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Cap. 2- Concepção do projeto elétrico predial

Thainara Lima Portuguese

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Cap. 2- Concepção do projeto elétrico predial

  1. Um novo percurso para seu aprendizado e terá condições de desenvolver o projeto de um sistema elétrico predial.

    • Você aprenderá a elaborar um projeto, dimensionado toda a instalação.
  2. Levantamento de dados

    • O trajeto dos eletrodutos e condutores; os pontos de utilização de energia elétrica; a localização dos quadros de entrada (medição) e de distribuição; os pontos para telefone, antena, dados, câmeras e som, sistema de alarme e porteiro eletrônico; o sistema de proteção contra descarga atmosférica- SPDA etc.
  3. Planta baixa da arquitetura do prédio

    • A planta baixa deverá fornecer os detalhes da infraestrutura e suas possíveis interferências na instalação elétrica (colunas, vigas etc.).
  4. Divisão da instalação

    • Pela NBR 5410, tem como objetivo garantir que a instalação elétrica seja segura e funcional aos seus usuários.. Como deve ser feito exemplos:
      • 1- Cada circuito possa ser desligado de maneira independente, sem que haja a possibilidade de realimentação por outro circuito;
      • 2- A falha em um circuito não comprometa o funcionamento dos demais circuitos;
      • 3- Permita que os equipamentos elétrico sejam ligados de acordo com as necessidades de utilização, contribuindo, assim, para a racionalização do uso de energia elétrica;
      • 4- Possibilite a criação de diversos tipos de ambiente, como aqueles necessários em auditórios, ssalas de reuniões, locais de convivência etc.;
      • 5- Reduza paralisações no sistema;
      • 6- Facilite o acesso para realização de manutenção e inspeção.
  5. Localização dos quadros de energia

    • A localização dos quadros de energia é de fundamental importância na concepção do projeto, pois é a partir desses quadros que se originam os circuitos terminais da instalação.
  6. Quadro de distribuição de luz e força - QDLF

    • Por motivos econômicos, recomenda-se que o QDLF esteja próximo do centro de cargas da instalação, ou seja, do local onde há maior concentração de equipamentos de potência elevada na instalação.
  7. Quadro de distribuição geral

    • Dependendo do tamanho da edificação ou da complexidade da instalação elétrica, é necessário que haja mais de um quadro de distribuição (um por pavimento ou setor, por exemplo).
      • Esses quadros são alimentados a partir de um quadro de distribuição geral,, também conhecido como quadro de distribuição principal ou quadro geral de baixa tensão (QGBT).
  8. Estimativa de custos

    • Para estimar o custo de um projeto, devem ser considerados, além da complexidade, os custos diretos e indiretos envolvidos na sua elaboração.
  9. Previsão das cargas e divisão de circuitos segundo a NBR 5410

    • De acordo com a NBR 5410, fornecida pelo fabricante ou calculada a partir das outras grandezas nominais envolvidas, como, tensão, corrente e fator de potência, conforme mostrado a seguir:
    • Equipamentos resistivos (fator de potência igual a 1): Monofásico e trifásico.
    • Equipamentos indutivos: Monofásicos e trifásicos.
    • A potência declarada poderá ser a aparente (S), em volt-ampère (VA), calculada: Equipamentos indutivos: Monofásica e trifásica.
  10. Iluminação

    • Os valores de iluminância a serem adotados em ambientes industriais, comerciais, esportivos e de ensino.
    • Previsão de carga para iluminação
      • Nesse locais, a NBR 5410 oferece um critério alternativo à aplicação da norma de iluminação, considerando a área de cada ambiente da edificação.
  11. Tomadas

    • A NBR 5410 define dois tipos de tomadas utilizadas em instalação elétricas de baixa tensão: as de uso residencial e industrial, sendo as de uso residencial classificadas da seguinte maneira:
      • Tomadas de Uso Geral (TUGs)
        • Tomadas de Uso Específico (TUIEs)
    • Quantidade mínima de pontos de tomadas de uso geral
      • A quantidade de pontos de tomadas destinados aos locais de habitação é determinada em função da destinação de cada ambiente e dos equipamentos que poderão ser neles utilizados.
      • Vale lembrar que a quantidade mínima de pontos de tomadas prevista pela norma poderá não atender a necessidade do cliente, demandando, nesse caso, que sejam previstos tantos pontos quanto forem necessários.
    • Potências atribuíveis aos pontos de tomadas de uso geral
      • A potência a ser atribuída aos pontos de tomadas de uso geral, destinados aos locais da habitação, é determinada em função da destinação dos equipamentos que poderão ser neles utilizados.
      • Quantidade de pontos de tomadas de uso específico
        • A quantidade de pontos de tomadas de uso específico é determinada em função dos equipamentos que serão utilizados na instalação.
  12. Fornecimento de energia elétrica

    • As condições gerais de fornecimento de energia elétrica no Brasil são determinadas pela Resolução Normativa número 414 da ANEEL., uma agência vinculada ao MInistério de MInas e Energia que tem atribuições.
  13. Especificação de entradas de energia

    • Essas modalidades são determinadas de acordo com o tipo de ligação do enrolamento secundário do transformador de distribuição, da potência total instalada e da potência máxima individual dos motores elétrico.
    • Padrão de entrada
      • Conforme é de seu conhecimento, o padrão de entrada é o conjunto de componentes destinados à instalação da entrada consumidora (entrada e medição de energia da edificação).

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Mind Map on Cap. 2- Concepção do projeto elétrico predial, created by Thainara Lima on 03/02/2016.
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Thainara Lima
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