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Fitopatologia

Renderson Albino Portuguese

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Fitopatologia

  1. EPIDEMIOLOGIA

    • Epidemia
      • Infecção x Remoção
        • Epidemia = Aumento da incidencia da severidade ou almenta da área
          • Explosiva - aumento rápido
          • Tardivaga - Aumento lento
          • Progressivo = Aumento em extenção
          • Pandemia = Progressiva em áreas grandes
        • epidemia ciclica = se periódico
          • Ciclo de infecção
            • Monociclo: 1 planta e um patôgeno
              • O sintoma da doença é típico
            • Policíclico: 1 planta vários patógemos
              • Superposição de infecão = Diversos ciclos de injeção do patôgeno em unico da cultura
                • Doenças de Juros compostos
                  • Velocidade da doençã aumenta de forma proporcional a qtde da doença em cada instante (dx/dt)=rx
        • Nescessita de anos para mostrar significativo aumento da doença
      • Endemia
        • Pode virar epidemia, por fatores como alteração do clima
    • diagnótico
      • Importante conhecer o comportamento dos individuos
        • Nº de esporos por lesão no tecido ou orgão do individuo
      • estudar as comunidades para entender o sistema PATOGENO X HOSPEDEIRO
        • O aumento ou diminuição de uma doença é resultado da interação de muitas populações de especies em uma mesma área.
          • Diferentes insetos de diferentes plantas, diferentes patôgenos
    • o estudo de populações de PATOGENOS em populações de HOSPEDEIRO e da DOENÇA resultante desta interação, sob a influência do ambiente e a interferência humana
      • estudo: doenças que aumentam e doenças que diminuem
        • Balanço neutro = infecção x remoção
          • Presença constante de doença e patôgeno
      • Doenças
        • processos
          • Tx de mudança
            • Tempo
              • Incubação = Deposição - sintomas
              • Latencia = Deposição - sinais de extruturas reprodutivas
              • Infecção = Permanência da lezão
  2. CLASSIFICAÇÃO DOS SINTOMAS

    • Relação do patôgeno
      • Primário - Resultante da ação direta. Ex: podridão, manchas foliares e podridões de frutos
      • Secundários - exibidos pela planta em órgãos distantes do local de ação do patógeno (Ex.: subdesenvolvimento da planta e murchas vasculares).
    • Relação hospedeiro
      • Um dos critérios mais utilizados na classificação de sintomas se baseia nas alterações da estrutura e/ou de processos do hospedeiro, podendo ser separados em sintomas histológicos, sintomas fisiológicos e sintomas morfológicos.
        • HISTOLÓGICOS - Alterações a nivel celular
          • Granulose
          • Plasmólise
          • Vacuolose:
        • FISIOLÓGICOS
          • Utilização direta de nutrientes do patógeno: todos os patógenos
          • Aumento na respiração do hospedeiro: todo o processo infeccioso nos tecidos do hospedeiro gera na área lesionada um aumento na taxa de respiração das células atacadas e adjacentes
        • MORFOLÓGICO - Quando as alterações exteriorizam-se ao nível de órgão, com modificações visíveis na forma ou na anatomia. Dependendo do tipo de modificação exibida pelo órgão afetado, os sintomas morfológicos podem ser qualificados como necróticos ou plásticos.
          • NECRÓTICO - Necroses são caracterizadas pela degeneração do protoplasma, seguida de morte de células, tecidos e órgãos
            • PLESIONECRÓTICOS - Caracterizam-se pela degeneração protoplasmática e desorganização funcional das células: amarelecimento, encharcamento e murcha.
            • Holonecróticos - Podem se desenvolver em qualquer parte da planta doente e são característicos da morte das células, provocando mudanças de coloração do órgão afetado. Ex: Cancro, Crestamento, tombamento, escaldadura, estria, gomose, mancha. morte dos ponteiros, mumificação, perfuração, podridão, pústula, resimose, seca
          • PLASTICOS - Anomalias no crescimento, multiplicação ou diferenciação de células vegetais geralmente levam a distorções nos órgãos da planta. Essas anomalias são conhecidas como sintomas plásticos
            • Hipoplásticos: albinismo, clorose, estiolamento, enfezamento, mosaico,roseta
            • Hiperplastico - Bolhosidade, bronzeamento, calo cicatricial, enação, encarquilhamento, epinastia, fasciação, galha, intumescencia, superbrotamento, verrugose, virescencia
  3. CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE PLANTAS

    • HOSPEDEIRO
      • ocorrem numa determinada espécie botânica, gerando alterações na fisiologia do hospedeiro
        • Parte da planta
        • Idade da planta
        • Grupos de doenças
          • Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento;Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas; Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
            • Os processos fisiológicos vitais de uma planta, em ordem cronológica, podem ser resumidos nos seguintes:
              • I - Acúmulo de nutrientes em órgãos de armazenamento para o desenvolvimento de tecidos embrionários. II - Desenvolvimento de tecidos jovens às custas dos nutrientes armazenados. III - Absorção de água e elementos minerais a partir de um substrato. IV - Transporte de água e elementos minerais através do sistema vascular. V - Fotossíntese. VI - Utilização, pela planta, das substâncias elaboradas através da fotossíntese.
                • Considerando que estes processos vitais podem sofrer interferências provocadas por diferentes patógenos, McNew propôs grupos de doenças correspondentes:
                  • § Grupo I - Doenças que destroem os órgãos de armazenamento § Grupo II - Doenças que causam danos em plântulas § Grupo III - Doenças que danificam as raízes § Grupo IV - Doenças que atacam o sistema vascular § Grupo V - Doenças que interferem com a fotossíntese § Grupo VI - Doenças que alteram o aproveitamento das substâncias fotossintetizadas
                    • A medida que se caminha do grupo I para o grupo VI, constata-se menor grau de agressividade no patógeno, maior grau de evolução no parasitismo e maior especificidade do patógeno em relação ao hospedeiro.
                    • Quanto à evolução do parasitismo, os patógenos encontrados nos grupos V e VI são considerados mais evoluídos, pois convivem com o hospedeiro, não provocando sua rápida destruição; ao invés de toxinas, estes patógenos, geralmente, produzem estruturas especializadas em retirar nutrientes diretamente da célula sem, no entanto, provocar sua morte imediata.
                    • Em relação à agressividade, os patógenos dos grupos I e II apresentam alta capacidade destrutiva, pois em curto espaço de tempo provocam a morte do órgão ou da planta atacada; são organismos saprofíticos que, através de toxinas, levam, antes, o tecido à morte para, depois, colonizá-lo
                    • A especificidade dos patógenos em relação ao hospedeiro também aumenta do grupo I para o VI. Nos primeiros grupos é comum a ocorrência de patógenos capazes de atacar indistintamente uma grama de diferentes hospedeiros; por outro lado, nos últimos grupos estão presentes patógenos que causam doença apenas em determinadas espécies vegetais. A ocorrência de raças patogênicas, com especificidade a nível de cultivar, são de comum ocorrência nesses grupos superiores.
    • PATÓGENO
      • tem como ponto desfavorável agregar, num mesmo grupo, patógenos que, apesar da proximidade taxonômica, atuam de forma diferente em relação à planta. Como evidência, pode-se mencionar o contraste entre uma bactéria que provoca murcha, cujo controle estaria mais próximo de uma murcha causada por fungo.
  4. DEFINIÇÃO

    • “Doença é o mal funcionamento de células e tecidos do hospedeiro que resulta da sua contínua irritação por um agente patogênico ou fator ambiental e que conduz ao desenvolvimento de sintomas. Doença é uma condição envolvendo mudanças anormais na forma, fisiologia, integridade ou comportamento da planta. Tais mudanças podem resultar em dano parcial ou morte da planta ou de suas partes”.
      • A representação clássica dos fatores que interagem para ocorrência de doenças em plantas é o triângulo, onde cada vértice representa um desses fatores (agente causal = patógeno; planta suscetível = hospedeiro; ambiente favorável = ambiente
        • Agentes
          • Infecciosos: fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e viróides, nematóides, protozoários e plantas parasitas superiores
            • podem causar doenças em plantas: a) Debilitando ou enfraquecendo o hospedeiro por absorção contínua de nutrientes da célula hospedeira para seu uso; b) Destruindo ou causando distúrbios no metabolismo da célula hospedeira através de toxinas, enzimas ou substâncias reguladoras de crescimento por eles secretados; c) Bloqueando o transporte de alimentos, nutrientes minerais e água através de tecidos condutores; d) Consumindo o conteúdo da célula dos hospedeiro mediante contato.
          • Não infeciosos: clima, nutrição...
            • temperatura excessivamente baixa ou alta, deficiência ou excesso de umidade, deficiência ou excesso de luz, deficiência de oxigênio, poluição do ar), as deficiências e/ou desequilíbrios nutricionais e o efeito de fatores químicos

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Description
Mind Map on Fitopatologia, created by Renderson Albino on 16/11/2016.
Created by
Renderson Albino · Nov 2016
Updated
Jul 30, 2019
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