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LINFADENOPATIA

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LINFADENOPATIA
Dignóstico Integrado I
- Exame Físico
- Etapas:
- Palpação:
- Toque na cabeça e no pescoço.
- Permite que o CD observe o amolecimento ou endurecimento das estruturas e, com isso, descubra se alguma delas sofre de inflamações e tumores.
- Inspeção
- Avaliação visual sistemática do paciente.
- Auscculta
- Avalia a glândula tireoide e os vasos do pescoço.
- Olfação
- Pode oferecer algum possível diagnóstico pois as doenças possuem odores diferentes.
- Punção
- Introdução de uma agulha em cavidade ou massa tecidual para retirada de material com finalidade diagnóstica.
- Percussão
- Utiliza-se percussão vertical e analisar a região periapical, e a percussão horizontal para pesquisa de alterações periodontais.
- Raspagem
- Utilizada em lesões brancas que aparecem na forma de placa, para verificar se estas cedem ou não à raspagem.
- Vitropressão/Diascopia
- Utilizada em lesões com alteração de cor, para verificar se a mancha é proveniente de alteração vascular ou por algum pigmento.
- Fotografia
- Utilizada para acompanhar lesões que apresentam aspectos diferentes conforme sua evolução ou seu tratamento.
- Palpação:
- Analise dos aspectos fisiológicos do paciente.
- Auxilia no diagnóstico e a prosseguir com o tratamento.
- Etapas:
- Exame Físico
ATIVIDADE PROFISSIONAL III
- Elemento 35
- Segundo pré molar inferior
- Anatomia
- Face oclusal
- Circular
- Variações morfológicas diante às cúspides
- Bicuspidado
- Cúspide vestibular é mais alta e mais larga que a palatal, possuindo um sulco curvilíneo que as divide
- Tricuspidado
- Cúspide vestibular é a maior, seguida da mesiolingual, e, por último, a distolingual
- Bicuspidado
- No vestíbulo-lingual é mais largo do que no mésio-distal
- Vertentes triturantes mesiais e distais
- Raiz
- Unirradicular
- Face lingual
- Mais estreita
- Comparada com a vestibular
- Mais estreita
- Face vestibular
- Forma
- Pentagonal da coroa
- Apresenta crista vestibular
- Declive mesial da cúspide vestibular mais curto que a distal
- Forma
- Localização
- Posterior aos caninos e anterior aos molares
- Não existe pré molares decíduos
- Pré molares inferiores são mais quadrados que os superiores
- Coroa
- Aparenta estar mais inclinada para a distal
- Comparado com os superiores
- Declive lingual
- Aparenta estar mais inclinada para a distal
- Face oclusal
- Elemento 35
SAÚDE COLETIVA III
- SUS: Sistema único de saúde
- UBS
- EQUIPE MULTIPROFISSONAL
- Equipe de saúde bucal (ESB):
- Cirurgião-dentista
- Auxiliar odontológico
- Equipe de saúde bucal (ESB):
- o que UBS oferece :
- Fornecimento de medicação básica
- Tratamento odontológico
- Médicos
- Coletas de exames laboratoriais
- Ser encaminhado para atendimento com especialistas
- Nível de atenção primário
- É a porta de entrada, o contato inicial entre o enfermo e o profissional, para a prevenção e redução de riscos
- Disponibilizam o atendimento básico de saúde
- EQUIPE MULTIPROFISSONAL
- Exercer as funções do SUS
- Prevenção da saúde
- Promoção da saúde
- Tratamento
- Reabilitação
- UBS
- SUS: Sistema único de saúde
FARMACOLOGIA I
- A administração correta de medicamentos promove uma melhor assistência ao paciente, causando menos danos a sua saúde e, principalmente, garantindo o seu bem-estar.
- Principais vias de administração
- Oral
- Parental
- Subcutânea
- Aplicada no tecido subcutâneo
- Intradérmica
- Aplicada entre a derme e a epiderme
- Subcutânea
- Boca
- Parental
- Oral
- Mecanismos de ação dos fármacos
- Os fármacos atua sobre enzimas ( ativação ou inibição)
- Alguns fármacos podem fornecer íons inorgânicos que irão atuar como ativadores de enzimas; outros fármacos podem ativar enzimas por mecanismo de adaptação, ou seja, induzindo a enzima a modificar sua estrutura do seu estado inativo para ativo.
- O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, conseqüências como:
- Reações alérgicas
- Dependência
- Intoxicação
- Resistência aos remédios
- Paracetamol
- Analgésico e antitérmico
- Também conhecido como acetaminafeno
- Anti-inflamatório não esteroidal
BASES MORFOFUNCIONAIS III
- Linfadenopatia
- De modo geral a linfadenopatia acaba servindo mais como um sintomas de outras condições ou doenças, do que como uma doença por si só
- Acontece quando o organismo está combatendo algum tipo de infecção bacteriana/viral ou doença próximo ao linfonodo que está inchado
- Até mesmo problemas dentários podem causar linfadenopatia na região do pescoço
- O principal sinal da linfadenopatia é o aumento dos gânglios linfáticos
- Linfonodos que causam dor, que apresentam uma secreção purulenta ou estão avermelhados e inchados, podem estar passando por um processo de inflamação chamada linfadenite
- Tratamento
- Se o caso do paciente for acometido por causa de bactérias, o tratamento se dá pelo uso de medicamentos como antibióticos, já sendo o suficiente para que a linfadenopatia desapareça
- De modo geral, uma vez que o sistema imunológico deixa de trabalhar tão ativamente, essa enfermidade já deaparece
- Repousar e aplicar uma compressa quente e úmida na área inchada pode ajudar aliviar a dor e o inchaço
- Procurar assistência médica caso apresente:
- Dor de garganta ou dificulte de engolir
- Disfagia
- Dificuldade de respirar
- Vermelhidão ou dor na área dos gânglios linfáticos
- Crescimento doloroso dos gânglios
- Inchaço presente por 2-4 semanas
- Os gânglios estão rígidos, borrachudos ou parecem estar fixos na pele
- Febre persistente, suores noturnos ou perdas de peso inexplicadas
- Dor de garganta ou dificulte de engolir
- Sistema linfático
- Os nódulos ou gânglios linfáticos são estruturas do sistema linfático presentes em todo o corpo , especialmente no pescoço, virilha e axila.
- Neles estão localizadas as células do sistema imunológico, que defendem nosso corpo contra infecções causadas por um vírus ou bactérias
- Os nódulos aumentam de tamanho quando há um ataque, principal característica de lifadenopatia
- Neoplasia
- Etiologia
- Agentes neoplasicos
- Agentes químicos: Tabagismo e consumo frequente de álcool
- Agentes biológicos: virais e bacterianos
- Diagnósticos
- Observação do tumor
- Características clínicas
- Exames complementares
- Imagenológicos
- Histopatológicos
- Bioquímicos
- Para a execução desse procedimento, é necessária a retirada de fragmento do tecido em questão, o qual é processado por analise microscópica
- Observação do tumor
- Agentes epigenéticos: alterações na expressão do DNA por agentes ambientais
- Como por exemplo os agentes químicos
- Agentes físicos: radiação ionizante (UV, raios X), exposição a agentes térmicos
- Alteração direta no DNA celular : mutações, com a formação de oncogenes
- Agentes neoplasicos
- Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução cuja reprodução foge do controle normal, e que tendem a um crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação
- Nas neoplasias, ocorrem alterações genéticas que são passadas da célula mãe para a célula filha
- Displasia
- Proliferação celular excessiva, acompanhada de ausência ou escassez de diferenciação
- Podem se tornar anaplasias (Diferenciação celular)
- Procedido por uma irritação ou inflamação crônica, o processo displásico pode regredir se retirada a causa irritante
- Etiologia
- Linfadenopatia
Seu Luís, 45 anos, é elitista e tabagista
Compareceu à unidade básica de saúde (UBS), com a queixa de que sua gengiva não parava de sangrar e que não sentia nada desde que arrancou o dente
Automedicação com paracetamol à 3 dias
Apresentava linfadenopatial submentual
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Information
- Description
- Mind Map on LINFADENOPATIA, created by Mariana Bannwart on 18/02/2022.
- Created by
- Mariana Bannwart · Feb 2022
- Updated
- Feb 20, 2022
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