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Fitopatologia
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Fitopatologia
EPIDEMIOLOGIA
- Epidemia
- Infecção x Remoção
- Epidemia = Aumento da incidencia da severidade ou almenta da área
- Explosiva - aumento rápido
- Tardivaga - Aumento lento
- Progressivo = Aumento em extenção
- Pandemia = Progressiva em áreas grandes
- epidemia ciclica = se periódico
- Ciclo de infecção
- Monociclo: 1 planta e um patôgeno
- O sintoma da doença é típico
- Policíclico: 1 planta vários patógemos
- Superposição de infecão = Diversos ciclos de injeção do patôgeno em unico da cultura
- Doenças de Juros compostos
- Velocidade da doençã aumenta de forma proporcional a qtde da doença em cada instante (dx/dt)=rx
- Doenças de Juros compostos
- Superposição de infecão = Diversos ciclos de injeção do patôgeno em unico da cultura
- Monociclo: 1 planta e um patôgeno
- Ciclo de infecção
- Nescessita de anos para mostrar significativo aumento da doença
- Epidemia = Aumento da incidencia da severidade ou almenta da área
- Endemia
- Pode virar epidemia, por fatores como alteração do clima
- Infecção x Remoção
- diagnótico
- Importante conhecer o comportamento dos individuos
- Nº de esporos por lesão no tecido ou orgão do individuo
- estudar as comunidades para entender o sistema PATOGENO X HOSPEDEIRO
- O aumento ou diminuição de uma doença é resultado da interação de muitas populações de especies em uma mesma área.
- Diferentes insetos de diferentes plantas, diferentes patôgenos
- O aumento ou diminuição de uma doença é resultado da interação de muitas populações de especies em uma mesma área.
- Importante conhecer o comportamento dos individuos
- o estudo de populações de PATOGENOS em populações de HOSPEDEIRO e da DOENÇA resultante desta interação, sob a influência do ambiente e a interferência humana
- estudo: doenças que aumentam e doenças que diminuem
- Balanço neutro = infecção x remoção
- Presença constante de doença e patôgeno
- Balanço neutro = infecção x remoção
- Doenças
- processos
- Tx de mudança
- Tempo
- Incubação = Deposição - sintomas
- Latencia = Deposição - sinais de extruturas reprodutivas
- Infecção = Permanência da lezão
- Tempo
- Tx de mudança
- processos
- estudo: doenças que aumentam e doenças que diminuem
- Epidemia
CLASSIFICAÇÃO DOS SINTOMAS
- Relação do patôgeno
- Primário - Resultante da ação direta. Ex: podridão, manchas foliares e podridões de frutos
- Secundários - exibidos pela planta em órgãos distantes do local de ação do patógeno (Ex.: subdesenvolvimento da planta e murchas vasculares).
- Relação hospedeiro
- Um dos critérios mais utilizados na classificação de sintomas se baseia nas alterações da estrutura e/ou de processos do hospedeiro, podendo ser separados em sintomas histológicos, sintomas fisiológicos e sintomas morfológicos.
- HISTOLÓGICOS - Alterações a nivel celular
- Granulose
- Plasmólise
- Vacuolose:
- FISIOLÓGICOS
- Utilização direta de nutrientes do patógeno: todos os patógenos
- Aumento na respiração do hospedeiro: todo o processo infeccioso nos tecidos do hospedeiro gera na área lesionada um aumento na taxa de respiração das células atacadas e adjacentes
- MORFOLÓGICO - Quando as alterações exteriorizam-se ao nível de órgão, com modificações visíveis na forma ou na anatomia. Dependendo do tipo de modificação exibida pelo órgão afetado, os sintomas morfológicos podem ser qualificados como necróticos ou plásticos.
- NECRÓTICO - Necroses são caracterizadas pela degeneração do protoplasma, seguida de morte de células, tecidos e órgãos
- PLESIONECRÓTICOS - Caracterizam-se pela degeneração protoplasmática e desorganização funcional das células: amarelecimento, encharcamento e murcha.
- Holonecróticos - Podem se desenvolver em qualquer parte da planta doente e são característicos da morte das células, provocando mudanças de coloração do órgão afetado. Ex: Cancro, Crestamento, tombamento, escaldadura, estria, gomose, mancha. morte dos ponteiros, mumificação, perfuração, podridão, pústula, resimose, seca
- PLASTICOS - Anomalias no crescimento, multiplicação ou diferenciação de células vegetais geralmente levam a distorções nos órgãos da planta. Essas anomalias são conhecidas como sintomas plásticos
- Hipoplásticos: albinismo, clorose, estiolamento, enfezamento, mosaico,roseta
- Hiperplastico - Bolhosidade, bronzeamento, calo cicatricial, enação, encarquilhamento, epinastia, fasciação, galha, intumescencia, superbrotamento, verrugose, virescencia
- NECRÓTICO - Necroses são caracterizadas pela degeneração do protoplasma, seguida de morte de células, tecidos e órgãos
- HISTOLÓGICOS - Alterações a nivel celular
- Um dos critérios mais utilizados na classificação de sintomas se baseia nas alterações da estrutura e/ou de processos do hospedeiro, podendo ser separados em sintomas histológicos, sintomas fisiológicos e sintomas morfológicos.
- Relação do patôgeno
CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE PLANTAS
- HOSPEDEIRO
- ocorrem numa determinada espécie botânica, gerando alterações na fisiologia do hospedeiro
- Parte da planta
- Idade da planta
- Grupos de doenças
- Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento;Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas; Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
- Os processos fisiológicos vitais de uma planta, em ordem cronológica, podem ser resumidos nos seguintes:
- I - Acúmulo de nutrientes em órgãos de armazenamento para o desenvolvimento de tecidos embrionários. II - Desenvolvimento de tecidos jovens às custas dos nutrientes armazenados. III - Absorção de água e elementos minerais a partir de um substrato. IV - Transporte de água e elementos minerais através do sistema vascular. V - Fotossíntese. VI - Utilização, pela planta, das substâncias elaboradas através da fotossíntese.
- Considerando que estes processos vitais podem sofrer interferências provocadas por diferentes patógenos, McNew propôs grupos de doenças correspondentes:
- § Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento § Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas § Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
- A medida que se caminha do grupo I para o grupo VI, constata-se menor grau de agressividade no patógeno, maior grau de evolução no parasitismo e maior especificidade do patógeno em relação ao hospedeiro.
- Quanto à evolução do parasitismo, os patógenos encontrados nos grupos V e VI são considerados mais evoluídos, pois convivem com o hospedeiro, não provocando sua rápida destruição; ao invés de toxinas, estes patógenos, geralmente, produzem estruturas especializadas em retirar nutrientes diretamente da célula sem, no entanto, provocar sua morte imediata.
- Em relação à agressividade, os patógenos dos grupos I e II apresentam alta capacidade destrutiva, pois em curto espaço de tempo provocam a morte do órgão ou da planta atacada; são organismos saprofíticos que, através de toxinas, levam, antes, o tecido à morte para, depois, colonizá-lo
- A especificidade dos patógenos em relação ao hospedeiro também aumenta do grupo I para o VI. Nos primeiros grupos é comum a ocorrência de patógenos capazes de atacar indistintamente uma grama de diferentes hospedeiros; por outro lado, nos últimos grupos estão presentes patógenos que causam doença apenas em determinadas espécies vegetais. A ocorrência de raças patogênicas, com especificidade a nível de cultivar, são de comum ocorrência nesses grupos superiores.
- § Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento § Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas § Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
- Considerando que estes processos vitais podem sofrer interferências provocadas por diferentes patógenos, McNew propôs grupos de doenças correspondentes:
- I - Acúmulo de nutrientes em órgãos de armazenamento para o desenvolvimento de tecidos embrionários. II - Desenvolvimento de tecidos jovens às custas dos nutrientes armazenados. III - Absorção de água e elementos minerais a partir de um substrato. IV - Transporte de água e elementos minerais através do sistema vascular. V - Fotossíntese. VI - Utilização, pela planta, das substâncias elaboradas através da fotossíntese.
- Os processos fisiológicos vitais de uma planta, em ordem cronológica, podem ser resumidos nos seguintes:
- Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento;Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas; Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
- ocorrem numa determinada espécie botânica, gerando alterações na fisiologia do hospedeiro
- PATÓGENO
- tem como ponto desfavorável agregar, num mesmo grupo, patógenos que, apesar da proximidade taxonômica, atuam de forma diferente em relação à planta. Como evidência, pode-se mencionar o contraste entre uma bactéria que provoca murcha, cujo controle estaria mais próximo de uma murcha causada por fungo.
- HOSPEDEIRO
DEFINIÇÃO
- “Doença é o mal funcionamento de células e tecidos do hospedeiro que resulta da sua contínua irritação por um agente patogênico ou fator ambiental e que conduz ao desenvolvimento de sintomas. Doença é uma condição envolvendo mudanças anormais na forma, fisiologia, integridade ou comportamento da planta. Tais mudanças podem resultar em dano parcial ou morte da planta ou de suas partes”.
- A representação clássica dos fatores que interagem para ocorrência de doenças em plantas é o triângulo, onde cada vértice representa um desses fatores (agente causal = patógeno; planta suscetível = hospedeiro; ambiente favorável = ambiente
- Agentes
- Infecciosos: fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e viróides, nematóides, protozoários e plantas parasitas superiores
- podem causar doenças em plantas: a) Debilitando ou enfraquecendo o hospedeiro por absorção contínua de nutrientes da célula hospedeira para seu uso; b) Destruindo ou causando distúrbios no metabolismo da célula hospedeira através de toxinas, enzimas ou substâncias reguladoras de crescimento por eles secretados; c) Bloqueando o transporte de alimentos, nutrientes minerais e água através de tecidos condutores; d) Consumindo o conteúdo da célula dos hospedeiro mediante contato.
- Não infeciosos: clima, nutrição...
- temperatura excessivamente baixa ou alta, deficiência ou excesso de umidade, deficiência ou excesso de luz, deficiência de oxigênio, poluição do ar), as deficiências e/ou desequilíbrios nutricionais e o efeito de fatores químicos
- Infecciosos: fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e viróides, nematóides, protozoários e plantas parasitas superiores
- Agentes
- A representação clássica dos fatores que interagem para ocorrência de doenças em plantas é o triângulo, onde cada vértice representa um desses fatores (agente causal = patógeno; planta suscetível = hospedeiro; ambiente favorável = ambiente
- “Doença é o mal funcionamento de células e tecidos do hospedeiro que resulta da sua contínua irritação por um agente patogênico ou fator ambiental e que conduz ao desenvolvimento de sintomas. Doença é uma condição envolvendo mudanças anormais na forma, fisiologia, integridade ou comportamento da planta. Tais mudanças podem resultar em dano parcial ou morte da planta ou de suas partes”.
Information
- Description
- Mind Map on Fitopatologia, created by Renderson Albino on 16/11/2016.
- Created by
- Renderson Albino · Nov 2016
- Updated
- Jul 30, 2019
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