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Membro Superior

Emanuelly Leal Portuguese

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  1. Escápula: é um osso plano triangular grande com uma crista na sua face posterior, ocupa a parte superior da porção posterior do tórax, entre os níveis da segunda até a sétima costela, lateral à coluna vertebral uns poucos dedos transversos.

    • Espinha da escápula: uma crista proeminente, corre diagonalmente pela face posterior da escápula. A extremidade lateral da espinha se projeta como um processo expandido achatado, chamado acrômio, facilmente perceptível como o ponto mais alto do ombro. Os alfaiates medem o comprimento do membro superior a partir do acrômio. O acrômio se articula com a extremidade acromial da clavícula para formar a articulação acromioclavicular. Inferiormente ao acrômio encontra-se uma depressão superficial, a cavidade glenoidal, que recebe a cabeça do úmero para formar a articulação do ombro.
    • A margem fina da escápula, mais próxima da coluna vertebral, é chamada margem medial. A margem medial se situa a aproximadamente 5 cm da coluna vertebral. A margem espessa da escápula, mais próxima do braço, é chamada margem lateral. As margens medial e lateral se unem no ângulo inferior. A borda superior da escápula, chamada margem superior, se une à margem medial no ângulo superior. A incisura da escápula é uma indentação proeminente ao longo da margem superior, através da qual passa o nervo supraescapular.
    • Na extremidade lateral da margem superior da escápula os tendões dos músculos se fixam a uma projeção da face anterior, chamada processo coracóide. Superior e inferiormente à espinha da escápula encontram-se duas fossas: a fossa supraespinal e a fossa infraespinal. As fossas atuam como superfícies de fixação para os músculos supraespinal e infraespinal do ombro, respectivamente. Na superfície anterior encontra-se uma área ligeiramente escavada, chamada fossa subescapular, uma superfície de fixação para o músculo subescapular.
  2. Úmero: é o maior e mais longo osso da parte livre do membro superior. Possui uma extremidade proximal arredondada com duas projeções proeminentes de osso na base, um corpo tubular cilíndrico que forma a maior parte de sua extensão e uma extremidade distal achatada expandida. Articula-se proximalmente com a escápula e distalmente no cotovelo tanto com a ulna quanto com o rádio.

    • A extremidade proximal do úmero apresenta uma cabeça arredondada, que se articula com a cavidade glenoidal da escápula para formar a articulação do ombro. Distalmente à cabeça encontra-se o colo anatômico, que é visível como um sulco oblíquo. O colo anatômico é o local anterior da lâmina epifisial em um úmero adulto. O tubérculo maior é uma projeção lateral, distal ao colo anatômico, e o acidente ósseo mais lateralmente palpável na região do ombro, encontrando-se imediatamente inferior ao acrômio palpável da escápula, mencionado anteriormente. O tubérculo menor se projeta anteriormente. Um sulco intertubercular corre entre os dois tubérculos. O colo cirúrgico é uma constrição no úmero imediatamente distai aos tubérculos na qual a cabeça se torna afilada em direção ao corpo do úmero; é assim denominado em razão das fraturas que ocorrem frequentemente no local.
    • O corpo do úmero é aproximadamente cilíndrico na extremidade proximal, mas gradualmente se torna triangular, até sua extremidade distal ficar achatada e larga. Lateralmente, na porção média do corpo, encontra-se uma área enrugada, em forma de V, chamada tuberosidade do músculo deltoide. Essa área atua como um local de fixação para os tendões do músculo deltoide. O sulco do nervo radial corre ao longo da margem posterior da tuberosidade do músculo deltoide, na face superior do úmero. Esse sulco termina na margem inferior da tuberosidade do músculo deltoide e contém o nervo radial.
    • Características proeminentes são evidentes na extremidade distal do úmero. O capítulo do úmero é uma saliência arredondada na face lateral do osso que se articula com a cabeça do rádio. A fossa radial é uma depressão anterior, acima do capítulo, que se articula com a cabeça do rádio quando o antebraço é fletido. A tróclea, medial ao capítulo, é uma superfície em forma de carretel que se articula com a ulna. A fossa coronóidea é uma depressão anterior que recebe o processo coronoide da ulna quando o antebraço é fletido. A fossa do olécrano é uma grande depressão posterior que recebe o olécrano da ulna quando o antebraço é estendido. O epicôndilo medial e o epicôndilo lateral são projeções rugosas nos dois lados da extremidade distal do úmero às quais a maioria dos tendões do antebraço está aderida. O nervo ulnar pode ser palpado movimentando-se o dedo sobre a pele acima da face posterior do epicôndilo medial.
      • Nervo ulnar pode ser palpado acima da face posterior do epicôndilo medial
  3. Ulna: está localizada na face medial do antebraço, e é mais longa do que o rádio. A ulna é espessa e chanfrada na extremidade proximal, e seu corpo triangular largo se afila para ficar mais estreito e cilíndrico distalmente.

    • Na extremidade proximal da ulna encontra-se o olécrano, que forma a proeminência do cotovelo. O processo coronoide é uma projeção anterior distal a uma grande incisura troclear. Essa incisura, no lado anterior do olécrano, recebe a tróclea do úmero para formar parte da articulação do cotovelo . A incisura radial é uma depressão situada lateral e inferior à incisura troclear e se articula com a cabeça do rádio. Imediatamente inferior ao processo coronoide encontra-se a tuberosidade da ulna. A extremidade distal da ulna é composta por uma cabeça, separada do punho por um disco de fibrocartilagem. Um processo estiloide está localizado no lado posterior da extremidade distal da ulna.
      • ulna e rádio se articulam com o úmero na articulação do cotovelo, ocorrendo em dois lugares: onde a cabeça do rádio se articula com o capítulo do úmero e onde a incisura troclear da ulna se relaciona com a tróclea do úmero, tecido conjuntivo fibroso largo e plano une as diáfises da ulna e do rádio. Essa membrana também fornece inserção para alguns músculos profundos do antebraço
  4. Rádio, o menor dos dois ossos do antebraço, está localizado na face lateral do antebraço. Em contraste com a ulna, o rádio é estreito na extremidade proximal e se alarga na extremidade distal.

    • A extremidade proximal do rádio possui uma cabeça discoide que se articula com o capítulo do úmero e com a incisura radial da ulna. Inferiormente à cabeça encontra-se uma área comprimida, o colo do rádio. Uma área rugosa inferior ao colo, no lado anteromedial, chamada tuberosidade do rádio, é um local de fixação para os tendões do músculo bíceps braquial. O corpo do rádio se alarga distalmente para formar um processo estiloide, no lado lateral.
    • A ulna e o rádio se articulam com o úmero na articulação do cotovelo. A articulação ocorre em dois lugares: onde a cabeça do rádio se articula com o capítulo do úmero e onde a incisura troclear da ulna recebe a tróclea do úmero.
    • A ulna e o rádio se articulam entre si em três locais. Primeiro, um tecido conjuntivo fibroso achatado largo, chamado de membrana interóssea, une os corpos dos dois ossos. Essa membrana também fornece um local de fixação para alguns tendões dos músculos esqueléticos profundos do antebraço. A ulna e o rádio se articulam nas suas extremidades proximal e distal. Proximalmente, a cabeça do rádio se articula com a incisura radial da ulna, uma depressão situada lateral e inferiormente à incisura troclear. Essa articulação é a articulação radiulnar proximal. Distalmente, a cabeça da ulna se articula com a incisura ulnar do rádio. Essa articulação é a articulação radiulnar distal. Finalmente, a extremidade distal do rádio se articula com três ossos do carpo, semilunar, escafoide e piramidal, para formar a articulação radiocarpal.
      • Proximalmente, a cabeça do rádio se articula com a incisura radial da ulna e forma a articulação radiulnar proximal, distalmente, cabeça da ulna se relaciona com a incisura ulnar no rádio e forma a articulação radiulnar distal, extremidade distal do rádio se articula com 3 ossos do punho – semilunar, escafoide e piramidal, formando a articulação radiocarpal (punho).
  5. Esqueleto da mão

    • OSSOS CARPAIS
      • O carpo é a região proximal da mão, composta de oito pequenos ossos, os ossos carpais, interligados por ligamentos. As articulações entre os ossos carpais são chamadas articulações intercarpais. Os ossos carpais estão dispostos em duas fileiras transversas de quatro ossos cada. Seus nomes refletem suas formas.
        • Os ossos carpais, na fileira proximal, de lateral para medial, são o escafoide, o semilunar, o piramidal e o pisiforme. A fileira proximal de ossos carpais se articula com a extremidade distal da ulna e do rádio para formar a articulação radiocarpal. Os ossos carpais, na fileira distal, de lateral para medial, são o trapézio, o trapezoide, o capitato e o hamato.
        • O capitato é o maior osso carpal; sua projeção arredondada, a cabeça, articula-se com o semilunar. O hamato é assim denominado por causa da grande projeção em forma de gancho na face anterior. Isso ocorre porque a força de uma queda sobre a mão estendida é transmitida do capitato, por meio do escafoide, para o rádio.
        • O espaço côncavo anterior formado pelo pisiforme, pelo hamato, pelo escafoide e pelo trapézio, com a cobertura semelhante a um teto do retináculo dos músculos flexores, é o túnel do carpo. Os longos tendões flexores dos dedos da mão e do polegar e o nervo mediano passam pelo túnel do carpo.
    • OSSOS METACARPAIS
      • O metacarpo é a região intermediária da mão e consiste em cinco ossos chamados metacarpais.
        • Cada osso metacarpal consiste em uma base proximal, um corpo intermediário e uma cabeça distal. Os ossos metacarpais são numerados de I a V, começando com o polegar, de lateral para medial. As bases se articulam com a fileira distal dos ossos carpais para formar as articulações carpometacarpais. As cabeças se articulam com as falanges proximais para formar as articulações metacarpofalângicas. As cabeças dos metacarpais são comumente chamadas de “nós dos dedos”, e são facilmente visíveis no punho cerrado.
        • Bases se articulam com a fileira distal dos ossos carpais para formar articulações carpometacarpais
    • FALANGES
      • As falanges, ou ossos dos dedos, formam a região distal da mão. Existem 14 falanges nos cinco dedos de cada mão, e, como os metacarpais, os dedos são numerados de I a V, começando com o polegar, de lateral para medial. O osso do dedo é chamado individualmente de falange.
        • Cada falange consiste em uma base proximal, um corpo intermediário e uma cabeça distal. O polegar possui duas falanges, e existem três falanges em cada um dos outros quatro dedos. Em sequência, a partir do polegar, esses outros quatro dedos são normalmente chamados de indicador, dedo médio, dedo anular e dedo mínimo. A primeira fileira de falanges, a fileira proximal, articula-se com os ossos metacarpais e com a segunda fileira de falanges. A segunda fileira de falanges, a fileira média, articula-se com a fileira proximal e com a terceira fileira. A terceira fileira de falanges, a fileira distal, articula-se com a fileira média. O polegar não possui falanges médias. As articulações entre as falanges são chamadas articulações interfalângicas.
        • Articulações entre as falanges são chamadas articulações intertalâmicas
  6. MEMBROS INFERIORES

    • Fêmur é o maior, mais pesado e mais resistente osso no corpo. Sua extremidade proximal se articula com o acetábulo do osso do quadril, enquanto sua extremidade distal se articula com a tíbia e a patela. A diáfise do fêmur inclina-se medialmente, e, como resultado, as articulações do joelho ficam mais próximas da linha mediana do que as articulações do quadril. Esse ângulo do corpo do fêmur é maior nas mulheres porque a pelve feminina é mais larga.
      • A extremidade proximal do fêmur consiste em uma cabeça arredondada que se articula com o acetábulo do osso do quadril para formar a articulação do quadril. A cabeça contém uma pequena depressão centralizada, chamada fóvea da cabeça do fêmur. O ligamento da cabeça do fêmur une a fóvea ao acetábulo do osso do quadril. O colo do fêmur é uma região afilada distai à cabeça. O trocanter maior e o trocanter menor são projeções que atuam como pontos de fixação para os tendões de alguns dos músculos das nádegas e da coxa. O trocanter maior é a proeminência perceptível e visível anteriormente à concavidade no lado do quadril. E um ponto de referência anatômico, comumente usado para determinar o local para aplicações de injeções intramusculares na face lateral da coxa. O trocanter menor situa-se inferior e medialmente ao trocanter maior. Entre as faces anteriores dos trocanteres encontra-se uma linha intertrocantérica estreita.
        • Inferiormente à crista intertrocantérica, na face posterior do corpo do fêmur, situa-se uma crista vertical, chamada tuberosidade glútea. A tuberosidade se funde com outra crista vertical, chamada linha áspera. As duas cristas atuam como locais de fixação para os tendões de diversos músculos da coxa. A extremidade distal do fêmur se expande para incluir o côndilo medial e o côndilo lateral. Estes se articulam com os côndilos medial e lateral da tíbia. Superiormente aos côndilos estão os epicôndilos medial e lateral, aos quais se fixam os ligamentos da articulação do joelho. Uma área rebaixada entre os côndilos, na face posterior, é chamada de fossa intercondilar. A face patelar está localizada entre os côndilos, na face anterior. Imediatamente acima do epicôndilo medial encontra-se o tubérculo adutor, uma projeção enrugada que é o local de fixação para o músculo adutor magno.
    • Patela é um pequeno osso triangular localizado anteriormente à articulação do joelho. E um osso sesamoide que se desenvolve no tendão do músculo quadriceps femoral. As funções da patela são aumentar a ação de alavanca do tendão do músculo quadriceps femoral para manter a posição do tendão quando o joelho é fletido e proteger a articulação do joelho.
      • A ampla extremidade proximal da patela é chamada de base. A extremidade pontiaguda distal é o ápice. A face posterior contém duas faces articulares, uma para o côndilo mediai do fêmur e outra para o côndilo lateral. O ligamento da patela fixa a patela à tuberosidade da tíbia. A articulação patelofemoral, entre a face posterior da patela e a face patelar do fêmur, é o componente intermediário da articulação do joelho
    • Tíbia, localizada medialmente, é o maior osso da perna e responsável pela sustentação do seu peso. O termo tíbia significa flauta, porque na antiguidade os ossos tibiais dos pássaros eram usados para fabricar instrumentos musicais. A tíbia é o segundo osso mais longo do corpo, ultrapassada em comprimento apenas pelo fêmur. A tíbia se articula na sua extremidade proximal com o fêmur e com a fíbula, e na sua extremidade distal com a fíbula e com o tálus do tarso. A tíbia e a fíbula, assim como a ulna e o rádio, estão unidas por uma membrana interóssea.
      • A extremidade proximal da tíbia é expandida para formar um côndilo lateral e um côndilo medial. Estes se articulam com os côndilos do fêmur para formar as articulações lateral e medial do joelho. A face inferior do côndilo lateral se articula com a cabeça da fíbula. Os côndilos ligeiramente côncavos são separados por uma projeção dirigida superiormente, chamada eminência intercondilar. A tuberosidade da tíbia, na face anterior, é um ponto de fixação para o ligamento da patela. Abaixo da tuberosidade da tíbia, e contínua a esta, encontra-se uma crista pronunciada, que é sentida abaixo da pele e conhecida como margem anterior, ou, popularmente, como canela. A face medial da extremidade distal da tíbia forma o maléolo medial. Essa estrutura se articula com o tálus do tarso e forma a proeminência que é sentida na face medial do tarso.
        • A incisura fibular se articula com a extremidade distal da fíbula para formar a sindesmose tibiofibular. De todos os ossos longos do corpo, a tíbia é o mais frequentemente fraturado e é também o local mais frequente de uma fratura exposta.
    • A fíbula é um osso semelhante a uma tala, ligeiramente expandido em ambas as extremidades. A fíbula é a contraparte evolucionária da ulna, na parte livre do membro superior. A fíbula é paralela e lateral à tíbia, mas é consideravelmente menor. Ao contrário da tíbia, a fíbula não se articula com o fêmur e não suporta peso, mas ajuda, na realidade, a estabilizar a articulação talocrural.
      • A cabeça da fíbula, a extremidade proximal, se articula com a face inferior do côndilo lateral da tíbia, abaixo do nível da articulação do joelho, para formar a articulação tibiofibular proximal. A extremidade distal possui uma projeção, chamada de maléolo lateral, que se articula com o tálus no tarso. Esse maléolo forma a proeminência na face lateral do tarso. Como observado anteriormente, a fíbula também se articula com a tíbia, na incisura fibular, para formar a sindesmose tibiofibular.
    • ESQUELETO DO PÉ
      • O tarso é a região proximal do pé e consiste em sete ossos tarsais. Os ossos tarsais têm um tamanho muito maior do que os pequenos ossos carpais, com dois dos ossos mais proximais — tálus e calcâneo — significadvamente maiores do que suas contrapartes distais. As articulações entre os ossos tarsais são chamadas de articulações intertarsais.
        • Os ossos tarsais incluem o tálus e o calcâneo, localizados na parte posterior do pé. O calcâneo é o maior e mais resistente osso do tarso. Os ossos tarsais anteriores são o navicular, os três cuneiformes, chamados cuneiformes lateral (terceiro), intermédio (segundo) e medial (primeiro), e o cuboide. O tálus, o osso tarsal mais superior, é o único osso do pé que se articula com a fíbula e a tíbia. Articula-se em um lado com o maléolo medial da tíbia e no outro lado com o maléolo lateral da fíbula. Essas articulações formam a articulação talocrural. Durante a marcha o tálus transmite aproximadam ente metade do peso do corpo para o calcâneo. O restante é transmitido para os outros ossos tarsais.
      • O metatarso é a região intermediária do pé e consiste em cinco ossos metatarsais, numerados de I a V, da posição medial para a lateral. Os ossos metatarsais são convexos dorsalmente e côncavos nas faces plantares.
        • Como os ossos metacarpais da palma, cada metatarsal consiste em uma base proximal, um corpo intermediário e uma cabeça distal. Os ossos metatarsais se articulam proximalmente com os cunéiformes medial, intermédio e lateral e com o cuboide para formar as articulações tarsometatarsais. Distalmente, os metatarsais se articulam com a fileira proximal das falanges para formar as articulações metatarsofalângicas. O primeiro metatarsal é mais espesso do que os outros, porque suporta mais peso.
      • As falanges são o componente distai do pé e se assemelham às da mão, tanto em número quanto em arranjo. O primeiro dedo do pé é o hálux e os dedos do pé são contados de medial para lateral.
        • Cada falange consiste em uma base proximal, um corpo intermediário e uma cabeça distai. O hálux possui duas falanges pesadas e grandes chamadas falanges distal e proximal. Os outros quatro dedos possuem cada um três falanges — proximal, média e distai. As articulações entre as falanges do pé, como as da mão, são chamadas articulações interfalângicas.
      • Os ossos do pé estão dispostos em dois arcos. Os arcos permitem ao pé suportar o peso do corpo, fornecendo uma distribuição ideal do peso do corpo sobre os tecidos duros e moles do pé, e geram força de alavanca quando caminhamos. Os arcos não são rígidos, cedendo à medida que o peso é aplicado e retrocedendo quando o peso é retirado, ajudando assim na absorção de choques. Habitualmente, os arcos estão completamente desenvolvidos quando a criança atinge a idade de 12 ou 13 anos.
        • O arco longitudinal possui duas partes, ambas as quais consistem em ossos tarsais e metatarsais dispostos para formar um arco da parte anterior do pé para a posterior. A parte medial do arco longitudinal, que se origina no calcâneo, eleva-se até o tálus e desce pelo navicular, pelos três cuneiformes e pelas cabeças dos três metatarsais mediais. A parte lateral à o arco longitudinal também começa no calcâneo, originando-se no cuboide e descendo até as cabeças dos dois metatarsais laterais. Aparte medial do arco longitudinal é tão alta que a parte medial do pé entre a parte anterior da planta do pé e o calcanhar não toca o solo quando caminhamos em uma superfície dura. O arco transverso se encontra entre as faces lateral e medial do pé, e é formado pelo navicular, pelos três cuneiformes e pelas bases dos cinco metatarsais
          • Como observado anteriormente, uma função dos arcos é distribuir o peso do corpo pelos tecidos moles e duros do pé. Normalmente, a parte anterior da planta, superficial às cabeças dos metatarsais do pé sustenta aproximadamente 40% do peso e o calcanhar cerca de 60%. No entanto, quando uma mulher usa sapatos de salto alto, a distribuição do peso muda, de modo que a parte anterior da planta do pé pode sustentar até 80% e o calcanhar, 20%. Como consequência, os coxins adiposos na parte anterior da sola do pé são danificados, surge dor na articulação e podem ocorrer mudanças estruturais nos ossos
    • Articulação do quadril, é composta por: cápsula articular, ligamento ileofemoral, ligamento pubofemoral, ligamento isquiofemoral, ligamento da cabeça do fêmur, lábio do acetábulo, ligamento transverso do acetábulo.
      • Articulação do joelho é composto por: cápsula articular, retináculos lateral e medial da petela, ligamento da patela, ligamento poplíteo oblíquo, ligamento poplíteo oblíquo, ligamento poplíteo arqueado, ligamento colateral tibial, ligamento colateral fibular, ligamentos intracapsulares (cruzado anterior e cruzado posterior), meniscos (medial e lateral)
        • Articulações do pé: articulação talocalcânea (subtalar), articulação transversa do tarso (articulações calcaneocubóidea e talocalcaneonavicular ), articulações intercuneiformes, articulações tarsometatarsais e intermetatarsais, articulação talocalcânea, articulação talocalcânea anatômica, ligamentos talocalcâneos, articulação talocalcânea, articulação talocalcaneonavicular, articulação talocalcânea clínica, articulação transversa do tarso, articulação calcaneocubóidea.
          • Ligamentos do pé: Ligamento calcaneonavicular plantar, Ligamento plantar longo, Ligamento calcaneocubóideo plantar.
  7. Articulação do cotovelo é um gínglimo formado pela tróclea, capítulo do úmero, incisura troclear da ulna e cabeça do rádio.

    • Cápsula articular: parte anterior da capsula articular cobre toda a região anterior da articulação do cotovelo, a partir das fossas radial e coronoide do úmero até processo da ulna e ligamento anular do rádio. Parte posterior se estende do capitulo, da fossa do olecrano e do epicôndilo lateral do úmero até o ligamento anular do rádio, o olecrano da ulna e parte posterior da incisura radial.
      • Ligamento colateral ulnar: espesso e triangular. Se estende do epicôndilo medial do úmero até processo coronoide e olecrano da ulna. Parte desse ligamento aprofunda o encaixe para tróclea do úmero.
        • Ligamento colateral radial: forte e triangular que se estende do epicôndilo lateral do úmero até ligamento anular do rádio e incisura radial da ulna
          • Ligamento anular do rádio: forte faixa que circunda cabeça do rádio, mantendo-a na incisura radial da ulna

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Mind Map on Membro Superior, created by Emanuelly Leal on 02/06/2021.
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