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Refração da Luz
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Refração da Luz
Como ocorre mudança na velocidade da luz, temos transformação no comprimento de onda da luz, de acordo com a equação fundamental da ondulatória.
- v = λ/f
Na refração, ocorre sempre mudança na velocidade de propagação da luz!
- Na refração, a frequência da luz incidente não se altera.
- Ela é caracterizada pela mudança da velocidade de propagação e, em determinados casos, pela mudança na direção de propagação da onde incidente
- É um fenômeno que ocorre com a luz ao mudar de meio de propagação
- Ela é caracterizada pela mudança da velocidade de propagação e, em determinados casos, pela mudança na direção de propagação da onde incidente
- Na refração, a frequência da luz incidente não se altera.
Índice de refração
- A velocidade da luz é representada pela letra c
- A comparação entre os valores da velocidade da luzem dois meios distintos resulta em uma grandeza adimensional (sem unidades) denominada índice de refração (n)
- Índice de refração absoluta de um meio
- É a razão entre a velocidade da luz no vácuo (c) e a velocidade da luz no meio (v). Trata-se de um número maior ou igual a 1
- n = c/v
- O meio que possui menor índice de refração é o vácuo (n=1) para qualquer radiação eletromagnética. Como no ar a velocidade da luz é aproximadamente igual à velocidade da luz no vácuo, o índice de refração absoluto é adotado como sendo igual a 1;
- Quanto maior o índice de refração absoluto de uma substancia, menos o valor da velocidade da luz nessa substancia;
- Comparando-se dois meios, como água e glicerina por exemplo, dizemos que a glicerina é a mais refringente que á agua, pois possui maior índice de refração absoluto;
- É a razão entre a velocidade da luz no vácuo (c) e a velocidade da luz no meio (v). Trata-se de um número maior ou igual a 1
- Índice de refração relativo
- É a razão entre os índices de refração absoluto de dois meios diferentes, 1 e 2
- n1 e 2 = n1/n2 = v1/v2
- N1e2-é o índice de refração do meio 1 em relação ao meio 2;
- N 1 - é o índice de refração absoluto do meio 1;
- N 2 - é o índice de refração absoluto do meio 2;
- V1- é a velocidade da luz no meio 1;
- V2 - é a velocidade da luz no meio 2;
- n1 e 2 = n1/n2 = v1/v2
- É a razão entre os índices de refração absoluto de dois meios diferentes, 1 e 2
Leis da refração luminosa
- 1o Lei: O raio incidente 1, o raio refratado R e a reta normal N, no ponto de incidência;
- 2o Lei: Para cada par de meios 1 e 2 e para cada luz monocromática que se refrata, é válida a expressão.
- Lei de snell-descartes
- n1 . sen i = n2 . sen i
- Se N1 < N2, a luz passa do meio menos refringente para o mais refringente. Nesse caso, r < i.
- Se N1 > N2, a luz passa do meio mais refringente para o menos refringente. Nesse caso, r > i.
- n1 . sen i = n2 . sen i
Reflexão total
- O que define a relação entre os ângulos de incidência e de refração é a relação entre os índices de refração absoluto dos meios.
- Quando um raio de luz incide obliquamente sobre a superfície de separação de dois meios transparentes e homogêneos, ele sofre refração, com mudança no módulo de sua velocidade e também com mudança na direção de sua propagação.
- O raio de luz incide do meio menos refringente para o mais refringente, ou seja, N1 < N2.
- Nessas condições, sempre haverá refração!
- Isso significa dizer que, qualquer que seja a medida do ângulo de incidência (entre 0º e 90º), o raio de luz refrata, passando do meio 1 para o meio 2.
- O raio de luz incide do meio mais refringente para o menos refringente, ou seja, N1 > N2.
- Caso o ângulo de incidência seja maior que o ângulo-limite, o raio luminoso, sofrerá reflexão, retornando ao meio de origem.
- Sen L = n(menor) / n(maior)
- A reflexão total só ocorre se a luz vai do meio mais refringente para o menos refringente
Dioptro plano
- É o conjunto de dois meios homogêneos e transparentes, separados por uma superfície plana.
- p'/ p = n(meio-observador) / n(meio-objeto)
Lâmina de faces paralelas
- As lâminas de faces paralelas nada mais são do que uma placa de vidro de espessura (e) imersa no ar.
- Isso indica que o raio que emerge da lâmina é paralelo ao raio que incide na lâmina, mas se encontra deslocado lateralmente de uma distância d.
- O deslocamento lateral d pode ser expresso pela relação
- d = e . sen (I - r) / cos r
Prismas ópticos
- É o conjunto formado por 3 meios homogêneos e transparentes separais por duas superfícies planas e não paralelas.
- Comportamento de um raio luminoso que incide em uma das faces do prisma.
- O raio incide I, propagando-se no ar, incide na 1o face do prisma, formando um ângulo (i1), com o normal N1, no ponto incidente;
- Nesse ponto o raio sofre refração e propaga- se dentro do prisma, formando um ângulo (r1), com a mesma normal N1;
- O raio luminoso incide na 2a face, formando um ângulo (r2) com a normal N2, no ponto de incidência.
- A = r1 + r2
- D = i1 + i2 - A
- A = r1 + r2
- O raio sofre uma nova refração e passa a se propagar no ar, formado de um ângulo (i2), com a normal N2
- O ângulo D, formado pela directo do raio incidente e pela directo do raio emergente, representa o desvio angular total sofrido pelo raio luminoso ao atravessar o prisma.
- Desvio angular total mínimo
- A medida que variamos o ângulos de incidência i, o desvio angular total D também varia.
- O ângulo de incidência, na primeira face é igual ao ângulo de emergência na segunda face;
- O ângulo de refração, na primeira face é igual ao angulo de incidência da segunda face.
- A = 2r
- D(min.) = 2i - A
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- Mind Map on Refração da Luz, created by Giovanna Santos on 13/02/2021.
- Created by
- Giovanna Santos
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