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  1. Linha Europeia - Com GARDIN, as Linguagens Documentárias são incluídas no campo da Análise Documentária

  2. Linha Europeia - Com GARDIN, as Linguagens Documentárias são incluídas no campo da Análise Documentária

    • envolveria o desenvolvimento de metalinguagens que precisam ser elaboradas de forma independente, por campos separados, mas que exibem similaridades estruturais.
      • Análise Documentária utiliza as Linguagens Documentárias, contudo não é responsável por sua elaboração.
        • “pela análise de tratamento da informação com o objetivo de recuperá-la e disseminá-la” (LARA, 1993, p.4).
  3. Linha Europeia - GARCÍA GUTIÉRREZ que começa a tomar forma um sub-campo particular denominado Lingüística Documentária.

    • propôs a criação de um sub-campo da Documentação que denominou Lingüística Documentária, que compreenderia o estudo dos meios de representação da informação, com foco nas linguagens de processamento e produção para fins de circulação do conteúdo informacional.
    • “Documentação apresenta dois corpus que se imbricam com a lingüística: a Análise Documentária e a Lingüística Documentária” (1990, p.24-25), mas que não formam uma mesma área
    • Um pouco mais tarde, GARDIN trabalha com o conceito de metalinguagem, que define como um sistema simbólico que faz a mediação entre textos e sua representação. A menção à metalinguagem, neste texto, tem a finalidade de fazer ressaltar o caráter simbólico do vocabulário organizado para gerar as representações de textos. Nota se que o termo 'metalinguagem' não é utilizado para substituir o termo Linguagem Documentária, mas para ressaltar uma de suas características.
      • Em 1987, GARCÍA GUTIÉRREZ e LUCAS FERNÁNDEZ utilizam o termo Linguagem Documentária como: -como linguagens que “oferecem normas para indexar univocamente os documentos e as demandas estabelecidas pelos usuários com o fim de produzir mínimos índices de ruído e silêncio documentário”.
  4. As Linguagens Documentárias, portanto, funcionam como Instrumento de comunicação para contextos específicos, como uma construção que atende, simultaneamente, aos objetivos e necessidades de seus usuários, da instituição que produz e organiza o conhecimento, das atividades, etc.

  5. A Lingüística Documentária é então a área responsável pelo desenvolvimento de parâmetros para a elaboração das Linguagens Documentárias, apoiando-se para isso, na Lingüística Estrutural, na Semiótica, na Terminologia e na Lógica Formal (TÁLAMO e LARA, 2006, p.207).

  6. Usamos as Linguagens Documentárias, pois precisamos 'condensar' o conteúdo de textos científicos, a fim de acelerar a consulta, ao preço admitido de uma certa perda de informação; precisamos normalizar a expressão desse conteúdo para que noções ou temas análogos sejam sempre designados pelos mesmos termos ou grupos de termos.

  7. Linha brasileira: Formado em 1986, o Grupo Temma é composto, em sua maioria, por pesquisadores e professores do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, e integra, também, alguns pesquisadores da UNESP-Marília

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Mind Map on Digite seu texto aqui, created by Vitória Isis Abreu on 08/02/2021.
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