GoConqr has a new look! Let us know what you think.

Mind map

INTEGRAÇÃO METABÓLICA NOS PERÍODOS PÓS- PRANDIAL E DE JEJUM

Daniela Borsoi Portuguese

Map content

INTEGRAÇÃO METABÓLICA NOS PERÍODOS PÓS- PRANDIAL E DE JEJUM

  1. INTEGRAÇÃO METABÓLICA: Todos os sistemas trabalham conjuntamente para realizar ATP e funcionar o organismo.

  2. METABOLISMO: Conjunto de reações químicas que ocorre nas células e que permitem manter-se viva, crescer e dividir-se.

    • Divide-se em catabolismo obtenção de energia e poder redutor a partir dos nutrientes. Anabolismo produção de novos componentes celulares a partir do consumo de energia.
      • Após uma refeição os carboidratos, aminoácidos e triglicerídeos vindos da dieta são levados ao fígado pela veia porta.
        • Maior parte dos triglicerídeos vindo da dieta, seguem pelo sistema linfático, vão pela circulação sistêmica podendo ser metabolizados pelo fígado ou captado pelo tecido adiposo.
          • A concentração de nutrientes no sangue é extremamente controlada pelo fígado que os capta e distribui.
            • O fígado órgão central da manutenção da homeostasia de carboidratos, lipídeos e proteínas.
              • No jejum a degradação de glicogênio, a proteólise muscular e lipólise são responsáveis por manter o aporte energético no organismo.
                • Cada célula ou tecido exerce papéis fisiológicos específicos as vias metabólicas tem características próprias.
  3. HEMÁCIAS

    • Transportam oxigênio, tem a função prejudicada ao transportar oxigênio por longos trajetos.
      • O metabolismo da hemácia é predominantemente anaeróbico.
        • Sem aparato mitocondrial para a oxidação dos demais nutrientes. Tornam-se dependentes da via glicolítica anaeróbica
          • O consumo de glicose nessas células é constante.
            • A captação da glicose na hemácia independe da presença de insulina.
              • A via glicolítica faz produção constante de lactato que será captado pelo fígado.
                • O lactato produzido é convertido em glicose pela glicogênese hepática é fonte de manutenção da glicemia em jejum
  4. CERÉBRO

    • Não tem reserva energética, necessita de suprimento de glicose constante para este tecido.
      • Os corpos cetônicos poderão ser utilizados como substrato energético no SNC.
        • A independência de glicose neste tecido nunca é absoluta.
          • A hipoglicemia causa mal funcionamento do SNC, causa cefaleia, incoordenação da fala e motora, podendo levar ao coma.
            • O consumo de glicose normal do SNC chega 120/g/dia, a maior energia é utilizada na bomba sódio/potássio ATPase.
  5. FÍGADO

    • Transportador é um centro distribuidor, exportando nutrientes em proporções corretas aos órgãos.
      • Também atua na desintoxicação de sustâncias estranhas (moléculas tóxicas) sem valor alimentar tornando estas substancias superficialmente solúveis para serem eliminadas.
  6. TECIDO MUSCULAR

    • A utilização de corpos cetônicos e ácidos graxos livres podem substituir a glicose
      • Na intensa atividade física, o metabolismo aeróbico é favorecido, o músculo será mantido pela utilização anaeróbica da glicose.
        • O músculo esquelético e cardíaco necessitam de reserva de glicose, o glicogênio.
          • O glicogênio muscular, diferente do hepático alimenta somente o próprio músculo, há ausência da glicose-6-fosfatase, nas células musculares.
            • A glicose liberada pelo glicogênio muscular, mantendo-se fosforilada é incapaz de ser transportada para fora da célula.
              • Na atividade física intensa glicogênio é fundamental para garantir a eficiência do trabalho muscular.
  7. TECIDO ADIPOSO

    • Possui grande volume lipídico, é a grande reserva energética do organismo, com acúmulo de grandes quantidades de triglicerídeos nas células adiposas.
      • A entrada de glicose no tecido adiposo é através dos receptores GLUT4 dependentes da ação de insulina
        • Quando a razão insulina/glucagon for alta, o glicerol-3-fosfato é produzido no tecido adiposo pela redução da di-hidroxiacetona fosfato, intermediário da via glicolítica e novas moléculas de TG podem ser armazenadas.
          • Quando a razão insulina/glucagon diminui a disponibilidade de glicose diminui.
            • Diminuindo a produção de glicerol-3-fosfato, a síntese de TG será dificultada.
              • Estando diminuída a presença de glicose e aumentada a de glucagon as enzimas lipases promovem a quebra de TG em ácido graxo e glicerol.
                • Tanto ácidos graxos como glicerol, são liberados para circulação e são captados pelo fígado.
    • A oferta de nutrientes ativam as vias anabólicas é o momento propício de armazenamento.
      • Porem no período de jejum que segue a uma refeição as células passam ter um metabolismo predominantemente catabólico.
        • Os reservatórios energéticos, como glicogênio, triglicerídeos e proteínas serão metabolizados para suprir a carência energética do organismo.
          • Num jejum prolongado ocorrem adaptações metabólicas para garantir o funcionamento do organismo.
            • A utilização de corpos cetônicos passam ser essencial para a manutenção da vida.

Information

Description
Mind Map on INTEGRAÇÃO METABÓLICA NOS PERÍODOS PÓS- PRANDIAL E DE JEJUM, created by Daniela Borsoi on 04/06/2019.
Created by
Daniela Borsoi
Views
50
Rating

Feedback

What is it about?

What do you think of the new look?

How do you like it?