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Refração da Luz

Giovanna Santos Portuguese

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Refração da Luz

  1. Como ocorre mudança na velocidade da luz, temos transformação no comprimento de onda da luz, de acordo com a equação fundamental da ondulatória.

    • v = λ/f
  2. Na refração, ocorre sempre mudança na velocidade de propagação da luz!

    • Na refração, a frequência da luz incidente não se altera.
      • Ela é caracterizada pela mudança da velocidade de propagação e, em determinados casos, pela mudança na direção de propagação da onde incidente
        • É um fenômeno que ocorre com a luz ao mudar de meio de propagação
  3. Índice de refração

    • A velocidade da luz é representada pela letra c
    • A comparação entre os valores da velocidade da luzem dois meios distintos resulta em uma grandeza adimensional (sem unidades) denominada índice de refração (n)
    • Índice de refração absoluta de um meio
      • É a razão entre a velocidade da luz no vácuo (c) e a velocidade da luz no meio (v). Trata-se de um número maior ou igual a 1
        • n = c/v
      • O meio que possui menor índice de refração é o vácuo (n=1) para qualquer radiação eletromagnética. Como no ar a velocidade da luz é aproximadamente igual à velocidade da luz no vácuo, o índice de refração absoluto é adotado como sendo igual a 1;
      • Quanto maior o índice de refração absoluto de uma substancia, menos o valor da velocidade da luz nessa substancia;
      • Comparando-se dois meios, como água e glicerina por exemplo, dizemos que a glicerina é a mais refringente que á agua, pois possui maior índice de refração absoluto;
    • Índice de refração relativo
      • É a razão entre os índices de refração absoluto de dois meios diferentes, 1 e 2
        • n1 e 2 = n1/n2 = v1/v2
          • N1e2-é o índice de refração do meio 1 em relação ao meio 2;
          • N 1 - é o índice de refração absoluto do meio 1;
          • N 2 - é o índice de refração absoluto do meio 2;
          • V1- é a velocidade da luz no meio 1;
          • V2 - é a velocidade da luz no meio 2;
  4. Leis da refração luminosa

    • 1o Lei: O raio incidente 1, o raio refratado R e a reta normal N, no ponto de incidência;
    • 2o Lei: Para cada par de meios 1 e 2 e para cada luz monocromática que se refrata, é válida a expressão.
    • Lei de snell-descartes
      • n1 . sen i = n2 . sen i
        • Se N1 < N2, a luz passa do meio menos refringente para o mais refringente. Nesse caso, r < i.
        • Se N1 > N2, a luz passa do meio mais refringente para o menos refringente. Nesse caso, r > i.
  5. Reflexão total

    • O que define a relação entre os ângulos de incidência e de refração é a relação entre os índices de refração absoluto dos meios.
    • Quando um raio de luz incide obliquamente sobre a superfície de separação de dois meios transparentes e homogêneos, ele sofre refração, com mudança no módulo de sua velocidade e também com mudança na direção de sua propagação.
    • O raio de luz incide do meio menos refringente para o mais refringente, ou seja, N1 < N2.
      • Nessas condições, sempre haverá refração!
      • Isso significa dizer que, qualquer que seja a medida do ângulo de incidência (entre 0º e 90º), o raio de luz refrata, passando do meio 1 para o meio 2.
    • O raio de luz incide do meio mais refringente para o menos refringente, ou seja, N1 > N2.
      • Caso o ângulo de incidência seja maior que o ângulo-limite, o raio luminoso, sofrerá reflexão, retornando ao meio de origem.
      • Sen L = n(menor) / n(maior)
    • A reflexão total só ocorre se a luz vai do meio mais refringente para o menos refringente
  6. Dioptro plano

    • É o conjunto de dois meios homogêneos e transparentes, separados por uma superfície plana.
    • p'/ p = n(meio-observador) / n(meio-objeto)
  7. Lâmina de faces paralelas

    • As lâminas de faces paralelas nada mais são do que uma placa de vidro de espessura (e) imersa no ar.
    • Isso indica que o raio que emerge da lâmina é paralelo ao raio que incide na lâmina, mas se encontra deslocado lateralmente de uma distância d.
    • O deslocamento lateral d pode ser expresso pela relação
      • d = e . sen (I - r) / cos r
  8. Prismas ópticos

    • É o conjunto formado por 3 meios homogêneos e transparentes separais por duas superfícies planas e não paralelas.
    • Comportamento de um raio luminoso que incide em uma das faces do prisma.
      • O raio incide I, propagando-se no ar, incide na 1o face do prisma, formando um ângulo (i1), com o normal N1, no ponto incidente;
      • Nesse ponto o raio sofre refração e propaga- se dentro do prisma, formando um ângulo (r1), com a mesma normal N1;
      • O raio luminoso incide na 2a face, formando um ângulo (r2) com a normal N2, no ponto de incidência.
        • A = r1 + r2
          • D = i1 + i2 - A
      • O raio sofre uma nova refração e passa a se propagar no ar, formado de um ângulo (i2), com a normal N2
      • O ângulo D, formado pela directo do raio incidente e pela directo do raio emergente, representa o desvio angular total sofrido pelo raio luminoso ao atravessar o prisma.
    • Desvio angular total mínimo
      • A medida que variamos o ângulos de incidência i, o desvio angular total D também varia.
      • O ângulo de incidência, na primeira face é igual ao ângulo de emergência na segunda face;
      • O ângulo de refração, na primeira face é igual ao angulo de incidência da segunda face.
      • A = 2r
      • D(min.) = 2i - A

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Mind Map on Refração da Luz, created by Giovanna Santos on 13/02/2021.
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