Mind map
Filosofia da Religião
Map content
Filosofia da Religião
Conceito teísta de Deus
- Omnipotente
- Omnisciente
- Moralmente Perfeito
- Criador
- Pessoa
Problema da consistência do teísmo
- Os argumentos tentam mostrar
- Incoerência
- Argumento contra a omnipotência
- O que é ser omnipotente?
- Ser omnipotente é um ser que pode fazer tudo
- Paradoxo da Pedra
- Formulação do Argumento
- (1) Ou Deus pode ou não pode criar uma pedra inamovível. (2) Se Deus pode criar uma pedra inamovível, então ele não é omnipotente (uma vez que a pedra não se moverá nem que ele assim o determine). (3) Se Deus não pode criar uma pedra inamovível, então ele não é omnipotente (uma vez que não pode criar a pedra em questão). (4) Deus não é omnipotente.
- Objeções
- Tomás de Aquino dá uma nova definição de omnipotência
- ser omnipotente = fazer qualquer ação metafisicamente possivel
- Tomás de Aquino diz que há coisas possiveis de fazer que Deus não pode fazer sem perder a sua omnipotência.
- ser omnipotente = fazer qualquer ação metafisicamente possivel
- Tomás de Aquino dá uma nova definição de omnipotência
- Formulação do Argumento
- O que é ser omnipotente?
- Argumento contra omnisciência
- O que é ser omnisciente?
- Ser omnisciente não é saber tudo, é saber proposições verdadeiras no passado, presente e futuro.
- Incompatibilidade entre omnisciência e livre-arbítrio
- Formulação do Argumento
- (1)Se Deus sabe que S realizará X, então S deve necessariamente fazer X. (2)Se S deve necessariamente fazer X, então S não realizará X livremente. (3)Se Deus sabe que S realizará X, então S não realizará X livremente.
- Ou Deus sabe tudo e o Homem não tem liberdade ou Deus não sabe tudo, porque se soubesse tudo o Homem não tinha liberdade Logo Deus não sabe tudo
- Objeções
- Contra premissa 1: Lá porque Deus sabe x não faz x uma verdade necessária Contra premissa2: ser livre não é fazer tudo, é agir sem coação Ou seja, mesmo que Deus saiba, desde que não haja coação, a ação é sempre livre
- Formulação do Argumento
- O que é ser omnisciente?
- Argumento contra a omnipotência
- Inconsistência
- Argumento para a inconsistência entre omnipotência e perfeição moral
- Definições
- Omnipotência- fazer qualquer coisa logicamente possivel
- Perfeição moral- ser impecável, fazer apenas o bem
- Deus não pode ser ambos porque por exmeplo mentir é possivel masnão é moralmente perfeito
- Objeções
- Geach
- Susbstitui o atributo de omnipotente pelo atributo todo poderoso omnipotente=todo poderoso- poder sobre todas as coisas (poder supremo, pode fazer tudo dentro da perfeição moral, Logo Deus existe)
- Geach
- Definições
- Argumento para a inconsistência entre omnipotência e perfeição moral
- Incoerência
- Os argumentos tentam mostrar
Argumentos a favor da existência do Deus Teísta
- Argumento Ontológico- Santo Anselmo
- Parte do conceito de Deus e de premissas a priori para concluir que Deus existe na realidade. Definição de Deus como “ser maior do que o qual nada maior pode ser pensado”.
- Teoria dos graus de ser
- Há diferentes graus de ser, por exemplo: .Criador-100% de grau de ser .Criaturas- 70% de grau de ser .Ideias na mente das criaturas-15% de grau de ser
- Formulação do Argumento
- (1) Deus existe no pensamento. (2) Ora, se Deus existe no pensamento e não na realidade, então um ser mais perfeito do que Deus é concebível. (3) Mas, não é concebível um ser mais perfeito do que Deus. (4) Logo Deus existe na realidade
- Objeções
- Gaunilo
- Gaunilo- Não se pode ter um conceito de Deus antes de conhecer a sua realidade Santo Anselmo- todas as pessoas têm esse conceito Gaunilo- Lá por existir um conceito não significa que Deus exista
- Kant
- A existência não acrescenta nada ao conhecimento de um objeto ou de alguém. Existir é uma ocorrência, não é uma caracteristica. Exemplo: Quando dizemos que um cão "existe" não estamos a acrescentar nada ao conceito de cão; simplesmente estamos a afirmar que o conceito de cão é exemplificado ou instanciado
- Gaunilo
- Argumento Cosmológico- S. Tomás de Aquino
- Também chamado argumento da primeira causa baseia-se em alguma informação acerca do modo como o mundo é. Trata-se de um argumento a posteriori. Tem de haver uma primeira causa, ou seja, Deus
- Causa/Efeito
- Formulação do Argumento
- (1) Existem coisas no mundo. (2) Se existem coisas no mundo, então tais coisas foram causadas a existir por outra coisa. (3) Se as coisas do mundo foram causadas a existir por outra coisa, então ou há uma cadeia causal que regride infinitamente ou há uma primeira causa que é origem da cadeia causal. (4) Mas não há uma cadeia causal que regride infinitamente. (5) Logo Há uma primeira causa (Deus).
- Objeções
- Contra premissa 4: Numa regressão ao infinito não se coloca o conceito primeira causa/primeiro efeito. Contra premissa 3 e 4: Parece petição de princípio. Por que não pode haver várias primeiras causas? Contra premissa 5: Mesmo que haja uma primeira causa não significa que seja Deus.
- Formulação do Argumento
- Argumento do arquiteto/designio/relojoeiro divino
- Formulação do Argumento
- (1) O relógio, pela sua complexidade e pelo modo como está ordenado, é uma máquina que tem que ter um autor e construtor inteligente, com capacidades proporcionais à sua obra — o relojoeiro humano. (2) O mundo, pela sua complexidade e pelo modo como está ordenado, é como um relógio. (3) Logo o mundo também tem que ter um autor e construtor inteligente, com capacidades proporcionais à sua obra — o relojoeiro divino (Deus).
- Objeções
- Contra a premissa 2: A analogia é frágil – o relógio é uma máquina perfeita, mas o mundo está cheio de imperfeições (o mal terá também sido criado por Deus?) A analogia é remota - as semelhanças relógio/mundo são distantes e só ocorrem em alguns aspectos: o mundo não é semelhante a um relógio A analogia é redutora – o relógio é uma máquina com uma complexidade limitada às suas pequenas dimensões; o mundo é uma “máquina” de grandes dimensões
- O argumento não apoioa o Teísmo: Em extremo, prova que o Universo teve um projectista – não necessariamente Deus criador ou um Deus de qualquer religião Mesmo que suportasse o teísmo, apontaria para um desenho incompetente do universo • Um deus todo-poderoso e benevolente não criaria organismos deficientes como vemos na natureza • Ou seja, teríamos OU um deus que não é omnipotente OU um deus que não é benevolente – OU ambos
- Formulação do Argumento
- Argumento Ontológico- Santo Anselmo
Information
- Description
- Mind Map on Filosofia da Religião, created by Catarina Miranda on 08/05/2020.
- Created by
- Catarina Miranda
- Views
- 3
- Rating