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Open Shortest Path First (OSPF)

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Open Shortest Path First (OSPF)
Características
- Protocolo considerado como evolução do RIP eliminando uma série de falhas que foram identificadas neste protocolo
- Encontra-se na versão 3 (OSPFv3), tendo como principal avanço dessa versão o suporte ao IPv6
- Protocolo IGP capaz de atuar em redes internas bem mais extensas que o RIP
- O CESPE considera possível o uso do OSPF como EGP, porém as demais bancas mantêm o entendimento do OSPF como IGP
- Utiliza o método de estado do link sendo capaz de considerar aspectos como largura de banda, congestionamento e atraso na definição das rotas sem o limite de quantidade de saltos como o RIP
- O OSPF é capaz de gerar rotas distintas com métricas diferentes de acordo com o serviço ou aplicação utilizada, aumentando a eficiência da rede sob a ótica dos serviços
- A forma de transporte das informações do OSPF é feita a nível da camada de rede com o identificador de campo do tipo de protocolo igual a 89
- Diferente do RIP que atua na camada de aplicação
- Possui uma visibilidade global da rede com menor troca de mensagens quando comparado ao RIP
- Por esse motivo, tem-se que seu tempo de convergência é menor, sendo mais eficiente que o RIP
- O CESPE considera o crescimento do OSPF em uma proporção logarítmica ao número de nós na rede
- Protocolo considerado como evolução do RIP eliminando uma série de falhas que foram identificadas neste protocolo
Funcionamento
- Baseado no algoritmo SPF (Shortest Path First - Menor Rota Primeiro) ou simplesmente algoritmo de Dijkstra
- Protocolo baseado no estado do link ou "link state"
- Por esse motivo, não armazena todas as informações das possíveis rotas em suas tabelas
- Cada roteador registra e compartilha parâmetros de suas interfaces e estados dos links, e não das tabelas de roteamento como o RIP
- O que faz com que o roteador possua uma visão global da rede
- Tendo capacidade de definir o que chamamos de rota de menor custo, isto é, baseado nos parâmetros configuráveis, a rota de maior eficiência
- O uso de mensagens do tipo LSU (Link State Update) e as respostas de confirmação LSA (Link State ACK) permite que os roteadores se conheçam de forma detalhada
- Todos os roteadores disponibilizam informações próprias de conexão e estado dos links aos demais roteadores através das LSU's
- Também chamado de broadcasting de informações do estado de enlace
- A troca de informações ocorre em dois momentos
- Quando o roteador detecta uma alteração na rede
- A cada 30 minutos
- Assim, o volume de troca de informações é bem menor quando comparado ao RIP, consumindo menos banda da rede
- O procedimento base de troca de informações reside em 5 etapas
- 1. Teste de conectividade com vizinho com mensagens HELLO
- 2. Validação da conectividade e cálculo de custo com as mensagens de resposta do tipo ECHO
- 3. Criar um pacote informacional (LSU) com todas as características de suas conexões e outras complementares
- 4. Envio do pacote para TODOS os demais roteadores
- 5. A partir de todas as informações recebidas, monta-se o grafo da rede que representa as conexões entre os roteadores e executa o algoritmo SPF3
- Baseado no algoritmo SPF (Shortest Path First - Menor Rota Primeiro) ou simplesmente algoritmo de Dijkstra
Hierarquia OSPF
- A capacidade de estabelecer hierarquia dentro de um mesmo AS torna o OSPF extremamente versátil e escalável
- Divide-se em área com grupos menores de roteadores e essas áreas se interconectam através de uma área principal chamada de área de backbone (Área 0)
- A interconexão com o área de backbone é feita através dos roteadores de borda dessas áreas
- A área 0 é a única obrigatória e todas as demais áreas devem necessariamente se interligar a ela
- Essa divisão é realizada de forma inteiramente lógica, não havendo nenhum rearranjo físico na rede
- Todas as áreas devem utilizar também o OSPF
- Cada área pode ser considerada como uma subrede independente, ou seja, áreas distintas não se conhecem
- Divide-se em área com grupos menores de roteadores e essas áreas se interconectam através de uma área principal chamada de área de backbone (Área 0)
- A capacidade de estabelecer hierarquia dentro de um mesmo AS torna o OSPF extremamente versátil e escalável
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- Redes de computadores (Protocolos de roteamento) Mind Map on Open Shortest Path First (OSPF), created by Michel Souza on 21/07/2018.
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- Michel Souza
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