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O Auto da Compadecida
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O Auto da Compadecida
Enredo
- Exposição: "Auto da Compadecida! O julgamento de alguns canalhas, entre os quai sum sacristão[...]
- Complicação: “É Severino do Aracaju, que entrou na cidade […]”
- Clímax: “Levantem-se todos, pois vão ser julgados […]”
- Desfecho:” Deixe João voltar […]”
Novo Acordo Ortográfico
- Ex1: "Desculpe eu incomodá-lo" - Utilização do hífen justifica-se devido a regra de separar verbo do pronome átono.
- Ex2: "Dois contos de réis" - Acentuação do ditongo 'éi', pois se trata de uma oxítona. Essa acentuação não aconteceria se fosse uma paroxítona.
- Ex3: "Meu nome todo é Antonio Noronha de Brito Moraes(...)" - Letras maiúsculas no inicio do período e em nome própios.
- Ex4: “Muito bem, olá, como está Vossa Reverendíssima (...)” - Presença da letra maiúscula por se tratar de uma expressão de tratamento.
- Ex5: “Chicó, deixe de ser hipócrita (...) - Presença da acentuação por se tratar de uma palavra proparoxítona, no qual grande parte das palavras dessa classe são acentuadas.
Tempo
- Cronológico e psicológico: “Uma vez corremos atrás de uma garrota, das seis da manhã até as seis da tarde [...]”
Narrador
- Heterodiegético: “Homem, morra, que o espetáculo precisa continuar! […]”
Personagens
- Protagonistas: Joao Grilo e Chicó, Jesus e a Compadecida.
- Antagonistas: Diabo.
- Secundários: Padeiro e sua mulher, Bispo, Padre, Frade, Sacristão, Severino de Aracaju, Cangaceiro, Antonio Moraes e Demonio.
- Protagonistas: Joao Grilo e Chicó, Jesus e a Compadecida.
Funções da Linguagem
- Emotiva: “Perdoei minha mulher na hora da morte, porque a amava e porque sempre tive um medo terrível da solidão [...]”
- Poética: “Valha-me Nossa Senhora, Mãe de Deus de Nazaré! , A vaca mansa dá leite [...]”
- Referencial: “O Auto da Compadecida foi encenado pela primeira vez a 11 de setembro de 1956 […]”
- Metalinguística: “Ao escrever esta peça, onde combate o mundanismo, praga de sua igreja, o autor quis ser representado por um palhaço [...]”
- Apelativa: “Apareça nos Angicos, que não se arrependerá […]”
- Fática: "Três mil ducados"
- Apelativa: “Apareça nos Angicos, que não se arrependerá […]”
- Metalinguística: “Ao escrever esta peça, onde combate o mundanismo, praga de sua igreja, o autor quis ser representado por um palhaço [...]”
- Referencial: “O Auto da Compadecida foi encenado pela primeira vez a 11 de setembro de 1956 […]”
- Poética: “Valha-me Nossa Senhora, Mãe de Deus de Nazaré! , A vaca mansa dá leite [...]”
- Emotiva: “Perdoei minha mulher na hora da morte, porque a amava e porque sempre tive um medo terrível da solidão [...]”
Espaço
- Físico: “comecei a correr da ribeira do Taperoá, na Paraíba […]”
- Ambiente: “Há quanto tempo esses pés não cruzam os umbrais da casa de Deus! [...]”
- Físico: “comecei a correr da ribeira do Taperoá, na Paraíba […]”
Pontuação
- Vírgula:"Meu filho perdoe esta alma, Tenha dela compaixão{...}"
- Ponto de Interrogação: "Não vai benzer ? Por quê? Que é que um cachorro tem de mais?"
- Ponto de Exclamação: "Lá vem a compadecida! Mulher em tudo se mete!
- Ponto Final: "Eu me admirava era se ele reclamasse"
- Ponto e vírgula: "Deixe de moleza, Chicó; Você encheu a bexiga de sangue?'
- Ponto Final: "Eu me admirava era se ele reclamasse"
- Ponto de Exclamação: "Lá vem a compadecida! Mulher em tudo se mete!
- Ponto de Interrogação: "Não vai benzer ? Por quê? Que é que um cachorro tem de mais?"
- Vírgula:"Meu filho perdoe esta alma, Tenha dela compaixão{...}"
Intertextualidade
- Preconceito: É muito presente nas duas obras, e é e enfatizado em diversas cenas. Exemplo: “É mesmo, é bondade minha, porque você não passa de um amarelo muito safado!” (O auto da compadecida) Exemplo: “Por ele ser cristão é que o odeio (...)” (O mercador de Veneza)
- Religiosidade: É um elemento marcante nestas obras, onde há um exagero sátirico a respeito da religião, estabelecendo ar crítico . Exemplo: “Oh! Não o permita Deus! (...)” - (O Mercador de Veneza) Exemplo: “É isso mesmo e eu vou apelar para Nosso Senhor Jesus Cristo (...) - (O auto da compadecida)
- Empoderamento Feminino: Em ambas as épocas o papel da mulher era somente de progenitora e dona de casa, sendo assim o empoderamento feminino foi um tema bastante abordado pelos dois autores em suas respectivas obras, como exemplos Pórcia e Rosinha que usaram de estratégia e astúcia para livrar seus amados da morte
- Religiosidade: É um elemento marcante nestas obras, onde há um exagero sátirico a respeito da religião, estabelecendo ar crítico . Exemplo: “Oh! Não o permita Deus! (...)” - (O Mercador de Veneza) Exemplo: “É isso mesmo e eu vou apelar para Nosso Senhor Jesus Cristo (...) - (O auto da compadecida)
- Preconceito: É muito presente nas duas obras, e é e enfatizado em diversas cenas. Exemplo: “É mesmo, é bondade minha, porque você não passa de um amarelo muito safado!” (O auto da compadecida) Exemplo: “Por ele ser cristão é que o odeio (...)” (O mercador de Veneza)
Resumo: A obra de Ariano Suassuna, Auto da Compadecida (1955), conta a histórias de João Grilo e Chicó, dois amigos pobres que passam a enganar os moradores de um pequeno vilarejo Paraibano, onde eles cometem várias vigarices, inclusive contra o temido cangaceiro Severino. No ápice da trama as personagens participam de um julgamento, em que somente a compadecida poderá salva-los.
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- Mind Map on O Auto da Compadecida, created by Evely Valente on 31/03/2021.
- Created by
- Evely Valente
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