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6. SEGURANÇA DO PACIENTE

Frederico Rocha Portuguese

Mapa mental sobre segurança do paciente: protocolos básicos, alertas ISMP, farmacovigilância e reações anafiláticas

Mapa mental: Segurança do paciente

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6. SEGURANÇA DO PACIENTE

  1. 9 ACERTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENSTOS

    • 1. Paciente certo
      • 2. Medicação certa
        • 3. Dose certa
          • 4. Via certa
            • 5. Hora certa
              • 6. Registro certo
                • 7. Ação certa
                  • 8. Forma farmacêutica certa
                    • 9. Monitoramento certo
  2. 6.1 PROTOCOLOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DO PACIENTE

    • Segurnça na prescrição, uso e administração de medicamentos
  3. Alertas ISMP

    • O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos emite alertas de segurança para prevenir erros de medicação, envolvendo a troca entre os frascos de vacinas.
  4. 6.2 PREVENÇÃO DE ERROS NA VACINAÇÃO E SEGURANÇA NO USO DE VACINAS

    • TROCAS ENTRE VACINAS
    • ERROS ENVOLVENDO A FAIXA ETÁRIA DO PACIENTE
    • ERROS DE VACINAS EM SISTEMA DE DOIS COMPONENTES
    • ADMINISTRAÇÃO DE VACINA VENCIDA
  5. 6.3 FARMACOVIGILÂNCIA E VACINAS

    • Entende-se como farmacovigilância de vacinas e outros imunobiológicos o processo de detecção, avaliação, compreensão, prevenção e comunicação de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) ou de qualquer outro problema relacionado à vacina ou à imunização.
      • Um EAPV é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação, não possuindo necessariamente uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos).
        • Pode ser qualquer evento indesejável ou não intencional, isto é, sintoma, doença ou achado laboratorial anormal.
    • Vacinas virais vivas apresentam imunidade duradoura, por vezes com uma única dose. Entretanto, têm o potencial de causar eventos adversos graves, quando administradas em pessoas com deficiência imunológica ou com fatores individuais de predisposição ainda desconhecidos (idiossincrásicos).
    • Vacinas não vivas geralmente constituem imunógenos potentes. Porém, a repetição exagerada do número de doses de algumas vacinas, como tétano e difteria, pode provocar eventos adversos relacionados à deposição de imunocomplexos
    • Evento adverso pós-vacinação
      • Quanto ao tipo • Locais • Sistêmicos
      • Quanto à gravidade • Evento adverso grave – EAG: qualquer evento clinicamente relevante que: • requeira hospitalização • Possa comprometer o paciente, ou seja, que ocasione risco de morte e exija intervenção clínica imediata • cause disfunção significativa e/ou incapacidade permanente • resulte em anomalia congênita • ocasione o óbito • Evento adverso não grave – EANG
      • Segundo a causalidade
        • Reação relacionada ao produto 2.Reação relacionada à qualidade das vacinas 3.Erro de imunização 4. Reação de ansiedade relacionada à imunização ou resposta desencadeada pelo estresse, devido à vacinação 5. Coincidente
        • Avaliação da causalidade
          • É uma revisão sistemática de dados de um caso suspeito de EAPV e visa determinar a probabilidade de uma associação causal entre o(s) evento(s) e uma(s) vacina(s) recebida(s).
            • Geralmente, uma avaliação de causalidade não provará ou refutará uma associação entre um evento e a imunização, mas destina-se, então, a ajudar na determinação do nível de certeza de tal associação.
          • Notificação
            • e-SUS Notifica
              • Substituto ao Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (Sipni)/Sistema Nacional de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação (SNVEAPV) • Disponível em: https://notifica.saude.gov.br/login
            • VigiMed
              • Novo sistema disponibilizado pela Anvisa, para que cidadãos e profissionais da saúde relatem eventos adversos a medicamentos e vacinas • Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/vigimed
  6. 6.4 REAÇÕES ANAFILÁTICAS

    • CONDIÇÕES QUE PODEM SER CONFUNDIDAS COM A ANAFILAXIA NO PERÍODO PÓS-IMUNIZAÇÃO
    • Reação de hipersensibilidade sistêmica aguda, potencialmente fatal, com mecanismos, apresentação clínica e gravidade variáveis, que resulta da liberação súbita de mediadores dos mastócitos e basófilos.
    • Anafilaxia bifásica
      • Recorrência de manifestações após aparente resolução do episódio anafilático inicial, sem que haja exposição adicional ao agente desencadeante. Ocorre em cerca de um quinto dos episódios de anafilaxia, tipicamente 8 a 10 horas após a resolução inicial das manifestações, embora estejam descritas recorrências até 72 horas
    • ABORDAGEM “ABCDE” AO PACIENTE, NO CASO DE SUSPEITA DE ANAFILAXIA
    • Choque anafilático
      • “Um estado de hipóxia celular e tecidual devido à redução da oferta de oxigênio e/ou aumento do consumo de oxigênio ou utilização inadequada de oxigênio. Isso ocorre mais comumente quando há insuficiência circulatória manifestada como hipotensão (isto é, perfusão tecidual reduzida, devido à redução do volume sanguíneo, do débito cardíaco ou da redistribuição de sangue - o que resulta em volume circulante efetivo inadequado).
    • Procedimentos de emergência
      • Rapidez e treinamento Adrenalina SAMU (192) Posicionamento do paciente
    • 6.5 NOTIFICAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO
      • Instrumentos: e-SUS Notifica (PNI) VigiMed (ANVISA) e-reporting (OMS)
        • VigiMed Serviços Privados (NT ANVISA nº 49/2020) Até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente
          • Eventos adversos que evoluírem para óbito ⭢ em até 72 (setenta e duas) horas a partir do ocorrido
        • e-SUS NotificaServiços SUS Substitui o módulo SI-EAPV Covid-19
        • e-reporting Para instituições não cadastradas, cidadãos e profissionais liberais
      • ATENÇÃO: TODOS os casos adversos GRAVES e/ou INUSITADOS devem ser notificados imediatamente ao nível hierárquico superior, com a finalidade de alertar a vigilância e obter orientações quanto à investigação, se necessário. Fluxo imediato dentro das primeiras 24 horas: telefone, e-mail ou WhatsApp. O tempo máximo para iniciar uma investigação de campo em tempo oportuno é de 48 horas após a notificação
  7. 6.6 NOTIFICAÇÃO DE QUEIXA TÉCNICA (NOTIVISA)

    • O QUE É QUEIXA TÉCNICA (QT)?
      • Qualquer suspeita de alteração/irregularidade de um produto/empresa relacionada a aspectos técnicos ou legais, e que pode ou não causar danos à saúde individual e coletiva
        • Queixas técnicas mais comuns
          • Precipitação e Cristalização
          • Alteração e coloração
          • Presença de corpo estranho
          • Contaminação microbiana
          • Desvios relacionados a embalagem
          • Falsificação
          • QT ESPECÍFICAS DAS VACINAS DE COVID-19
            • • Volume em excesso • Volume faltante
          • O QUE ACONTECE COM A MINHA NOTIFICAÇÃO?
            • Anvisa: • Triagem • Abertura de dossiê de investigação • Coleta de amostras • Análise de amostras • Solicitação de informações ao fabricante/detentor do registro • Encaminhamento para que a empresa realize investigação interna • Publicação de medidas restritivas (ex: recolhimento) • Conclusão (ex: autuação do fabricante, arquivamento)
            • COMO RECEBO RESPOSTA?
              • Acompanhar a notificação no Notivisa por meio do n° identificador • Resposta a todos os notificadores por e-mail

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Mind Map on 6. SEGURANÇA DO PACIENTE, created by Frederico Rocha on 19/10/2021.
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Frederico Rocha
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