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MORFOLOGIA MARINHA
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MORFOLOGIA MARINHA
Os oceanos podem ser didaticamente divididos em cinco: Oceano Atlântico, Oceano Pacífico, Oceano Índico, Oceano Glacial Ártico e Oceano Glacial Antártico. Estima-se que os oceanos recobrem aproximadamente 71% da superfície terrestre, sendo que o Oceano Pacífico constitui o maior corpo aquoso, com área aproximada de 180 milhões de km2, ou seja, 53 % da área oceânica, seguido pelo Oceano Índico (24% em área) e o Atlântico, com cerca de 23% da área total. O relevo dos oceanos pode ser dividido em três províncias fisiográficas principais: (1) margens continentais; (2) bacias oceânicas; (3) cordilheiras mesoceânicas.
correntes oceânicas
- Em oceanografia, chamam-se correntes oceânicas ou correntes marítimas ao fluxo das águas dos oceanos, ordenadas ou não, decorrentes da inércia da rotação do planeta Terra, dos ventos e da diferença de densidade[1]. Suas movimentações não são bem definidas por haver continentes e ilhas ao longo da sua movimentação, portanto, correm com grande variabilidade. Influenciam na pesca, na vida marinha e no clima. A costa sul do Brasil é, durante certa parte do ano, banhada por uma terceira corrente marinha a Corrente das Malvinas, proveniente da região do círculo polar antártico que traz águas frias da região mais austral do Atlântico Sul, onde chega a ter contato com a Corrente Circumpolar Antártica.
- Este tipo de corrente costuma adentrar sob as águas mais aquecidas de procedência tropical, enquanto que no Atlântico Norte, na região da península ibérica, as mesmas águas que entram e saem pelo Estreito de Gibraltar no Mar Mediterrâneo não respeitam esse princípio, devido no percurso, modificarem o grau de salinidade das águas mais aquecidas tornando-as mais pesadas. As correntes marítimas se dividem em plantas oceanográficas confiáveis que se juntam ao utilizar o mesmo método de correntação fluvial, se dividem em correntes frias e correntes quentes: Correntes quentes: formam-se na zona intertropical, próxima à Linha do Equador, e movimentam-se em direcção às zonas polares. Correntes frias: formam-se nas zonas polares e movimentam-se em direção à região equatorial.
- Em oceanografia, chamam-se correntes oceânicas ou correntes marítimas ao fluxo das águas dos oceanos, ordenadas ou não, decorrentes da inércia da rotação do planeta Terra, dos ventos e da diferença de densidade[1]. Suas movimentações não são bem definidas por haver continentes e ilhas ao longo da sua movimentação, portanto, correm com grande variabilidade. Influenciam na pesca, na vida marinha e no clima. A costa sul do Brasil é, durante certa parte do ano, banhada por uma terceira corrente marinha a Corrente das Malvinas, proveniente da região do círculo polar antártico que traz águas frias da região mais austral do Atlântico Sul, onde chega a ter contato com a Corrente Circumpolar Antártica.
El Niño e La Niña: entenda os fenômenos e impactos no Brasil
- A frequência e severidade dos fenômenos climáticos afetam diretamente o trabalho do produtor rural, tornando a atividade da agricultura ainda mais complexa. Como exemplo disso está o El Niño de 2015/2016, o mais severo dos últimos 20 anos, o que resultou em impactos enormes na produção de alimentos no mundo. A intensa relação da agricultura com esses fenômenos climáticos despertam o interesse sobre seu surgimento, características e os impactos que causam no Brasil. Neste post explicaremos tudo para que você possa entender mais sobre este tema e como sua região é influenciada.
- o que são ?
- El Niño e La Niña são padrões climáticos naturais que resultam de interações entre o oceano e a atmosfera. Ambos envolvem anomalias das temperaturas da superfície do oceano e da circulação atmosférica, resultando em extremos climáticos em todo o mundo. Enquanto o El Niño consiste no aquecimento anormal do Oceano Pacífico Equatorial, a La Niña é o inverso, provocando o resfriamento do Pacífico Equatorial. A figura abaixo, disponibilizada pelo NOAA Climate.gov, mostra em azul, temperaturas mais frias do oceano em relação a média histórica, em ano de La Niña. Já em vermelho, representa o aquecimento do oceano em relação a média histórica, registrado em ano de El Niño.
- o que são ?
- A frequência e severidade dos fenômenos climáticos afetam diretamente o trabalho do produtor rural, tornando a atividade da agricultura ainda mais complexa. Como exemplo disso está o El Niño de 2015/2016, o mais severo dos últimos 20 anos, o que resultou em impactos enormes na produção de alimentos no mundo. A intensa relação da agricultura com esses fenômenos climáticos despertam o interesse sobre seu surgimento, características e os impactos que causam no Brasil. Neste post explicaremos tudo para que você possa entender mais sobre este tema e como sua região é influenciada.
Como se formam?
- Em anos de El Niño os ventos de superfície na região equatorial, chamados de alísios, se enfraquecem e com isso todo Oceano Pacífico Equatorial se torna mais quente, gerando evaporação e formação de nuvens de chuva. Esse fenômeno faz com que a circulação atmosférica mude, alterando os padrões de chuva e temperatura em várias partes do globo. La Niña Em episódios de La Niña os ventos de superfície em todo Pacífico Equatorial são mais fortes que o normal causando o resfriamento da maior parte dessa região do oceano. Esse fenômeno, assim como o El Níño, perturba os padrões de circulação atmosférica, modificando a temperatura e a precipitação em várias regiões do mundo. Assim, os movimentos atmosféricos faz com que o Pacífico Ocidental, Indonésia e Austrália passam a ter grande quantidade de chuva, já na região centro-leste do Oceano Pacífico os movimentos descendentes do ar inibem a formação de nuvens.
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- 1º ano Geografia Mind Map on MORFOLOGIA MARINHA, created by daniel souza rocha on 01/10/2019.
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