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6. SEGURANÇA DO PACIENTE

Mapa mental: Segurança do paciente
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6. SEGURANÇA DO PACIENTE
9 ACERTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENSTOS
- 1. Paciente certo
- 2. Medicação certa
- 3. Dose certa
- 4. Via certa
- 5. Hora certa
- 6. Registro certo
- 7. Ação certa
- 8. Forma farmacêutica certa
- 9. Monitoramento certo
- 8. Forma farmacêutica certa
- 7. Ação certa
- 6. Registro certo
- 5. Hora certa
- 4. Via certa
- 3. Dose certa
- 2. Medicação certa
- 1. Paciente certo
6.1 PROTOCOLOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DO PACIENTE
- Segurnça na prescrição, uso e administração de medicamentos
Alertas ISMP
- O Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos emite alertas de segurança para prevenir erros de medicação, envolvendo a troca entre os frascos de vacinas.
6.2 PREVENÇÃO DE ERROS NA VACINAÇÃO E SEGURANÇA NO USO DE VACINAS
- TROCAS ENTRE VACINAS
- ERROS ENVOLVENDO A FAIXA ETÁRIA DO PACIENTE
- ERROS DE VACINAS EM SISTEMA DE DOIS COMPONENTES
- ADMINISTRAÇÃO DE VACINA VENCIDA
6.3 FARMACOVIGILÂNCIA E VACINAS
- Entende-se como farmacovigilância de vacinas e outros imunobiológicos o processo de detecção, avaliação, compreensão, prevenção e comunicação de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) ou de qualquer outro problema relacionado à vacina ou à imunização.
- Um EAPV é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação, não possuindo necessariamente uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos).
- Pode ser qualquer evento indesejável ou não intencional, isto é, sintoma, doença ou achado laboratorial anormal.
- Um EAPV é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação, não possuindo necessariamente uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos).
- Vacinas virais vivas apresentam imunidade duradoura, por vezes com uma única dose. Entretanto, têm o potencial de causar eventos adversos graves, quando administradas em pessoas com deficiência imunológica ou com fatores individuais de predisposição ainda desconhecidos (idiossincrásicos).
- Vacinas não vivas geralmente constituem imunógenos potentes. Porém, a repetição exagerada do número de doses de algumas vacinas, como tétano e difteria, pode provocar eventos adversos relacionados à deposição de imunocomplexos
- Evento adverso pós-vacinação
- Quanto ao tipo • Locais • Sistêmicos
- Quanto à gravidade • Evento adverso grave – EAG: qualquer evento clinicamente relevante que: • requeira hospitalização • Possa comprometer o paciente, ou seja, que ocasione risco de morte e exija intervenção clínica imediata • cause disfunção significativa e/ou incapacidade permanente • resulte em anomalia congênita • ocasione o óbito • Evento adverso não grave – EANG
- Segundo a causalidade
- Reação relacionada ao produto 2.Reação relacionada à qualidade das vacinas 3.Erro de imunização 4. Reação de ansiedade relacionada à imunização ou resposta desencadeada pelo estresse, devido à vacinação 5. Coincidente
- Avaliação da causalidade
- É uma revisão sistemática de dados de um caso suspeito de EAPV e visa determinar a probabilidade de uma associação causal entre o(s) evento(s) e uma(s) vacina(s) recebida(s).
- Geralmente, uma avaliação de causalidade não provará ou refutará uma associação entre um evento e a imunização, mas destina-se, então, a ajudar na determinação do nível de certeza de tal associação.
- Notificação
- e-SUS Notifica
- Substituto ao Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (Sipni)/Sistema Nacional de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação (SNVEAPV) • Disponível em: https://notifica.saude.gov.br/login
- VigiMed
- Novo sistema disponibilizado pela Anvisa, para que cidadãos e profissionais da saúde relatem eventos adversos a medicamentos e vacinas • Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/vigimed
- e-SUS Notifica
- É uma revisão sistemática de dados de um caso suspeito de EAPV e visa determinar a probabilidade de uma associação causal entre o(s) evento(s) e uma(s) vacina(s) recebida(s).
- Entende-se como farmacovigilância de vacinas e outros imunobiológicos o processo de detecção, avaliação, compreensão, prevenção e comunicação de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) ou de qualquer outro problema relacionado à vacina ou à imunização.
6.4 REAÇÕES ANAFILÁTICAS
- CONDIÇÕES QUE PODEM SER CONFUNDIDAS COM A ANAFILAXIA NO PERÍODO PÓS-IMUNIZAÇÃO
- Reação de hipersensibilidade sistêmica aguda, potencialmente fatal, com mecanismos, apresentação clínica e gravidade variáveis, que resulta da liberação súbita de mediadores dos mastócitos e basófilos.
- Anafilaxia bifásica
- Recorrência de manifestações após aparente resolução do episódio anafilático inicial, sem que haja exposição adicional ao agente desencadeante. Ocorre em cerca de um quinto dos episódios de anafilaxia, tipicamente 8 a 10 horas após a resolução inicial das manifestações, embora estejam descritas recorrências até 72 horas
- ABORDAGEM “ABCDE” AO PACIENTE, NO CASO DE SUSPEITA DE ANAFILAXIA
- Choque anafilático
- “Um estado de hipóxia celular e tecidual devido à redução da oferta de oxigênio e/ou aumento do consumo de oxigênio ou utilização inadequada de oxigênio. Isso ocorre mais comumente quando há insuficiência circulatória manifestada como hipotensão (isto é, perfusão tecidual reduzida, devido à redução do volume sanguíneo, do débito cardíaco ou da redistribuição de sangue - o que resulta em volume circulante efetivo inadequado).
- Procedimentos de emergência
- Rapidez e treinamento Adrenalina SAMU (192) Posicionamento do paciente
- 6.5 NOTIFICAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO
- Instrumentos: e-SUS Notifica (PNI) VigiMed (ANVISA) e-reporting (OMS)
- VigiMed Serviços Privados (NT ANVISA nº 49/2020) Até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente
- Eventos adversos que evoluírem para óbito ⭢ em até 72 (setenta e duas) horas a partir do ocorrido
- e-SUS NotificaServiços SUS Substitui o módulo SI-EAPV Covid-19
- e-reporting Para instituições não cadastradas, cidadãos e profissionais liberais
- VigiMed Serviços Privados (NT ANVISA nº 49/2020) Até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente
- ATENÇÃO: TODOS os casos adversos GRAVES e/ou INUSITADOS devem ser notificados imediatamente ao nível hierárquico superior, com a finalidade de alertar a vigilância e obter orientações quanto à investigação, se necessário. Fluxo imediato dentro das primeiras 24 horas: telefone, e-mail ou WhatsApp. O tempo máximo para iniciar uma investigação de campo em tempo oportuno é de 48 horas após a notificação
- Instrumentos: e-SUS Notifica (PNI) VigiMed (ANVISA) e-reporting (OMS)
6.6 NOTIFICAÇÃO DE QUEIXA TÉCNICA (NOTIVISA)
- O QUE É QUEIXA TÉCNICA (QT)?
- Qualquer suspeita de alteração/irregularidade de um produto/empresa relacionada a aspectos técnicos ou legais, e que pode ou não causar danos à saúde individual e coletiva
- Queixas técnicas mais comuns
- Precipitação e Cristalização
- Alteração e coloração
- Presença de corpo estranho
- Contaminação microbiana
- Desvios relacionados a embalagem
- Falsificação
- QT ESPECÍFICAS DAS VACINAS DE COVID-19
- • Volume em excesso • Volume faltante
- O QUE ACONTECE COM A MINHA NOTIFICAÇÃO?
- Anvisa: • Triagem • Abertura de dossiê de investigação • Coleta de amostras • Análise de amostras • Solicitação de informações ao fabricante/detentor do registro • Encaminhamento para que a empresa realize investigação interna • Publicação de medidas restritivas (ex: recolhimento) • Conclusão (ex: autuação do fabricante, arquivamento)
- COMO RECEBO RESPOSTA?
- Acompanhar a notificação no Notivisa por meio do n° identificador • Resposta a todos os notificadores por e-mail
- Queixas técnicas mais comuns
- Qualquer suspeita de alteração/irregularidade de um produto/empresa relacionada a aspectos técnicos ou legais, e que pode ou não causar danos à saúde individual e coletiva
- O QUE É QUEIXA TÉCNICA (QT)?
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- Mind Map on 6. SEGURANÇA DO PACIENTE, created by Frederico Rocha on 19/10/2021.
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- Frederico Rocha
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