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MODELOS DE DI

Joanina Jobs Portuguese

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MODELOS DE DI

  1. 1. ADDIE

    • Processo sistemático e iterativo que serve para o desenvolvimento de experiências de aprendizagem, com o intuito de aperfeiçoar capacidades e saberes. Apresenta fases bem definidas, é interativo, pode ser adaptado às especificidades de cada curso, professor e estudante. É utilizado principalmente em ambientes educacionais para facilitar a construção de conhecimentos e competências em episódios de aprendizagem guiada.
      • Apresenta a análise das características do estudante mais profundamente, levando em consideração o contexto tecnológico e o contexto do estudante para a construção do DI. Outra característica importante desse modelo é a organização da avaliação, que ocorre não só ao final da sua implementação, mas em todas as suas fases de desenvolvimento.
  2. 2. ASSURE

    • O método ASSURE foi desenvolvido com o objetivo de relatar tarefas para a seleção e utilização de mídias instrucionais. Tem como características perspectivas construtivistas e a possibilidade de integração multimídia. Apresenta seis tarefas que compõem o seu nome: analisar os alunos; objetivos; selecionar mídia e materiais; utilizar a mídia; exigir a participação dos alunos; e avaliar e revisar. O modelo sugere a sequência de um roteiro de planejamento e direção instrucional para utilizar mídias.
      • Demostra maior atenção com relação à escolha da tecnologia mais adequada ou a combinação de tecnologias para o trabalho com os variados conhecimentos.
  3. 3. Gerlach e Ely

    • Foi criado a partir da necessidade de uma visão abrangente do ensino e aprendizagem. É um modelo prescritivo e situado na educação superior. O Gerlach e Ely é uma tentativa de retratar graficamente um método de planejamento sistemático de instruções, incorporando dois itens: a necessidade de objetivos cuidadosamente definidos e as táticas sobre como atingir cada meta Apresenta o roteiro para um bom ensino e aprendizagem e também serve como um lembrete para os componentes importantes. É mais voltado à definição de estratégias de ensino.
  4. 4. Newby, Stepich, Lehman e Russell Instructional Model (PIE)

    • O PIE é aplicado pelos professores para renovar métodos de ensino em sala de aula e viabilizar uma maior aprendizagem entre alunos por meio da utilização de mídias, sendo composto das fases: planejamento, implantação e avaliação. A fase de planejamento define como as aulas serão apresentadas; na fase de implementação trabalham-se métodos de ensino-aprendizagem e meios de comunicação; e na fase de avaliação é verificada a aprendizagem do aluno e os métodos de ensino apresentados.
      • Apresenta somente três etapas em comparação com os demais métodos. Devido  a  essa  diferenciação  pode  ser considerado menos completo, pois  nas  fases  de  exploração  e  planejamento, não abrange contexto tecnológico e do usuário, nem a adaptação de materiais.
  5. 5. Abordagem Integrada de Modelagem – Conceitual, Instrucional e Didática

    • O IAM-CID (Abordagem Integrada de Modelagem – Conceitual, Instrucional e Didática) busca reunir em apenas uma proposta, as perspectivas de modelagem conceitual, instrucional e didática. A técnica de mapas conceituais é utilizada para exibir conceitos de hierarquia, facilitar sua utilização e ser aceito por profissionais de educação e outros modelos de conteúdos educacionais. Na etapa de modelagem conceitual define-se o nível de conhecimento do estudante para o ensino aprendizagem; na etapa instrucional, além de conceitos, podem ser inseridos elementos e informações para o conhecimento e domínio do assunto; já na etapa de modelagem didática toma-se como ponto de partida o modelo instrucional, apresentando estratégias de utilização e explanação do conteúdo, permitindo que seja adaptado para contextos diferentes.
  6. 6. Designing Effective Instruction (DEI)

    • O modelo DEI tem como objetivo a flexibilidade do designer na escolha dos elementos que julga necessário utilizar, onde a perspectiva do aluno é considerada para a construção da instrução. É composto por nove elementos chaves, que são independentes e flexíveis: 1. Identificar problemas instrucionais; 2. Examinar características dos alunos; 3. Identificar o conteúdo e analisar componentes de tarefas; 4. Especificar os objetivos instrucionais; 5. Sequenciar conteúdos dentro de cada unidade de ensino; 6. Projetar estratégias de ensino; 7. Planejar e desenvolvera instrução; 8. Desenvolver instrumentos de avaliação; 9. Selecionar os recursos de apoio às atividades.
      • Maior preocupação na definição dos objetivos da aprendizagem, baseando assim os demais elementos que o compõem.
  7. 7. Four Component Instructional Design

    • Este modelo sugere uma metodologia de aprendizagem prática, baseada em exercícios, que contém material de apoio para que o aluno consiga resolvê-los progredindo até solucioná-los sozinho. O modelo é centrado na integração e atuação coordenada de habilidades constituintes de tarefas específicas, fazendo uma distinção fundamental entre a informação de apoio necessária e o desempenho exigido. Compõe-se de quatro fases: ativação, demonstração, aplicação e integração, e necessita da divisão do assunto em partes para que seja aplicado.
  8. 8. Integrative Lerning Design Framework (ILDF On-line)

    • O modelo ILDF on-line é uma adaptação construtivista do modelo ADDIE, mais flexível e integrado à estrutura institucional para um curso online. Esse modelo contém três fases: exploração, enactment e avaliação. O modelo incorpora três componentes-chaves da aprendizagem online: 1. Os modelos pedagógicos, nos quais as visões do ensino e da aprendizagem representam modelos cognitivos; 2. As estratégias instrucionais, ou seja, aquilo que facilita a aprendizagem do estudante; 3. As tecnologias instrucionais, que se referem à descrição de várias tecnologias de aprendizagem.
      •  Apresenta somente três etapas em comparação com os demais métodos. Devido  a  essa  diferenciação  pode  ser considerado menos completo,  pois  nas  fases  de  exploração  e  planejamento, não abrange contexto  tecnológico e do usuário, nem a adaptação de materiais.   
  9. 9. Dick e Carey

    • É composto por dez fases de desenvolvimento. Esse modelo reflete que existe uma ligação previsível e fiável entre um estímulo (materiais de instruções) e a resposta que este produz em um aluno (aprendizagem dos materiais). As partes do sistema dependem umas das outras para a entrada e saída, e todo o sistema utiliza o feedback para determinar se o seu objetivo foi alcançado. Algumas vantagens desse modelo são a aplicação em variados contextos e o ajuste às mudanças de teoria e prática. Como desvantagem está a aprendizagem não linear e a pressuposição de que a aprendizagem é previsível e confiável.
  10. REFERÊNCIA: FALCADE, Andressa; KRASSMANN, Aliane L.; FREITAS, Vania; KAUTZMANN, Tassiana; JARDIM, Rafaela R.; BERNARDI, Giliane; MEDINA, Roseclea D.. V Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2016). Anais do XXVII Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE 2016). Design Instrucional: um comparativo de metodologias para definição de abordagem em mundo virtual. Disponível em: http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/view/6688/4576. Acesso em junho 2019.

  11. Autora: QCM

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Mind Map on MODELOS DE DI, created by Joanina Jobs on 22/06/2019.
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