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Especificações de Serviço

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Especificações de Serviço
Cortes
- Condições gerais
- Serviços Preliminares, devem, após as operações de desmatamento e destocamento, ser devidamente checadas e, se for o caso, revistas, de sorte a guardarem consonância com a nova configuração da superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
- As correspondentes fontes ou tomadas d’água, indicadas no Projeto de Engenharia, devem estar, na forma devida, preparadas e equipadas, e em condições de municiarem, regularmente, as operações de compactação dos aterros
- Os locais definidos em projeto para “bota-fora” e/ou “praças para depósitos provisórios” de materiais oriundos do corte em foco devem estar convenientemente preparados e aptos a receberem os respectivos materiais de deposição e as operações conseqüentes
- As correspondentes fontes ou tomadas d’água, indicadas no Projeto de Engenharia, devem estar, na forma devida, preparadas e equipadas, e em condições de municiarem, regularmente, as operações de compactação dos aterros
- Serviços Preliminares, devem, após as operações de desmatamento e destocamento, ser devidamente checadas e, se for o caso, revistas, de sorte a guardarem consonância com a nova configuração da superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
- Condições específicas
- Materiais
- O processo de execução dos cortes compreende a escavação do terreno natural, cuja constituição envolve formações de solos, de alteração de rocha, rocha ou associações destes tipos. A caracterização precisa do terreno natural, configurado através do perfil geotécnico do subleito, estabelecido no projeto de engenharia, se distribuirá, para efeito de escavação, nas três categorias, a saber: 1ª categoria, 2ª categoria e 3ª categoria, definidas na seção 3
- Equipamentos
- A escavação do corte deve ser executada mediante a utilização racional de equipamento adequado, que possibilite a execução dos serviços sob as condições especificadas e produtividade requerida
- Corte em solo - utilizam-se, em geral, tratores equipados com lâminas, escavo-transportadores, ou escavadores conjugados com transportadores diversos. A operação deve incluir, complementarmente, a utilização de tratores e moto-niveladoras para escarificação, manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho, além de tratores empurradores (“pushers”).
- Corte em rocha – empregam-se perfuratrizes pneumáticas ou elétricas para o preparo das minas, tratores equipados com lâmina para a operação de limpeza da praça de trabalho, e carregadores conjugados com transportadores para a carga e transporte do material extraído. Nesta operação, utilizam-se explosivos e detonadores adequados à natureza da rocha e às condições do canteiro de serviço.
- Remoção de solos orgânicos, turfa ou similares, inclusive execução de corta-rios, utilizam-se retroescavadeiras e escavadeiras com implementos a d e q u a d o s , e complementados por outros equipamentos citados nas alíneas anteriores
- Corte em rocha – empregam-se perfuratrizes pneumáticas ou elétricas para o preparo das minas, tratores equipados com lâmina para a operação de limpeza da praça de trabalho, e carregadores conjugados com transportadores para a carga e transporte do material extraído. Nesta operação, utilizam-se explosivos e detonadores adequados à natureza da rocha e às condições do canteiro de serviço.
- Corte em solo - utilizam-se, em geral, tratores equipados com lâminas, escavo-transportadores, ou escavadores conjugados com transportadores diversos. A operação deve incluir, complementarmente, a utilização de tratores e moto-niveladoras para escarificação, manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho, além de tratores empurradores (“pushers”).
- A escavação do corte deve ser executada mediante a utilização racional de equipamento adequado, que possibilite a execução dos serviços sob as condições especificadas e produtividade requerida
- Materiais
- Execução
- início e o desenvolvimento dos serviços de escavação dos cortes devem obedecer rigorosamente à programação de obras estabelecida e consignada na “Segmentação do Diagrama de Bruckner”,
- Condicionantes ambientais
- Nas operações destinadas à execução de cortes, objetivando a preservação ambiental, devem ser devidamente observadas e adotadas as soluções e os respectivos procedimentos específicos atinentes ao tema ambiental, definidos no instrumental técnico-normativo pertinente vigente no DNIT e na documentação técnica vinculada à execução das obras, documentação esta que compreende o Projeto de Engenharia, os Programas Ambientais pertinentes do Plano Básico Ambiental e as recomendações e exigências dos órgãos ambientais
- Inspeções
- Controle dos insumos
- Controle da execução
- Verificação do produto
- Condições de conformidade e não conformidade
- Critérios de medição
- Considerando que a medição dos serviços tem como uma de suas finalidades básicas a determinação, de forma racional e precisa, do respectivo custo de execução, a abordagem desta seção comportar dois tópicos específicos, a saber: a “medição propriamente dita dos serviços executados” e a “apropriação do custo da respectiva execução”
- Condições gerais
Aterro
- Considerações Gerais
- Serviços Preliminares, devem, após as operações de desmatamento e destocamento, ser devidamente checadas e, se for o caso, revistas, de sorte a guardarem consonância com a nova configuração da superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
- Neste sentido, e em conseqüência, deve ser procedido novo levantamento de seções transversais, de forma solidária com os RN instituídos no Projeto de Engenharia.
- Tais seções transversais constituir-se-ão, então, nas “seções primitivas” a serem efetivamente consideradas, para efeito de elaboração e de marcação da “Nota de Serviço de Terraplanagem” (respeitadas as cotas do projeto geométrico), do controle geométrico dos serviços e da medição dos serviços executados
- Neste sentido, e em conseqüência, deve ser procedido novo levantamento de seções transversais, de forma solidária com os RN instituídos no Projeto de Engenharia.
- Serviços Preliminares, devem, após as operações de desmatamento e destocamento, ser devidamente checadas e, se for o caso, revistas, de sorte a guardarem consonância com a nova configuração da superfície do terreno e com o Projeto Geométrico.
- Materiais
- 1: Ser preferencialmente utilizados, de conformidade com sua qualificação e destinação prévia fixada no projeto
- 2: Ser insento de matérias orgânicas, micácias e datomáceas e também não serem constituídos de turfas ou argilas orgânicas
- 3: Para efeito de execução do corpo de aterro, apresentar capacidade de suporte compatível (ISC>=2%) e extensão menor ou igual a 4% determinados nos ensaios
- 4: A camada final de aterro ou substituição da camada superficial de cortes deve apresentar a melhor capacidade de suporte e expansão <= 2%
- Ensaio de Compactação
- Ensaio índice Califórnia
- Ensaio de Compactação
- Ensaio índice Califórnia
- 4: A camada final de aterro ou substituição da camada superficial de cortes deve apresentar a melhor capacidade de suporte e expansão <= 2%
- 3: Para efeito de execução do corpo de aterro, apresentar capacidade de suporte compatível (ISC>=2%) e extensão menor ou igual a 4% determinados nos ensaios
- 2: Ser insento de matérias orgânicas, micácias e datomáceas e também não serem constituídos de turfas ou argilas orgânicas
- 1: Ser preferencialmente utilizados, de conformidade com sua qualificação e destinação prévia fixada no projeto
- Equipamentos
- A execução dos aterros deve prever a utilização racional de equipamento apropriado, atendidas as condições locais e a produtividade exigida
- Podem ser empregados tratores de lâmina, escavo-transportadores, moto-escavotransportadores, caminhões basculantes, moto-niveladoras, rolos lisos, de pneus e pés de carneiro, estáticos ou vibratórios.
- Execução
- Descarga, espalhamento em camadas, homogeneização, conveniente umedecimento ou aeração, compactação dos materiais selecionados procedentes de cortes ou empréstimos,
- Para a construção do corpo do aterro até a cota correspondente ao greide de terraplenagem
- Para a substituir eventualmente os materiais de qualidade inferior, previamente retirados, a fim de melhorar as fundações dos aterros
- No caso de aterros assentes sobre encostas com inclinação transversal devem ser escarificadas com um trator de lâmina, produzindo ranhuras, acompanhando as curvas de nível. Se a natureza do solo condicionar a adoção de medidas especiais para a solidarização do aterro ao terreno natural, a Fiscalização pode exigir a execução de degraus ao longo da área a ser aterrada
- O lançamento do material para a construção dos aterros deve ser feito em camadas sucessivas, em toda a largura da seção transversal, e em extensões tais que permitam seu umedecimento e compactação, de acordo com o previsto no projeto de engenharia. Para o corpo dos aterros, a espessura de cada camada compactada não deve ultrapassar de 0,30 m. Para as camadas finais essa espessura não deve ultrapassar de 0,20 m
- Camadas de Solo
- Para o corpo dos aterros, na umidade ótima, mais ou menos 3%, até se obter a massa específica aparente seca correspondente a 100% da massa específica aparente máxima seca
- Para as camadas finais, aquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100% da massa específica aparente máxima seca
- Os trechos que não atingirem às condições mínimas de compactação devem ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e novamente compactados, de acordo com o estabelecido no projeto de engenharia
- Para as camadas finais, aquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100% da massa específica aparente máxima seca
- Para o corpo dos aterros, na umidade ótima, mais ou menos 3%, até se obter a massa específica aparente seca correspondente a 100% da massa específica aparente máxima seca
- A inclinação dos taludes de aterro, tendo em vista a natureza dos solos e as condições locais, deve ser fornecida pelo projeto de engenharia.
- Na execução dos aterros, deve ser cuidadosamente controlada e verificada a inclinação dos taludes, tanto com o uso de esquadro ou gabarito apropriado, bem como pelas referências laterais
- Para a construção de aterros assentes sobre terreno de fundação de baixa capacidade de carga, projeto de engenharia específico com especificação particular pertinente deve prever a solução a ser seguida. No caso de consolidação por adensamento da camada mole deve ser exigido o controle por medição de recalques e, quando prevista, a observação da variação das pressões neutras.
- Iniciar as escavações para remoção dos solos moles no local exato determinado pela Fiscalização, a qual também determinará, face aos resultados das escavações, o término das mesmas, sempre com a orientação determinada previamente no projeto de engenharia
- Escavar em nichos de, no máximo, 10,0 metros ao longo do eixo e 5,0 metros perpendiculares ao eixo da rodovia
- Reaterrar os nichos logo após concluída a escavação
- Evitar rebaixar o nível de água dentro da escavação, ou seja, a escavação deve ser feita de forma lenta o suficiente para evitar que o equipamento de escavação remova água, mas o mais rápido possível para minimizar o tempo de escavação aberta;
- Sob nenhuma hipótese deve se admitir que qualquer escavação seja deixada aberta durante paralisações de construção, ou mesmo interrupções não previstas
- Os taludes da escavação devem ser o mais íngreme possível e mantendo a estabilidade
- O material de enchimento das cavas de remoção, como em geral estas compreendem áreas com nível d’água elevado, deve ser constituído por material inerte granular até o nível em que seja possível, inclusive com previsão de uso de bombeamento de vala, e prosseguimento do reaterro com solo compactado a seco
- Tão logo o material de preenchimento esteja acima do nível d’água na escavação, o material deve ser compactado com rolo liso, ou a critério da Fiscalização
- O material removido deve ser depositado convenientemente ao lado da rodovia; outro local qualquer definido pela Fiscalização, e provido de diques de retenção dos materiais, de forma que a água contida no solo se esvaia, permitindo uma pré-secagem do solo antes do mesmo ter sua conformação definitiva, ou ser transportado para os locais de bota-fora ou de recomposição de empréstimos, conforme designado no Projeto
- Tão logo o material de preenchimento esteja acima do nível d’água na escavação, o material deve ser compactado com rolo liso, ou a critério da Fiscalização
- O material de enchimento das cavas de remoção, como em geral estas compreendem áreas com nível d’água elevado, deve ser constituído por material inerte granular até o nível em que seja possível, inclusive com previsão de uso de bombeamento de vala, e prosseguimento do reaterro com solo compactado a seco
- Os taludes da escavação devem ser o mais íngreme possível e mantendo a estabilidade
- Sob nenhuma hipótese deve se admitir que qualquer escavação seja deixada aberta durante paralisações de construção, ou mesmo interrupções não previstas
- Evitar rebaixar o nível de água dentro da escavação, ou seja, a escavação deve ser feita de forma lenta o suficiente para evitar que o equipamento de escavação remova água, mas o mais rápido possível para minimizar o tempo de escavação aberta;
- Reaterrar os nichos logo após concluída a escavação
- Escavar em nichos de, no máximo, 10,0 metros ao longo do eixo e 5,0 metros perpendiculares ao eixo da rodovia
- Descarga, espalhamento em camadas, homogeneização, conveniente umedecimento ou aeração, compactação dos materiais selecionados procedentes de cortes ou empréstimos,
- Inspeções
- Controle dos insumos
- Deve ser procedido o controle tecnológico dos materiais terrosos utilizados, objetivando verificar quanto ao atendimento aos vários requisitos, em termos de características físicas e mecânicas, de conformidade com o definido no Projeto de Engenharia
- Controle da execução
- A sua execução foi, na forma devida, formalmente autorizada pela Fiscalização; A origem do material terroso utilizado está de conformidade com a distribuição definida no projeto de engenharia;
- Controle dos insumos
- Critérios de medição
- Considerando que a medição dos serviços tem como uma de suas finalidades básicas a determinação, de forma racional e precisa, do respectivo custo de execução, a abordagem desta seção comporta dois tópicos específicos, a saber: A “medição propriamente dita dos serviços executados” e a “apropriação do custo da respectiva execução”
- Processo de Medição
- Tendo em vista que as medições correspondentes à escavação, carga e transporte dos materiais já foram devidamente focalizadas quando da abordagem da execução dos Cortes e dos Empréstimos, a medição dos aterros comporta, estritamente, a quantificação da compactação, a qual envolve várias operações a saber: a descarga e o espalhamento do material em camadas, o ajuste e homogeneização da umidade do solo, a compactação propriamente dita e o respectivo acabamento do aterro
- Controle de execução
- Considerações Gerais
Empréstimo
- Considerações Gerais
- Nos cortes deve ser anotado uma maior inclinação dos taludes de modo a suavizal-os e melhorar a estabilidade. Rebaixamento do fundo do corte, com modificação do greide, para melhora-lo
- Cortes Tangentes: Os de pequena altura alargando-os em toda a altura para melhorar a drenagem e a visibilidade. Nos de maior altura promover o alargamento e criar banquetes melhorando a esabilidade
- No cortes em segmento em curva, deve ser feito no lado interno da curva, em toda altura ou não, melhorando as condições de visibilidade
- Aterro (empréstimo laterais), deve ser feito lateralmente, com intuito de diminuir a distância de transporte do equipamento melhorando as condições de drenagem (elevação do greide)
- Antes do início da exploração do empréstimo, os elementos/componentes do processo construtivo da terraplanagem, que de forma conjugada com cada empréstimo em foco serão utilizados para a implantação da via.
- Materiais
- 1: De preferência atender à qualidade e à destinação indicadas no projeto
- 2: Ser insento de matérias orgânicas, micácias e datomáceas e também não serem constituídos de turfas ou argilas orgânicas
- 3: Para efeito de execução do corpo de aterro, apresentar capacidade de suporte compatível (ISC>=2%) e extensão menor ou igual a 4% determinados nos ensaios
- Ensaio de Compactação
- Ensaio de índice Califórnia
- 4: A camada final de aterro ou substituição da camada superficial de cortes deve apresentar a melhor capacidade de suporte e expansão <= 2%
- Ensaio de Compactação
- Ensaio índice Califórnia
- 3: Para efeito de execução do corpo de aterro, apresentar capacidade de suporte compatível (ISC>=2%) e extensão menor ou igual a 4% determinados nos ensaios
- 2: Ser insento de matérias orgânicas, micácias e datomáceas e também não serem constituídos de turfas ou argilas orgânicas
- 1: De preferência atender à qualidade e à destinação indicadas no projeto
- Equipamentos
- A escavação em empréstimos deve prever a utilização racional de equipamentos apropriados e atender a produtividade requerida. Normalmente são utilizados tratores equipados com lâminas, escavo-transportadoras ou escavadores conjugados com transportadores diversos, além de tratores empurradores (pushers). Complementarmente, podem ser também utilizados tratores e moto-niveladoras para escarificação, manutenção de caminhos de serviço e áreas de ttrabalho
- Execução
- Atender a programação estabelecida e consignada na "Segmentação do Digrama de Brunckner"
- As explorações devem ser executadas após a autorização da Fiscalização e com a utilização dos equipamentos determinados
- Se condicionar à efetiva ocorrência de materiais adequados e respectiva exploração em condições econômicas
- A escavação deve ser precedida de execução dos serviços de desmantelamento, destocamento e limpeza da área de empréstimo
- Só pode ser efetivada a escavação após a remoção completa da camada estéril e com autorização da fiscalização.
- Empréstimos em alargamento de corte devem atingir a cota do greide, não sendo permitida a condução de águas pluviais para a plataforma da rodovia
- No caso de caixas de empréstimos laterais destinados a trechos construídos em greide elevado, as bordas internas das caixas de empréstimos devem localizar-se à distância mínima de 5,00 m do pé do aterro, bem como executados com declividade longitudinal, permitindo a drenagem das águas pluviais.
- Ainda em referência aos empréstimos laterais, entre a borda externa das caixas de empréstimos e o limite da faixa de domínio, deve ser mantida sem exploração uma faixa de 2,00 m de largura, a fim de permitir a implantação da vedação delimitadora.
- No caso de empréstimos definidos como alargamento de cortes deve ter largura mínima de 3,00 m, com a finalidade de permitir, também, a implantação da valeta de proteção.
- Constatada a conveniência técnica e econômica da reserva de materiais escavados nos empréstimos, para confecção das camadas superficiais da plataforma, deve ser procedido o depósito dos referidos materiais, para sua oportuna utilização
- O acabamento das bordas das caixas de empréstimo deve ser executado sobre taludes estáveis
- Durante as operações de escavação dos empréstimos devem ser tomados os cuidados especiais, no sentido de que os taludes dos cortes e/ou das caixas de empréstimos se apresentem sempre com a devida inclinação. À medida que o empréstimo for sendo rebaixado, a inclinação dos taludes deve ser acompanhada e verificada, mediante a utilização de gabarito apropriado, e procedendo-se as eventuais correções
- No caso de acentuada interferência com o tráfego usuário, e desde que este acuse significativa magnitude, o transporte dos materiais dos empréstimos para os locais de deposição deve ser efetivado, obrigatoriamente, por caminhões basculantes
- Atender a programação estabelecida e consignada na "Segmentação do Digrama de Brunckner"
- Inspeções
- Controle dos insumos
- Controle da execução
- Verificação do produto
- Condições de conformidade e não conformidade
- Critérios de medição
- Processo de medição
- Apropriação do custo de execução dos serviços
- Apropriação do custo de execução dos serviços
- Os serviços de escavação dos empréstimos devem ter sua unidade referida ao “m³”,
- Considerações Gerais
Definições
- Equipamento em Geral: Maquinário, veículos e unidades móveis usados na obra
- Empréstimos: Áreas indicadas no projeto que devem ser escavados materiais que irão suprir a deficiência de materiais extraídos dos cortes
- Aterros: Segmento que requer depósito de material provenientes de cortes e/ou de empréstimos.
- Faixa Terraplanada: Correspondente à altura que vai de crista a crista do corte, ou seja do pé do aterro ao pé do aterro. E a área compreendida entre as linhas "off sets"
- Corpo de Aterro: Parte do aterro situada sobre o terreno natural e sob a camada final
- Camada final: Parte do aterro feita de material selecionado como base em preceitos técnicos-econômicos, com 60 cm de espessura, situada sobre o corpo do aterro ou sobre o terreno remanescente de um corte e cuja superfície é definida pelo greide de terraplanagem
- Plataforma da estrada Superfície do terreno ou do terrapleno, compreendida entre os dois pés dos cortes, no caso da seção em corte; de crista a crista do aterro, no caso da seção em aterro; e do pé do corte a crista do aterro, no caso da seção mista. No caso dos cortes, a plataforma compreende também a sarjeta
- Bota-fora Material de escavação de cortes, não aproveitado nos aterros, devido à sua má qualidade, ao seu volume ou à excessiva distância de transporte, e que é depositado fora da plataforma da rodovia, de preferência nos limites da faixa de domínio, quando possível.
- Compactação Operação por processo manual ou mecânico, destinada a reduzir o volume dos vazios de um solo ou outro material, com a finalidade de aumentar-lhe a massa específica, resistência e estabilidade.
- Cortes: Segmentos de rodovia, em que a implantação requer a escavação do terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto (“Off sets”) que definem o corpo estradal, o qual corresponde à faixa terraplenada
- Corte a céu aberto: Escavação praticada na superfície do solo.
- Corte a meia encosta: Escavação para passagem de uma rodovia, que atinge apenas parte de sua seção transversal.
- Corte em caixão: Escavação em que os taludes estão praticamente na vertical.
- Plataforma da estrada: Superfície do terreno ou do terrapleno, compreendido entre os dois pés dos cortes, no caso da seção em corte; de crista a crista do aterro, no caso de seção em aterro; e do pé do corte a crista do aterro, no caso de seção mista. No caso dos cortes, a plataforma compreende também a sarjeta
- Talude: Superfície inclinada do terreno natural, de um corte ou de um aterro
- Talude escalonado: Talude em geral alto, em que se praticam banquetas, com vistas à redução da velocidade das águas pluviais superficiais, para facilitar a drenagem e aumentar a estabilidade do maciço
- Corta-rio Escavação destinada à alteração do percurso dos cursos d’água, com o objetivo de eliminá-los ou fazer com que se desenvolvam em local mais conveniente, de maneira a eliminar ou minimizar a sua interferência com a rodovia.
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- Mind Map on Especificações de Serviço, created by José Augusto on 13/05/2021.
- Created by
- José Augusto
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