Mind map
TEOLOGIA SISTEMÁTICA II
Map content
TEOLOGIA SISTEMÁTICA II
TEONTOLOGIA – A EXISTÊNCIA E A COGNOSCIBILIDADE DE DEUS
- A palavra “Deus”
- argumentou Rahner (1986, p. 63), a palavra “Deus” está em condições de nos falar corretamente de Deus, porquanto é a última palavra antes do calar e antes do silêncio, remetendo-nos ao mistério inefável, além de ser uma pergunta dirigida a nós.
- Fontes da nossa ideia da existência de Deus
- blicamente, o mundo dá inúmeros testemunhos da existência de Deus. Paulo diz em Romanos 1:20 que a eterna natureza e a divindade de Deus são claramente percebidas “[...] por meio das coisas que foram criadas” (BÍBLIA, 1999).
- Provas racionais
- O argumento cosmológico (ou argumento da mudança na natureza) considera o fato de que toda coisa conhecida do universo tem uma causa. Portanto, o próprio universo deve também necessariamente ter uma causa, e a causa de um universo tão grandioso só pode ser Deus (GRUDEM 1999, p. 99).
- A autorrevelação de Deus
- Teologia natural
- Porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis (BÍBLIA, 1999).
- Teologia sobrenatural
- O SENHOR advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, segundo toda a Lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos meus servos, os profetas (BÍBLIA, 1999).
- Teologia natural
- A palavra “Deus”
CRISTOLOGIA – A DOUTRINA DE CRISTO NA HISTÓRIA
- Cristologia alexandrina
- A cristologia de Alexandria teve Apolinário como sua expressão mais radical. O problema religioso de Alexandria centralizava-se no problema da salvação: de que maneira seria possível a salvação a não ser que a humanidade de Jesus tivesse sido mais ou menos absorvida pela divindade, para que o adorássemos como um todo, identificando-se sua mente com o Logos divino? A resposta era: impossível! Por isso, as tendências gerais caminharam na direção do que mais tarde se chamou monofisismo; segundo essa corrente, só há uma natureza em Jesus, pois a natureza divina absorve completamente a natureza humana (TILLICH, 2000, p. 96)
- Cristologia antioqueana
- Teodoro de Mopsuéstia declarou contra Apolinário que em Cristo a natureza humana perfeita está unida com a natureza perfeita de Deus. Era comum, no Oriente, segundo a tradição monofisita, afirmar que apenas uma natureza era pessoal, a natureza divina, e não a humana. Teodoro, porém, dizia: “não se deve dizer que o Logos se fez carne” – fórmula que ele considerava vaga e imprecisa –, mas sim que “Ele assumiu a humanidade” (TILLICH, 2000, p. 97). Para Teodoro, o Logos não se transformara em carne; essa ideia de transformação ou de transmutação parecia-lhe pagã.
- Cristologia do Logos
- A cristologia do Logos foi desenvolvida no século III d.C. Costuma-se considerá-la como a expressão mais acabada de toda a cristologia. Ela foi tomada definitivamente para a interpretação de todo o testemunho acerca de Jesus no Novo Testamento sob o ponto de vista do Filho de Deus preexistente ao mundo, portanto, para o tipo de fundamentação de afirmações cristológicas a partir de cima. Esse molde, segundo Pannenberg (2009b, p. 399), contribuiu para o desenrolar das discussões cristológicas da Igreja antiga e da Idade Média latina.
- Cristologia alexandrina
SOTERIOLOGIA – SOTERIOLOGIA EM GERAL E GRAÇA
- A ordem da salvação
- No que concerne à soteriologia, foi cunhado o termo ordo salutis (ordem da salvação) a fim de descrever “o processo pelo qual a obra de salvação, realizada em Cristo, é concretizada subjetivamente nos corações e vidas dos pecadores” e também “visa descrever, em sua ordem lógica e também em sua inter-relação, os vários movimentos do Espírito Santo na aplicação da obra da redenção” (BERKHOF, 2001, p. 383).
- A doutrina da ordem da salvação é fruto da Reforma protestante: Desde que o protestantismo teve como ponto de partida a crítica e a remoção do conceito católico romano de fé, arrependimento e boas obras, era simplesmente natural que o interesse dos reformadores se centralizasse na origem e no desenvolvimento da nova vida em Cristo” (BERKHOF, 2001, p. 385).
- Graça
- Para o protestantismo clássico, pecado é o ato de afastar-se de Deus, e a graça é a reunião com Deus. Essas categorias são qualitativas e absolutas, não quantitativas e relativas. Já que a graça reconciliadora com Deus é incondicional, o ser humano não necessita olhar para a sua própria condição e para os graus de sua culpa. Ele tem a certeza do perdão total na situação de culpa total (TILLICH, 2005, p. 351).
- Para os arminianos, seguidores das ideias de Armínio, a graça é simplesmente a restauração da capacidade natural do ser humano de agir por si mesmo. Assim, ela nunca o salva, mas tão somente o capacita a salvar, se ele o quer. Assim, a graça arminiana é a concessão do dom espiritual.
- A. H. Strong (2007, p. 1058) falou da “graça original”, ou seja, da constante presença e operação de Cristo, o Deus imanente, em cada membro da humanidade, apesar de seu pecado, que se contrapõe ao mal e prepara o caminho, até onde o ser humano permite, para a salvação individual e coletiva.
- A ordem da salvação
Information
- Description
- Mind Map on TEOLOGIA SISTEMÁTICA II, created by Leonardo Pantoja on 08/03/2024.
- Created by
- Leonardo Pantoja
- Views
- 0
- Rating