Define-se cultura organizacional a união de regras, hábitos, crenças e valores que, de uma forma
ou de outra, são compartilhadas por pessoas e/ou grupos que moldam uma instituição, que por
sua vez são capazes de controlar a maneira como eles interagem com seu ambiente e entre si.
Ou seja, o comportamento da empresa vai depender do comportamento e de como suas
normas são aplicadas por os seus membros.
* Nível artefatos visíveis: : Arquitetura, ambiente, layout, vestuário, documentos etc.
Três perspectiva que marcam os estudos de cultura nas organizações : a Perspectiva da Integração, a da diferenciação e da Fragmentação.
Perspectiva da Integração, geralmente os
empregados falam a respeito de como a empresa
encoraja a igualdade, promove a inovação e
manifesta sua preocupação com o bem- estar físico
e mental dos funcionários.
Na Perspectiva da Diferenciação, essas subculturas
coexistiriam algumas vezes em harmonia, outras vezes
em conflito ou até em total indiferença. Sua atenção
volta-se exclusivamente para as manifestações culturais
de cada subcultura, como forma de diferencia- lás das
de outras subculturas.
Ponto de vista Fragmentação:: inconsistências culturais e
explora a complexidade de relacionamentos entre uma e
outra manifestação cultural e a multiplicidade de
interpretações oriundas da instabilidade, e que não
permitem ver nem aceitar a organização como um ambiente
de consenso.
Se na Integração o nível dominante é o da organização como um todo indivisível, e na Diferenciação a
analise se concentrava nas subculturas, na ótica da Fragmentação as pesquisas se voltam para os níveis
individual, subcultural e organizacional, sempre levando em conta flutuações de comportamento e de visão,
a heterogeneidade e o fluxo constante.
Além dessas perspectivas de analise, é possível identificar outras categorizações mais
clássicas. As culturas podem ser vista sob as abordagens FUNCIONALISTA, INTERPRETATIVA,
CRÍTICA, PÓS- MODERNA e ainda pela ótica feminista, a a partir dos estudos de gênero.
As Técnicas e as análises por FREITAS: 1- iNFERIR CONTEÚDO, 2- aTENTAR PARA AS
QUALIFICAÇÕES E STATUS DOS INVESTIGADORES E 3- ESTIMAR A FORÇA DA CULTURA
De acordo com SHRIVASTAVA, outro modelo de análise da cultura é proposto por Hofstede. Para ele, há quatro
dimensões que podem ser acionadas para classificar culturas: * A distância do poder * a precaução contra incertezas *
a relação entre individualismo e coletivismo; * os embates entre masculinidade e feminilidade.
Já THÉVENET nos apresenta o que considera as duas principais metodologias utilizadas nos estudos sobre culturas organizacionais: a abordagem
etnográfica e a abordagem de Desenvolvimento Organizacional. No seu livro , o autor lista várias matrizes de análise: ESTUDO DOS FUNDADORES,
ESTUDO DA HISTÓRIA, ESTUDO DAS PROFISSÕES, ESTUDO DOS VALORES, ESTUDO DOS SINAIS.
* nível dos valores que governam o comportamento as pessoas : relatos
e manifestos através de entrevistas.
Nível dos pressupostos inconscientes : De que maneira os
membros da organização percebem, pensam, sentem , a
partir de valores conscientemente construídos e que
gradualmente são absorvidos pelo inconsciente.