo-estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH), também chamados de gonadotrofinas por atuarem sobre as gônadas. No homem, o hormônio luteinizante também pode ser chamado de hormônio estimulador das células intersticiais (ICSH), porque age estimulando as células intersticiais, ou de Leydig, a produzirem testosterona. A testosterona e os hormônios gonadotróficos FSH e LH atuam juntos na ativação da espermatogênese (produção de espermatozoides).
- A testosterona é o principal hormônio masculino. Ela determina o desenvolvimento dos órgãos genitais, a descida dos testículos para a bolsa escrotal e o aparecimento das características sexuais secundárias masculinas, como a distribuição de pelos pelo corpo, engrossamento da voz, desenvolvimento dos músculos e dos ossos, entre outras. Também é a testosterona que induz o amadurecimento dos órgãos genitais, além de promover o impulso sexual. A testosterona começa a ser produzida ainda na fase embrionária e é a presença dela que determina o desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos. Se houver ausência desse hormônio, ou a falta de receptores compatíveis a ele nas células do embrião, o sexo que se desenvolverá será o feminino.
- Na puberdade, aproximadamente entre os 11 e os 14 anos, que começam a ocorrer as mudanças psicológicas e também fisiológicas no corpo dos meninos. Nessa fase da vida, dois hormônios produzidos pela adeno-hipófise agem sobre os testículos, estimulando a produção de testosterona. Esses hormônios são o hormônio folículo-estimulante (FSH) e o hormônio luteinizante (LH), também chamados de gonadotrofinas por atuarem sobre as gônadas. No homem, o hormônio luteinizante também pode ser chamado de hormônio estimulador das células intersticiais (ICSH), porque age estimulando as células intersticiais, ou de Leydig, a produzirem testosterona. A testosterona e os hormônios gonadotróficos FSH e LH atuam juntos na ativação da espermatogênese (produção de espermatozoides).
- Espermatogênese
- A espermatogênese ocorre em todos os túbulos seminíferos durante a vida sexual ativa como resultado da estimulação dos hormônios gonadotrópicos da hipófise. Esse processo começa em média aos 13 anos de idade e se prolonga por toda a vida.Os túbulos seminíferos contêm grande número de células chamadas espermatogônias, localizadas em duas a três camadas ao longo da borda externa da estrutura tubular. Essas células proliferam continuamente para manter seu número constante. Uma parte delas se diferencia por estágios definidos de desenvolvimento para formar os espermatozóides.Na primeira etapa da espermatogênese, as espermatogônias primordiais localizadas na membrana basal do epitélio germinativo, chamadas de espermatogônias do tipo A, dividem-se quatro vezes para formar 16 células ligeiramente mais diferenciadas, as espermatogônias do tipo B.
- As espermatogônias migram centralmente entre as células de Sertoli. Essas são células muito grandes, com envoltório citoplasmático disperso, que se estendem a partir das camadas das células das espermatogônias por todo o trajeto até a luz central do túbulo. As membranas das células de Sertoli encontram-se intimamente aderidas uma às outras nas bases e porções laterais, formando uma barreira que impede a penetração, a partir dos capilares em volta dos túbulos, de grandes moléculas deproteína, como as imunoglobulinas, que poderiam interferir com o desenvolvimento adicional das espermatogônias a espermatozoides. No entanto, as espermatogônias destinadas a espermatozoides, penetram através desta barreira e são envolvidas pelos prolongamentos citoplasmáticos das células de Sertoli. Esta intima relação com as células de Sertoli continua por todo o resto do desenvolvimento do espermatozóide.
- No período médio de 24 dias, o espermatozoide ultrapassa a barreira para dentro da camada da célula de Sertoli. Esse processo tornará a espermatogônia modificada e aumentada de tamanho para formar o espermatócito primário.Ao fim de 24 dias, cada espermatócito primário se divide para formar dois espermatócitos secundários. Essa não é uma divisão normal. É chamada de primeira divisão meiótica. Na etapa inicial dessa divisão, todo o DNA nos 46 cromossomos é replicado. Neste processo, cada um dos 46 cromossomos se transforma em duas cromátides, que permanecem ligados nos centrômeros e tem genes duplicados do cromossomo. Neste ponto o espermatócito primário divide-se em dois espermatócitos secundários, cada par de cromossomos separando-se de modo que 23 cromossomos, cada qual contendo duas cromátides, vão para um dos espermatócitos secundários, enquanto os outros 23 cromossomos vão para o outro espermatócito secundário.
- Dentro de dois a três dias, uma segunda divisão meiótica ocorre, na qual as duas cromátides em cada um dos 23 cromossomos se separam nos centrômeros, formando dois conjuntos de 23 cromossomos, um conjunto indo para uma espermátide filho
- O período da espermatogênese, da célula germinativa ao espermatozoide, leva aproximadamente 64 dias. Durante as semanas após a meiose, a espermátide é nutrida e fisicamente modelada pelas células de Sertoli. A transformação é lenta e para que ela ocorra, o espermatozoide, perde parte de seu citoplasma, reorganiza a cromatina de seu núcleo para formar uma cabeça compacta e coleta o citoplasma restante e as membranas celulares numa extremidade da célula para formar a cauda. Todo o estágio de formação do espermatozoide ocorre na célula de Sertoli, que nutre e controla o processo de espermatogênese. Após a formação nos túbulos seminíferos os espermatozoides percorrem o caminho até o epidídimo. Espermatozoides removidos dos túbulos seminíferos e das porções iniciais do epidídimo são imóveis e não podem fertilizar um ovócito.
- Depois de os espermatozoides terem estado no epidídimo por cerca de 18 a 24 horas, desenvolvem a capacidade de se mover, mesmo que várias proteínas inibitórias no líquido do epidídimo ainda impeçam a motilidade real depois da ejaculação. Após a ejaculação, os espermatozoides se tornam móveis e capazes de fertilizar um ovócito, esse processo é chamado de maturação. No processo de maturação do espermatozoide as células de Sertoli e o epitélio do epidídimo secretam um líquido nutriente especial que é ejaculado juntamente com os espermatozoides. Este líquido contém hormônios (testosterona e estrogênio), enzimas e nutrientes especiais que podem ser importantes ou mesmo essenciais à maturação dos espermatozoides.
- Os testículos (par) de um adulto jovem formam cerca de 120 milhões de espermatozoides a cada dia. Podem permanecer armazenados, mantendo sua fertilidade por pelo menos 1 mês.Os espermatozoides móveis e férteis são capazes de movimento flagelado nos meios líquidos a uma velocidade de 1 a 4 mm/min. Além disso, espermatozoides normais tendem a se deslocar em linha reta e não com movimentos tortuosos. Os meios ácidos podem causar a morte dos espermatozoides. Apesar de poderem viver por muitas semanas nos ductos genitais dos testículos, sua vida no trato genital feminino é de apenas um a dois dias.
- Depois de os espermatozoides terem estado no epidídimo por cerca de 18 a 24 horas, desenvolvem a capacidade de se mover, mesmo que várias proteínas inibitórias no líquido do epidídimo ainda impeçam a motilidade real depois da ejaculação. Após a ejaculação, os espermatozoides se tornam móveis e capazes de fertilizar um ovócito, esse processo é chamado de maturação. No processo de maturação do espermatozoide as células de Sertoli e o epitélio do epidídimo secretam um líquido nutriente especial que é ejaculado juntamente com os espermatozoides. Este líquido contém hormônios (testosterona e estrogênio), enzimas e nutrientes especiais que podem ser importantes ou mesmo essenciais à maturação dos espermatozoides.
- O período da espermatogênese, da célula germinativa ao espermatozoide, leva aproximadamente 64 dias. Durante as semanas após a meiose, a espermátide é nutrida e fisicamente modelada pelas células de Sertoli. A transformação é lenta e para que ela ocorra, o espermatozoide, perde parte de seu citoplasma, reorganiza a cromatina de seu núcleo para formar uma cabeça compacta e coleta o citoplasma restante e as membranas celulares numa extremidade da célula para formar a cauda. Todo o estágio de formação do espermatozoide ocorre na célula de Sertoli, que nutre e controla o processo de espermatogênese. Após a formação nos túbulos seminíferos os espermatozoides percorrem o caminho até o epidídimo. Espermatozoides removidos dos túbulos seminíferos e das porções iniciais do epidídimo são imóveis e não podem fertilizar um ovócito.
- Dentro de dois a três dias, uma segunda divisão meiótica ocorre, na qual as duas cromátides em cada um dos 23 cromossomos se separam nos centrômeros, formando dois conjuntos de 23 cromossomos, um conjunto indo para uma espermátide filho
- No período médio de 24 dias, o espermatozoide ultrapassa a barreira para dentro da camada da célula de Sertoli. Esse processo tornará a espermatogônia modificada e aumentada de tamanho para formar o espermatócito primário.Ao fim de 24 dias, cada espermatócito primário se divide para formar dois espermatócitos secundários. Essa não é uma divisão normal. É chamada de primeira divisão meiótica. Na etapa inicial dessa divisão, todo o DNA nos 46 cromossomos é replicado. Neste processo, cada um dos 46 cromossomos se transforma em duas cromátides, que permanecem ligados nos centrômeros e tem genes duplicados do cromossomo. Neste ponto o espermatócito primário divide-se em dois espermatócitos secundários, cada par de cromossomos separando-se de modo que 23 cromossomos, cada qual contendo duas cromátides, vão para um dos espermatócitos secundários, enquanto os outros 23 cromossomos vão para o outro espermatócito secundário.
- As espermatogônias migram centralmente entre as células de Sertoli. Essas são células muito grandes, com envoltório citoplasmático disperso, que se estendem a partir das camadas das células das espermatogônias por todo o trajeto até a luz central do túbulo. As membranas das células de Sertoli encontram-se intimamente aderidas uma às outras nas bases e porções laterais, formando uma barreira que impede a penetração, a partir dos capilares em volta dos túbulos, de grandes moléculas deproteína, como as imunoglobulinas, que poderiam interferir com o desenvolvimento adicional das espermatogônias a espermatozoides. No entanto, as espermatogônias destinadas a espermatozoides, penetram através desta barreira e são envolvidas pelos prolongamentos citoplasmáticos das células de Sertoli. Esta intima relação com as células de Sertoli continua por todo o resto do desenvolvimento do espermatozóide.
- A espermatogênese ocorre em todos os túbulos seminíferos durante a vida sexual ativa como resultado da estimulação dos hormônios gonadotrópicos da hipófise. Esse processo começa em média aos 13 anos de idade e se prolonga por toda a vida.Os túbulos seminíferos contêm grande número de células chamadas espermatogônias, localizadas em duas a três camadas ao longo da borda externa da estrutura tubular. Essas células proliferam continuamente para manter seu número constante. Uma parte delas se diferencia por estágios definidos de desenvolvimento para formar os espermatozóides.Na primeira etapa da espermatogênese, as espermatogônias primordiais localizadas na membrana basal do epitélio germinativo, chamadas de espermatogônias do tipo A, dividem-se quatro vezes para formar 16 células ligeiramente mais diferenciadas, as espermatogônias do tipo B.
- Mecanismos de ereção
- A ereção ocorre devido à estimulação do pênis. É um fenômeno reflexo, independente e voluntário, ou seja, pode ser desencadeado por estímulos físicos (estímulos realizados direto no pênis ou outras zona erógenas) ou psicológicos (por pensamentos ou fantasias sexuais). O pênis permanece flácido por estímulo simpático; já por reação parassimpática, ocorre a entrada de sangue para os corpos cavernosos e esponjoso, fazendo que ele aumente de tamanho e fique rijo (ereto). Este aumento é limitado pela túnica albugínea (tecido que envolve os corpos cavernosos e esponjosos), impedindo que o sangue retorne pelas veias, e fazendo a manutenção da ereção. Quando esta se dá por fantasias sexuais, o estimulo é pelo Sistema Nervoso Central.
- A lubrificação do pênis ocorre por estímulo parassimpático, além de promoverem a ereção, fazem com que as glândulas uretrais e glândulas bulbouretrais secretem muco. Este muco flui pela uretra e auxilia durante o ato sexual na lubrificação do pênis. Porém, maior parte da lubrificação que facilita a penetração vem da vagina. A ausência de lubrificação causa sensações dolorosas e ásperas o que irá tornar o ato sexual mal sucedido. A Adrenalina é um hormônio do sistema simpático e funciona como neurotransmissor. Sua secreção se dá pelas glândulas suprarrenais. Em momentos de "stress", as suprarrenais secretam quantidades abundantes do hormônio adrenalina o que faz com que o organismo se prepare para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a prensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.
- Ejaculação
- A ejaculação ocorre quando o sêmen é liberado pela uretra. Ocorre quando o grau de excitação sexual atinge um nível elevado. Uma mensagem do encéfalo para a medula (nos centros ejaculatórios) faz com que os músculos dos canais deferentes, a próstata e a vesícula seminal se contraiam, lançando líquido seminal para a uretra prostática. Durante a ejaculação a válvula da bexiga se fecha, impedindo a passagem da urina. A distensão da próstata provoca uma sensação prazerosa, na qual ocorrem contrações rítmicas fazendo com que o ejaculado seja em jatos.
- Características sexuais secundárias
- Além dos efeitos sobre os órgãos genitais, a testosterona exerce outros efeitos gerais por todo o organismo para dar ao homem adulto suas características distintivas. Faz com que os pêlos cresçam na face, ao longo da linha média do abdome, no púbis e no tórax. Origina, porém, a calvície nos homens que tenham predisposição hereditária para ela. Estimula o crescimento da laringe, de maneira que o homem, após a puberdade fica com a voz mais grave. Estimula um aumento na deposição de proteína nos músculos, pele, ossos e em outras partes do corpo, de maneira que o adolescente do sexo masculino se torna geralmente maior e mais musculoso do que a mulher, nessa fase. Algumas vezes, a testosterona também promove uma secreção anormal das glândulas sebáceas da pele, fazendo com que se desenvolva a acne pós-puberdade na face. Na ausência de testosterona, as características sexuais secundárias não se desenvolvem e o indivíduo mantém um aspecto sexualmente infantil.
- Andropausa
- Redução gradativa da produção de testosterona - 1/3 dos homens após os 60 anos.Caracterizada por uma diminuição nos números das células Leydig testiculares e na sua capacidade secretora. Sintomas:perda de interesse sexual,problemas de ereção,falta de concentração,aumento de peso,irritabilidade,insônia
- Glândulas acessórias
- Vesículas seminais: responsáveis pela produção de um líquido, que será liberado no ducto ejaculatório que, juntamente com o líquido prostático e espermatozóides, entrarão na composição do sêmen. O líquido das vesículas seminais age como fonte de energia para os espermatozóides e é constituído principalmente por frutose, apesar de conter fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina (álcool de cadeia aberta considerado como integrante do complexo vitamínico B) e prostaglandinas (hormônios produzidos em numerosos tecidos do corpo. Algumas prostaglandinas atuam na contração da musculatura lisa do útero na dismenorréia – cólica menstrual, e no orgasmo; outras atuam promovendo vasodilatação em artérias do cérebro, o que talvez justifique as cefaléias – dores de cabeça – da enxaqueca. São formados a partir de ácidos graxos insaturados e podem ter a sua síntese interrompida por analgésicos e antiinflamatórios).
- Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga urinária. Secreta substâncias alcalinas que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides. Glândulas Bulbo Uretrais ou de Cowper: sua secreção transparente é lançada dentro da uretra para limpá-la e preparar a passagem dos espermatozóides. Também tem função na lubrificação do pênis durante o ato sexual.
- Sêmen
- Sêmen é um fluído orgânico produzido pelos machos de várias espécies animais, inclusive os seres humanos, que contém espermatozóides e outras secreções. Este fluído transporta entre 60 e 300 milhões de espermatozóides (segundo a duração da abstinência prévia). Para fertilizar o óvulo é necessário que o esperma contenha mais de 20 milhões de espermas por ml. A primeira parte da ejaculação é a secreção das glândulas de Cowper e Littré, pouco abundante e rica em mucoproteínas. A segunda parte contém a secreção prostática (13% a 33% do volume total). A terceira parte é a secreção do conducto deferente, epidídimo e tubos seminais, nos quais viajam a maior parte dos espermatozóides. A quarta e última parte é a secreção das vesículas seminais (46% a 80% do volume), riquíssima em nutrientes para os espermatozóides.
- O sêmen pode ser infértil por conter espermatozóides em quantidade insuficiente para fertilização do óvulo, por possuir excessiva proporção de formas aberrantes ou por mobilidade abaixo do normal. As anomalias da função testicular podem ser decorrentes a alteração hormonal, enfermidades do próprio testículo, varicela, insuficiência crônica hepática ou renal, doenças neurológicas, ou, ainda, falhas no transporte de espermas que podem ocorrer devido a obstruções congênitas ou adquiridas.
- Sêmen é um fluído orgânico produzido pelos machos de várias espécies animais, inclusive os seres humanos, que contém espermatozóides e outras secreções. Este fluído transporta entre 60 e 300 milhões de espermatozóides (segundo a duração da abstinência prévia). Para fertilizar o óvulo é necessário que o esperma contenha mais de 20 milhões de espermas por ml. A primeira parte da ejaculação é a secreção das glândulas de Cowper e Littré, pouco abundante e rica em mucoproteínas. A segunda parte contém a secreção prostática (13% a 33% do volume total). A terceira parte é a secreção do conducto deferente, epidídimo e tubos seminais, nos quais viajam a maior parte dos espermatozóides. A quarta e última parte é a secreção das vesículas seminais (46% a 80% do volume), riquíssima em nutrientes para os espermatozóides.
- Glândulas acessórias
- Redução gradativa da produção de testosterona - 1/3 dos homens após os 60 anos.Caracterizada por uma diminuição nos números das células Leydig testiculares e na sua capacidade secretora. Sintomas:perda de interesse sexual,problemas de ereção,falta de concentração,aumento de peso,irritabilidade,insônia
- Andropausa
- Além dos efeitos sobre os órgãos genitais, a testosterona exerce outros efeitos gerais por todo o organismo para dar ao homem adulto suas características distintivas. Faz com que os pêlos cresçam na face, ao longo da linha média do abdome, no púbis e no tórax. Origina, porém, a calvície nos homens que tenham predisposição hereditária para ela. Estimula o crescimento da laringe, de maneira que o homem, após a puberdade fica com a voz mais grave. Estimula um aumento na deposição de proteína nos músculos, pele, ossos e em outras partes do corpo, de maneira que o adolescente do sexo masculino se torna geralmente maior e mais musculoso do que a mulher, nessa fase. Algumas vezes, a testosterona também promove uma secreção anormal das glândulas sebáceas da pele, fazendo com que se desenvolva a acne pós-puberdade na face. Na ausência de testosterona, as características sexuais secundárias não se desenvolvem e o indivíduo mantém um aspecto sexualmente infantil.
- Características sexuais secundárias
- A ejaculação ocorre quando o sêmen é liberado pela uretra. Ocorre quando o grau de excitação sexual atinge um nível elevado. Uma mensagem do encéfalo para a medula (nos centros ejaculatórios) faz com que os músculos dos canais deferentes, a próstata e a vesícula seminal se contraiam, lançando líquido seminal para a uretra prostática. Durante a ejaculação a válvula da bexiga se fecha, impedindo a passagem da urina. A distensão da próstata provoca uma sensação prazerosa, na qual ocorrem contrações rítmicas fazendo com que o ejaculado seja em jatos.
- A ereção ocorre devido à estimulação do pênis. É um fenômeno reflexo, independente e voluntário, ou seja, pode ser desencadeado por estímulos físicos (estímulos realizados direto no pênis ou outras zona erógenas) ou psicológicos (por pensamentos ou fantasias sexuais). O pênis permanece flácido por estímulo simpático; já por reação parassimpática, ocorre a entrada de sangue para os corpos cavernosos e esponjoso, fazendo que ele aumente de tamanho e fique rijo (ereto). Este aumento é limitado pela túnica albugínea (tecido que envolve os corpos cavernosos e esponjosos), impedindo que o sangue retorne pelas veias, e fazendo a manutenção da ereção. Quando esta se dá por fantasias sexuais, o estimulo é pelo Sistema Nervoso Central.
- Fisiologia do Sistema Reprodutor Masculino
- Testículos: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado de tubos, os ductos seminíferos Esses ductos são formados pelas células de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos espermatozóides. Em meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais ou de Leydig, produzem os hormônios sexuais masculinos, sobretudo a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos e dos caracteres sexuais secundários: -Estimulam os folículos pilosos para que façam crescer a barba masculina e o pêlo pubiano. -Estimulam o crescimento das glândulas sebáceas e a elaboração do sebo. -Produzem o aumento de massa muscular nas crianças durante a puberdade, pelo aumento do tamanho das fibras musculares. -Ampliam a laringe e tornam mais grave a voz. -Fazem com que o desenvolvimento da massa óssea seja maior, protegendo contra a osteoporose.
- Testículos e produção de hormônios
- O corpo esponjoso prolonga-se no períneo,coberto pelos músculos bulbosponjosos, unidos em rafe mediana, e entumesce(bulbo do corpo esponjoso) posteriormente à uretra (membranosa) que,depois (uretra esponjosa) percorre seu eixo até o óstio externo da uretra.A glande do pênis é intumescimento anterior do corpo esponjoso.O tecido erétil do pênis é uma esponja de trabéculas conectivas,com músculo liso, entre espaços sanguíneos intercomunicantes,forrados por endotélio.A excitação sexual provoca vasodilatação arterial no pênis,por ação parassimpáticas.O aumento de sangue intumesce o órgão,em rigidez erétil,por estancamento da drenagem venosa.Cessada a excitação,ou após ejaculação, as artérias contraem-se (simpático), o sangue flui pelas veias, é o órgão volta ao estado de flacidez.
- Pênis e Uretra Peniana
- A próstata,situada sob a bexiga,rodeia a porção inicial da uretra,de cujas paredes se originou,suas múltiplas glândulas,que secretam a maior parte do líquido seminal,abrem-se na uretra prostática.Seu estroma é rico em musculatura lida que,na eminência da ejaculação,contrai e expulsa a secreção.Os ductos ejaculadores convergem e abrem-se na parede posterior da uretra prostática.A próstata tem dois lobos laterais e,superiormente,um mediano.Tumores benignos,principalmente do lobo mediano de pessoas idosas,salientam-se na base da bexiga e na uretra,interferindo com a emissão de urina.As glândulas BULBOURETRAIS, também chamadas de glândulas de Cowper, são do tamanho de uma ervilha. Essas glândulas produzem uma secreção que entra na uretra durante a excitação sexual, lubrificando o pênis e neutralizando a acidez da uretra para a passagem do espermatozoide.
- Ducto Ejaculatório
- É um fino tubo, par, que penetra pela face posterior da próstata atravessando seu parênquima para ir se abrir, por um pequeno orifício, no colículo seminal da uretra prostática, ao lado do forame do utrículo prostático. Estruturalmente o ducto ejaculatório assim como a vesícula seminal, tem a mesma constituição do ducto deferente, apresentando três túnicas concêntricas: adventícia, muscular e mucosa.Tem a função de levar para fora do pênis o conteúdo espermático até a ejaculação.
- Glândulas e Ductos Associados
- O funículo espermático compreende o ducto deferente,com seus vasos e nervos deferenciais,a artéria testicular,linfáticos e nervos do testículo,e um rico plexo pampiniforme de veias testiculares tortuosas.Os elementos do funículo são envoltos pelas seguintes túnicas:fáscia espermática externa,fáscia cremastérica e fáscia espermática interna,contínuas com as da bolsa escrotal e estratos correspondentes da parede abdominal.
- O ducto deferente é o canal excretor do testículo.Tem parede muscular lisa muito espessa.Sobe pelo funículo espermático e percorre o canal inguinal.No ânulo profundo separa-se dos vasos e nervos testiculares para descer pela parede lateral da pelve,sob o peritônio parietal,após cruzar os vasos ilíacos externos.Cruza depois por sobre o ureter e segue para baixo da base da bexiga.Tem formato de tubo.Tem função de levar o conteúdo espermático até a próstata.
- Ducto Deferente e Funículo Espermático
- A bolsa escrotal entre o períneo e região abdominal inferior.Sua função é conter os testículos fora da cavidade corporal,cuja temperatura é superior à ótima para uma camada muscular lisa,o dartos,que o corruga quando contraída.A bolsa é dividida,por septo,em compartimentos para cada testículo e sua serosa vaginal,derivada da cavidade abdominal.Essa túnica vaginal,é levantada por trás pelo testículo e pepidídimo, reveste-os como folheto visceral e reflete-se como folheto parietal,profundo da bolsa escrotal.A cavidade virtual da serosa é úmida, para movimento suave do testículo dentro de sua bolsa.
- Bolsa escrotal
- Testículos
- O testículo, contendo células sexuais primordiais desde o início do desenvolvimento embrionário, forma-se na parte alta do abdome,retroperitonealmente.Entre o testículo e a eminência escrotal (do períneo superficial anterior) há um tecido mesenquimal dito gubernáculo do testículo.Antes do nascimento até o ânulo profundo do canal inguinal, sempre por trás do peritônio parietal posterior.Uma evaginação do peritônio parietal,o processo vaginal,passa pelo canal inguinal da parede abdominal anterior até a bolsa escrotal,formada esta pelos mesmos planos da parede abdominal.O testículo completa o seu descenso deslizando por trás do processo vaginal,isto é, ainda "retroperitonealmente".Levantando a parede posterior deste processo,adquire uma serosa visceral.
Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino
- Ciclo menstrual
- O ciclo menstrual na mulher é causado pela secreção alternada dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, pela hipófise anterior (adenohipófise), e dos estrogênios e progesterona, pelos ovários. 1. No começo do ciclo menstrual, isto é, quando a menstruação se inicia, a hipófise anterior secreta maiores quantidades de hormônio folículo-estimulante juntamente com pequenas quantidades de hormônio luteinizante. Juntos, esses hormônios promovem o crescimento de diversos folículos nos ovários e acarretam uma secreção considerável de estrogênio (estrógeno). 2. Acredita-se que o estrogênio tenha, então, dois efeitos seqüenciais sobre a secreção da hipófise anterior. Primeiro, inibiria a secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, fazendo com que suas taxas declinassem a um mínimo por volta do décimo dia do ciclo. Depois, subitamente a hipófise anterior começaria a secretar quantidades muito elevadas de ambos os hormônios mas principalmente do hormônio luteinizante.
- É essa fase de aumento súbito da secreção que provoca o rápido desenvolvimento final de um dos folículos ovarianos e a sua ruptura dentro de cerca de dois dias. 3. O processo de ovulação, que ocorre por volta do décimo quarto dia de um ciclo normal de 28 dias, conduz ao desenvolvimento do corpo lúteo, que secreta quantidades elevadas de progesterona e quantidades consideráveis de estrogênio. 4. O estrogênio e a progesterona secretados pelo corpo lúteo inibem novamente a hipófise anterior, diminuindo a taxa de secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante. Sem esses hormônios para estimulá-lo, o corpo lúteo involui, de modo que a secreção de estrogênio e progesterona cai para níveis muito baixos. É nesse momento que a menstruação se inicia, provocada por esse súbito declínio na secreção de ambos os hormônios.
- 5. Nessa ocasião, a hipófise anterior, que estava inibida pelo estrogênio e pela progesterona, começa a secretar outra vez grandes quantidades de hormônio folículo-estimulante, iniciando um novo ciclo. Esse processo continua durante toda a vida reprodutiva da mulher.
- É essa fase de aumento súbito da secreção que provoca o rápido desenvolvimento final de um dos folículos ovarianos e a sua ruptura dentro de cerca de dois dias. 3. O processo de ovulação, que ocorre por volta do décimo quarto dia de um ciclo normal de 28 dias, conduz ao desenvolvimento do corpo lúteo, que secreta quantidades elevadas de progesterona e quantidades consideráveis de estrogênio. 4. O estrogênio e a progesterona secretados pelo corpo lúteo inibem novamente a hipófise anterior, diminuindo a taxa de secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante. Sem esses hormônios para estimulá-lo, o corpo lúteo involui, de modo que a secreção de estrogênio e progesterona cai para níveis muito baixos. É nesse momento que a menstruação se inicia, provocada por esse súbito declínio na secreção de ambos os hormônios.
- 1.Fase menstrual: corresponde aos dias de menstruação e dura cerca de 3 a 7 dias, geralmente. 2.Fase proliferativa ou estrogênica: período de secreção de estrógeno pelo folículo ovariano, que se encontra em maturação. 3.Fase secretora ou lútea: o final da fase proliferativa e o início da fase secretora é marcado pela ovulação. Essa fase é caracterizada pela intensa ação do corpo lúteo. 4.Fase pré-menstrual ou isquêmica: período de queda das concentrações dos hormônios ovarianos, quando a camada superficial do endométrio perde seu suprimento sangüíneo normal e a mulher está prestes a menstruar. Dura cerca de dois dias, podendo ser acompanhada por dor de cabeça, dor nas mamas, alterações psíquicas, como irritabilidade e insônia (TPM ou Tensão Pré-Menstrual).
- O ciclo menstrual na mulher é causado pela secreção alternada dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, pela hipófise anterior (adenohipófise), e dos estrogênios e progesterona, pelos ovários. 1. No começo do ciclo menstrual, isto é, quando a menstruação se inicia, a hipófise anterior secreta maiores quantidades de hormônio folículo-estimulante juntamente com pequenas quantidades de hormônio luteinizante. Juntos, esses hormônios promovem o crescimento de diversos folículos nos ovários e acarretam uma secreção considerável de estrogênio (estrógeno). 2. Acredita-se que o estrogênio tenha, então, dois efeitos seqüenciais sobre a secreção da hipófise anterior. Primeiro, inibiria a secreção dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante, fazendo com que suas taxas declinassem a um mínimo por volta do décimo dia do ciclo. Depois, subitamente a hipófise anterior começaria a secretar quantidades muito elevadas de ambos os hormônios mas principalmente do hormônio luteinizante.
- Ação hormonal pré e pós-placenta
- Gonadotrofina coriônica humana (HCG): é um hormônio glicoproteíco, secretado desde o início da formação da placenta pelas células trofoblásticas, após nidação (implantação) do blastocisto (*). A principal função fisiológica deste hormônio é a de manter o corpo lúteo, de modo que as taxas de progesterona e estrogênio não diminuam, garantindo, assim, a manutenção da gravidez (inibição da menstruação) e a ausência de nova ovulação. Por volta da 15ª semana de gestação, com a placenta já formada e madura produzindo estrógeno e progesterona, ocorre declínio acentuado na concentração de HCG e involução do corpo lúteo.
- Hormônio lactogênio placentário humano: é um hormônio protéico, de estrutura química semelhante à da prolactina e da somatotrofina hipofisária. É encontrado no plasma da gestante a partir da 4ª semana de gestação. Tem efeito lipolítico, aumenta a resistência materna à ação da insulina e estimula o pâncreas na secreção de insulina, ajudando no crescimento fetal, pois proporciona maior quantidade de glicose e de nutrientes para o feto em desenvolvimento. Hormônio melanotrófico: atua nos melanócitos para liberação de melanina, aumentando a pigmentação da aréola, abdomên e face. Aldosterona: mantém o equilíbrio de sódio, pois a progesterona estimula a eliminação do mesmo, e a aldosterona promove sua reabsorção.
- Progesterona: relaxa a musculatura lisa, o que diminui a contração uterina, para não ter a expulsão do feto. Aumenta o endométrio, pois se o endométrio não estiver bem desenvolvido, poderá ocorrer um aborto natural ou o blastocisto se implantar (nidação) além do endométrio. Este hormônio é importante para o equilíbrio hidro-eletrolítico, além de estimular o centro respiratório no cérebro, fazendo com que aumente a ventilação, e conseqüentemente, fazendo com que a mãe mande mais oxigênio para o feto. Complementa os efeitos do estrogênio nas mamas, promovendo o crescimento dos elementos glandulares, o desenvolvimento do epitélio secretor e a deposição de nutrientes nas células glandulares, de modo que, quando a produção de leite for solicitada a matéria-prima já esteja presente.
- Estrogênio: promove rápida proliferação da musculatura uterina; grande desenvolvimento do sistema vascular do útero; aumento dos órgãos sexuais externos e da abertura vaginal, proporcionando uma via mais ampla para o parto; rápido aumento das mamas; contribui ainda para a manutenção hídrica e aumenta a circulação. Dividido em estradiol e estrona - que estão na corrente materna; e estriol - que está na corrente fetal, é medido para avaliar a função feto-placentária e o bem estar fetal.
- A ocitocina é um hormônio que potencializa as contrações uterinas tornando-as fortes e coordenadas, até completar-se o parto.Quando inicia a gravidez,não existem receptores no útero para a ocitocina. Estes receptores vão aparecendo gradativamente no decorrer da gravidez.Quando a ocitocina se liga a eles,causa a contração do músculo liso uterino e também, estimulação da produção de prostaglandinas,pelo útero,que ativará o músculo liso uterino.O parto depende tanto da secreção de ocitocina quanto da produção das prostaglandinas, porque sem estas, não haverá a adequada dilatação do colo do útero e conseqüentemente,o parto não irá progredir normalmente.Não são bem conhecidos os fatores desencadeantes do trabalho de parto,mas sabe-se que, quando o hipotálamo do feto alcança certo grau de maturação, estimula a hipófise fetal a liberar ACTH.Agindo sobre a adrenal do feto, esse hormônio aumenta a secreção de cortisol e outros hormônios, que estimulam a placenta a secretar prostaglandinas.
- Estas promovem contrações da musculatura lisa do útero. Ainda não se sabe o que impede o parto prematuro, uma vez que nas fases finais da gravidez, há uma elevação do nível de ocitocina e de seus receptores, o que poderia ocasionar o início do trabalho de parto, antes do fim total da gravidez. Existem possíveis fatores inibitórios do trabalho de parto, como a proporção estrogênio/progesterona e o nível de relaxina, hormônio produzido pelo corpo lúteo do ovário. A progesterona mantém seus níveis elevados durante toda a gravidez, inibindo o músculo liso uterino e bloqueando sua resposta a ocitocina e as prostaglandinas. O estrogênio aumenta o grau de contratilidade uterina. Na última etapa da gestação, o estrogênio tende a aumentar mais que a progesterona, o que faz com que o útero consiga ter uma contratilidade maior.
- A relaxina aumenta o número de receptores para a ocitocina, além de produzir um ligeiro amolecimento das articulações pélvicas (articulações da bacia) e das suas cápsulas articulares, dando-lhes a flexibilidade necessária para o parto (por provocar remodelamento do tecido conjuntivo, afrouxa a união entre os ossos da bacia e alarga o canal de passagem do feto). Tem ação importante no útero para que ele se distenda, a medida em que o bebê cresce. O nível de relaxina aumenta ao máximo antes do parto e depois cai rapidamente. Ainda não se conhecem os fatores que realmente interferem no trabalho de parto, mas uma vez que ele tenha iniciado, há um aumento no nível de ocitocina, elevando muito sua secreção, o que continua até a expulsão do feto.
- Durante a gravidez, há a necessidade de uma proliferação dos alvéolos e dos dutos para a lactação. Isto ocorre devido à ação dos hormônios progesterona e estrogênio. O lactogênio placentário e a prolactina também são muito importantes na preparação das mamas. A prolactina começa a ser produzida ainda na puberdade, mas em pequena quantidade. O surto deste hormônio acontece em decorrência da gravidez, e é aumentado, gradativamente, durante a amamentação. Tal hormônio é responsável pelo crescimento e pela atividade secretora dos alvéolos mamários. O lactogênio placentário age como a prolactina, desenvolvendo os alvéolos. Estes dois hormônios estão presentes durante toda a gravidez, porém suas quantidades não são aumentadas, devido a inibição causada pelos altos níveis de progesterona e estrogênio.
- Ao final do trabalho de parto, há uma queda nos níveis destes dois últimos hormônios, ocasionando um aumento nas quantidades de prolactina e lactogênio placentário, o que possibilita o início da produção de leite. Enquanto houver a sucção do mamilo pelo bebê, a prolactina continuará produzindo leite. Isto acontece porque quando o bebê faz esta sucção nos mamilos, estimula o hipotálamo a secretar o fator liberador da prolactina, mantendo seus níveis e, conseqüentemente, a produção de leite. A produção de leite só irá diminuir ou cessar completamente se a mãe não amamentar seu filho, pois neste caso, não haverá mais a estimulação decorrente da sucção do mamilo. A sucção do mamilo também estimulará a hipófise anterior, que irá secretar ocitocina. Este hormônio é o responsável pela ejeção do leite. Tal mecanismo ocorre porque a ocitocina contrai os músculos ao redor dos alvéolos, fazendo com que o leite caminhe até o mamilo.
- O leite só começa a ser produzido depois do primeiro dia do nascimento. Até este período, haverá a secreção e liberação do colostro, que é um líquido aquoso, de cor amarelada, que contém anticorpos maternos.
- Amamentaação
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- O leite só começa a ser produzido depois do primeiro dia do nascimento. Até este período, haverá a secreção e liberação do colostro, que é um líquido aquoso, de cor amarelada, que contém anticorpos maternos.
- Ao final do trabalho de parto, há uma queda nos níveis destes dois últimos hormônios, ocasionando um aumento nas quantidades de prolactina e lactogênio placentário, o que possibilita o início da produção de leite. Enquanto houver a sucção do mamilo pelo bebê, a prolactina continuará produzindo leite. Isto acontece porque quando o bebê faz esta sucção nos mamilos, estimula o hipotálamo a secretar o fator liberador da prolactina, mantendo seus níveis e, conseqüentemente, a produção de leite. A produção de leite só irá diminuir ou cessar completamente se a mãe não amamentar seu filho, pois neste caso, não haverá mais a estimulação decorrente da sucção do mamilo. A sucção do mamilo também estimulará a hipófise anterior, que irá secretar ocitocina. Este hormônio é o responsável pela ejeção do leite. Tal mecanismo ocorre porque a ocitocina contrai os músculos ao redor dos alvéolos, fazendo com que o leite caminhe até o mamilo.
- Durante a gravidez, há a necessidade de uma proliferação dos alvéolos e dos dutos para a lactação. Isto ocorre devido à ação dos hormônios progesterona e estrogênio. O lactogênio placentário e a prolactina também são muito importantes na preparação das mamas. A prolactina começa a ser produzida ainda na puberdade, mas em pequena quantidade. O surto deste hormônio acontece em decorrência da gravidez, e é aumentado, gradativamente, durante a amamentação. Tal hormônio é responsável pelo crescimento e pela atividade secretora dos alvéolos mamários. O lactogênio placentário age como a prolactina, desenvolvendo os alvéolos. Estes dois hormônios estão presentes durante toda a gravidez, porém suas quantidades não são aumentadas, devido a inibição causada pelos altos níveis de progesterona e estrogênio.
- Ação hormonal do parto
- A relaxina aumenta o número de receptores para a ocitocina, além de produzir um ligeiro amolecimento das articulações pélvicas (articulações da bacia) e das suas cápsulas articulares, dando-lhes a flexibilidade necessária para o parto (por provocar remodelamento do tecido conjuntivo, afrouxa a união entre os ossos da bacia e alarga o canal de passagem do feto). Tem ação importante no útero para que ele se distenda, a medida em que o bebê cresce. O nível de relaxina aumenta ao máximo antes do parto e depois cai rapidamente. Ainda não se conhecem os fatores que realmente interferem no trabalho de parto, mas uma vez que ele tenha iniciado, há um aumento no nível de ocitocina, elevando muito sua secreção, o que continua até a expulsão do feto.
- Estas promovem contrações da musculatura lisa do útero. Ainda não se sabe o que impede o parto prematuro, uma vez que nas fases finais da gravidez, há uma elevação do nível de ocitocina e de seus receptores, o que poderia ocasionar o início do trabalho de parto, antes do fim total da gravidez. Existem possíveis fatores inibitórios do trabalho de parto, como a proporção estrogênio/progesterona e o nível de relaxina, hormônio produzido pelo corpo lúteo do ovário. A progesterona mantém seus níveis elevados durante toda a gravidez, inibindo o músculo liso uterino e bloqueando sua resposta a ocitocina e as prostaglandinas. O estrogênio aumenta o grau de contratilidade uterina. Na última etapa da gestação, o estrogênio tende a aumentar mais que a progesterona, o que faz com que o útero consiga ter uma contratilidade maior.
- A ocitocina é um hormônio que potencializa as contrações uterinas tornando-as fortes e coordenadas, até completar-se o parto.Quando inicia a gravidez,não existem receptores no útero para a ocitocina. Estes receptores vão aparecendo gradativamente no decorrer da gravidez.Quando a ocitocina se liga a eles,causa a contração do músculo liso uterino e também, estimulação da produção de prostaglandinas,pelo útero,que ativará o músculo liso uterino.O parto depende tanto da secreção de ocitocina quanto da produção das prostaglandinas, porque sem estas, não haverá a adequada dilatação do colo do útero e conseqüentemente,o parto não irá progredir normalmente.Não são bem conhecidos os fatores desencadeantes do trabalho de parto,mas sabe-se que, quando o hipotálamo do feto alcança certo grau de maturação, estimula a hipófise fetal a liberar ACTH.Agindo sobre a adrenal do feto, esse hormônio aumenta a secreção de cortisol e outros hormônios, que estimulam a placenta a secretar prostaglandinas.
- Estrogênio: promove rápida proliferação da musculatura uterina; grande desenvolvimento do sistema vascular do útero; aumento dos órgãos sexuais externos e da abertura vaginal, proporcionando uma via mais ampla para o parto; rápido aumento das mamas; contribui ainda para a manutenção hídrica e aumenta a circulação. Dividido em estradiol e estrona - que estão na corrente materna; e estriol - que está na corrente fetal, é medido para avaliar a função feto-placentária e o bem estar fetal.
- Menopausa
- Climatério:É uma escada descendente da função dos ovários que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva da vida da mulher. A menopausa é o fim das menstruações espontâneas..À medida que se aproxima o climatério há um aumento progressivo do FSH devido à menor secreção de inibina e de estradiol pelos folículos (ambos com um efeito de retroalimentação negativa sobre a unidade hipotálamo-hipofisária).O excesso de produção de FSH e LH poderia resultar numa maior secreção de estradiol pelos folículos, mas o que se verifica é o contrário. Folículos (teca interna e granulosa) estão deficientes em receptores para FSH e LH ou porque os níveis elevados de FSH e LH representam isoformas de FSH com muita imunoactividade e fraco efeito biológico.
- Devido a hipoatividade do FSH, os folículos de graaf já em baixa quantidade não produzem níveis de estrogênios adequados (hipoestrogenismo).Numa primeira fase, os ciclos tornam-se mais curtos, por maturação folicular acelerada, mantendo alguma regularidade.Mais tarde, tornam-se irregulares, sucedendo-se ciclos de duração muito variável.A amenorreia definitiva surge ao fim de algum tempo, quando ocorre a falência ovárica, devida ao consumo total dos seus folículos.
- Sinais e Sintomas
- Disfunção do centro termorregulador do hipotálamo sob o controle dos estrogênios: Rubores e ondas de calor.A falta de estrogénios causa também um certo grau de insulinorresistência que resulta um aumento da lipogénese (obesidade) e de triglicéridos (o principal factor de risco cardiovascular nas mulheres).A carência estrogénica traduz-se por um aumento precoce da incidência de osteoporose, com uma diminuição acentuada da densidade mineral óssea, em cerca de 20-30%, na primeira década após a menopausa. Deve-se a um aumento do metabolismo de reabsorção óssea e diminuição da fixação de cálcio no osso.
- Suores Noturnos;Cefaleia;Insônia;Palpitação;Depressão;Irritabilidade;Fadiga.Dispareunia;Secura vaginal;Incontinência;Diminuição da libído;Síndrome uretral.
- Disfunção do centro termorregulador do hipotálamo sob o controle dos estrogênios: Rubores e ondas de calor.A falta de estrogénios causa também um certo grau de insulinorresistência que resulta um aumento da lipogénese (obesidade) e de triglicéridos (o principal factor de risco cardiovascular nas mulheres).A carência estrogénica traduz-se por um aumento precoce da incidência de osteoporose, com uma diminuição acentuada da densidade mineral óssea, em cerca de 20-30%, na primeira década após a menopausa. Deve-se a um aumento do metabolismo de reabsorção óssea e diminuição da fixação de cálcio no osso.
- Ovários na fisiologia
- Ovários: são as gônadas femininas. Produzem estrógeno e progesterona, hormônios sexuais femininos que serão vistos mais adiante. No final do desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células - os ovócitos primários - encontram-se dentro de estruturas denominadas folículos de Graaf ou folículos ovarianos. A partir da adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o hormônio estrógeno. Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa o desenvolvimento e a maturação, rompendo-se e liberando o ovócito secundário (gameta feminino): fenômeno conhecido como ovulação.
- Após seu rompimento, a massa celular resultante transforma-se em corpo lúteo ou amarelo, que passa a secretar os hormônios progesterona e estrógeno. Com o tempo, o corpo lúteo regride e converte-se em corpo albicans ou corpo branco, uma pequena cicatriz fibrosa que irá permanecer no ovário. O gameta feminino liberado na superfície de um dos ovários é recolhido por finas terminações das tubas uterinas - as fímbrias.
- Ovários: são as gônadas femininas. Produzem estrógeno e progesterona, hormônios sexuais femininos que serão vistos mais adiante. No final do desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células - os ovócitos primários - encontram-se dentro de estruturas denominadas folículos de Graaf ou folículos ovarianos. A partir da adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o hormônio estrógeno. Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa o desenvolvimento e a maturação, rompendo-se e liberando o ovócito secundário (gameta feminino): fenômeno conhecido como ovulação.
- Gametogênese
- Período germinativo ▪ Ocorre no feto ▪ Divsões mitóticas das ovogônias Período de crescimento ▪ Este estágio permanece até a puberdade ▪ Ovogônias aumentam de tamanho ▪ Transformação em ovócito primário Período de maturação ▪ Inicia-se na puberdade ▪ Ovócito primário sofre meiose ▪ Formação de 3 corpúsculos polares ▪ Formação do ovócito secundário (n)
- Mecânica do parto
- 1º tempo- Insinuação ou encaixamento - é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior ( geralmente a altura das espinhas ciáticas (plano zero de De Lee) 2º tempo- Descida- inicia desde o princípio do trabalho de parto até a completa expulsão do concepto, ocorrendo a rotação interna da cabeça e penetração das espáduas no estreito superior da bacia. 3º tempo rotação interna da cabeça e insinuação das espáduas no estreito superior da bacia 4º tempo-desprendimento cefálico- após a passagem da cabeça no canal vulvar, ocorre a rotação externa da cabeça, rotação interna das espáduas e desprendimento progredindo até a saída. 5º tempo- Rotação externa da cabeça e rotação interna das espáduas e desprendimento das espáduas
- 6ºtempo- desprendimento córmico e Greemberg Episiotomia- Incisão cirúrgica no orifício vulvar, com indicação obstétrica e tendo o objetivo de impedir ou minorar o trauma dos tecidos do canal de parto, favorecendo a descida e liberação do feto.Episiorrafia- é o reparo da incisão cirúrgica da fenda vulvar, e perineorrafia e reconstituição de laceração perineal, traumática ou cirúrgica.
- 1º tempo- Insinuação ou encaixamento - é a passagem da maior circunferência da apresentação através do anel do estreito superior ( geralmente a altura das espinhas ciáticas (plano zero de De Lee) 2º tempo- Descida- inicia desde o princípio do trabalho de parto até a completa expulsão do concepto, ocorrendo a rotação interna da cabeça e penetração das espáduas no estreito superior da bacia. 3º tempo rotação interna da cabeça e insinuação das espáduas no estreito superior da bacia 4º tempo-desprendimento cefálico- após a passagem da cabeça no canal vulvar, ocorre a rotação externa da cabeça, rotação interna das espáduas e desprendimento progredindo até a saída. 5º tempo- Rotação externa da cabeça e rotação interna das espáduas e desprendimento das espáduas
- Mecânica do parto
- Características secundárias
- SEIO OU MAMA:Cada mama é um conjunto de 15 a 25 glândulas exócrinas do tipo tubuloalveolar composta;Divididas em lobos por tecido conjuntivo denso e adiposo e têm por função secretar leite para nutrir os recém- nascidos.Cada lobo é de fato uma glândula mamária, com sua parte secretora e seu ducto excretor próprio (galactóforos), abrem-se independentemente na papila mamária, a qual mostra de 15 a 25 orifícios, cada um com cerca de 0,5 mm de diâmetro.
- Mulheres de (12 a 15 anos) → surgimento de pêlos pelo corpo, desenvolvimento da cintura pélvica (quadril), desenvolvimento dos seios, início do ciclo menstrual e ovogênese.
- Nas mulheres, o crescimento dos seios, presença de pêlos pubianos e axilares, alargamento da bacia, menstruação, acne, acúmulo de tecido adiposo
- Mulheres de (12 a 15 anos) → surgimento de pêlos pelo corpo, desenvolvimento da cintura pélvica (quadril), desenvolvimento dos seios, início do ciclo menstrual e ovogênese.
- Gestação e Alterações anatômicas
- ÚTERO Mudança de tamanho, formato e posição O fenômeno do crescimento uterino no primeiro trimestre é estimulado pelos altos níveis de estrogênio e de progesterona. O aumento uterino precoce resulta da maior vascularidade e da dilatação dos vasos sanguíneos, da hiperplasia (produção de novas fibras musculares e tecido fibroelástico) e da hipertrofia (aumento das fibras musculares e tecido fibroelástico existentes), e do desenvolvimento da decídua. Na 7ª semana de gestação, o útero tem o tamanho de um ovo de galinha, na 10ª semana tem o tamanho de uma laranja. Depois do terceiro mês, o aumento uterino resulta da pressão mecânica do feto em crescimento. Durante a gestação a cavidade uterina passa de 10 ml de líquido para 15 ml ou mais.
- À medida que o útero aumenta, também muda seu formato e sua posição. O crescimento uterino é determinado pela medida da altura do fundo. Tal medida é geralmente usada para estimar a duração da gestação. A medida que o útero cresce e enche a cavidade pélvica, eleva-se além da área pélvica e pode ser palpado acima da sínfise pubiana, entre a 12ª e 14ª semana de gestação. Entre às semanas 38 e 40, a altura do fundo cai à medida que o feto começa a descer e a encaixar-se na pelve (insinuação). Na nulípara a insinuação ocorre em torno de duas semanas antes do início do trabalho de parto, e na multípara no início do trabalho de parto.
- Modificações na contratilidade Modificações na contratilidade Logo após o 4º mês de gestação, as contrações uterinas podem ser sentidas na parede abdominal. Elas são irregulares, indolores e ocorrem intermitentemente durante a gestação. Facilitam o fluxo de sangue uterino pelos espaços intervilosos da placenta, promovendo, assim, o fornecimento de oxigênio para o feto. Após a 28ª semana, as contrações tornam-se muito mais definidas, mas geralmente cessam com a caminhada ou o exercício. Essas contrações não aumentam de intensidade ou de frequência nem provocam dilatação cervical. Fluxo sanguíneo uteroplacentário A perfusão da placenta depende do fluxo de sangue materno para o útero. O fluxo de sangue aumenta rapidamente com o crescimento do útero. Em uma gestação a termo normal, um sexto do volume total de sangue materno encontra-se no sistema vascular uterino.
- A baixa PA materna, as contrações do útero e a posição supina da mãe constituem 3 fatores conhecidos como diminuidores do fluxo de sangue. A estimulação estrogênica pode aumentar o fluxo sanguíneo uterino.
- Modificações cervicais, o amolecimento do colo cervical pode ser observado em torno do inicio da sexta semana de gestação, em uma cérvice normal, sem cicatrizes. A friabilidade fica aumentada; isto é, a cérvice sangra facilmente ao ser raspada ou tocada. O aumento da friabilidade causa algumas gotas de sangue observadas após o coito com penetração profunda ou após o exame vaginal. Essas poucas gotas estão, geralmente, dentro dos limites normais. A cérvice da nulípara é arredondada. As lacerações da cérvice quase sempre ocorrem durante o processo do parto. Com ou sem lacerações, contudo, após o parto a cérvice torna-se mais oval no plano horizontal, e o orifício externo aparece como uma fenda transversa.
- Modificações relacionadas a presença do feto Modificações relacionadas a presença do feto O movimento passivo do feto não encaixado é chamado de rebote e pode ser identificado, geralmente, entre a 16ª e 18ª semana. O rebote interno de um feto no útero é um sinal objetivo provável de gestação. Os movimentos fetais nas multíparas ocorre a partir da 14º ou 16ª semanas, nas nulíparas ocorre a partir da 18ª semana. Os movimentos, um sinal presumível de gestação, são comumente descritos como palpitações e são difíceis de distinguir do peristaltismo. Gradualmente, os movimentos fetais aumentam de intensidade e frequência. A semana em que ocorrem os movimentos serve de pista para a provável duração da gestação. Os hormônios gestacionais preparam a vagina para o seu alargamento durante o trabalho de parto e o parto, provocando o espessamento da mucosa vaginal, o relaxamento do tecido conjuntivo, a hipertrofia da musculatura lisa e o alongamento do fórnice vaginal.
- A maior vascularidade resulta em uma coloração roxa-azulada na mucosa vaginal e no colo. A leucorréia é uma secreção branca ou levemente acinzentada com cheiro fraco de bolor. A secreção vaginal nunca provoca prurido ou apresenta manchas de sangue.O muco enche o canal endocervical, formando o tampão mucoso ( opérculo).O opérculo age como uma barreira contra a invasão bacteriana durante a gestação.Durante a gestação o pH das secreções vaginais eleva-se de 4 para aproximadamente 6,5.A gestante é mais vulnerável às infecções vaginais, especialmente as fúngicas.A maior vascularidade da vagina e das outras vísceras pélvicas resulta em aumento notável da sensibilidade,que pode levar a um alto grau de interesse sexual e excitação,especialmente no segundo trimestre da gestação.A maior vascularidade da vagina e das outras vísceras pélvicas resulta em aumento notável da sensibilidade, que pode levar a um alto grau de interesse sexual e excitação, especialmente no segundo trimestre da gestação.
- Os grandes lábios da núlipara aproximam-se e obscurecem o intróito vaginal; os da multípara separam-se e escancaram após o parto e lesão perineal ou vaginal.
- A plenitude, a maior sensibilidade, o formigamento (que pode levar à dor aguda) e o peso das mamas começam a ser evidenciados nas primeiras semanas de gestação em resposta aos níveis mais altos de estrogênio e progesterona. Os mamilos e a aréola tornam-se mais pigmentados e os mamilos tornam-se mais eréteis. A hipertrofia das glândulas sebáceas encravadas nas aréolas ( tubérculos de Montgomery) têm papel protetor, mantendo os mamilos lubrificados para a amamentação. A congestão venosa nas mamas é mais óbvia nas primigestas. As estrias gravídicas podem aparecer. A lactação é inibida até a ocorrência de uma queda no nível de estrogênio após o parto. Um material secretório fino, transparente, viscoso pode ser encontrado nos ácinos no terceiro mês de gestação. O colostro, liquido cremoso, branco-amarelado anterior ao leite, pode ser ejetado dos mamilos desde a 16ª semana de gestação.
- Uma hipertrofia ( aumento) cardíaca leve é secundária, provavelmente, ao volume sanguíneo aumentado e ao débito cardíaco que ocorre. O coração volta ao tamanho normal após o parto. Como o diafragma desloca-se para cima pelo aumento do útero, o coração também se eleva e rota anteriormente para a esquerda. Entre a 14ª e a 20ª semanas, o pulso aumenta aprox. 10 à 15 bpm, persistindo assim até o termo. As palpitações podem ocorrer. O ritmo cardíaco pode ficar perturbado, as mulheres com doença cardíaca preexistente necessitam de supervisão médica e obstétrica durante a gestação. Uma hipertrofia ( aumento) cardíaca leve é secundária, provavelmente, ao volume sanguíneo aumentado e ao débito cardíaco que ocorre. O coração volta ao tamanho normal após o parto. Como o diafragma desloca-se para cima pelo aumento do útero, o coração também se eleva e rota anteriormente para a esquerda. Entre a 14ª e a 20ª semanas, o pulso aumenta aprox. 10 à 15 bpm, persistindo assim até o termo.
- A pressão sanguínea arterial ( artéria braquial) é afetada pela idade, pelo nível de atividade e pela presença de problemas de saúde. Fatores adicionais devem ser considerados durante a gestação. Esses fatores incluem a ansiedade materna ( pode elevar as leituras de PA), a posição materna, além do tamanho e do tipo do aparelho de pressão. A posição materna afeta as leituras, a pressão sanguínea braquial é mais alta na posição sentada, mais baixa em decúbito lateral e intermediária na posição supina, por tanto em cada consulta pré-natal, a leitura deve ser obtida no mesmo braço e com a mulher na mesma posição. No primeiro trimestre, a pressão sanguínea permanece a mesma do nível pré-gestacional. Durante o segundo trimestre diminui de 5 a 10 mmHg na pressão sistólica e diastólica. No terceiro trimestre essa pressão deve retornar aos níveis do primeiro trimestre.
- A compressão das veias ilíacas e cava inferior pelo útero causa aumento da pressão venosa e redução do fluxo de sangue para as pernas, contribuindo para o edema, as veias varicosas nas pernas e na vulva e para as hemorróidas formadas no final da gestação. O volume sanguíneo aumenta aprox. 1500 ml ou 40 a 50% além dos níveis não grávidos. O volume de sangue começa a aumentar durante a 10ª e a 12ª semanas, atinge o pico entre a 32ª e a 34ª, depois diminui ligeiramente na 40ª semana. O aumento do volume constitui num mecanismo protetor. A vasodilatação periférica mantém a pressão sanguínea normal, apesar do aumento do volume de sangue na gestação.
- O débito cardíaco aumenta entre 30 e 50% acima do índice não-gravido na 32ª semana de gestação; ele declina para 20%, aprox., na 40ª semana. Esse débito elevado deve-se ao aumento dos batimentos cardíacos e às maiores demandas de oxigênio pelos tecidos. O débito cardíaco, no final da gestação, é mais alto na posição em decúbito lateral do que na supina, devido nesta ultima o útero impedir o retorno venoso para o coração e afetar a pressão sanguínea. O débito cardíaco aumenta com qualquer esforço, tal como trabalho de parto e o parto.
- As adaptações estruturais e ventilatórias ocorrem durante a gestação para prover as necessidades maternas e fetais. As exigências de oxigênio materno aumentam em resposta à aceleração do metabolismo e à hipertrofia dos tecidos uterinos e mamários. Além disso, o feto exige oxigênio e uma forma de eliminar o dióxido de carbono. Os níveis elevados de estrogênio provocam o relaxamento dos ligamentos da cadeia de costelas, permitindo a maior expansão torácica. O tórax talvez não volte ao seu estado não grávido após o parto. O diafragma desloca-se até 4 cm durante a gestação, ficando impossibilitado de descer com a inspiração. A respiração torácica é realizada principalmente pelo diafragma, não pelos músculos costais. O trato respiratório superior fica mais vascularizado em resposta ao nível elevado de estrogênio.
- A gestante respira mais profundamente ou aumenta o seu volume corrente, que é o volume de gás inspirado ou expirado em cada respiração. Sua frequência respiratória é apenas ligeiramente maior. A capacidade inspiratória aumenta ligeiramente, ao passo que a vital permanece sem modificações. A capacidade total dos pulmões diminui ligeiramente. Durante a gestação, as modificações no centro respiratório resultam em um limiar mais baixo para o dióxido de carbono. Os rins são responsáveis pela manutenção do equilíbrio eletrolítico e ácido-base, pela regulação do volume de fluido extracelular, pela excreção dos produtos residuais e pela conservação dos nutrientes essenciais.
- Modificações anatômicas- A partir da 10ª semana de gestação, a pelve renal e os ureteres dilatam-se. Os ureteres alongam-se, tornam-se tortuosos e formam curvas simples ou duplas. Na parte final da gestação, a pelve renal e os ureteres dilatam-se mais no lado direito do que no esquerdo, porque o útero pesado desloca-se para a direita pelo cólon sigmóide. Devido a isso um maior volume de urina é mantido na pelve e nos ureteres, e o fluxo urinário fica mais lento. A resultante estase ou estagnação urinária apresenta as seguintes consequências: A urina estagnada é um excelente meio de cultura para microrganismos. Além disso, a urina da gestante contém mais nutrientes, incluindo a glicose, aumentando, assim, o pH (tornando a urina mais alcalina). Isso deixa a gestante mais suscetível à infecção do trato urinário.
- O aumento da frequência urinária resulta inicialmente da maior sensibilidade da bexiga e depois da sua compressão, ela é comprimida pelo útero aumentado, resultando na urgência de urinar mesmo se houver apenas uma pequena quantidade de urina a ser eliminada. Na gestação normal, a função renal altera-se consideravelmente. O tempo de filtração glomerular e o fluxo de plasma renal aumentam no início. Os rins devem controlar o aumento das demandas metabólicas e circulatórias do organismo materno e também a excreção dos produtos residuais fetais. função renal é mais eficiente na posição de decúbito lateral e menos eficiente na supina. A posição lateral amplia a perfusão renal, aumentando a eliminação urinária e diminuindo o edema A capacidade renal de eliminar água durante as semanas iniciais da gestação é mais eficaz do que no final. Em consequência, algumas mulheres sentem sede no início da gestação devido à maior perda de água.
- Normalmente os rins reabsorvem quase toda a glicose e os outros nutrientes do filtrado plasmático. Nas gestantes, contudo, a reabsorção tubular é prejudicada, de modo que a glicosúria ocorre em ocasiões e em graus variados. A proteinúria geralmente não ocorre nas gestações normais, exceto durante o trabalho de parto e após o parto. No entanto, a quantidade aumentada de aminoácidos a ser filtrada pode exceder à capacidade de absorção dos túbulos renais, de modo que pequenas quantidades de proteína perdem-se na urina. Essa quantidade de proteína excretada não indica gravidade da doença renal. Durante a gestação ocorrem algumas mudanças no sistema tegumentar como o aumento da espessura da pele e da gordura subdérmica, a hiperpigmentação, o crescimento do cabelo e das unhas, a atividade acelerada das glândulas sudoríparas e sebáceas, além da maior atividade circulatória e vasomotora. Os tecidos cutâneos e elásticos são mais frágeis, causando estrias gravídicas.
- O melasma facial, também chamado cloasma, é uma hiperpigmentação amarronzada da pele sobre a face, o nariz, a testa, especialmente nas gestantes de compleição escura. O sol intensifica a pigmentação nas mulheres suscetíveis. O cloasma causado pela gestação normal geralmente desaparece após o parto. A linha negra( nigra) é uma linha pigmentada que se estende da sínfise pubiana ao topo do fundo na linha média; é conhecida como linha alba antes da pigmentação induzida pelos hormônios. Nem todas as gestantes apresentam a linha negra. As mudanças graduais no corpo e o aumento de peso da gestante causam alterações notáveis em sua postura em sua maneira de caminhar. O centro da gravidade transfere-se pra frente. Ocorre aumento da lordose e uma flexão anterior da cabeça exagerada, isso desenvolve-se para ajudar na manutenção do equilíbrio. Dores, dormência e fraqueza das extremidades superiores podem resultar dessas modificações posturais. A deambulação fica mais difícil.
- Consideram-se normais um leve relaxamento e uma maior mobilidade das articulações durante a gestação, secundários à elasticidade exagerada e ao amolecimento do tecido conjuntivo e colagenoso. Durante o terceiro trimestre, os músculos retoabdominais podem separar-se. O umbigo fica plano ou protrui. Após o parto, os músculos readquirem, gradualmente o tono; no entanto, a separação da musculatura pode persistir. Os seguintes sintomas neurológicos ou neuromusculares ocorrem: Os seguintes sintomas neurológicos ou neuromusculares ocorrem: A compressão dos nervos pélvicos causada pelo aumento do útero pode alterar a sensibilidade das pernas A lordose dorsolombar pode causar dor O edema dos nervos periféricos pode resultar em síndrome do túnel cárpico durante o último trimestre. Essa síndrome causa parestesia ( ardência ou formigamento) e dor na mão, irradiando-se para o cotovelo. Os sintomas geralmente regridem após a gestação.
- A acroestesia ( dormência ou formigamento das mãos) é causada pelo posicionamento encolhido dos ombros. A cefaléia tensional é comum quando a ansiedade ou a incerteza complicam a gestação. As tonturas e desmaios são comuns no início da gestação. A hipocalcemia pode causar problemas neuromusculares, como as cãibras musculares ou a tetania. O apetite flutua, a secreção intestinal reduz-se, a função hepática altera-se e a absorção de nutrientes é favorecida. A atividade peristáltica diminui. São comuns a constipação, a náusea e o vômito. O fluxo sanguíneo para a pelve aumenta, podendo formar hemorróidas no final da gestação.
- Durante a gestação, o apetite e a ingesta de alimentos oscilam. O enjôo matutino refere-se à náusea com ou sem vômito; pode ocorrer a qualquer hora do dia. No final do segundo trimestre, o apetite aumenta em resposta à demanda de necessidades metabólicas. As mulheres podem apresentar modificações no paladar, levando a desejos e modificações na ingesta dietética. Algumas mulheres apresentam pica ( desejo de comer gelo, argila,ou goma). Ocorre a epúlide ( gengivas hiperênicas, esponjosas e inchadas), com tendência a sangrar facilmente. Algumas gestantes queixam-se de ptialismo ( salivação excessiva), causado pela diminuição da deglutição inconsciente pela mulher nauseada.
- Esôfago, Estômago e Intestinos A hérnia de hiato ocorre após o sétimo ou oitavo mês de gestação em 15 a 20% das gestantes, isso resulta do deslocamento para cima do estômago, o que causa o alargamento do hiato do diafragma. O aumento de estrogênio causa a secreção diminuída de ácido clorídrico, podendo formar úlceras pépticas. A progesterona aumentada promove a regurgitação esofágica, o tempo mais lento de esvaziamento estomacal e o peristaltismo reverso, podendo gerar azia. Esse acréscimo de progesterona resulta no aumento da absorção de água no cólon, podendo causar constipação.
- Vesícula e Fígado Vesícula e Fígado A vesícula está seguidamente distendida devido à diminuição de seu tono muscular durante a gestação. A função hepática é de difícil avaliação durante a gestação. Ocasionalmente, a colestase intra-hepática (retenção e acúmulo de bile no fígado, causados por fatores internos) ocorre no final da gestação, podendo resultar em prurido gravídico (coceira intensa) com ou sem icterícia. Desconforto Abdominal A pressão ou o peso pélvico, a tensão dos ligamentos redondos, a flatulência, a distensão, as cólicas intestinais e as contrações uterinas são causadas. O profissional de saúde deve estar alerta para a possibilidade de distúrbios como a obstrução intestinal ou o processo inflamatório. A apendicite pode ser de difícil diagnóstico na gestação.
- Esôfago, Estômago e Intestinos A hérnia de hiato ocorre após o sétimo ou oitavo mês de gestação em 15 a 20% das gestantes, isso resulta do deslocamento para cima do estômago, o que causa o alargamento do hiato do diafragma. O aumento de estrogênio causa a secreção diminuída de ácido clorídrico, podendo formar úlceras pépticas. A progesterona aumentada promove a regurgitação esofágica, o tempo mais lento de esvaziamento estomacal e o peristaltismo reverso, podendo gerar azia. Esse acréscimo de progesterona resulta no aumento da absorção de água no cólon, podendo causar constipação.
- Durante a gestação, o apetite e a ingesta de alimentos oscilam. O enjôo matutino refere-se à náusea com ou sem vômito; pode ocorrer a qualquer hora do dia. No final do segundo trimestre, o apetite aumenta em resposta à demanda de necessidades metabólicas. As mulheres podem apresentar modificações no paladar, levando a desejos e modificações na ingesta dietética. Algumas mulheres apresentam pica ( desejo de comer gelo, argila,ou goma). Ocorre a epúlide ( gengivas hiperênicas, esponjosas e inchadas), com tendência a sangrar facilmente. Algumas gestantes queixam-se de ptialismo ( salivação excessiva), causado pela diminuição da deglutição inconsciente pela mulher nauseada.
- A acroestesia ( dormência ou formigamento das mãos) é causada pelo posicionamento encolhido dos ombros. A cefaléia tensional é comum quando a ansiedade ou a incerteza complicam a gestação. As tonturas e desmaios são comuns no início da gestação. A hipocalcemia pode causar problemas neuromusculares, como as cãibras musculares ou a tetania. O apetite flutua, a secreção intestinal reduz-se, a função hepática altera-se e a absorção de nutrientes é favorecida. A atividade peristáltica diminui. São comuns a constipação, a náusea e o vômito. O fluxo sanguíneo para a pelve aumenta, podendo formar hemorróidas no final da gestação.
- Consideram-se normais um leve relaxamento e uma maior mobilidade das articulações durante a gestação, secundários à elasticidade exagerada e ao amolecimento do tecido conjuntivo e colagenoso. Durante o terceiro trimestre, os músculos retoabdominais podem separar-se. O umbigo fica plano ou protrui. Após o parto, os músculos readquirem, gradualmente o tono; no entanto, a separação da musculatura pode persistir. Os seguintes sintomas neurológicos ou neuromusculares ocorrem: Os seguintes sintomas neurológicos ou neuromusculares ocorrem: A compressão dos nervos pélvicos causada pelo aumento do útero pode alterar a sensibilidade das pernas A lordose dorsolombar pode causar dor O edema dos nervos periféricos pode resultar em síndrome do túnel cárpico durante o último trimestre. Essa síndrome causa parestesia ( ardência ou formigamento) e dor na mão, irradiando-se para o cotovelo. Os sintomas geralmente regridem após a gestação.
- O melasma facial, também chamado cloasma, é uma hiperpigmentação amarronzada da pele sobre a face, o nariz, a testa, especialmente nas gestantes de compleição escura. O sol intensifica a pigmentação nas mulheres suscetíveis. O cloasma causado pela gestação normal geralmente desaparece após o parto. A linha negra( nigra) é uma linha pigmentada que se estende da sínfise pubiana ao topo do fundo na linha média; é conhecida como linha alba antes da pigmentação induzida pelos hormônios. Nem todas as gestantes apresentam a linha negra. As mudanças graduais no corpo e o aumento de peso da gestante causam alterações notáveis em sua postura em sua maneira de caminhar. O centro da gravidade transfere-se pra frente. Ocorre aumento da lordose e uma flexão anterior da cabeça exagerada, isso desenvolve-se para ajudar na manutenção do equilíbrio. Dores, dormência e fraqueza das extremidades superiores podem resultar dessas modificações posturais. A deambulação fica mais difícil.
- Normalmente os rins reabsorvem quase toda a glicose e os outros nutrientes do filtrado plasmático. Nas gestantes, contudo, a reabsorção tubular é prejudicada, de modo que a glicosúria ocorre em ocasiões e em graus variados. A proteinúria geralmente não ocorre nas gestações normais, exceto durante o trabalho de parto e após o parto. No entanto, a quantidade aumentada de aminoácidos a ser filtrada pode exceder à capacidade de absorção dos túbulos renais, de modo que pequenas quantidades de proteína perdem-se na urina. Essa quantidade de proteína excretada não indica gravidade da doença renal. Durante a gestação ocorrem algumas mudanças no sistema tegumentar como o aumento da espessura da pele e da gordura subdérmica, a hiperpigmentação, o crescimento do cabelo e das unhas, a atividade acelerada das glândulas sudoríparas e sebáceas, além da maior atividade circulatória e vasomotora. Os tecidos cutâneos e elásticos são mais frágeis, causando estrias gravídicas.
- O aumento da frequência urinária resulta inicialmente da maior sensibilidade da bexiga e depois da sua compressão, ela é comprimida pelo útero aumentado, resultando na urgência de urinar mesmo se houver apenas uma pequena quantidade de urina a ser eliminada. Na gestação normal, a função renal altera-se consideravelmente. O tempo de filtração glomerular e o fluxo de plasma renal aumentam no início. Os rins devem controlar o aumento das demandas metabólicas e circulatórias do organismo materno e também a excreção dos produtos residuais fetais. função renal é mais eficiente na posição de decúbito lateral e menos eficiente na supina. A posição lateral amplia a perfusão renal, aumentando a eliminação urinária e diminuindo o edema A capacidade renal de eliminar água durante as semanas iniciais da gestação é mais eficaz do que no final. Em consequência, algumas mulheres sentem sede no início da gestação devido à maior perda de água.
- Modificações anatômicas- A partir da 10ª semana de gestação, a pelve renal e os ureteres dilatam-se. Os ureteres alongam-se, tornam-se tortuosos e formam curvas simples ou duplas. Na parte final da gestação, a pelve renal e os ureteres dilatam-se mais no lado direito do que no esquerdo, porque o útero pesado desloca-se para a direita pelo cólon sigmóide. Devido a isso um maior volume de urina é mantido na pelve e nos ureteres, e o fluxo urinário fica mais lento. A resultante estase ou estagnação urinária apresenta as seguintes consequências: A urina estagnada é um excelente meio de cultura para microrganismos. Além disso, a urina da gestante contém mais nutrientes, incluindo a glicose, aumentando, assim, o pH (tornando a urina mais alcalina). Isso deixa a gestante mais suscetível à infecção do trato urinário.
- A gestante respira mais profundamente ou aumenta o seu volume corrente, que é o volume de gás inspirado ou expirado em cada respiração. Sua frequência respiratória é apenas ligeiramente maior. A capacidade inspiratória aumenta ligeiramente, ao passo que a vital permanece sem modificações. A capacidade total dos pulmões diminui ligeiramente. Durante a gestação, as modificações no centro respiratório resultam em um limiar mais baixo para o dióxido de carbono. Os rins são responsáveis pela manutenção do equilíbrio eletrolítico e ácido-base, pela regulação do volume de fluido extracelular, pela excreção dos produtos residuais e pela conservação dos nutrientes essenciais.
- As adaptações estruturais e ventilatórias ocorrem durante a gestação para prover as necessidades maternas e fetais. As exigências de oxigênio materno aumentam em resposta à aceleração do metabolismo e à hipertrofia dos tecidos uterinos e mamários. Além disso, o feto exige oxigênio e uma forma de eliminar o dióxido de carbono. Os níveis elevados de estrogênio provocam o relaxamento dos ligamentos da cadeia de costelas, permitindo a maior expansão torácica. O tórax talvez não volte ao seu estado não grávido após o parto. O diafragma desloca-se até 4 cm durante a gestação, ficando impossibilitado de descer com a inspiração. A respiração torácica é realizada principalmente pelo diafragma, não pelos músculos costais. O trato respiratório superior fica mais vascularizado em resposta ao nível elevado de estrogênio.
- O débito cardíaco aumenta entre 30 e 50% acima do índice não-gravido na 32ª semana de gestação; ele declina para 20%, aprox., na 40ª semana. Esse débito elevado deve-se ao aumento dos batimentos cardíacos e às maiores demandas de oxigênio pelos tecidos. O débito cardíaco, no final da gestação, é mais alto na posição em decúbito lateral do que na supina, devido nesta ultima o útero impedir o retorno venoso para o coração e afetar a pressão sanguínea. O débito cardíaco aumenta com qualquer esforço, tal como trabalho de parto e o parto.
- A compressão das veias ilíacas e cava inferior pelo útero causa aumento da pressão venosa e redução do fluxo de sangue para as pernas, contribuindo para o edema, as veias varicosas nas pernas e na vulva e para as hemorróidas formadas no final da gestação. O volume sanguíneo aumenta aprox. 1500 ml ou 40 a 50% além dos níveis não grávidos. O volume de sangue começa a aumentar durante a 10ª e a 12ª semanas, atinge o pico entre a 32ª e a 34ª, depois diminui ligeiramente na 40ª semana. O aumento do volume constitui num mecanismo protetor. A vasodilatação periférica mantém a pressão sanguínea normal, apesar do aumento do volume de sangue na gestação.
- A pressão sanguínea arterial ( artéria braquial) é afetada pela idade, pelo nível de atividade e pela presença de problemas de saúde. Fatores adicionais devem ser considerados durante a gestação. Esses fatores incluem a ansiedade materna ( pode elevar as leituras de PA), a posição materna, além do tamanho e do tipo do aparelho de pressão. A posição materna afeta as leituras, a pressão sanguínea braquial é mais alta na posição sentada, mais baixa em decúbito lateral e intermediária na posição supina, por tanto em cada consulta pré-natal, a leitura deve ser obtida no mesmo braço e com a mulher na mesma posição. No primeiro trimestre, a pressão sanguínea permanece a mesma do nível pré-gestacional. Durante o segundo trimestre diminui de 5 a 10 mmHg na pressão sistólica e diastólica. No terceiro trimestre essa pressão deve retornar aos níveis do primeiro trimestre.
- Uma hipertrofia ( aumento) cardíaca leve é secundária, provavelmente, ao volume sanguíneo aumentado e ao débito cardíaco que ocorre. O coração volta ao tamanho normal após o parto. Como o diafragma desloca-se para cima pelo aumento do útero, o coração também se eleva e rota anteriormente para a esquerda. Entre a 14ª e a 20ª semanas, o pulso aumenta aprox. 10 à 15 bpm, persistindo assim até o termo. As palpitações podem ocorrer. O ritmo cardíaco pode ficar perturbado, as mulheres com doença cardíaca preexistente necessitam de supervisão médica e obstétrica durante a gestação. Uma hipertrofia ( aumento) cardíaca leve é secundária, provavelmente, ao volume sanguíneo aumentado e ao débito cardíaco que ocorre. O coração volta ao tamanho normal após o parto. Como o diafragma desloca-se para cima pelo aumento do útero, o coração também se eleva e rota anteriormente para a esquerda. Entre a 14ª e a 20ª semanas, o pulso aumenta aprox. 10 à 15 bpm, persistindo assim até o termo.
- A maior vascularidade resulta em uma coloração roxa-azulada na mucosa vaginal e no colo. A leucorréia é uma secreção branca ou levemente acinzentada com cheiro fraco de bolor. A secreção vaginal nunca provoca prurido ou apresenta manchas de sangue.O muco enche o canal endocervical, formando o tampão mucoso ( opérculo).O opérculo age como uma barreira contra a invasão bacteriana durante a gestação.Durante a gestação o pH das secreções vaginais eleva-se de 4 para aproximadamente 6,5.A gestante é mais vulnerável às infecções vaginais, especialmente as fúngicas.A maior vascularidade da vagina e das outras vísceras pélvicas resulta em aumento notável da sensibilidade,que pode levar a um alto grau de interesse sexual e excitação,especialmente no segundo trimestre da gestação.A maior vascularidade da vagina e das outras vísceras pélvicas resulta em aumento notável da sensibilidade, que pode levar a um alto grau de interesse sexual e excitação, especialmente no segundo trimestre da gestação.
- Modificações relacionadas a presença do feto Modificações relacionadas a presença do feto O movimento passivo do feto não encaixado é chamado de rebote e pode ser identificado, geralmente, entre a 16ª e 18ª semana. O rebote interno de um feto no útero é um sinal objetivo provável de gestação. Os movimentos fetais nas multíparas ocorre a partir da 14º ou 16ª semanas, nas nulíparas ocorre a partir da 18ª semana. Os movimentos, um sinal presumível de gestação, são comumente descritos como palpitações e são difíceis de distinguir do peristaltismo. Gradualmente, os movimentos fetais aumentam de intensidade e frequência. A semana em que ocorrem os movimentos serve de pista para a provável duração da gestação. Os hormônios gestacionais preparam a vagina para o seu alargamento durante o trabalho de parto e o parto, provocando o espessamento da mucosa vaginal, o relaxamento do tecido conjuntivo, a hipertrofia da musculatura lisa e o alongamento do fórnice vaginal.
- Modificações na contratilidade Modificações na contratilidade Logo após o 4º mês de gestação, as contrações uterinas podem ser sentidas na parede abdominal. Elas são irregulares, indolores e ocorrem intermitentemente durante a gestação. Facilitam o fluxo de sangue uterino pelos espaços intervilosos da placenta, promovendo, assim, o fornecimento de oxigênio para o feto. Após a 28ª semana, as contrações tornam-se muito mais definidas, mas geralmente cessam com a caminhada ou o exercício. Essas contrações não aumentam de intensidade ou de frequência nem provocam dilatação cervical. Fluxo sanguíneo uteroplacentário A perfusão da placenta depende do fluxo de sangue materno para o útero. O fluxo de sangue aumenta rapidamente com o crescimento do útero. Em uma gestação a termo normal, um sexto do volume total de sangue materno encontra-se no sistema vascular uterino.
- À medida que o útero aumenta, também muda seu formato e sua posição. O crescimento uterino é determinado pela medida da altura do fundo. Tal medida é geralmente usada para estimar a duração da gestação. A medida que o útero cresce e enche a cavidade pélvica, eleva-se além da área pélvica e pode ser palpado acima da sínfise pubiana, entre a 12ª e 14ª semana de gestação. Entre às semanas 38 e 40, a altura do fundo cai à medida que o feto começa a descer e a encaixar-se na pelve (insinuação). Na nulípara a insinuação ocorre em torno de duas semanas antes do início do trabalho de parto, e na multípara no início do trabalho de parto.
- ÚTERO Mudança de tamanho, formato e posição O fenômeno do crescimento uterino no primeiro trimestre é estimulado pelos altos níveis de estrogênio e de progesterona. O aumento uterino precoce resulta da maior vascularidade e da dilatação dos vasos sanguíneos, da hiperplasia (produção de novas fibras musculares e tecido fibroelástico) e da hipertrofia (aumento das fibras musculares e tecido fibroelástico existentes), e do desenvolvimento da decídua. Na 7ª semana de gestação, o útero tem o tamanho de um ovo de galinha, na 10ª semana tem o tamanho de uma laranja. Depois do terceiro mês, o aumento uterino resulta da pressão mecânica do feto em crescimento. Durante a gestação a cavidade uterina passa de 10 ml de líquido para 15 ml ou mais.
- SEIO OU MAMA:Cada mama é um conjunto de 15 a 25 glândulas exócrinas do tipo tubuloalveolar composta;Divididas em lobos por tecido conjuntivo denso e adiposo e têm por função secretar leite para nutrir os recém- nascidos.Cada lobo é de fato uma glândula mamária, com sua parte secretora e seu ducto excretor próprio (galactóforos), abrem-se independentemente na papila mamária, a qual mostra de 15 a 25 orifícios, cada um com cerca de 0,5 mm de diâmetro.
- Período germinativo ▪ Ocorre no feto ▪ Divsões mitóticas das ovogônias Período de crescimento ▪ Este estágio permanece até a puberdade ▪ Ovogônias aumentam de tamanho ▪ Transformação em ovócito primário Período de maturação ▪ Inicia-se na puberdade ▪ Ovócito primário sofre meiose ▪ Formação de 3 corpúsculos polares ▪ Formação do ovócito secundário (n)
- Ciclo menstrual
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