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Semiótica Aplicada
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Semiótica Aplicada
1- O lugar da semiótica na obra de Peirce:
- Semiótica faz parte da ampla arquitetura filosófica de Peirce.
- Está alicerçada na fenomenologia.
- Uma quase ciência que investiga os modos como apreendemos qualquer coisa que aparece à nossa mente.
- Fornece as fundações para as três ciências normativas:
- Estética
- Ética
- Lógica.
- Fornece as fundações para as três ciências normativas:
- Uma quase ciência que investiga os modos como apreendemos qualquer coisa que aparece à nossa mente.
- Está alicerçada na fenomenologia.
- A estética visa determinar o que deve ser o ideal último
- Aquilo que é pura e simplesmente admirável.
- Peirce concluiu que aquilo que atrai a sensibilidade humana é o crescimento da razoabilidade concreta.
- A lógica é a ciência das leis necessárias do pensamento e das condições para se atingir a verdade
- A lógica ou semiótica tem três ramos:
- Gramática especulativa
- Estudo de todos os tipos de signos e formas de pensamento que eles possibilitam.
- Lógica crítica
- Estuda os tipos de inferências, raciocínios ou argumentos que se estruturam através de signos
- Metodêutica ou retórica especulativa
- Estuda os princípios do método científico
- Gramática especulativa
- O signo tem uma natureza triádica, quer dizer, ele pode ser analisado:
- Em si mesmo
- Na sua referência àquilo que ele indica
- Nos tipos de efeitos que está apto a produzir nos seus receptores
- Em todo processo de signos ficam marcas deixadas pela história
- Semiótica faz parte da ampla arquitetura filosófica de Peirce.
2 - A fenomenologia e a semiótica
- Apresentar as categorias formais e universais
- Peirce concluiu que há três elementos formais e universais em todos os fenômenos que se apresentam à percepção e à mente.
- Primeiridade
- Tudo que esteja relacionado com acaso, possibilidade, qualidade, sentimento, originalidade, liberdade, mônada.
- Secundidade
- Ligada às ideias de dependência, determinação, dualidade, ação e reação, aqui e agora, conflito, surpresa, dúvida.
- Terceiridade
- Diz respeito à generalidade, continuidade, crescimento e inteligência.
- O signo é qualquer coisa de qualquer espécie que representa uma outra coisa
- Essa "outra coisa" é chamada de Objeto do Signo.
- Essa ação produz um efeito interpretativo na mente que é chamado de Interpretante do Signo
- Primeiridade
- Da relação do signo consigo mesmo pode ser sua qualidade, sua existência concreta ou seu caráter de lei
- Da relação do fundamento com o objeto extrai-se uma teoria da objetivação
- Da relação do fundamento com o interpretante, deriva-se uma teoria da interpretação.
3 - O que dá fundamento ao signo?
- Propriedades do signo
- Sua mera qualidade
- Sua existência.
- Seu caráter de lei.
- Quando funciona como signo, uma qualidade é chamada de qualissigno
- A propriedade de existir é chamada de sinsigno
- Quando algo tem a propriedade da lei, recebe o nome de legissigno e o caso singular é chamado de réplica.
- Propriedades do signo
4 - A que os signos se referem?
- Depende do fundamento
- Em relação com o objeto, o signo será um ícone.
- Se for um existente, na sua relação com o objeto, ele será um índice.
- Se for uma lei, será um símbolo.
- O modo como o signo representa, indica, assemelha-se, sugere, evoca aquilo a que ele se refere é o objeto imediato.
- Quando o objeto imediato é um descritivo, o objeto dinâmico é um possível e o signo em si mesmo, um abstrativo.
- Quando o objeto imediato é um designativo este só pode ser uma ocorrência, coisa existente ou fato atual do passado ou futuro
- Quando o objeto imediato é um copulante, o objeto dinâmico é um necessitante.
- O ícone só pode sugerir ou evocar algo porque a qualidade que ele exibe se assemelha a uma outra qualidade.
- Peirce dividiu os signos icônicos
- O diagrama representa seu objeto por similaridade entre as relações internas que o signo exibe e as relações internas do objeto que o signo visa representar.
- A metáfora representa seu objeto por similaridade no significado do representante e do representado
- O objeto imediato do índice é a maneira como o índice é capaz de indicar aquele outro existente, seu objeto dinâmico, com o qual ele mantém uma conexão existencial.
- Fundamento do Símbolo é um legissigno.
- Experiência colateral.
- Se refere à intimidade prévia com aquilo que o signo denota.
- O símbolo inclui dentro de si qualissignos icônicos e sinsignos indiciais.
- Depende do fundamento
5 - Como os signos são interpretados?
- O signo possui três intéspretes.
- Interpretante imediato.
- Interpretante interno ao signo.
- Subdivide-se em três níveis: interpretante emocional, energético e lógico.
- Interpretante lógico
- Interpretado através de uma regra interpretativa internalizada pelo intérprete.
- Interpretante final
- Três níveis de interpretante:rema, dicente e argumento.
- É um rema para o seu interpretante quando for um signo de possibilidade qualitativa
- Um dicente é um signo de existência real
- O argumento é um signo de lei.
- Três níveis de interpretante:rema, dicente e argumento.
- Interpretante imediato.
- A relação de referência do signo com aquilo que ele representa é uma relação dual.
- O signo possui três intéspretes.
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- Mind Map on Semiótica Aplicada, created by marielly candido on 13/07/2021.
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