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TRATAMENTO ENDODÔNTICO

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TRATAMENTO ENDODÔNTICO
DIAGNÓSTICO
- Analisar os aspectos da anatomia radiográfica periapical da maxila.
- Realização da endodontia do elemento 26
- Primeiro molar superior esquerdo
- Radiografia
- Permite visualizar o órgão dentário por complexo, região periapical e estruturas adjacentes, imagem que auxilia no diagnóstico e no plano de tratamento.
- Processamento radiográfico
- • Solução reveladora
- • Banho interruptor
- • Solução fixadora
- • Lavagem final
- • Secagem
- Tipo de imagem
- Latente
- Após a interação do filme com os raio-x e antes do processamento químico da película
- Real
- Após a ação do processamento químico da película
- Latente
- Projeções radiográficas da maxila
- • Incisivo central superior
- incisivos centrais superiores e suas áreas periapicais centralizadas
- -• Incisivo lateral e canino superiores
- incisivo lateral e canino com suas periapicais centralizadas
- • Pré-molares
- metade da distal do canino + pré-molares e, no mínimo, 1º molar
- • Molares superiores
- metade da distal do 2º pré-molar, 3 molares e algo do tuber
- • Incisivo central superior
- Região da maxila
- Molares
- Ângulo vertical
- + 20 a +30
- Área de incidência
- Encontro da linha que desce 1 cm atrás da comissura palpebral externa com a linha tragus- asa do nariz
- Radiografia
- Primeiro molar superior esquerdo
- Realização da endodontia do elemento 26
- Analisar os aspectos da anatomia radiográfica periapical da maxila.
BASES MORFOFUNCIONAIS
- Entender patologicamente a formação dos cistos odontogênicos
- Cavidade patológica que ocorre no interior dos tecidos, revertida por epitélio, contendo no seu interior material fluido ou semifluido
- CISTOS ODONTOGÊNICOS
- Cisto de Desenvolvimento
- Cisto Dentígero
- Origina da separação do folículo da coroa de um dente incluso
- Cavidade patologica que envolve única e exclusivamente a coroa de um dente não erupcionado
- Dentes mais envolvidos
- Terceiros molares, caninos, superiores e pré-molares inferiores
- Idade
- Adolescentes e adultos jovens
- Características clínicas
- Lesões: pequenas ou extensas , aumento volumetríco, indolor
- Características radiograficas
- Técido ósseo adjacente:
- Sinais de reabsorção e deposição, dependendo da velocidade de expansão do cisto
- Técido ósseo adjacente:
- Tratamento
- Remoção cirurgica
- Características Histopatologica
- Epitélio fino, com poucas camadas de células.
- Na cápsula há remanescente de epitélio odontogênico
- Pode haver conteúdo inflamatório
- Cisto Erupção
- Acúmulo de exsudato entre o epitélio reduzido do orgão do esmalte e coroa dentária
- Características clínicas
- Aumento de volume com coloração azulada, compressível á palpação
- Tratamento
- Pode rompe com a erupção dentária
- Ulectomia
- Ceratocisto Odontogênico
- Localmente agressivo
- Desenvolvimento epitelial dos maxilares, acometendo, principalmente, a maxila e a mandíbula.
- Origem da lâmina dentária e afeta comumente a mandíbula posterior
- Está associado com a Síndrome de Gorlin
- Características clínicas
- Expansivo e recidivante
- Benigno de crescimento lento e continuo
- Tumefação indolor
- Destruição dos ossos medular
- Características radiograficas
- Imagem radiolúcida unicular ou multicular
- Bem delimitada
- Características Histopatologica
- Epitélio de revestimento com camada basal de células colunares e núcleos em paliçada
- Camada granulosa ortoqueratinizada ou paraqueratizada
- Cápsulafribosa sem conteúdo inflamatório
- Presençade cistos satélites (filhotes) na cápsula, o que favorece sua recidiva
- Localmente agressivo
- Cisto da Lâmina Dentária
- Encontrados na grande maioria dos recém-nascidos (80%)
- Pequenos nódulos esbranquiçados
- Localizados nos rebordos alveolares dos maxilares
- Origem a partir da proliferação de remanescentes da lâmina dentária, restos de Serres
- Provenientes do processo involutivo (degeneração e lise) da lâmina dentária
- Assintomático e tem o seu rompimento espontâneo
- Aspectos histológicos
- Formas redondas ou ovais
- Revestimento de epitélio estratificado pavimentoso
- Cisto Dentígero
- Cistos Inflamatório
- Cisto Radicular Residual
- Resultante do estímulo à proliferação dos restos epiteliais de Malassez em decorrência de um processo inflamatório de necrose pulpar em que o elemento dentário já fora removido
- Regredi quando não existe fonte de estímulo
- Cisto que não foi retirado total após a remoção do dente
- Provoca deslocamento e reabsorsão dos dentes vizinhos
- Pode provocar expansão vestibular
- Localizado em regiões edêntulas
- Tratamento
- Remoção cirúrgica
- Marsupialização
- Cisto Radicular Apical
- Mais comum
- Origina-se de dentes não vitais
- Geralmente não apresenta sintomas, exceto se houver infecção secundária
- Localizado aproximadamente ao ápice do dente
- Cisto Radicular Lateral
- Oriigina-se de dentes não vitais
- Pode provocar aumento de volume
- Localizado na superfície mesial ou distal de uma raiz dentária
- Tratamento
- Endodôntico ou cirurgico
- Cisto Radicular Residual
- Cisto de Desenvolvimento
- CISTO NÃO-ODONTONGÊNICO
- Cisto do Ducto Nasopalatino
- Em tecido mole:
- Cisto da papila incisiva
- Característica Clínica
- Pequeno e indolor
- Características Radiográficas
- Área radiolúcida bem delimitada, formato de coração
- Origina se dos restos epiteliais do ducto nasopalatino
- Cisto Palatíno
- Na linha média do palato
- Tecido duro em forma de coração
- Tratamento
- Marsupialização ou excisão cirúgica
- Em tecido mole:
- Cisto do Ducto Nasopalatino
- CISTOS ODONTOGÊNICOS
- Cavidade patológica que ocorre no interior dos tecidos, revertida por epitélio, contendo no seu interior material fluido ou semifluido
- Entender patologicamente a formação dos cistos odontogênicos
ATIVIDADE PROFISSIONAL III
- Identificar as funções anatômicas dos molares superiores dando foco para o elemento 26.
- Os molares são os dentes mais complexos. Eles se localizam na parte posterior da mandíbula ou da maxila, ou seja, no fundo da boca. O ser humano possui oito dentes molares, sendo quatro na parte de cima e quatro na de baixo. O terceiro molar, que é o último a nascer, são os dentes siso
- Primeiro Molar Superior (26 e 16)
- Coroa mais larga que alta (Mésio-Distal e Vestíbulo-Palatina > CO)
- FACE VESTIBULAR
- Contorno trapezoidal com base maior para oclusal
- Cúspide Mésio-Vestibular mais alta e larga que Disto-Vestibular
- Sulco vestibular se estende até o terço médio da coroa
- FACE PALATINO
- Maior e mais larga que a face vestibular
- Cúspide Mésio-Palatina maior que Disto-Palatina
- Presença do sulco palatino
- Presença do tubérculo de Carabelli na MP
- FACE OCLUSAL
- Cúspide MP > MV > DV > DP
- Presença da ponte de esmalte: MP - DV
- Presença da ponte de esmalte: MP - DV
- FACE VESTIBULAR
- Cúspides
- Cúspide Mésio-Palatina
- Cúspide Mésio-Vestibular
- Cúspide DIsto-Vestibular
- Cúspide Disto-Palatina
- Coroa mais larga que alta (Mésio-Distal e Vestíbulo-Palatina > CO)
- Segundo Molar Superior (27 e 17)
- FACE VESTIBULAR
- Coroa ligeiramente menor que a do 1º MS
- Cúspide DV é muito menor que MV
- FACE PALATINA
- Cúspide DP menor comparado ao primeiro molar superior
- Não raramente há o completo desaparecimento da cúspide DP, tornando o dente tricuspidado
- Neste caso a cúspide MP se desloca para o centro da face palatina
- Não há tubérculo de Carabelli
- FACE OCLUSAL
- Borda palatina menor que a borda vestibular
- Bordas mesial e distal convergem para palatina
- Na ausência da cúspide DP a convergência para palatina é mais acentuada
- Ponte de esmalte, quando presente, é discreta
- O sulco que à cruza transversalmente, mais aprofundado
- FACE VESTIBULAR
- PRIMEIRO MOLAR INFERIOR (36 E 46)
- É o dente mais volumoso da arcada
- Geralmente pentacuspidado (3 vestibulares e 2 linguais)
- FACE VESTIBULAR
- Forma Trapezoidal
- •2 sulcos : mésio-vestibular e disto-vestibular
- Apresenta-se dividida pelas três cúspides
- •Cúspide mésio-vestibular mais alta e volumosa
- FACE LINGUAL
- Menor e mais convexa do que a face vestibular
- Sulco lingual, quase mediano
- Duas cúspides
- FACE OCLUSAL
- A distância M-D é maior que a V-L
- Cinco cúspides
- Cúspide ML > MV > DL > VM > DV
- FACE VESTIBULAR
- Face vestibular sempre maior que a lingual
- SEGUNDO MOLAR INFERIOR (47 E 37)
- Coroa ligeiramente menor que a do primeiro molar inferior
- Geralmente tetracuspidado
- Face vestibular discretamente maior que a lingual
- FACE VESTIBULAR
- Forma Trapezoidal
- 1 sulco vestibular
- Apresenta-se dividida em 2 cúspideS
- Face menor que a do 1º molar inferior que tem 3 cúspides
- FACE LINGUAL
- É menor que a face do 1º molar inferior que também têm 2 cúspides
- O sulco lingual é pouco evidente
- FACE OCLUSAL
- Quatro cúspides
- Cúspides mesiais são maiores que as distais
- Presença de dois sulcos na face oclusal (mésio-distal e vestíbulo-lingual
- Os sulcos se cruzam quase no centro da face, apresentando o aspecto cruciforme,.
- Quatro cúspides
- FACE VESTIBULAR
- Sulcos principais cruciforme
- TERCEIRO MOLAR (18,28,48,38)
- Coroa menor que a dos dois primeiros, formas anômalas comuns e tubérculo anômalo ausente
- Pode ou não ter ponte de esmalte Dente com forma indefinida
- Primeiro Molar Superior (26 e 16)
- Os molares são os dentes mais complexos. Eles se localizam na parte posterior da mandíbula ou da maxila, ou seja, no fundo da boca. O ser humano possui oito dentes molares, sendo quatro na parte de cima e quatro na de baixo. O terceiro molar, que é o último a nascer, são os dentes siso
- Identificar as funções anatômicas dos molares superiores dando foco para o elemento 26.
FARMACOLOGIA
- Objetivo: avaliar as interações medicamentosas dos anti-hipertensivos no organismo humano.
- Tratamento farmacológico da hipertensão
- Objetivo principal: redução da morbidade e da mortalidade cardiovascular do paciente hipertenso.
- Classes de anti-hipertensivos
- Diuréticos
- Inibidores adrenérgicos
- Vasodilatadores diretos
- Antagonistas do sistema renina-angiotensina
- Bloqueadores dos canais de cálcio
- Esquemas terapêuticos
- Tratamento é iniciado com monoterapia
- Com o passar do tempo e dependendo da resposta do paciente à terapêutica, quase sempre é necessária a adoção de terapia combinada
- Envolve dois ou mais agentes anti-hipertensivos
- Pacientes hipertensos e a odontologia
- Em pacientes hipertensos compensados não há contraindicação ao uso de anestésico com vasoconstritores adrenérgicos
- Em pacientes descompensados o uso desse medicamento deve ser evitado e a opção deve ser por anestésico sem vasoconstritor
- Não se deve intervir em pacientes com a pressão arterial acima de 140/95 mm/Hg ou em pacientes hipertensos não medicados
- Controle da ansiedade do paciente hipertenso pode ser necessário
- Métodos farmacológicos e não farmacológicos
- Prescrição de medicamentos
- Contraindicação dos AINEs
- Restrições quanto aos analgésicos, como o AAS
- Pacientes que usam anticoagulantes ou anti-hipertensivos do grupo dos inibidores do ECA
- Alterações bucais relacionadas ao uso crônico de medicamentos anti-hipertensivos
- Xerostomia
- Reações liquenoides
- Crescimento gengival
- Redução ou perda do paladar
- Sensação de gosto metálico
- Glossite
- Úlceras
- Em pacientes hipertensos compensados não há contraindicação ao uso de anestésico com vasoconstritores adrenérgicos
- Classes de anti-hipertensivos
- Objetivo principal: redução da morbidade e da mortalidade cardiovascular do paciente hipertenso.
- Tratamento farmacológico da hipertensão
- Objetivo: avaliar as interações medicamentosas dos anti-hipertensivos no organismo humano.
SAÚDE COLETIVA
- Objetivo: Compreender o funcionamento da governança das redes de atenção à saúde.
- O sistema de governança é um dos elementos da estrutura operacional das RAS
- É um arranjo organizativo que permite a gestão de todos os componentes das RAS
- Envolvem diferentes atores, estratégias e procedimentos, para gerir, de forma compartilhada e interfederativa, as relações entre as outras estruturas operacionais
- Tem como objetivo a maior interdependência e melhores resultados sanitários e econômicos
- Envolvem diferentes atores, estratégias e procedimentos, para gerir, de forma compartilhada e interfederativa, as relações entre as outras estruturas operacionais
- Deve ser realizada pelas comissôes intergestores
- CIT-Comissôes intergestores Tripartite
- Âmbito federal
- CIB- Comissões Intergestores Bipartite
- Âmbito estadual
- CIR- Comissões Intergestores Regionais
- Nas regiões de saúde
- CIT-Comissôes intergestores Tripartite
- É um arranjo organizativo que permite a gestão de todos os componentes das RAS
- Redes de atenção à saúde
- Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas
- Portaria GM/MS n. 483 de 1 de abril de 2014
- Consideram-se doenças crônicas as doenças que apresentam início gradual, com duração longa ou incerta, que, em geral, apresentam múltiplas causas e cujo tratamento envolva mudanças de estilo de vida, em um processo de cuidado contínuo que, usualmente, não leva à cura.
- A hipertensão arterial é uma doença crônica e atinge 23,3% dos adultos brasileros
- objetivos gerais
- Atenção integral à saúde das pessoas com condições crônicas por meio da realização de ações e serviços de promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde
- Componentes
- APS
- Atenção especializada
- Sistemas de apoio
- Sistemas logísticos
- Regulação
- Governança
- Linhas de cuidado consideradas prioritárias
- Prevenção e tratamento do sobrepeso e obesidade
- Doença renal crônica
- Prevenção e controle do câncer
- Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas
TEMA
- Endodontia
- Conceito
- Origem da palavra
- ENDO = Dentro ODÓNTOS = Dente IA = Ação
- É a especialidade da odontologia responsável pelo estudo da polpa dentária, de todo o sistema de canais radiculares e dos tecidos periapicais
- Origem da palavra
- O que é feito
- Remoção da polpa do dente
- Pequeno tecido semelhante a um fio que fica no interior do dente
- Polpa danificada, infeccionada ou morta é removida
- Espaço restante é limpo, modelado e preenchido
- Esse procedimento sela o canal radicular
- 3 Etapas do tratamento endodôntico principais de controle da infecção
- Preparo químico-mecânico
- Medicação intracanal
- Obturação do sistema de canais radiculares
- Principais sintomas
- Sensibilidade prolongada ao calor e frio
- Dor
- Descoloração do dente
- Inchaço
- Sensibilidade do dente
- Sensibilidade do tecido gengival adjacente
- Conceito
- Conhecer a prevenção, diagnóstico e tratamento da endodontia
- Endodontia
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Information
- Description
- Mind Map on TRATAMENTO ENDODÔNTICO, created by Conhecimentos Grupo01 on 11/04/2022.
- Created by
- Conhecimentos Grupo01 · Apr 2022
- Updated
- Apr 18, 2022
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