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victoria rezende Portuguese

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  1. MIGRANEA

    • tipo de cefaleia primária cuja dor frequentemente é incapacitante
    • + frequente no sexo feminino
    • Familiar de primeiro grau o risco aumenta 2 vezes
    • mecamnismos responsáveis pela aura
      • de despolarização com excitação neuronal seguido de redução da atividade que se desloca pelo córtex
        • cortex visual- presença de estoocomos
        • auditiva
        • motora
        • sensitiva
      • conjunto de sintomas neurológicos reversíveis que precedem, acompanham e, menos frequentemente, surgem independentemente da crise dolorosa.
      • vasoespasmo do nervo
    • sistema trigeminovascular
      • ativação do nucleo espinhal do trigemeo
      • a ativação das fibras trigeminais ocorre na periferia, a partir de estímulos nociceptivos sobre fibras de primeira ordem em vasos da dura-máter
        • sensibilização sequencial de neurônios de segunda e terceira ordem
      • impulsos antidrômicos levam à liberação de neurotransmissores em regiões de inervação trigeminal como a parede de grandes vasos, meninges e seios venosos.
        • peptideo relacionado a calcitonina, neutroquinina, subs p
    • no ciclo menstrual a diminuição da progesterona diminui o limmiar de dor
    • Quadro clinico
      • presença de aura
        • + frequente é a visual
        • dura apenas uma hora
      • cefaleia hemicraniana
      • nauseas ou vomito
      • prodromos
        • sintomas 24h antes do inicio da cefaleia
        • bocejos, fadiga, depressão, desejo por certos alimentos, tensão cervical e hipoatividade
    • critérios diagnóstico sem aurea :A. Pelo menos cinco crises preenchendo os critérios de B a D. B. Cefaleia durando de 4 a 72 horas (sem tratamento ou com tratamento ineficaz). C. A cefaleia preenche ao menos duas das seguintes características: 1. localização unilateral; 2. caráter pulsátil; 3. intensidade moderada ou forte; 4. exacerbada por ou levando o indivíduo a evitar atividades físicas rotineiras (p. ex., caminhar ou subir escada). D. Durante a cefaleia, pelo menos um dos seguintes: 1. náusea e/ou vômitos; 2. fotofobia e fonofobia. E. Não atribuída a outro transtorno.
    • A. Pelo menos cinco crises preenchendo os critérios de B a D. B. Cefaleia durando de 4 a 72 horas (sem tratamento ou com tratamento ineficaz). C. A cefaleia preenche ao menos duas das seguintes características: 1. localização unilateral; 2. caráter pulsátil; 3. intensidade moderada ou forte; 4. exacerbada por ou levando o indivíduo a evitar atividades físicas rotineiras (p. ex., caminhar ou subir escada). D. Durante a cefaleia, pelo menos um dos seguintes: 1. náusea e/ou vômitos; 2. fotofobia e fonofobia. E. Não atribuída a outro transtorno.
    • TRATAMENTO
      • NA CRISE
        • dor leve
          • não farmacolócigo
            • ambiente escuro, silencioso, compressa fria
          • paracetamol, dipirona, AINES
        • moderada a forte
          • triptana + um antiinflamatório
        • evitar opioide
      • PROFILÁTICO
        • Indicações
          • apresentam duas ou mais crises de migrânea ao mês, por mais de 3 meses
        • Betbloqueador
        • triciclicos
        • IRSN
        • ANTIEPILEPTICOS
    • MIGRANEA CRONICA
      • o igual ou superior a 15 dias por mês, ao longo de, pelo menos, 3 meses.
    • ESTADO MIGRANOSO
      • crise típica de migrânea com ou sem aura, com sintomas debilitantes que persistem por mais de 72 horas
  2. TENSIONAL

    • QUADRO CLINICO
      • DOR BILATERAL, EM FAIXA, EPISODICA OU CRONICA
    • Mias prevalente
    • estresse psicológico por periodos prolongados
    • pode ter a presença de pontos de gatilho
    • alteraçãono NO
    • alteração da via glutaminergica
    • Gnee da calcitonina
    • diminuição do limiar da dor
    • tratamento
      • analgesicos, AINES
      • estimulação elétrica do nervo supraorbitário mostrou-se eficaz na CTT crônica.
      • Antidepressivos pouco eficazes
    • nocicepção miofascial
  3. INVESTIGAÇÃO

    • Sinais de alerta
  4. AUTOSSOMICAS TRIGEMINAIS

    • neralgiforme
      • A hiperemia conjuntival, o lacrimejamento e a rinorreia são as alterações autonômicas mais comuns e ela deve ser classificada de acordo com as alterações autonômicas presentes.
      • 20 crises pra fazer o diagnósticp
      • SUNCT (cefaleia de curta duração, unilateral, neuralgiforme com hiperemia conjuntival e lacrimejamento)
      • SUNCT (cefaleia de curta duração, unilateral, neuralgiforme com hiperemia conjuntival e lacrimejamento)
    • hemicraniana paroxistica
      • mais comum em mulheres
      • dura de 20 a 30 min
      • 1 a 40 vezes ao dia
      • dor pulsatil região orbitofrontal
      • indometacina
    • CEEFALEIA EM SALVAS
      • É uma das mais incapacitantes
      • sexo masculino, adulto jovem
      • dor em facada em orbita têmpora
      • dura de 15 a 180 min, períódica
      • gatilho do alcool
      • spray de sumatriptana
        • oxigenio
      • profilatico, melatonina, litio ou topiramato
      • gerada no hipotalamo
      • distribuição trigeminal, as disfunções autonômicas e a ritmicidade circadiana das crises.
      • Uma disfunção na produção de melatonina noturna é relatada, mas níveis anormais de testosterona, alterações dos valores noturnos da saturação de oxigênio e transtornos do sistema trigeminovascular são mecanismos também aventados.
      • verapamil
      • corticoide para a inlamação neurogenica perivascular
    • unilateralidade da dor e fenomenos autonomicos ipsilateral
  5. EPIDEMIOLOGIA

    • causa diminuição da qualidade de vida
    • 3 CAUSA MAIS FREQUENTE DE CONSULTA AMBULATORIAL
    • quarto motivo mais frequente de consulta nas unidades de urgência.
    • Migranea tem relação de parentesco
    • cefaleia tensional e migranea sao a 3 e 6 doenças mais prevalentes no mundo
  6. FISIOPATOLOGIA

    • defeito na va nociceptiva
    • estimulo doloroso local
  7. TUMORES

    • glioblastoma
      • 30-49
      • • Crises epilépticas e déficits neurológicos focais são comuns • Pico: 45-75 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade • 12-15% das neoplasias intracranianas, 2/3 dos astrocitomas • Progressão implacável, sobrevida geralmente de <1 ano
    • astrocitoma
      • • Início lento da mielopatia • Pode causar escoliose dolorosa • A maioria tem crescimento lento ○ Tumores malignos podem causar rápida deterioração neurológica • Tumor intramedular mais comum em crianças e adultos jovens • Em geral, ependimomas são mais frequentes que astrocitomas (2:1)
    • sintomas focais e gerais
      • refletem o aumento da PI
    • meningioma
      • neurofibromtose2
      • • Neoplasia intracraniana primária mais comum no adulto (20-35%); idade de pico = 40-60 anos (rara em crianças, a não ser que porte NF2); frequentemente assintomática, encontrada incidentalmente, cresce lentamente
    • schawwnoma
      • Tumor encapsulado e benigno da bainha nervosa, composto de células de Schwann neoplásicas diferenciadas
  8. POR MEDICAMENTO

    • tem cefaleia preexistente
      • • cefaleia em 15 ou mais dias por mês; • cefaleia por pelo menos 4 horas se não tratada ou tratada de forma ineficiente; • evolução por pelo menos 3 meses.
    • abuso de medicamento e fator genetico
    • tratamento
      • educação e modificação do estilo de vida do paciente;
      • tratamento das crises de cefaleia.
      • tratamento preventivo da cefaleia primária preexistente;

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Mind Map on Digite seu texto aqui, created by victoria rezende on 10/11/2020.
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victoria rezende · Nov 2020
Updated
Nov 10, 2020
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